Por: Edson Rodrigues

 

 

A política costuma ensinar que, em uma eleição majoritária, o maior adversário nem sempre está do outro lado. Muitas vezes, ele está dentro da própria aliança.

 

É exatamente esse cenário que começa a preocupar lideranças e observadores da sucessão estadual tocantinense. À medida que o calendário eleitoral avança e as convenções partidárias se aproximam, cresce a percepção de que conflitos de interesses individuais podem comprometer projetos políticos antes mesmo do início oficial da campanha.

 

Na avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, o PSD é hoje o partido onde essas tensões aparecem de forma mais evidente.

 

O PASSADO VOLTA AO DEBATE

 

Ex-governador Mauro Carlesse e o senador Irajá Abreu 

 

Na política, memória também é instrumento de análise. Interlocutores lembram episódios anteriores envolvendo o senador Irajá Silvestre que voltaram a ser citados nos bastidores durante a atual crise interna do PSD. Um dos exemplos recordados é a eleição em que Irajá integrou uma chapa ao lado do então candidato ao Governo, Marlon Reis, e do ex-deputado Paulo Mourão, candidato ao Senado. Na época o senador Irajá Silvestre abandou os demais candidatos e seguiu sua própria campanha, episódio que ainda hoje é lembrado por participantes daquela disputa.

 

Outro fato constantemente mencionado diz respeito ao processo eleitoral em que o então deputado Osires Damaso deixou seu projeto de reeleição para disputar o Governo pelo PSD. Segundo relatos recorrentes nos bastidores, semanas antes das convenções houve mudança na estratégia partidária, culminando com a candidatura do próprio Irajá ao Governo.

 

Independentemente das diferentes interpretações sobre esses episódios, eles voltaram ao centro das conversas políticas justamente no momento em que o PSD enfrenta mais uma disputa interna.

 

LAUREZ DIANTE DO MAIOR TESTE POLÍTICO

 

 

 

O vice-governador Laurez Moreira chega ao momento decisivo de sua trajetória política. Pré-candidato ao Governo pelo PSD, ele busca transmitir segurança quanto à manutenção de sua candidatura e afirma possuir respaldo da direção nacional do partido.

 

Entretanto, até este momento, o PSD Nacional ainda não formalizou publicamente qualquer documento confirmando oficialmente a condução do processo eleitoral no Tocantins além da defesa da autonomia do diretório estadual. Em entrevista recente, Gilberto Kassab reafirmou que as decisões cabem à direção estadual, e a Executiva Nacional atua para buscar entendimento entre as lideranças.

 

Na avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, os próximos dias exigirão de Laurez mais do que articulação política, mas principalmente liderança para administrar interesses distintos dentro da própria aliança.

 

A RELAÇÃO COM KÁTIA ABREU

 

 

 

Outro componente importante envolve a relação entre Laurez Moreira e a ex-senadora Kátia Abreu, coordenadora da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tocantins.

 

Segundo interlocutores próximos ao vice-governador ouvidos pelo Observatório, os entendimentos relacionados à sucessão estadual e à composição da chapa majoritária ocorrem diretamente entre Laurez e a direção nacional do PT, sem participação direta de Kátia Abreu.

 

Essas mesmas fontes afirmam que as conversas partidárias envolvendo o PSD permanecem restritas ao diálogo entre Laurez Moreira e o presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab.

 

O PT MANTÉM SUA POSIÇÃO

 

 

 

Enquanto o PSD administra seus conflitos internos, o PT continua sustentando seu projeto político.

 

Até o momento, permanece em vigor o entendimento que mantém o ex-deputado Paulo Mourão como pré-candidato ao Senado.

 

As declarações recentes de Gilberto Kassab reforçaram esse cenário ao reconhecer que existe um acordo político envolvendo PSD e PT e que eventuais alterações ainda dependem de negociação entre as partes.

 

Na leitura do Observatório Político de O Paralelo 13, a permanência de Paulo Mourão na chapa representa um fator estratégico para o campo político ligado ao presidente Lula no Tocantins.

 

Se o clima de desconfiança entre o vice-governador e pré-candidato ao Governo, Laurez Moreira, e o senador Irajá Silvestre continuar se aprofundando, o cenário mais provável poderá ser uma campanha completamente dissociada entre os dois. Irajá teria todas as condições de conduzir uma candidatura praticamente solo, sem dividir efetivamente o mesmo palanque com Laurez, ainda que ambos permaneçam formalmente na mesma legenda.

 

Nesse contexto, surgem perguntas que passam a dominar os bastidores da política tocantinense: quem, de fato, detém a maioria na Comissão Provisória do PSD no Tocantins? E, mais importante: na condição de dirigente estadual do partido e responsável pela condução da convenção, Laurez Moreira concederá legenda à candidatura de reeleição de Irajá Silvestre caso o ambiente interno permaneça conflagrado?

 

Essas indagações deixaram de ser meras especulações e passaram a integrar o debate político dentro e fora do PSD. Entre aliados do senador Irajá, já há quem defenda abertamente uma intervenção da direção nacional na comissão provisória estadual, caso o impasse não seja superado antes das convenções.

 

O Observatório Político de O Paralelo 13 avalia que o PSD vive seu momento mais delicado desde o início do processo sucessório de 2026. Se prevalecerem os conflitos pessoais sobre a construção de um projeto político comum, a legenda poderá chegar às convenções profundamente dividida.

 

Uma implosão do PSD tocantinense, neste momento, já não pode mais ser descartada. O tempo para a reconstrução da unidade é curto, e as decisões tomadas nos próximos dias poderão definir não apenas o futuro do partido, mas também o destino de algumas das principais candidaturas da sucessão estadual.

 

BRASÍLIA ACOMPANHA O CENÁRIO

 

Informações obtidas pelo Observatório junto a interlocutores em Brasília indicam que pesquisas de consumo interno vêm sendo acompanhadas atentamente pelas lideranças partidárias.

 

Segundo essas fontes, os levantamentos mostram um cenário competitivo e reforçam a necessidade de reorganização das alianças antes das convenções.

 

As mesmas avaliações apontam que uma eventual manutenção da candidatura de Paulo Mourão ao Senado pode influenciar diretamente a disputa pelos votos do eleitorado identificado com o presidente Lula.

 

Embora essas pesquisas de consumo não sejam divulgadas oficialmente, elas fazem parte das discussões políticas que hoje movimentam Brasília e o Tocantins.

 

O TEMPO DAS DEFINIÇÕES

 

 

 

O relógio político entrou em contagem regressiva. As convenções partidárias deixarão pouco espaço para disputas internas prolongadas.

 

Se os conflitos permanecerem acima dos interesses coletivos, qualquer projeto eleitoral corre o risco de chegar fragilizado ao início da campanha.

 

Na política, alianças são construídas com diálogo, confiança e capacidade de liderança.

 

Quando interesses individuais passam a prevalecer sobre o projeto comum, o maior beneficiado costuma ser o adversário.

 

No Tocantins, as próximas semanas dirão se o PSD conseguirá transformar divergências em unidade ou se os conflitos internos continuarão influenciando os rumos da sucessão estadual.

 

 

Posted On Segunda, 13 Julho 2026 06:12 Escrito por

A determinação de bloqueio é de segunda-feira (6), mas se tornou pública neste domingo (12)

 

 

POR RAQUEL LOPES

 

 

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino determinou o bloqueio de R$ 6,1 milhões do ex-deputado Eduardo Cunha (Republicanos-MG).

 

A decisão é um desdobramento da Operação Transparência, que investiga a possível ingerência ilícita de Cunha no direcionamento de verbas públicas, mesmo sem exercer mandato parlamentar desde 2016.

A determinação de bloqueio é de segunda-feira (6), mas se tornou pública neste domingo (12).

Cunha foi procurado pela reportagem por mensagem de WhatsApp, mas ainda não retornou o contato.

 

A Polícia Federal afirma ter indícios de que Eduardo Cunha atuava como um “vetor relevante” na definição e remanejamento de emendas, utilizando-se da servidora da Câmara dos Deputados Mariângela Fialek, conhecida como Tuca.

 

Segundo as investigações, Tuca operava como braço direito de Cunha dentro da Casa Legislativa, ignorando fluxos formais para materializar as decisões do ex-deputado.

 

Análises de mensagens telemáticas revelaram que Cunha coordenava diretamente a destinação de, pelo menos, 29 emendas da Comissão de Saúde, totalizando um valor de R$ 6,15 milhões.

 

O caso envolve municípios de Minas Gerais, estado que Cunha usa como nova base política para tentar voltar à Câmara as próximas eleições.

 

“Em várias passagens, o ex-deputado revela contar com uma cota informal de valores, que era direcionada conforme as diretrizes e interesses políticos no Estado de Minas. Várias foram as trocas de municípios e indicações, tudo conforme diretrizes repassadas diretamente pelo ex-deputado”, diz o ministro, na decisão.

 

O ministro suspendeu ainda a execução de todas as despesas públicas ligadas às emendas identificadas, estejam elas em fase de empenho, liquidação ou pagamento.

 

A Câmara dos Deputados foi intimada a fornecer, em 10 dias, todos os documentos de tramitação interna das emendas citadas na investigação.

 

Dino enfatizou que o orçamento secreto não pode degradar o erário à condição de patrimônio privado e que a falta de transparência e rastreabilidade fere os princípios constitucionais da administração pública.

 

O ministro ressaltou que a conduta configura, em tese, o crime de peculato-desvio, uma vez que Cunha, um agente privado sem autorização institucional, interferia na alocação de recursos federais para fins pessoais e eleitorais.

 

Em janeiro, reportagem da Folha mostrou que o ex-presidente da Câmara enviou para a cidade de João Pinheiro (MG) uma emenda de R$ 1 milhão assinada pelo deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG).

Cunha passou mais de três anos preso em decorrência de investigação na Operação Lava Jato e posteriormente conseguiu a anulação de suas condenações.

 

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, foi alvo de bloqueio de bens, também por ordem de Dino, na última semana. A suspeita é de que ele direcionava as verbas de emendas mesmo sem ter mandato parlamentar.

 

 

Posted On Segunda, 13 Julho 2026 05:47 Escrito por

Da Assessoria

 

 

Em Assembleia Geral Ordinária (AGO) realizada na manhã deste sábado (11), em Colinas do Tocantins, o presidente da CIADSETA, pastor Paulo Martins, declarou apoio da congregação à reeleição do senador Eduardo Gomes. Também receberam apoio da entidade a senadora Professora Dorinha, pré-candidata ao Governo do Estado, deputado federal Ely Borges, pré-candidato a senador; Henrique Martins, pré-candidato a deputado federal e deputado estadual Jipão, pré-candidato à reeleição.

 

O pastor Paulo Martins, presidente da Convenção Interestadual das Assembleias de Deus do SETA no Tocantins (CIADSETA), destacou que a parceria da Convenção com o senador Eduardo Gomes (PL-TO) é antiga e expressou gratidão ao parlamentar pela contribuição que tem ajudado a viabilizar a realização da assembleia ao longo dos anos. "O senador Eduardo Gomes, os irmãos sabem, tem sido muito generoso com a nossa convenção", afirmou o pastor presidente.

 

Já o vice-presidente do Senado Federal, que foi líder do governo Bolsonaro por três anos e meio, demonstrou seu alinhamento com o segmento evangélico. "Nunca votei para regulamentar bets (as loterias eletrônicas que estão causando efeito nefasto nas famílias brasileiras). Qualquer cerceamento à igreja não terá meu voto. Sabemos que Igreja tem competência para combater dependência química e realizar assistência social onde às vezes o estado não chega. Em suma: fui escolhido para defender a família brasileira" afirmou.

 

O evento

 

A 91ª AGO da CIADSETA acontece entre os dias 9 e 12 de julho no Templo Sede da AD SETA Colinas-TO, reunindo pastores, líderes, obreiros e membros da convenção para momentos de comunhão, aprendizado, alinhamento ministerial e renovação espiritual.

 

O tema do evento é “O IDE LEVADO A SÉRIO” , baseado em Marcos 16.15: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” A programação reflete o compromisso da convenção com a missão evangelística e a expansão do Reino de Deus.

 

 

Posted On Domingo, 12 Julho 2026 05:24 Escrito por O Paralelo 13

Etapa obrigatória do concurso contempla a capacitação dos candidatos aprovados e integra o planejamento de recomposição do efetivo da corporação

 

 

Por Mara Sousa

 

 

A Polícia Militar do Estado do Tocantins (PMTO) iniciará, em agosto, a convocação da primeira turma de 340 candidatos aprovados no concurso público da corporação, entre oficiais e praças, para a apresentação da documentação e posse. Em setembro, terão início o Curso de Formação de Praças (CFP) e o Curso de Formação de Oficiais (CFO), etapa obrigatória do certame destinada à preparação dos futuros policiais militares para o ingresso na carreira.

 

Além dessa primeira convocação, está prevista uma nova chamada no fim do ano, contemplando mais 240 candidatos, entre oficiais e praças, para a apresentação de documentos e o início dos cursos de formação. O cronograma dessa etapa será divulgado conforme o planejamento do certame.

 

O resultado final do concurso público da PMTO foi homologado em 2 de julho de 2026, com publicação dos decretos no Diário Oficial do Estado (DOE). O ato reconhece oficialmente a validade do certame e estabelece a formação do cadastro de reserva.

 

Realizado em 2025, o concurso ofertou 660 vagas para os cargos de Cadete I, do Quadro de Oficiais Policiais Militares (QOPM); Aluno-Praça, do Quadro de Praças Policiais Militares (QPPM); e Aluno-Praça Especialista/Músico, do Quadro de Praças Especialistas (QPE).

 

Os cursos de formação compreendem atividades teóricas e práticas voltadas à capacitação técnico-profissional dos candidatos. A matriz curricular inclui conteúdos relacionados à atividade policial, legislação, direitos humanos, atendimento de ocorrências, policiamento ostensivo e demais disciplinas necessárias ao exercício da função.

 

Em setembro, começam os cursos de formação, etapa obrigatória do concurso que prepara os futuros policiais militares para o ingresso na carreira - Crédito: Márcio Vieira/Governo do Tocantins

 

 

A formação faz parte do planejamento institucional de recomposição do efetivo da PMTO, considerando a necessidade de reposição de policiais militares em razão da passagem de servidores para a inatividade. Após a conclusão dos cursos e o cumprimento das demais etapas previstas no concurso, os novos militares estarão aptos a atuar nas atividades operacionais da corporação, conforme as necessidades institucionais.

 

A incorporação gradual dos novos policiais militares contribuirá para recompor o efetivo da Polícia Militar do Tocantins e fortalecer as ações de policiamento ostensivo em todo o estado.A Polícia Militar do Estado do Tocantins (PMTO) iniciará, em agosto, a convocação da primeira turma de 340 candidatos aprovados no concurso público da corporação, entre oficiais e praças, para a apresentação da documentação e posse. Em setembro, terão início o Curso de Formação de Praças (CFP) e o Curso de Formação de Oficiais (CFO), etapa obrigatória do certame destinada à preparação dos futuros policiais militares para o ingresso na carreira.

 

Além dessa primeira convocação, está prevista uma nova chamada no fim do ano, contemplando mais 240 candidatos, entre oficiais e praças, para a apresentação de documentos e o início dos cursos de formação. O cronograma dessa etapa será divulgado conforme o planejamento do certame.

 

O resultado final do concurso público da PMTO foi homologado em 2 de julho de 2026, com publicação dos decretos no Diário Oficial do Estado (DOE). O ato reconhece oficialmente a validade do certame e estabelece a formação do cadastro de reserva.

 

Realizado em 2025, o concurso ofertou 660 vagas para os cargos de Cadete I, do Quadro de Oficiais Policiais Militares (QOPM); Aluno-Praça, do Quadro de Praças Policiais Militares (QPPM); e Aluno-Praça Especialista/Músico, do Quadro de Praças Especialistas (QPE).

 

Os cursos de formação compreendem atividades teóricas e práticas voltadas à capacitação técnico-profissional dos candidatos. A matriz curricular inclui conteúdos relacionados à atividade policial, legislação, direitos humanos, atendimento de ocorrências, policiamento ostensivo e demais disciplinas necessárias ao exercício da função.

 

A formação faz parte do planejamento institucional de recomposição do efetivo da PMTO, considerando a necessidade de reposição de policiais militares em razão da passagem de servidores para a inatividade. Após a conclusão dos cursos e o cumprimento das demais etapas previstas no concurso, os novos militares estarão aptos a atuar nas atividades operacionais da corporação, conforme as necessidades institucionais.

 

A incorporação gradual dos novos policiais militares contribuirá para recompor o efetivo da Polícia Militar do Tocantins e fortalecer as ações de policiamento ostensivo em todo o estado.

 

 

Posted On Sábado, 11 Julho 2026 06:41 Escrito por

Da Assessoria

 

 

Lei sancionada elimina brechas na legislação e assegura, de forma expressa, o direito à qualificação continuada dos profissionais da educação básica da rede pública. Mais de 22 mil educadores tocantinenses poderão ser beneficiados.

 

Uma conquista para a valorização dos profissionais da educação foi transformada em lei com a sanção da Lei nº 15.462/2026, publicada nesta quinta-feira (9). A proposta teve a relatoria da senadora Professora Dorinha Seabra (União) no Senado e passa a assegurar, de forma expressa, o direito dos professores da educação básica da rede pública à licença remunerada para cursar especialização, mestrado, doutorado e desenvolver pesquisas na área da educação.

 

Relatora do Projeto de Lei 96/2024, de autoria do deputado federal Idilvan Alencar (PSB-CE), Dorinha conduziu a análise da proposta no Senado e defendeu a necessidade de eliminar uma lacuna existente na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Embora a legislação já previsse o aperfeiçoamento profissional com licença remunerada, não deixava claro quais atividades estavam abrangidas por esse direito.

 

Durante a votação da matéria, em junho, a senadora alertou que a falta dessa previsão explícita permitia interpretações restritivas por parte dos sistemas de ensino, especialmente em relação ao reconhecimento de cursos de pós-graduação e da pesquisa como parte da formação continuada dos docentes.

 

"Essa lacuna pode gerar interpretações restritivas por parte dos sistemas de ensino, especialmente no que se refere ao reconhecimento de atividades de pós-graduação e de pesquisa como atividades integrantes do aperfeiçoamento profissional", afirmou a relatora.

 

LDB aperfeiçoada

Com a nova legislação, a LDB passa a estabelecer expressamente que o aperfeiçoamento profissional continuado inclui licença periódica remunerada para participação em cursos de qualificação, pós-graduação lato sensu e stricto sensu, além da realização de pesquisas na área da educação. A medida fortalece a valorização dos profissionais da educação e oferece maior segurança jurídica para professores e redes de ensino em todo o país.

 

Tocantins

Dados do Ministério da Educação apontam que o Brasil tem pouco mais de 1,9 milhão de professores na rede pública de ensino. O Anuário Brasileiro da Educação Básica de 2025 mostrou que, no Tocantins, são pouco mais de 21 mil professores e cerca de 1,6 mil gestores educacionais (estado e municípios) que poderão ser beneficiados com a proposta, pois passam a ter respaldo legal mais claro para buscar qualificação e progressão na carreira.

 

 

Posted On Sábado, 11 Julho 2026 06:26 Escrito por
Página 2 de 3893