Evento “Todas por Ela” será realizado às 17h, no Cristal Hall, e reunirá lideranças políticas e apoiadores da candidata ao Governo do Tocantins

 

 

Com Assessoria

 

 

A candidata ao Governo do Tocantins, Professora Dorinha (União Brasil), recebe nesta quarta-feira, 21, em Palmas, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, a senadora Damares Alves (Republicanos) e a deputada federal Bia Kicis (PL-DF). As três participam do encontro “Todas por Ela”, marcado para as 17h, no Cristal Hall.

 

O evento ocorre na reta final da campanha do segundo turno e reúne três nomes da política nacional em apoio à candidatura da Professora Dorinha. Michelle Bolsonaro, Damares Alves e Bia Kicis estarão ao lado da candidata em um encontro voltado à participação feminina na política e à mobilização de apoiadores.

 

O segundo turno da eleição para o Governo do Estado será realizado no domingo, 25.

 

Serviço

 

Evento: Todas por Ela

Data: Quarta-feira, 21 de outubro

Horário: 17h

Local: Cristal Hall, Palmas

Participantes: Professora Dorinha, Michelle Bolsonaro, Damares Alves e Bia Kicis.

 

 

 

Posted On Terça, 20 Outubro 2026 09:51 Escrito por

De ministérios ao Supremo, aliados de confiança e integrantes do governo Jair Bolsonaro aparecem no mapa de uma eventual gestão de Flávio. A montagem da equipe já entra nas conversas de bastidores da campanha

 

 

Por Andréia Sadi - G1

 

 

Integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) já admitem nomes e postos estratégicos em caso de vitória nas eleições. Nos bastidores, aliados discutem quem ocuparia posições-chave, quais seriam os nomes de confiança do senador e como acomodar interesses políticos numa eventual administração.

 

Um dos movimentos mais importantes desse tabuleiro envolve o Ministério da Justiça e o Senado. O nome de Guilherme Derrite é considerado favorito para comandar a pasta. Ao Estúdio i semana passada, Derrite negou convite ou qualquer discussão sobre isso.

 

Nos bastidores, integrantes da campanha de Flávio dão como certa sua ida numa eventual vitória de Flávio. Sua ida para o Executivo também abriria espaço para Vicente Santini — suplente de Derrite — no Senado, numa articulação que envolve também os laços históricos da família de Santini com Jair Bolsonaro. A trajetória de Santini no governo anterior e a relação de seu pai com o ex-presidente são fatores considerados nessa equação.

Na área econômica, o mapa reúne nomes conhecidos do governo Bolsonaro e do mercado financeiro. Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, Alexandre Betamio e Marcelo Kayath, além de Adolfo Sachsida, ex-ministro de Minas e Energia, aparecem entre as possibilidades para o Ministério da Fazenda.

 

Senador Eduardo Gomes e Flávio Bolsonaro

 

Outro eixo central é o da articulação política, considerado decisivo para garantir sustentação a um eventual governo. Nesse campo, aparecem Wagner Rosário, ex-ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), e o senador Eduardo Gomes, que foi líder do governo Bolsonaro no Congresso. Ambos são mencionados nas conversas sobre a Casa Civil e a interlocução com o Legislativo.

 

O senador Rogério Marinho também ocupa posição importante nesse tabuleiro. Próximo à família Bolsonaro e com experiência no Executivo e no Congresso, Marinho é citado tanto para uma eventual Casa Civil quanto para a disputa pela presidência do Senado. O destino dependeria da composição de forças no Congresso e dos acordos políticos construídos após a eleição.

 

Mas o mapa não se limita aos nomes mais conhecidos. No núcleo de confiança de Flávio, um personagem merece atenção especial: O publicitário Marcello Lopes, o Marcelão, tratado por interlocutores como amigo pessoal, conselheiro e figura estratégica do senador. Sua influência nas decisões e nas articulações de bastidores faz dele um nome importante para compreender como Flávio organiza seu círculo mais próximo e quem teria acesso direto ao centro de poder.

 

Outra integrante do governo Bolsonaro que aparece nas conversas é Daniela Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal. Seu nome é associado a uma eventual função ligada à agenda de prosperidade — Ministério da Prosperidade por exemplo — e desenvolvimento econômico.

 

Para o Itamaraty, um dos nomes mencionados é o de Marcos Troyjo, ex-presidente do banco dos Brics, que integrou a equipe econômica do governo Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro disse a TV Globo que Eduardo Bolsonaro não será ministro em caso de vitória nas eleições— mas nada disse sobre embaixada. Na campanha, é dado como certo que uma vez Flávio eleito, vai trabalhar para desenrolar o irmão de suas questões policiais e indicá-lo a embaixada nos EUA — assim como pai tentou fazer em meados de 2019/2020.

 

O tabuleiro também alcança o Supremo Tribunal Federal (STF). Para eventuais indicações à Corte, circulam os nomes de Jorge Oliveira, ministro do Tribunal de Contas da União e ex-ministro de Jair Bolsonaro, e Maria Cláudia Bucchianeri, ex-ministra do Tribunal Superior Eleitoral.

 

Ainda não há convites formalizados nem definições sobre a distribuição dos cargos — inclusive, publicamente, a ordem é não falar de governo e sim de campanha. Parte dos nomes é defendida por aliados, enquanto outros aparecem em conversas preliminares sobre a formação de uma eventual equipe.

 

O que esse mapa revela, por enquanto, é a tentativa de desenhar não apenas um ministério, mas uma estrutura de poder: quem teria a confiança pessoal de Flávio, quem faria a ponte com o Congresso, quem comandaria a economia e quais nomes poderiam ser considerados para futuras vagas no Supremo.

 

É esse o tabuleiro que começa a ser montado nos bastidores da campanha, antes mesmo de uma eventual vitória nas urnas.

 

 

 

Posted On Terça, 20 Outubro 2026 08:29 Escrito por

Decreto nº 7.251 tem vigência de 180 dias e estabelece medidas para o enfrentamento da seca

 

 

Por Mara Sousa

 

 

O Decreto nº 7.251, que declara situação de emergência em todo o território do Tocantins em razão da estiagem prolongada, tem vigência de 180 dias e estabelece medidas para o enfrentamento dos efeitos da seca em 2026 e 2027. O documento, que será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira, 20, considera os prejuízos à agropecuária e as situações de risco associadas às queimadas e aos incêndios florestais.

 

A medida também prevê que os relatórios e as informações oficiais produzidos pelos órgãos estaduais poderão subsidiar pedidos de apoio financeiro, bem como solicitações de prorrogação ou renegociação de obrigações dos setores atingidos pela estiagem, observadas as exigências legais.

 

Entre os fundamentos apresentados no decreto estão os dados do Monitor de Secas da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que apontam que aproximadamente 95% do território tocantinense apresentava algum grau de seca em agosto de 2026. O documento também destaca a expansão da área classificada como seca moderada, que passou de 33,57% em julho para 57,44% em agosto.

 

O objetivo é minimizar os impactos da estiagem e prestar assistência aos municípios e às famílias afetadas. O decreto facilita ainda a renegociação de dívidas e amplia as possibilidades de apoio aos produtores rurais afetados nesse período.

 

As despesas decorrentes da execução das medidas serão custeadas pelas dotações orçamentárias dos órgãos envolvidos, conforme disponibilidade orçamentária e financeira e a legislação vigente.

 

Atribuições dos órgãos estaduais

 

O Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins (CBMTO), por meio do Comando de Ações de Defesa Civil, ficará responsável pela coordenação das ações estaduais de resposta ao desastre. Entre as atribuições estão a articulação com órgãos estaduais e municipais para o atendimento às localidades atingidas, incluindo assistência humanitária e o abastecimento emergencial de água; a consolidação dos registros de danos e prejuízos.

 

À Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), com apoio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), caberá levantar e consolidar os prejuízos causados pela estiagem nas atividades agropecuárias, prestar assistência técnica aos produtores rurais e orientar sobre os instrumentos de apoio disponíveis e os procedimentos para solicitação de benefícios junto às instituições competentes.

 

Já a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) será responsável pelo monitoramento das condições meteorológicas e hidrológicas, além da disponibilização de informações sobre a evolução da estiagem e do apoio às ações voltadas à mitigação dos impactos sobre os recursos hídricos.

 

À Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas) caberá apoiar os municípios na identificação e no atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade social.

 

 

 

 

Posted On Terça, 20 Outubro 2026 04:58 Escrito por

Parlamentar ofereceu apoio da Bancada Federal e articulação de investimentos para enfrentar o problema, que afeta o município há cerca de dez dias.

 

 

Da Assessoria

 

 

O senador Eduardo Gomes (PL) participou, nesta segunda-feira, em Paraíso do Tocantins, de uma reunião emergencial para buscar soluções para a crise de abastecimento de água que atinge o município há cerca de dez dias. O encontro contou com a presença do governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, do prefeito Celso Moraes e do diretor-presidente da BRK Tocantins, Cleber Renato Virgínio da Silva.

 

Durante a reunião, o vice-presidente do Senado colocou-se à disposição para contribuir com investimentos e articulações junto à Bancada Federal, a fim de acelerar a resolução do problema. Segundo Cleber Renato, a crise pode estar relacionada às chuvas e à diminuição da vazão do Rio do Coco, principal fonte de abastecimento do município.

 

“Quero me colocar à disposição do que for possível e necessário, e podem contar também com a senadora Dorinha e a Bancada Federal. É um assunto de muita importância, e nós já viemos fazendo investimentos na segurança hídrica por todo Tocantins, retomando obras que estavam há 15 ou 20 anos paradas, como é o caso da recuperação das barragens de Formoso do Araguaia e elevatória das bacias na Lagoa da Confusão”, pontuou o senador.

 

Na ocasião, também foi decretada situação de emergência em todo o território tocantinense em razão do prolongado período de estiagem. A medida está prevista no Decreto nº 7.251, com vigência de 180 dias, e prevê ações de apoio aos municípios atingidos.

 

 

 

Posted On Terça, 20 Outubro 2026 04:57 Escrito por

Colégio de Procuradores de Justiça também escolheu Octahydes Ballan Júnior para a coordenação do CaoCrim e Rodrigo de Souza para integrar o Gaema

 

 

Da Assessoria

 

 

A procuradora de Justiça Maria Cotinha Bezerra Pereira foi eleita, nesta segunda-feira, 19, corregedora-geral do Ministério Público do Tocantins (MPTO) para o biênio 2027/2028. A escolha ocorreu durante votação realizada pelo Colégio de Procuradores de Justiça (CPJ), na qual recebeu 10 votos do total de 15 votantes. Maria Cotinha sucederá o atual corregedor-geral, procurador de Justiça Moacir Camargo de Oliveira.

Na ocasião, também foram escolhidos, por aclamação, os promotores de Justiça Octahydes Ballan Júnior, para coordenar o Centro de Apoio Operacional Criminal (CaoCrim), e Rodrigo de Souza, para integrar o Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema).

Após a divulgação do resultado, Maria Cotinha recebeu os cumprimentos de integrantes do colegiado. Na ocasião, parabenizou o procurador de Justiça Marcelo Sampaio, que também se candidatou ao cargo, e destacou a importância de um processo eleitoral democrático e tranquilo. A corregedora-geral eleita ressaltou ainda, que conta com a colaboração dos membros do Colégio de Procuradores de Justiça durante sua gestão.

Conheça os membros eleitos

Maria Cotinha Bezerra Pereira

Procuradora de Justiça do Ministério Público do Estado do Tocantins, com 35 anos de atuação na instituição. Doutoranda em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos na Universidade Federal do Tocantins (UFT). Tem Mestrado Profissional em Prestação Jurisdicional e Direitos. Tem Mestrado Profissional em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos pela ESMAT/UFT e especialização em Direito Penal e Processual Penal, também em Estado de Direito e Combate à Corrupção. Sua trajetória profissional destaca-se pela dedicação ao aprimoramento acadêmico e compromisso com a promoção da justiça, cidadania e igualdade. Defende ativamente a representatividade feminina e étnico-racial.

Octahydes Ballan Júnior

Promotor de Justiça do Ministério Público do Tocantins (MPTO), com 22 anos de atuação na instituição, é pós-doutorando em Direito Processual Penal pela Universidade de São Paulo (USP), doutor e mestre em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), com especializações nas áreas de Ciências Criminais, Direitos Humanos e Combate à Corrupção. Também atua como professor em instituições de ensino superior e escolas jurídicas. Ao longo da carreira, exerceu funções na Administração Superior do MPTO, incluindo a coordenação do CaoCrim (2012/2014) e do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (2019/2020), além de ter atuado como assessor da Corregedoria-Geral e membro auxiliar da Procuradoria-Geral da República, com atuação no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente é promotor de meio ambiente em Palmas e coordenador de Pesquisa da Escola Superior do MPTO.

 

Rodrigo de Souza

Promotor de Justiça do Ministério Público do Tocantins (MPTO), com dois anos e meio de atuação na instituição, é graduado em Direito pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e pós-graduando em Estratégias de Combate ao Crime Organizado pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Cesaf/ESMP). Atualmente, responde, em substituição, pela Promotoria de Justiça Regional Ambiental da Bacia do Alto e Médio Tocantins e pela 1ª Promotoria de Justiça de Miracema do Tocantins, com atuação na área criminal. Anteriormente, atuou como servidor público federal na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Sua trajetória profissional é marcada pelo compromisso com a ética, a promoção da justiça e a proteção ao meio ambiente.

 

 

Posted On Terça, 20 Outubro 2026 04:36 Escrito por
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