Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

 

 

A primeira pesquisa Quaest encomendada pela TV Anhanguera/ Rede Globo, para o segundo turno, divulgada nesta quarta-feira (14), aponta o deputado federal Vicentinho Júnior (PSDB) numericamente à frente da senadora Professora Dorinha Seabra (União Brasil) na disputa pelo Governo do Tocantins. Os números acendem um alerta na base governista e ampliam a pressão sobre a campanha da candidata, que tem pouco mais de uma semana para reagir antes da votação de 25 de outubro.

 

Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Vicentinho aparece com 49% das intenções de voto, contra 42% de Dorinha. Indecisos somam 5%, enquanto 4% declaram intenção de votar em branco, anular o voto, conforme a classificação apresentada no levantamento.

 

A diferença de sete pontos percentuais coloca Vicentinho na dianteira numérica. Considerada a margem de erro de três pontos percentuais informada para a pesquisa, o resultado exige atenção das duas campanhas, mas sobretudo da estrutura governista, que precisa demonstrar capacidade de mobilização nesta reta final.

 

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados citam seus candidatos sem receber uma lista de nomes, a vantagem de Vicentinho é ainda maior: 42% contra 33% de Dorinha. Nesse cenário, 22% permanecem indecisos e 3% indicam voto branco, nulo.

 

Outro dado merece atenção: 82% dos eleitores afirmam já ter um candidato definido, enquanto 17% dizem que ainda podem mudar de escolha. O percentual indica que a maior parte do eleitorado declara ter uma decisão consolidada, o que torna a disputa pela parcela ainda aberta mais estratégica para os dois grupos.

 

VICENTINHO AMPLIA APOIOS E CHEGA COM FORÇA A PALMAS

 

O avanço numérico de Vicentinho Júnior ocorre em meio a uma sequência de adesões políticas. Depois de manifestações de apoio em diferentes regiões do Tocantins, a movimentação chegou à capital, maior colégio eleitoral do Estado.

 

Os vereadores Wilton do Zé Branquinho, Delma Freitas e Alex Mascarenhas anunciaram apoio ao candidato tucano. O vereador Vinicius Pires também declarou adesão por meio das redes sociais, ampliando o grupo de parlamentares de Palmas que passam a caminhar com Vicentinho neste segundo turno.

 

As novas adesões se somam ao movimento de lideranças como o ex-prefeito de Araguaína Ronaldo Dimas e seu filho, o deputado federal Tiago Dimas, que também passaram a apoiar a candidatura. O conjunto de apoios fortalece a articulação política de Vicentinho e amplia sua presença em regiões importantes, incluindo o norte do Estado e a capital.

 

O peso eleitoral dessas movimentações, porém, ainda precisará ser medido. As adesões ocorreram na reta final da campanha e seus possíveis efeitos sobre as intenções de voto deverão aparecer nos próximos levantamentos, caso sejam captados pelo período de coleta das pesquisas.

 

Na avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, a combinação entre a entrada de novas lideranças e o desempenho registrado pela Quaest coloca a campanha de Vicentinho em uma posição favorável neste momento. O desafio será transformar o apoio político em votos efetivos no dia da eleição.

 

DORINHA TEM UMA CARTA NA MANGA

 

Do lado governista, a senadora Professora Dorinha Seabra conta com o apoio do governador Wanderlei Barbosa e do senador Eduardo Gomes, um dos principais articuladores de sua candidatura. Também integra esse campo o deputado federal Carlos Gaguim, que terminou em quarto lugar na disputa pelas duas vagas ao Senado e mantém presença no cenário político estadual.

 

A campanha prepara uma ofensiva de mobilização com a participação de nomes nacionais ligados ao campo político de Dorinha. A agenda em articulação prevê a presença do presidenciável Flávio Bolsonaro em Palmas, da senadora eleita Michelle Bolsonaro em Gurupi e do deputado federal Nikolas Ferreira em Araguaína.

 

A expectativa do grupo é que essas agendas fortaleçam a militância, mobilizem apoiadores e ampliem a exposição da candidatura nos últimos dias antes da votação. A presença de figuras nacionais pode dar novo impulso à campanha, mas o resultado dependerá da capacidade de converter visibilidade em apoio eleitoral.

 

A articulação liderada por Eduardo Gomes, Wanderlei Barbosa e Carlos Gaguim terá, portanto, a tarefa de coordenar a mobilização política, reforçar a presença de Dorinha nos municípios e responder ao crescimento dos apoios recebidos por Vicentinho.

 

PALMAS PODE PESAR NA RETA FINAL

 

A chegada das adesões à capital tem grande importância. Palmas concentra o maior contingente de eleitores do Tocantins, e o apoio de vereadores com atuação local pode contribuir para ampliar a capilaridade da campanha de Vicentinho.

 

Somadas às movimentações de Ronaldo Dimas e Tiago Dimas, essas adesões poderão influenciar o cenário eleitoral. O tamanho desse impacto, entretanto, ainda não pode ser determinado apenas pelo número de lideranças que anunciaram apoio. A transferência de votos depende de fatores como identificação do eleitor, força das bases locais e capacidade de mobilização.

 

 

É justamente nesse terreno que as duas campanhas entram em uma fase decisiva: Vicentinho busca consolidar o crescimento apontado pela pesquisa, enquanto Dorinha precisa demonstrar que sua aliança política e a chegada de reforços nacionais podem produzir uma reação concreta nas urnas.

 

OS PRÓXIMOS DIAS SERÃO DECISIVOS

 

A eleição de 25 de outubro se aproxima, e o espaço para mudanças diminui. A próxima pesquisa Quaest/Fieto poderá ajudar a dimensionar os efeitos das novas adesões e das agendas políticas previstas para os últimos dias da campanha.

 

Para Vicentinho Júnior, a prioridade é sustentar a dianteira numérica e ampliar a mobilização dos apoios conquistados. Para Professora Dorinha Seabra, o desafio é reagir aos números, unificar sua base e transformar o peso político de seus aliados em votos.

 

A disputa continua aberta, mas a pesquisa divulgada nesta semana apresenta um sinal de que a campanha de Dorinha precisa acelerar sua estratégia, enquanto Vicentinho tenta consolidar a vantagem que conquistou. No Tocantins, a reta final será marcada por articulações, agendas e tentativas de mobilização. O resultado só será conhecido nas urnas, em 25 de outubro.

 

FORÇA DA COMUNICAÇÃO

 

Nesta reta final de campanha, as redações dos principais veículos de comunicação serão decisivos para informar o eleitor tocantinense, principalmente no que tange aqueles que se abstiveram e os que votaram em branco. A imprensa tem o poder de chegar e informar estes eleitores, levando a eles propostas, fatos políticos e os bastidores deste segundo turno.
Seguimos acompanhando cada estratégia e movimentação dos candidatos.

 

 

 

Posted On Quinta, 15 Outubro 2026 07:43 Escrito por O Paralelo 13

Candidata foi recebida aos gritos pelo seu nome nesta quarta-feira, 14; ao lado do governador Wanderlei Barbosa, Dorinha destacou a honradez do grupo e o papel decisivo dos gestores e vereadores no segundo turno

 

 

Texto: Jéssica Sá

 

 

A sede da Associação Tocantinense de Municípios (ATM), em Palmas, ficou completamente lotada na tarde desta quarta-feira, 14, durante o grande encontro da Professora Dorinha (União Brasil) com lideranças municipalistas de diferentes regiões do Tocantins. O evento demonstrou a força política da campanha, reunindo centenas de vereadores, prefeitos, vices, deputados federais e deputados estaduais. A candidata ao Governo do Estado chegou em meio aos apoiadores, que cantaram e gritaram o seu nome, acompanhada pelo governador Wanderlei Barbosa (Republicanos).

 

Durante o discurso, Dorinha destacou a importância do trabalho das câmaras municipais no acompanhamento das demandas da população e garantiu uma gestão próxima dos municípios. “Vocês terão uma governadora comprometida com o trabalho de vocês. São vocês que andam de casa em casa, que conhecem os assentamentos, cada lugar e os problemas. E é por isso que fico feliz quando uma câmara de vereadores trabalha ajudando o município ao lado dos nossos prefeitos e prefeitas, vigilante, acompanhando e cobrando, mas que, antes de pensar em si, pensa no seu município e na sua cidade. Muito obrigada; tenho orgulho do trabalho e do mandato de vocês”, afirmou a candidata.

 

Firmeza, lealdade e respeito aos gestores

 

 

Abordando o cenário do segundo turno, Dorinha falou sobre as pressões enfrentadas pelas lideranças municipais e valorizou a postura daqueles que se mantiveram firmes no projeto. Ao mencionar a passagem bíblica de Gideão, a candidata ressaltou que a vitória se constrói com um grupo fiel aos seus princípios.

 

“Sei que tem muita pressão e muita chantagem, mas a vitória não é da Professora Dorinha. É de um grupo de gente honrada, que fez um compromisso, antes de fazer com a Dorinha, com o seu eleitor e com o seu povo. É de quem tem coragem de olhar no olho das pessoas, quem não se vende, quem não troca cargos e quem não vai atrás de chantagem. Eu só ando com um time de trabalho”, declarou sob aplausos.

 

A candidata também saiu em defesa da dignidade dos prefeitos e prefeitas que permanecem ao seu lado após o primeiro turno. “Prefeitos e prefeitas merecem ser respeitados neste Estado. Não estão à venda; têm compromisso e têm trabalho. Quando vocês vão a Brasília e procuram os nossos gabinetes, é buscando trabalho e desenvolvimento para a sua cidade. Quem busca benefício pessoal não tem espaço neste palanque. Quem tem preço não merece olhar o tocantinense de cabeça erguida, não merece o respeito do nosso povo e eu não quero comigo”, frisou.

 

 

Dorinha cumprimentou ainda os deputados estaduais e os deputados federais presentes no evento, lembrando que estão no seu palanque os parlamentares mais votados do Estado, prontos para realizar um grande trabalho pelo Tocantins. “Cada um responde pela sua própria história e escolhe como quer passar para a história: se como alguém que se vendeu ou se tem compromisso com o Tocantins”, acrescentou.

 

Força no segundo turno

 

 

O governador Wanderlei Barbosa destacou o papel estratégico dos vereadores na campanha e reforçou que a maioria dos prefeitos tocantinenses permanece com Dorinha. “Vocês terão assento ao lado da nossa governadora. Essa eleição está na mão de cada um de vocês. Vamos ganhar novamente no segundo turno”, declarou. Wanderlei também afirmou que o grupo é formado por lideranças que mantiveram a palavra e os seus compromissos políticos.

 

Representando as mulheres do norte do Estado, a vereadora Leluia, de Muricilândia, declarou: “O Tocantins é de todos nós. Estamos juntos e vamos firmes”.

 

O deputado federal eleito Lucas Campelo (União Brasil), que já exerce mandato de vereador em Araguaína, também ressaltou o protagonismo da categoria. “Fui vereador e sei reconhecer a importância de quem está lutando e dedicando-se. Os vereadores precisam ser valorizados. Dorinha é a governadora que valoriza os vereadores”, concluiu.

 

 

 

Posted On Quinta, 15 Outubro 2026 05:45 Escrito por

Mudança será gradual e garante dois dias de descanso semanal remunerado

 

 

Com Agência Senado

 

 

O Senado aprovou nesta quarta-feira (14/10), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição que estabelece o fim da escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada semanal máxima de 44 para 40 horas.

A mudança será gradual, com a carga horária caindo para 42 horas após dois meses da promulgação da emenda e chegando a 40 horas semanais 14 meses depois. Os dois dias de repouso remunerado por semana passam a valer já no início da transição.

 

A PEC cria o direito a dois dias de descanso semanal remunerado, sendo um preferencialmente aos domingos. A regra acaba com a escala de seis dias consecutivos de trabalho e um de folga como modelo geral, mas permite que acordos coletivos definam outras distribuições da jornada.

O texto proíbe corte salarial com a redução da jornada. Quem recebe um salário por trabalhar até 44 horas semanais manterá a mesma remuneração quando o limite passar para 42 e depois para 40 horas.

 

A nova regra de descanso semanal não será aplicada da mesma forma para todos. Trabalhadores com diploma de nível superior que recebam pelo menos duas vezes e meia o teto do INSS terão as normas constitucionais sobre jornada aplicadas por decisão do empregador ou através de acordo coletivo.

 

A PEC permite que uma futura lei complementar crie medidas transitórias para microempreendedores e pequenas empresas, condicionadas à manutenção dos empregos. Contratos públicos com empresas privadas precisarão de aditamento em até um ano para adotar a nova jornada, sem redução salarial.

No primeiro turno, a proposta recebeu 75 votos a favor e um contra, do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). No segundo turno, foram novamente 75 votos favoráveis e um contrário. A tramitação segue, podendo ser acelerada por um calendário especial.

 

Como a Câmara já aprovou o texto, se o Senado confirmar a mesma versão, a PEC seguirá para promulgação sem necessidade de sanção presidencial.

 

 

 
Posted On Quinta, 15 Outubro 2026 05:22 Escrito por

Da Assessoria

 

 

O senador reeleito Eduardo Gomes (PL) criticou a disseminação de informações que classificou como falsas durante a campanha eleitoral e afirmou que o grupo político da candidata ao governo do Tocantins, Professora Dorinha Seabra (União Brasil), tem condições de ampliar sua votação no segundo turno. A declaração foi feita durante um encontro com prefeitos, vereadores e lideranças políticas em Palmas.

 

Reeleito com 450.191 votos, Gomes utilizou o próprio resultado nas urnas para destacar a força eleitoral dos aliados. Segundo ele, o grupo que contribuiu para sua reeleição pode ampliar a mobilização em favor de Dorinha até a votação de 25 de outubro.

 

“Esse time que está aqui sabe de onde vem e trouxe 450 mil votos. Esse time que está aqui pode buscar 500 mil votos para a Dorinha”, afirmou.

 

O senador disse que, nesta etapa da campanha, pretende atuar diretamente na articulação política e no trabalho eleitoral da candidata.

 

‘Não adianta vir com mentira’

 

 

Eduardo Gomes também fez críticas à condução do debate político durante o primeiro turno. Segundo ele, a disputa foi marcada por episódios de desinformação e tentativas de manipular declarações e posicionamentos.

 

“O primeiro turno teve uma carga grande de mentira, manipulação de informação e informação injusta”, declarou.

 

O senador não apontou, durante esse trecho do discurso, episódios específicos nem identificou os responsáveis pelas práticas que criticou.

 

Gomes afirmou que o grupo de Dorinha pretende manter sua estratégia de campanha, sem se deixar influenciar por ataques ou informações que considera distorcidas.

 

“Não adianta vir com mentira. Isso não vai funcionar”, disse.

 

Ao defender a candidata, o parlamentar destacou sua trajetória no Senado e afirmou que ela tem condições de enfrentar os debates eleitorais sem recorrer a promessas que não possam ser cumpridas.

 

“Dorinha, muito obrigado por ter chegado até aqui sem ficar mentindo, prometendo aquilo que você não pode cumprir”, afirmou.

 

Senador defende respeito a eleitores de diferentes posições políticas

 

 

Outro ponto do pronunciamento foi a relação entre a disputa estadual e a eleição presidencial.

 

Eduardo Gomes, que integra o PL, reafirmou a identificação da maior parte de seu grupo político com a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Ao mesmo tempo, reconheceu que há aliados com preferências diferentes na disputa nacional.

 

“Nós aqui temos irmãos que votam para todos os presidentes do primeiro turno e agora vão votar no segundo turno. O nosso time tem uma opção majoritária, mas a gente respeita os outros”, declarou.

 

O senador afirmou que as diferenças de posicionamento na eleição presidencial não devem impedir o trabalho conjunto em torno da candidatura de Dorinha ao governo estadual.

 

Durante a fala, também mencionou a senadora Michelle Bolsonaro e a possibilidade de participação de lideranças nacionais nas atividades eleitorais do grupo, sem apresentar uma agenda confirmada.

 

Gomes pede que vereadores intensifiquem campanha

 

 

Ao se dirigir aos vereadores e vereadoras presentes, Eduardo Gomes pediu que a mobilização eleitoral seja ampliada nos municípios.

 

O senador agradeceu o trabalho das lideranças que participaram de sua campanha de reeleição e afirmou que pretende contar com a mesma articulação na disputa pelo Palácio Araguaia.

 

“Vamos sair daqui para buscar mais um voto”, declarou.

 

Gomes também agradeceu a prefeitos, vice-prefeitos, deputados federais e estaduais que integram o grupo de Dorinha, destacando a participação dessas lideranças na organização da campanha.

 

 

Para o senador, o trabalho realizado pelos aliados nas eleições proporcionais e na disputa pelo Senado pode contribuir para a mobilização no segundo turno.

 

Defesa da continuidade do atual grupo político

 

Na parte final do discurso, Eduardo Gomes defendeu a continuidade do projeto político que atualmente comanda o governo estadual, sob a liderança de Wanderlei Barbosa (Republicanos).

 

O senador afirmou que considera o grupo preparado para dar sequência às ações da atual administração e promover mudanças nas áreas que necessitam de melhorias.

 

“Só pode mudar para melhor o que fez o melhor”, declarou, ao defender a candidatura de Dorinha.

 

Gomes encerrou o pronunciamento agradecendo aos aliados e reforçando o apoio à senadora, que disputa o segundo turno contra o deputado federal Vicentinho Júnior (PSDB).

 

A eleição que definirá o próximo governador do Tocantins está marcada para 25 de outubro.

 

 

Posted On Quinta, 15 Outubro 2026 05:17 Escrito por

Candidatos estão em empate técnico dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais. Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (14) foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo.

 

 

Do Site G1

 

 

A primeira pesquisa Quaest do segundo turno, divulgada nesta quarta-feira (14), mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Os dois estão em empate técnico dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

 

O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo. Veja os números:

 

Flávio Bolsonaro (PL): 46%

Lula (PT): 44%

Indecisos: 1%

Branco/nulo/não vai votar: 9%

 

O que a pesquisa Quaest mostra:

Empate técnico: Flávio Bolsonaro tem 46% e Lula, 44% no voto estimulado, dentro da margem de erro.

Intenção de voto espontânea: Flávio Bolsonaro tem 43% e Lula, 42%.

Rejeição próxima: 54% não votariam em Flávio Bolsonaro e 53% não votariam em Lula de jeito nenhum.

Indecisos: 7% dos eleitores ainda estão indecisos na intenção de voto espontânea para presidente no 2º turno.

Avaliação do governo Lula: 45% aprovam e 48% desaprovam. A aprovação oscila 1 ponto percentual para cima.

 

Para 91% dos entrevistados, a escolha do candidato é definitiva, e 9% dizem que ainda podem mudar de ideia.

 

Rejeição

 

 

 

A pesquisa também mediu o índice de rejeição dos candidatos. Veja os números:

 

Flávio Bolsonaro (PL): 54%

Lula (PT): 53%

 

Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem ver antes os nomes dos candidatos, 43% citaram Flávio Bolsonaro, 42% apontaram Lula como candidato, 8% declararam voto em branco, nulo ou que não vão votar e 7% estão indecisos.

 

A Quaest entrevistou 2.154 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-08729/2026.

 

Transferência de voto

A pesquisa mostra também a transferência de voto do primeiro para o segundo turno. A Quaest perguntou aos eleitores se eles foram votar no dia 4 de outubro, e em quem votaram.

 

Eleitores de Caiado – 2% do total

 

42% declaram voto em Flávio Bolsonaro

23% escolhem Lula

2% estão indecisos

33% votam em branco ou nulo ou não vão votar

Eleitores de Renan Santos – 2% do total

 

40% declaram voto em Flávio Bolsonaro

14% escolhem Lula

3% estão indecisos

43% votam em branco ou nulo ou não vão votar

Eleitores de Augusto Cury – 2% do total

 

30% declaram voto em Flávio Bolsonaro

34% escolhem Lula

6% estão indecisos

30% votam em branco ou nulo ou não vão votar

Outros – menos de 1% do total

 

38% declaram voto em Flávio Bolsonaro

33% escolhem Lula

7% estão indecisos

22% votam em branco ou nulo ou não vão votar

Entre eleitores ausentes e que votaram em branco ou nulo

 

38% declaram voto em Flávio Bolsonaro

43% escolhem Lula

2% estão indecisos

17% votam em branco ou nulo ou não vão votar

Aprovação do governo Lula

Desaprova: 48% (eram 49% na pesquisa anterior)

Aprova: 45% (eram 44%)

Não sabe/não respondeu: 7% (eram 7%)

Avaliação do governo Lula

Negativa: 40% (eram 42% na pesquisa anterior)

Positiva: 34% (eram 33%)

Regular: 24% (eram 23%)

Não sabe/não respondeu: 2% (eram 2%)

Motivação do voto

A Quaest perguntou aos eleitores sobre os motivos para votar no candidato que escolheram no primeiro turno. Veja as respostas:

 

Eleitores de Flávio Bolsonaro

 

Porque acredita que é o melhor candidato: 53%

Para tirar Lula e o PT do poder: 42%

Nenhum dos dois: 2%

Não sabe/não respondeu: 3%

Eleitores de Lula

 

Porque acredita que é o melhor candidato: 73%

Para não deixar a família Bolsonaro voltar ao poder: 23%

Nenhum dos dois: 2%

Não sabe/não respondeu: 2%

Expectativa de vitória

A Quaest mostra que houve uma inversão no favoritismo, segundo as respostas dos eleitores entrevistados. Agora, 53% acham que Flávio Bolsonaro será eleito. Na pesquisa anterior ao primeiro turno, a maioria (52%) considerava Lula favorito. Veja os números:

 

Independentemente da sua escolha, quem acha que vai ganhar?

 

Flávio Bolsonaro: 53% (eram 35% na pesquisa de 3 de outubro)

Lula: 35% (eram 52%)

Não sabe/não respondeu: 12% (eram 13%)

O que dá mais medo?

Volta da família Bolsonaro ao poder: 43% (eram 40% na pesquisa anterior)

Mais um mandato de Lula: 43% (eram 43%)

Tenho medo dos dois: 3% (eram 7%)

Não tenho medo de nenhum: 6% (eram 5%)

Não sabe/não respondeu: 5% (eram 5%)

No eleitorado mais jovem (16 a 34 anos), o percentual dos que têm mais medo da volta da família Bolsonaro subiu seis pontos desde o primeiro turno, de 39% para 45%, mesmo índice dos que temem a reeleição de Lula. Há um empate agora.

 

Lula merece um novo mandato?

 

Sim: 44%

Não: 51%

Não sabe/não respondeu: 5%

Flávio Bolsonaro merece ser presidente?

Sim: 45%

Não: 49%

Não sabe/não respondeu: 6%

 

 

Posted On Quarta, 14 Outubro 2026 21:17 Escrito por
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