A renúncia da candidatura de César Halum a deputado federal foi muito ruim para Araguaína e toda a região norte do Estado, incluindo o Bico do Papagaio

 

Por Edson Rodrigues

 

Causou grande impacto na classe política tocantinense a publicação de uma CARTA ABERTA AO POVO TOCANTINENSE assinada pelo ex-deputado federal César Halum, em que anuncia sua renúncia à disputa de uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Republicanos, presidida no estado pelo governador Wanderlei Barbosa.

 

Surpreende ainda mais, porque foi César Halum, que era presidente do Republicanos no Tocantins, quem aproximou o governador da cúpula do partido e abriu mão da presidência da comissão provisória tocantinense em favor de Wanderlei, impedindo que o deputado federal Carlos Gaguim dominasse a legenda no estado.

 

Cidade de Araguaína

 

Como deputado federal, César Halum foi o parlamentar que mais carreou recursos federais para Araguaína, na gestão do ex-prefeito Ronaldo Dimas. Também foi líder absoluto em carrear recursos para a região norte e Bico do Papagaio. Portanto, não só Araguaína, mas todo o Norte do Tocantins sai perdendo em não ter César Halum no Congresso Nacional, um político atuante, sério e comprometido com o desenvolvimento de Araguaína, da região norte do Tocantins e do estado como um todo.

 

Só há perdedores com a renúncia de César Halum. O governador Wanderlei Barbosa perde um aliado de primeira hora, soldado leal e com grande prestígio no segundo maior colégio eleitoral do estado Araguaina, e em um dos maiores colégios eleitorais do Tocantins, o Bico do Papagaio. E perde a região norte, porque deixa de ter um ótimo e atuante representante na Câmara dos Deputados que, sem dúvida nenhuma, tem condições de fazer muito mais do que já fez pela região.

 

Neste momento O PARALELO13 não quer adentrar em quais foram os motivos – as rasteiras e trairagens – que levaram César Halum a renunciar à tentativa de conseguir mais um mandato de deputado federal. No momento oportuno faremos isso, pois precisamos ouvir todas as partes envolvidas, inclusive a coordenação política do governador Wanderlei Barbosa, candidato à reeleição. E, também, qual será a candidatura ao Governo que Halum apoiará nas eleições do dia 02 de outubro.

 

É claro que o quadro atual pode ser revertido, pois EM POLÍTICA TUDO PODE ACONTECER, INCLUSIVE, NADA...

 

ATÉ BREVE...

 

César Hanna Halum nasceu em Anápolis-GO, 10 de março de 1954. Formado em Medicina Veterinária pelo Universidade Federal de Goiás (1975-1979). Foi prefeito de Araguaína entre 1993 à 1996; deputado estadual por duas vezes consecutivas (2003-2006 / 2007-2010); presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins; foi eleito deputado federal em 2011, reelegendo-se em 2014. Foi secretário da Agricultura no Governo Mauro Carlesse, secretário nacional de política agrícola do Ministério da Agricultura no Governo Jair Bolsonaro e Secretário de Estado da Governadoria, no Governo Wanderlei Barbosa.

 

Posted On Sexta, 12 Agosto 2022 09:25 Escrito por

Por Bruno Lacerda

 

A Leishmaniose é uma Antropozoonose (doença primária de animais que pode ser transmitida a humanos) grave causada por parasitas que se multiplicam nas células de defesa do indivíduo. Infecciosa mas não contagiosa, a enfermidade se divide em dois tipos, sendo Leishmaniose Tegumentar (ataca pele e mucosas) e Leishmaniose Visceral (ataca os órgãos internos). Em todo o país, de 10 a 17 de agosto ações são desenvolvidas para alertar a população sobre os cuidados com a doença e no Tocantins, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) promove orientações para os 139 municípios.

 

Na sua forma Visceral a doença possui como vetor de transmissão a picada do mosquito Lutzomyia longipalpis, já na sua forma Tegumentar o vetor de transmissão pode ser o conhecido mosquito palha, tatuquira ou birigui. O ciclo de transmissão da Leishmaniose inicia na picada do mosquito em um animal silvestre no caso Tegumentar ou até mesmo em animais domésticos (Caso Visceral) infectado, contraindo desta forma o parasita, e conclui-se após picar o ser humano.

 

Os principais sintomas da doença nos seres humanos manifestam-se no período de 2 a 6 meses após o contato com o vetor transmissor, e podem vir como uma febre prolongada (mais de sete dias), perda de peso, aumento de volume abdominal, anemia e fraqueza.

 

Para prevenir a Leishmaniose algumas medidas simples podem ser tomadas dentre elas a limpeza de quintais, terrenos ou abrigos de animais, pois é no acúmulo de matéria orgânica que a fêmea do mosquito transmissor põe seus ovos, outra medida simples a ser tomada é o uso de coleira repelente nos animais, evitando desta forma que eles também fiquem doentes.

 

Segundo os dados do último Informe Epidemiológico sobre a Leishmaniose, realizado pela SES-TO, o Tocantins apresentou no período de janeiro a julho deste ano, 59 novos casos confirmados da Leishmaniose Visceral e 5 óbitos registrados sendo, dois na cidade de Palmas, um em Paraíso do Tocantins e dois em Porto Nacional. Quanto ao segundo tipo, o Tegumentar os dados do mesmo período trazem 155 novos casos confirmados e nenhum óbito registrado.

 

“Apesar da redução de casos da doença nos últimos anos, ainda verificamos uma alta letalidade, principalmente entre crianças, idosos e pessoas que vivem com HIV/AIDS. Nesse contexto, a prevenção segue sendo a melhor estratégia, com medidas simples como a destinação adequada do lixo doméstico e a limpeza periódica de quintais e abrigos dos pets. O diagnóstico precoce salva vidas, então em caso de sinais e sintomas sugestivos da doença, busque atendimento na unidade de saúde mais próxima o quanto antes”, explica o assessor técnico das Leishmanioses da SES/TO Julio Bigeli.

 

A Leishmaniose tem cura. No aparecimento de sintomas deve-se buscar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde. O diagnóstico e o tratamento são gratuitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

 

 

 

Posted On Sexta, 12 Agosto 2022 06:10 Escrito por

Cada profissional desempenha seu papel com afinco, profissionalismo e responsabilidade no intuito de oferecer um atendimento de excelência aos usuários do SUS

 

Por Luciana de Barros

 

São diversos profissionais que se dedicam todos os dias em salvar vidas no Hospital Geral de Palmas (HGP). A unidade conta atualmente com 3.533 servidores. Cada profissional desempenha com afinco, profissionalismo e responsabilidade no intuito de oferecer um atendimento de excelência aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). São inúmeras histórias que se juntam e fazem a diferença do maior hospital público do Tocantins.

 

Uma delas é a do médico ortopedista Elton Stecca, formado em Goiânia, r atuou no hospital quando ainda era na Arse 51. “No antigo hospital tinha estrutura inadequada, equipamentos defasados, com um espaço físico que dificultava acomodar as pessoas. Os médicos da época não eram formados no Tocantins, os profissionais vieram de outros estados. Quando chegamos ao HGP tivemos estrutura física, equipamentos que possibilitaram fazer procedimentos de coluna, considerados de alta complexidade na minha área, mas também outros setores como cirurgia vascular, urológicas entre outros puderam realizar cirurgias complexas”, afirmou.

 

A técnica de enfermagem Eva Alves atua no centro cirúrgico do HGP

 

O especialista ressalta que "após a inauguração do Hospital Geral de Palmas, muitos pacientes com necessidade de cirurgias de alta complexidade deixaram de ser transferidos para outros Estados, pois já poderiam fazer aqui na unidade. A unidade foi uma possibilidade de ganho tanto para população quanto para os profissionais no que tange ao desenvolvimento da carreira. O HGP é um marco histórico na evolução da Saúde do Tocantins e Norte do país. Hoje como profissional me sinto satisfeito e realizado, pois tivemos boa formação nos grandes centros e viemos para este hospital para desenvolver o trabalho. Hoje nós da equipe de ortopedia realizamos procedimentos de alta complexidade. Aqui possui profissionais de altíssima qualidade e técnica”, declarou.

 

A técnica de enfermagem, Eva Alves, se dedica à saúde pública tocantinense desde 1998. São 24 anos, 17 destes só no centro cirúrgico do HGP. “Foi bem melhor mudar para o HGP, naquela época a nova unidade hospitalar foi coisa de outro mundo, com uma estrutura melhor! O hospital para mim é parte da minha vida. Sinto que estou ajudando outras vidas, sensação boa de auxiliar o próximo”, afirmou.

 

 

 

Posted On Quinta, 11 Agosto 2022 06:31 Escrito por

Ainda em fase embrionária, iniciativa de empresa canadense busca explorar ouro de forma responsável na serra que margeia o município

 

Por Kaio Costa

 

O Estado do Tocantins, por meio do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), da Agência de Mineração do Estado (Ameto), do Instituto de Terras do Tocantins (Itertins) e da Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços (Sics), vem trabalhando para viabilizar a geração de 800 empregos diretos, por meio da mineração de ouro em Monte do Carmo. Com investimento total de R$ 1 bilhão até o início das atividades previsto para 2025, a empresa canadense Serra Alta Mineração é responsável pela iniciativa.

 

O trabalho conjunto entre o Estado do Tocantins e a Prefeitura do Município de Monte do Carmo busca proporcionar apoio e incentivos ao empreendimento, contribuindo com os órgãos reguladores para que todas as demandas sejam atendidas com qualidade, segurança e agilidade.

 

O presidente da Ameto, Mauro Mota, comentou um pouco mais sobre os órgãos estaduais serem os principais parceiros para facilitar a aproximação da mineradora com os serviços públicos do Estado. “Também repassamos as informações que existem. Somos muito antenados com a Agência Nacional de Mineração, com o Ministério de Minas e Energia, com os órgãos de controle, os serviços geológicos, entre outros parceiros. Nosso interesse maior é estreitar essa relação, que tem que existir entre a empresa e o serviço público”, afirma.

 

 

O presidente da Ameto, Mauro Mota, explica que o Estado do Tocantins colabora com a mineradora repassando informações geológicos da região 

 

Questionado sobre a escolha da região, o diretor de operações da empresa canadense, Kurt Herwing, pontua que se deve à natureza geológica do local. "A Serra do Carmo tem histórico, desde a época dos bandeirantes, de produção de ouro. À medida em que se procura ambientes geológicos que podem ser férteis para a produção de metais em geral, e no nosso caso especificamente o ouro, identificou-se, na história de Monte do Carmo, a existência de seculares garimpos e também a oportunidade de uma pequena empresa que estava instalada aqui nos oferecendo as propriedades minerais, foi isso que nos trouxe para cá", destaca.

 

Ainda conforme Kurt, a ideia é dar início às atividades de implantação no segundo trimestre de 2023 e, um ano e meio depois, começar a mineração de fato. Em relação a valores, o diretor financeiro da empresa, Lucas Calmon, estima um investimento total de US$ 200 milhões, cerca de R$ 1 bilhão. Até o presente momento, Serra Alta Mineração já injetou na economia local um total de R$ 133 milhões.

 

Empregos

 

A previsão é de 800 empregos diretos. "Hoje, ela já deve estar gerando aqui, direta e indiretamente, porque tem uma terceirizada junto, aproximadamente 100 empregos, só nesse trabalho inicial de pesquisas e administração do negócio", aponta o secretário municipal de Planejamento e Infraestrutura, Wlisses Jason Negre, que continua: "indiretamente, o comércio também está sendo beneficiado com muitas casas alugadas. Só para se ter ideia, a terceirizada que está no município deve ter 15 casas alugadas".

 

Atualmente, o município conta com 70 pessoas empregadas pela terceirizada e, aproximadamente, 30 empregadas diretamente pela Serra Alta. "Monte do Carmo tem 7 mil habitantes, então vai afetar Porto Nacional, provavelmente Silvanópolis também, na busca de mão de obra", complementa Kurt Herwing.

 

Para o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços (Sics), Carlos Humberto Lima, a mineração traz benefícios imediatos aos municípios onde é instalada. "O potencial que o Tocantins tem é enorme e, com o avanço que tivemos quando o Estado publicou o seu mapa geológico, tivemos uma abertura de horizontes para investimentos nesta área", salienta.

 

Carlos Humberto explica que, em Monte do Carmo, haverá um investimento quase três vezes maior do que se teve em Almas, onde já está em andamento com a Aura Minerals. O secretário estima exploração diária superior a 15 kg de ouro. "Essa transparência do Poder Público, deixando todas as informações à disposição dos investidores, permite uma corrida na mineração do Estado. A gente vai ter essa e outras grandes novidades em breve", menciona o secretário.

 

Economia

 

Em relação à contrapartida para o município, Kurt explica que, na parte tributária, existe a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), que é a contribuição sobre a produção de ouro, que vai para o Governo Federal, do qual 65% fica com o município. "Também tem o ISSQN, que é um tributo municipal e a empresa da forma como ela está constituída e desenhada, tem muita prestação de serviço de terceiros, principalmente na movimentação dos volumes de minério. Então isso fica tudo no município, além de outros como o ICMS sobre mercadorias que nós vamos consumir, acaba tendo um crédito para o município gerador", afirma.

 

“As contrapartidas não visíveis são a formação e a qualificação de mão de obra, que vai crescendo em qualidade, produtividade e, obviamente, em renda; além da proteção ambiental extensa em volta do próprio empreendimento, preservando o máximo possível a natureza e seus entornos; e a educação do patrimônio histórico do município”, explica o diretor de operações da empresa canadense.

 

Viabilidade Ambiental

 

No que diz respeito às licenças ambientais concedidas pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), o presidente Renato Jayme da Silva conta que os trâmites estão avançados, com reuniões constantes e apresentações da viabilidade por parte da empresa. "Trata-se de promover a agilidade do órgão ambiental no desenvolvimento econômico e sustentável do Estado, sempre obedecendo a legislação ambiental vigente na sua íntegra. Garantindo dessa forma que o Tocantins se desenvolva, gerando emprego, renda e prosperidade para o Estado e para região", finaliza.

 

Monte do Carmo

 

Registros históricos apontam que bandeirantes portugueses chegaram na região de Monte do Carmo em 1640, onde deram início às atividades de extração do ouro, ainda em forma bruta e em pepitas, no riacho que ficou conhecido posteriormente como Água Suja. As ações se seguiram até o século XVIII.

 

Posted On Quarta, 10 Agosto 2022 07:22 Escrito por

Na política, como sempre disseram os saudosos Ulysses Guimarães e Tancredo Neves, você “SÓ NÃO PODE É PERDER”. Foi dentro desse espírito que Carlos Amastha venceu seu correligionário Wanderley Luxemburgo na disputa pelo direito de disputar a senatoria pelo PSB nas eleições deste ano.

 

Por Edson Rodrigues 

 

O ex-prefeito da Capital por dois mandatos consecutivos foi quem organizou o PSB em Palmas e em todo o Estado. Inicialmente pré-candidato a deputado federal, após um giro pelo estado, Carlos Amastha foi convocado por membros de seu partido para disputar o cargo de senador.

 

Experiente e já calejado politicamente, Amastha procurou a melhor forma de entrar na disputa de forma competitiva. Entre as diversas conversas com pré-candidatos ao Governo que teve, avançou em uma discussão como Ronaldo Dimas, ex-prefeito de Araguaína por duas vezes e, como Amastha, considerado um gestor de excelência, tanto no setor público quanto no setor privado.

 

Consultou o coordenador político da candidatura de Ronaldo Dimas, o senador Eduardo Gomes, que deu sinal verde para que a parceria fosse firmada. Até então, como todos sabem, Amastha era pré-candidato a deputado federal. Estabelecida as condições para que entrasse na disputa pelo Senado para valer e em condições de ganhar a eleição, o ex-prefeito de Palmas disputou a vaga na convenção de seu partido.

 

A bem da verdade, como presidente e organizador do PSB no Estado, Carlos Amastha tem uma relação próxima com os líderes e delegados do partido. Não é de estranhar, portanto, ter vencido a disputa com Luxemburgo por unanimidade. Empresário na área de comunicação no Tocantins, o renomado técnico de futebol jamais construiu um patrimônio político como o ex-prefeito de Palmas no PSB, nem em termo de votos nos municípios tocantinenses.

 

Passada a convenção, o agora candidato a senador homologado pela unanimidade dos delegados e membros do PSD tocantinense, precisar botar o bloco na rua, para conseguir um grupo de apoio forte e consolidar sua parceria política como Ronaldo Dimas e o coordenador de sua campanha, senador Eduardo Gomes, para entrar na campanha de corpo e alma.

 

Os próximos 15 dias serão suficientes para saber se Carlos Amastha conseguiu musculatura política suficiente para fazer sua campanha a senador decolar.

 

O OBSERVATORIO POLITICO de O PARALELO13 continuará suas análises de forma muito independente, fazendo com que nossos leitores e colaboradores fiquem bem informados no que diz respeito à evolução da sucessão estadual, tanto na corrida para governador quanto na de senador.

 

ATÉ BREVE!

 

 

Posted On Terça, 09 Agosto 2022 06:27 Escrito por
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