Medida, que repõe integralmente a inflação, será aplicada de forma escalonada em 2027, em cinco parcelas
Texto: Jurbiléia Pinto
A Prefeitura de Palmas anunciou nesta quarta-feira, 22, a revisão geral anual dos vencimentos de 8,38%, com reposição integral da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O índice é composto por 4,43% referente à integralidade do índice de 2025 e 3,95% referente ao acumulado de janeiro a setembro de 2026. A recomposição será aplicada de forma escalonada em 2027, em cinco parcelas sobre o vencimento atual. O Diário Oficial desta quinta, 22, trouxe a publicação da Medida Provisória. A informação foi anunciada durante reunião entre representantes da Prefeitura e lideranças sindicais que representam a classe dos servidores. Na ocasião também foi anunciado o ponto facultativo no Dia do Servidor para 30 de outubro.
O prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, destaca que o esforço para manter a data-base dos servidores em dia é um ato de reconhecimento do trabalho de quem cuida da cidade. “Esse índice de 8,38% é a reposição integral da inflação. Isso representa a valorização real que vai chegar no contracheque do servidor de forma planejada e responsável”, disse, acrescentando que o ponto facultativo na sexta-feira, dia 30 de outubro, garantirá um feriadão de 4 dias aos servidores. “É mais tempo para o servidor descansar com sua família. Isso é só o começo, no dia 28 vamos anunciar o pacote completo de valorização”.
Correção salarial
A correção dos vencimentos dos servidores públicos municipais será aplicada da seguinte forma: 1,70% em janeiro de 2027, 1,70% em março, 1,70% em maio, 1,70% em julho e mais 1,58% em setembro, quando a reposição completa de 8,38% será alcançada. O secretário de Planejamento e Gestão, André Fagundes Cheguhem, destacou que o escalonamento da reposição salarial demonstra a disposição da gestão em corrigir a defasagem, mas sobretudo com responsabilidade fiscal. “Fizemos todo planejamento com prudência e responsabilidade fiscal. A aplicação será de forma escalonada em 2027, em cinco parcelas, e assim completaremos os 8,38% no contracheque do servidor”, reforçou. Em relação às demandas apresentadas pelos sindicatos sobre retroativo da data-base, o secretário esclareceu que no momento oportuno será discutido, e reforçou que mais pacotes de valorização dos servidores serão anunciados no dia 28 de outubro.
Presenças
O secretário-chefe do Gabinete do Prefeito, Carlos Júnior, e os secretários municipais de Fazenda e Transformação Digital, Fabiano Fagundes, da Educação, Anice de Souza Moura, da Saúde, Ana Paula dos Santos, também participaram da reunião.
Entre os representantes sindicais estiveram o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Palmas (Sisemp), Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet), Sindicato dos Guardas Metropolitanos de Palmas (Sigmep), Sindicato dos Médicos no Estado do Tocantins (Simed), Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Tocantins (Sindifiscal), Sindicato dos Cirurgiões Dentistas do Estado do Tocantins (Sicideto) e Sindicato dos Profissionais Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias do Estado do Tocantins.
Acordo foi assinado na sede do TSE e prevê a disponibilização pública das informações até o fim desta quinta-feira
POR CAIO SPECHOTO, MARIANA BRASIL E LUÍSA MARTINS
Os candidatos à Presidência da República Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) assinaram nesta quinta-feira (22) um acordo pela quebra mútua de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. O acerto também envolve parentes de ambos os candidatos.
Lula desafiou Flávio a abrir seus sigilos no domingo (18), durante o debate da Band. O candidato bolsonarista não aceitou a princípio. Depois, colocou condições para aceitar o acordo. A campanha petista vinha pressionando o adversário publicamente.
O acordo foi assinado na sede do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e prevê a disponibilização pública das informações até o fim desta quinta-feira. Flávio foi representado na assinatura por sua equipe jurídica.
“O presidente Lula assinou, e o [compromisso] do candidato Flávio Bolsonaro foi assinado por procuração por sua advogada. O do presidente Lula foi assinado por ele próprio porque ele sempre defendeu a transparência de seus dados”, disse o presidente do PT, Edinho Silva.
As campanhas demonstravam divergências em relação ao tema pouco antes da assinatura. A advogada da área eleitoral de Flávio Bolsonaro, Maria Claudia Bucchianeri, por exemplo, pediu que as quebras de sigilo abrangessem um período mais longo do que o previsto na petição inicial de Lula, que cita oito anos.
“Lula está no poder há quase 20 anos, então a gente precisa saber se nesse período ele e sua família e empresas enriqueceram”, disse ela antes da assinatura. A advogada também afirmou que eram necessárias informações sobre entrada e saída dos palácios da Alvorada e do Planalto, e do telefone do ex-chefe de gabinete de Lula Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola.
Ela também afirmou que a análise seria feita com ajuda do senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR), que foi procurador da Operação Lava Jato.
A advogada também declarou que só mostrará os documentos de seu candidato depois de checar os de Lula. “Primeiro eu vou ver se ele vai trazer tudo o que pedimos. Se a gente confirmar que tudo o que comprometeu ele trouxe, a gente traz imediatamente”, declarou. Apesar da assinatura do acordo, aliados do presidente da República ainda duvidam que Flávio Bolsonaro vá abrir suas informações.
O advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador da campanha de Lula em São Paulo, afirmou que a campanha bolsonarista tenta avocar para si competências da Polícia Federal, da Receita Federal e dos tribunais superiores ao dizer que só entrega as informações depois do petista. “As alegações da campanha de Flávio são inacreditáveis”, disse.
“Flávio não tem condições de assumir e de cumprir o desafio, e é exatamente por isso que, em uma tática diversionista, tenta provocar obstáculos para que a abertura de seus dados seja de conhecimento público”, disse o advogado.
Os aliados de Lula afirmam que Flávio Bolsonaro tentou deixar fora da abertura de sigilo uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz com a qual ele teria relação. Amigo de Flávio, Willer tem sido alvo de investigações.
“Infelizmente nós tivemos um embate agora para que a empresa, ou a relação com o Willer Tomaz, não ficasse de fora desse gesto de transparência. Eles acataram depois de nós não cedermos e nós colocamos como condicionante que eles acatassem”, disse Edinho Silva. Ele estava acompanhado do senador Camilo Santana e do ministro Guilherme Boulos (Secretaria Geral) na entrevista a jornalistas após a assinatura do termo.
“Agora, mesmo depois de eles terem feito chicana, demorado, tiveram que assinar. Aceitaram as condições colocadas pelo presidente Lula. E daqui a até domingo a nossa expectativa é que o Brasil vai saber quem é o ladrão e quem é honesto”, disse Boulos.
Um integrante da campanha de Flávio relatou à Folha de S.Paulo que a advogada se sentiu encurralada e assinou a petição sem concordar com todas as medidas propostas, já que a não-adesão poderia surtir efeito negativo para a candidatura de Flávio e passar a impressão de que ele teria algo a esconder.
A advogada não descarta peticionar no TSE para rever alguns pontos do acordo e levantar um debate sobre a necessidade ou não de autorização judicial do ministro André Mendonça para que os candidatos abram seus respectivos sigilos.
Depois da assinatura, aliados do candidato do PL criticaram o presidente. “Mais uma vez Lula frustrou e descumpriu sua promessa. Lula não entregou documentos. O que basicamente apresentou foi mais uma petição, mais um pedido para que tudo seja entregue por todo mundo, que já estava nos autos”, disse Deltan Dallagnol.
LISTA DE SIGILOS
O documento assinado prevê o levantamento dos sigilos das pessoas listadas na petição inicial, da qual constam, do lado petista:
Luiz Inácio Lula da Silva presidente da República e candidato à reeleição;
Janja Lula da Silva primeira-dama;
Lurian Cordeiro Lula da Silva filha de Lula;
Marcos Cláudio Lula da Silva filho de Lula;
Fábio Luís Lula da Silva filho de Lula conhecido nacionalmente como Lulinha;
Sandro Luís Lula da Silva filho de Lula;
Luís Cláudio Lula da Silva filho de Lula.
Além disso, está na lista a empresa L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações, da qual Lula é sócio.
Do lado bolsonarista, as pessoas listadas na petição inicial são:
Flávio Bolsonaro senador e candidato a presidente;
Jair Bolsonaro ex-presidente e pai de Flávio;
Rogéria Bolsonaro mãe de Flávio;
Carlos Bolsonaro irmão de Flávio;
Eduardo Bolsonaro irmão de Flávio;
Jair Renan Bolsonaro irmão de Flávio;
Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro mulher de Flávio.
Também estão incluídas na petição quatro empresas que seriam ligadas a Flávio e a Alcazar Holdings, registrada fora do Brasil por Willer Tomaz, com a qual o candidato do PL também teria ligação.
Representantes de sete povos pediram melhorias nas estradas, segurança alimentar, educação e proteção dos territórios
Da Assessoria
Lideranças dos povos Javaé, Xerente, Karajá, Karajá-Xambioá, Apinajé, Krahô e Krahô-Kanela declararam apoio à candidatura da Professora Dorinha (União Brasil) ao Governo do Tocantins durante reunião no Comitê 44, em Palmas, na quarta-feira, 21. As lideranças apresentaram demandas relacionadas à proteção dos territórios, aos impactos das mudanças climáticas, à falta de alimentos, à educação indígena e às condições das estradas e pontes que dão acesso às aldeias.
“Vamos cuidar da educação, saúde, estradas, inclusão produtiva e segurança alimentar. O povo indígena, no governo da Professora Dorinha, vai ter voz, vez e vai estar à mesa para discutir o Tocantins”, afirmou a candidata. Dorinha também defendeu a retomada de concursos específicos para a educação escolar indígena bilíngue. “O único concurso feito para a educação indígena bilíngue fui eu que fiz, e quero retomar essa regularidade. Hoje temos muitos profissionais com graduação, especialização, mestrado e doutorado”, declarou.
“Dorinha sempre lembrou de nós”
A liderança Silvia Letícia Xerente destacou o trabalho de Dorinha nas comunidades indígenas durante sua atuação na educação e no Congresso Nacional. “É fácil levantar a bandeira em seu nome. Seu trabalho está em todo o estado, nas nossas escolas e comunidades. Enquanto deputada, sempre lembrou de nós, cuidou da reforma das escolas e das estradas. Sei que vai trazer proteção para nossas mulheres indígenas e valorização dos profissionais nas aldeias”, afirmou. Uma liderança do povo Krahô também declarou apoio à candidata e pediu melhorias nas estradas e pontes utilizadas pelas comunidades.

O secretário dos Povos Originários e Tradicionais do Tocantins, Ercivaldo Xerente, lembrou a atuação de Dorinha na implantação do ensino médio indígena, na criação do Conselho de Educação Escolar Indígena e na realização de concursos específicos para professores. Ele também citou a destinação de equipamentos agrícolas às comunidades, por meio de articulações parlamentares. “Precisamos que as ações do Estado cheguem até as comunidades indígenas e que essas lideranças sejam valorizadas”, afirmou.
Durante a reunião, o presidente do Conselho de Educação Escolar Indígena do Tocantins, Robson Haritianã, entregou à candidata um quadro produzido por estudantes, com elementos da pintura tradicional Javaé e a bandeira do Tocantins. Rogério Xerente também participou do encontro e destacou a presença de representantes de diferentes povos indígenas do estado.
Imagem foi feita no início de 2025, durante uma viagem à Finlândia para ver a aurora boreal
COM FOLHAPRESS
Fotografias obtidas pela revista Veja mostram Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula (PT), a bordo de um jato executivo fretado ao lado da lobista Roberta Luchsinger. Os dois são investigados pela Polícia Federal sob suspeita de corrupção e tráfico de influência.
De acordo com a revista, a imagem foi feita no início de 2025, durante uma viagem à Finlândia para ver a aurora boreal. A aeronave era um Embraer Praetor 600, modelo cujo exemplar novo custa mais de US$ 20 milhões. Em outro registro, o grupo posa diante do avião, numa pista coberta de neve.
As fotos estavam no armazenamento em nuvem do celular de Roberta, segundo a Veja, que publicou o material nesta quarta-feira (21).
Procurado pela revista, o advogado de Lulinha, Marco Aurélio de Carvalho, negou irregularidades e disse que as viagens decorrem de uma forte amizade entre o cliente e a empresária. Ele também questionou a divulgação das imagens às vésperas da eleição. “Essa suposta estratégia de atribuir responsabilidade à Roberta não procede. É especulação. É uma tentativa sórdida de criar uma intriga entre amigos”, afirmou à Veja.

Lulinha e Roberta são alvo de três inquéritos no STF (Supremo Tribunal Federal), abertos a partir de buscas e quebras de sigilo da Operação Sem Desconto, que apura fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A PF suspeita que os dois mantinham uma sociedade oculta. Segundo essa linha de investigação, ela atrairia empresas interessadas em contratos públicos, e ele usaria o nome e o acesso ao Palácio do Planalto para encaminhar as demandas. A defesa dos dois nega irregularidades.
O caso virou um dos principais focos de desgaste da campanha de Lula à reeleição. No debate da Band, no domingo (18), Flávio Bolsonaro (PL), adversário do petista no segundo turno, cobrou explicações sobre Lulinha. Lula respondeu que o filho havia autorizado a PF a acessar seus dados bancários e telefônicos.
Nos dias seguintes, o presidente formalizou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a proposta de abrir os sigilos bancário, fiscal e telefônico dele e da família, incluindo Lulinha. A abertura, porém, só vale se Flávio fizer o mesmo.
Outro registro é do réveillon na mansão que Roberta alugava em Brasília. Na foto, Lulinha aparece ao lado de Swedenberger Barbosa, hoje chefe-adjunto do gabinete pessoal da Presidência. Segundo a Veja, a lobista arcava com o imóvel, cuja manutenção passava de R$ 100 mil por mês, e a casa serviu por mais de um ano como ponto de reuniões com integrantes do governo e de festas.
Como a Folha de S. Paulo mostrou, a investigação da PF indica que Roberta mandou seu motorista fazer pagamentos em espécie a integrantes da cúpula do ministério de Wellington Dias. Os beneficiários seriam Ranniêr Costa Ciríaco, secretário-executivo adjunto da pasta, e José Martinho Ferreira de Araújo, coordenador do cerimonial. A apuração também aponta que ela guardava dinheiro vivo em malas em casa.
Lulinha vive desde junho de 2025 em Madri, em um condomínio de luxo onde o aluguel médio gira em torno de 5.000 euros (cerca de R$ 28 mil). Segundo o advogado, ele se mantém com trabalho de consultoria e governança.
À Veja, Roberta disse que pessoas ligadas à empresa presidida por Amauri Rodrigues Pinha, ex-vizinho de Lulinha em São Paulo, ajudariam o filho do presidente a pagar as contas na Espanha. Pinha preside o conselho da Empresa Construtora Brasil, do grupo Mota-Engil, que venceu o leilão do túnel Santos-Guarujá e assinou recentemente um contrato de R$ 4 bilhões com a Petrobras.
A lobista rompeu publicamente com o presidente depois que Lula, em entrevista ao Jornal Nacional em 27 de agosto, disse não conhecê-la e a chamou de “pilantra”. Segundo a revista, ela afirmou ter recebido ligações de vários ministros depois disso. “Todo mundo com medo, né? Medo de eu abrir minha boca. Porque, se eu abrir a minha boca, ele [Lula] perde a eleição”, disse.
No último sábado (17), em entrevista à CNN Brasil, Roberta anunciou que pretende fazer delação premiada. “Não vou poupar o filho do presidente, não vou poupar o presidente”, disse.
Em nota sobre a entrevista, Lula afirmou que “jamais manteve qualquer interlocução com ela, nunca recebeu suas demandas” e que não há contrato do governo federal com a lobista. O presidente também disse estranhar que as declarações tenham surgido às vésperas do segundo turno.
Por Edson e Edivaldo Rodrigues
Com a proposta de promover um espaço de diálogo sobre as perspectivas econômicas do Tocantins, os desafios de Palmas e as condições necessárias para atrair novos investimentos, a Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa) recebeu, na manhã desta quinta-feira, o candidato ao Governo do Estado, deputado federal Vicentinho Jr. O encontro reuniu empresários, empreendedores e representantes do setor produtivo da Capital para discutir ideias e propostas voltadas ao desenvolvimento econômico do Estado.
O evento foi idealizado pelo empresário e pioneiro de Palmas, Ruy Adriano, com apoio do presidente da Acipa, Joseph Madeira. A programação foi conduzida pela jornalista e cerimonialista da entidade, Maju Cotrim. Com o auditório lotado, empresários e empreendedores tiveram a oportunidade de questionar diretamente o candidato sobre suas propostas para o fortalecimento da indústria e do comércio tocantinenses, caso seja eleito governador.
LEGADO E RESPONSABILIDADE

Ao abordar suas perspectivas para o setor produtivo, Vicentinho Jr. destacou o legado de importantes lideranças políticas ligadas ao desenvolvimento econômico do Tocantins e afirmou que pretende manter uma relação próxima com os empresários.
“Lembro aos senhores que tenho muito orgulho de ser o candidato ao governo do PSDB de Siqueira Campos e do MDB de Moisés Avelino, os dois maiores incentivadores do comércio e da indústria do Tocantins e de Palmas. Desta forma, não posso fazer um trabalho que fique aquém do legado deixado pelos dois, que moldaram a ferro e fogo o caminho do desenvolvimento e do progresso do nosso Tocantins, sem margem para erros, e que proporcionaram o ambiente fértil que resultou neste Estado pujante e de grande potencial”, afirmou.
O candidato também reforçou o compromisso de incentivar a atividade empresarial. “Tratarei nossos empresários, de Palmas e de todo o Tocantins, com a importância e os incentivos necessários para vocês, que são o alicerce do desenvolvimento da nossa Capital e do nosso Estado, pois geram empregos e proporcionam a arrecadação que permite ao Estado trabalhar em benefício de todos. Ponto e sem vírgula. Depois de eleito, podem me cobrar”, declarou.
PIONEIRO

Portador do primeiro alvará de funcionamento de um empreendimento em Palmas, Ruy Adriano ressaltou a importância de conhecer o posicionamento dos candidatos ao Governo do Estado em relação às demandas do setor produtivo.
“O desenvolvimento de Palmas sempre caminhou junto com a união dos seus empresários. Quando nos organizamos, fortalecemos nossas entidades e trabalhamos por objetivos comuns, quem ganha é toda a cidade. Sinto em Vicentinho Jr. a determinação e a seriedade com que os empreendedores devem contar para continuar servindo de alicerce ao desenvolvimento econômico da nossa Capital”, destacou.
BOA IMPRESSÃO

As declarações de Vicentinho Jr. foram bem recebidas pelos participantes do encontro. O ex-presidente da Acipa, empresário Beto Silva, avaliou positivamente a apresentação do candidato e destacou a objetividade das propostas apresentadas.
“Vicentinho Jr. demonstrou, de forma muito clara e objetiva, várias ações que pretende realizar para o desenvolvimento econômico do Tocantins. A gente fica com a certeza de que, em uma eventual vitória dele, o nosso Estado terá um trabalho forte voltado para o crescimento econômico”, afirmou.
Já o presidente da Acipa, Joseph Madeira, ressaltou a importância da iniciativa de ouvir, diretamente dos candidatos que disputam o segundo turno das eleições estaduais, suas propostas para o futuro do Tocantins.
“É com muita alegria que a diretoria da Acipa vê concretizado esse momento de conexão e de oportunidade para conhecer melhor as propostas dos dois candidatos. Temos a certeza de que os empresários terão melhores condições de avaliar e tomar sua decisão no próximo domingo”, concluiu.