Estão no alvo 87 empresas suspeitas de atuar como laranjas de bets clandestinas e remessas ilegais de valores ao exterior por meio de criptoativos
POR FOLHAPRESS
A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (6) a Operação Véu de Maia para investigar um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas associado à exploração ilegal de apostas no Brasil.
Estão no alvo 87 empresas suspeitas de atuar como laranjas de bets clandestinas e remessas ilegais de valores ao exterior por meio de criptoativos.
O governo considera clandestinos os sites de apostas que não passaram pelo processo de licenciamento da Fazenda. Essas empresas não aderem a regras de boa conduta na publicidade, por exemplo, e atuam sem pagar uma taxa de R$ 30 milhões ao governo ou coletar impostos. Tampouco respeitam o sistema de autoexclusão, que impede o acesso das pessoas inscritas às bets regulares.
Os agentes cumprem nove mandados de busca e apreensão e realizam buscas em Aparecida de Goiânia e Goiânia (GO), São Paulo e Ribeirão Preto (SP), e Porto Alegre e Canoas (RS) contra as pessoas que abriram as supostas empresas de fachada. Os suspeitos podem responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e organização criminosa.
Durante o cumprimento do mandado em Canoas, os policiais encontraram quatro armas sem registro. Por isso, prenderam o morador do endereço em flagrante.
As investigações começaram após informações enviadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda.
De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, há cerca de 300 operadores por trás dos quase 50 mil sites ilegais já derrubados, que utilizaram 37 instituições financeiras para fazer os pagamentos.
Os suspeitos podem responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e organização criminosa.
A concorrência das bets clandestinas e dos mercados de previsão é o principal tópico de discussões do setor de apostas com o governo.
Segundo cálculos da H2 Gambling Capital, com base em informações do Banco Central sobre remessas ao exterior, movimentação de criptomoedas e tráfego na internet, o mercado clandestino movimentou R$ 16,3 bilhões em 2025.
O setor de apostas afirma que esse mercado clandestino é ainda maior. Um estudo da consultoria LCA, encomendado pelo IBJR (Instituto Brasileiro de Jogo Responsável), estima que as bets clandestinas representaram algo em torno de 41% a 51% do mercado total. Nesse cenário, o naco da operação ilícita estaria entre R$ 26 bilhões e R$ 39 bilhões.
Recursos contemplam construção de creche, estruturação de hospital municipal, bloqueteamento de vias públicas e outros investimentos em 29 municípios tocantinenses
Por Lauane dos Santos
Ao longo do primeiro semestre de 2026, o deputado estadual Amélio Cayres garantiu melhorias para 29 municípios tocantinenses, com o pagamento de R$ 7,1 milhões em emendas parlamentares. Os recursos contemplam investimentos em cinco áreas estratégicas, como saúde, infraestrutura, cultura, esporte, além de custeio e administração pública, reforçando o compromisso com o fortalecimento das gestões municipais e a melhoria da qualidade de vida da população.
Os investimentos foram alocados em ações como a construção de uma creche municipal em Santa Maria do Tocantins e de um centro de convenções em Sampaio, além de custear a obra de uma pista de caminhada em Augustinópolis; bloqueteamento de vias públicas em diversos municípios; aquisição de materiais para casas populares em Cachoeirinha e investimentos em equipamentos públicos.
Além disso, a área da saúde recebeu atenção especial, com aquisição de duas ambulâncias, em Esperantina e Pium; estruturação do Hospital Municipal de Praia Norte, custeio da saúde; ampliação do posto de saúde do povoado Cacheado, em Sampaio; reforço para cirurgias eletivas e compra de dois veículos e mais de cinco motos para agentes de saúde para Nazaré e Axixá.
As emendas pagas ainda garantiram melhorias nas áreas de custeio e administração, contribuindo para a manutenção dos serviços públicos, aquisição de equipamentos, materiais de consumo, peças para maquinários e investimentos em tecnologia para os municípios.
Já o esporte recebeu reforço na realização de campeonatos e torneios esportivos, incentivando a prática esportiva, a integração social e o fortalecimento do esporte amador. Além disso, o parlamentar apoiou eventos tradicionais, como a Festa da Soja, reconhecida em Nova Rosalândia, e o Arraiá do Miguelão, evento tradicional em São Miguel do Tocantins há 20 anos. Amélio também destinou emendas para cavalgadas e exposições agropecuárias que movimentam a economia regional.
Para Amélio Cayres, as emendas representam um compromisso permanente com o fortalecimento dos municípios e com a melhoria da qualidade de vida da população. "Cada recurso que conseguimos destinar e que chega aos municípios representa mais saúde, mais infraestrutura, mais oportunidades, mais incentivo à cultura e ao esporte. São investimentos que ajudam as prefeituras, fortalecem os serviços públicos e levam benefícios para a população tocantinense", destacou Amélio.
Cayres ressaltou ainda que continuará atuando para ampliar os investimentos destinados aos municípios. "Tenho orgulho de manter uma parceria próxima com os prefeitos, vereadores e lideranças de todas as regiões do Tocantins. Nosso compromisso é seguir trabalhando para garantir recursos que levem desenvolvimento, gerem qualidade de vida e façam a diferença na vida das pessoas", concluiu.
Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues
A sucessão estadual de 2026 entra em uma fase decisiva e, mais uma vez, Porto Nacional ocupa uma posição estratégica no tabuleiro político tocantinense. Na avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, poucos municípios exercem tanta influência sobre uma região inteira quanto Porto Nacional. Mais do que o quarto maior colégio eleitoral do Tocantins, a cidade funciona como uma verdadeira caixa de ressonância política da região central do Estado.
Ao seu redor estão dez municípios que mantêm forte ligação econômica, comercial, educacional, bancária e de serviços públicos com Porto Nacional. Somados, esses municípios representam um universo eleitoral superior a 84 mil eleitores, capaz de influenciar diretamente o resultado das eleições para governador e para o Senado.
Em um Estado que possui 1.182.767 eleitores, qualquer candidato que pretenda vencer a disputa majoritária precisa compreender o peso político da região central.
UM COLÉGIO ELEITORAL QUE MERECE SER OUVIDO

Porto Nacional possui 47.207 eleitores. Mas sua influência vai muito além desse número. Os municípios de Fátima, Oliveira de Fátima, Santa Rita do Tocantins, Brejinho de Nazaré, Ipueiras, Silvanópolis, Pindorama do Tocantins, Santa Rosa do Tocantins, Ponte Alta do Tocantins e Monte do Carmo mantêm Porto Nacional como referência regional.
São cidades que dependem da estrutura portuense para atendimento hospitalar, comércio, serviços bancários, educação superior e atividades administrativas.
Na prática, trata-se de uma região que compartilha os mesmos desafios e acompanha de perto as decisões tomadas em Porto Nacional. Por isso, quem dialoga com Porto Nacional dialoga, ao mesmo tempo, com toda uma região estratégica do Tocantins.
AS DEMANDAS CONTINUAM AS MESMAS
Ao observar o sentimento predominante entre lideranças comunitárias, representantes classistas e diversos segmentos da sociedade, o Observatório Político de O Paralelo 13 identifica uma cobrança recorrente: Porto Nacional quer ser mais ouvida durante o processo eleitoral.
Entre as principais reivindicações frequentemente apontadas estão a pavimentação do Parque Industrial, considerada fundamental para atrair novos investimentos e ampliar a geração de empregos; a duplicação da rodovia que liga Porto Nacional a Palmas, uma obra aguardada há anos e considerada estratégica para a mobilidade e o desenvolvimento regional; e a construção de um novo Hospital Regional, diante do crescimento da demanda por atendimento especializado.
Independentemente das responsabilidades administrativas de cada esfera de governo, essas obras permanecem no centro das discussões da sociedade portuense.
A HORA DA PRESTAÇÃO DE CONTAS

As eleições também representam um momento de prestação de contas.
Na avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, candidatos ao Governo, ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa precisarão apresentar à população de Porto Nacional não apenas novas propostas, mas também um balanço da atuação de seus mandatos e dos compromissos assumidos com o município.
O eleitor deseja saber quais investimentos foram destinados à cidade, quais projetos avançaram e quais demandas permanecem pendentes. Mais do que discursos, a população espera respostas concretas.
A REGIÃO CENTRAL PODE DECIDIR A ELEIÇÃO

Em disputas equilibradas, cada voto ganha importância ainda maior. A região central do Tocantins reúne um eleitorado expressivo, distribuído entre municípios historicamente conectados a Porto Nacional.
São eles:
• Porto Nacional — 47.207 eleitores
• Ponte Alta do Tocantins — 5.662
• Monte do Carmo — 5.120
• Silvanópolis — 4.862
• Santa Rosa do Tocantins — 4.259
• Brejinho de Nazaré — 4.224
• Fátima — 3.991
• Pindorama do Tocantins — 3.715
• Santa Rita do Tocantins — 2.128
• Ipueiras — 1.995
• Oliveira de Fátima — 1.694
Juntos, esses municípios formam um importante corredor eleitoral, cuja influência ultrapassa os limites geográficos de Porto Nacional.
O TEMPO DA ESCUTA

O calendário eleitoral avança rapidamente.
As convenções partidárias definirão oficialmente as candidaturas e, em seguida, começará a campanha nas ruas.
Na avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, este é o momento para que os candidatos deixem os gabinetes, percorram os municípios e conversem diretamente com a população.
Porto Nacional não reivindica privilégios. Reivindica prioridade. Quer participar do debate sobre o futuro do Tocantins. Quer apresentar suas demandas. E quer ser tratada como protagonista de uma região que desempenha papel decisivo no desenvolvimento econômico, educacional e social do Estado.
Em uma eleição que promete ser uma das mais disputadas da história recente do Tocantins, ignorar Porto Nacional e sua região de influência pode significar abrir mão de um dos mais importantes polos eleitorais do Estado.
E, como costuma afirmar o Observatório Político de O Paralelo 13, quem pretende governar o Tocantins precisa, antes de tudo, aprender a ouvir Porto Nacional.
ANÁLISE POLÍTICA
Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues
Há três anos, o Tocantins perdeu seu maior líder: José Wilson Siqueira Campos. Criativo, corajoso e determinado, foi o responsável por transformar o sonho de milhares de nortistas em realidade, criando o Estado do Tocantins e erguendo Palmas, nossa capital. Seu legado permanece como alicerce da história tocantinense, inspirando gerações e servindo de referência para os desafios políticos atuais.
Assim como os redemoinhos naturais, a política tocantinense vive momentos de turbulência. A sucessão estadual de 2026 já mostra sinais de fortes movimentos que podem redefinir alianças e estratégias.
A UNIÃO DE LAUREZ COM O PT

Um dos pontos de maior impacto foi a aproximação de Laurez Moreira com o PT, liderada pela ex-senadora Kátia Abreu, convidada por Lula para coordenar sua campanha no Tocantins. Essa união fortalece o projeto de Laurez rumo ao segundo turno, e deixa seu antigo aliado, senador Irajá Abreu em situação delicada: sem espaço no palanque onde estiver a sigla PT, comandada, no Tocantins, por sua mãe, Kátia Abreu. O PT sacramentou apoio a Paulo Mourão para o Senado e a Laurez para o governo, inclusive com a chancela de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD.
A situação é inusitada, porque, apesar da aliança com o PT no Tocantins, nacionalmente o PSD tem sua candidatura “puro sangue” à presidência, que é o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado e o próprio Kassab como vice. E, no Tocantins, o candidato ao senado pelo PT é Paulo Mourão, sem chances de conversa.

Como movimento de restruturação, fontes apontam para uma possível composição entre Irajá e Vicentinho Júnior, unindo forças e trazendo consigo prefeitos e vereadores aliados. Caso se confirme, essa aliança pode gerar efeitos colaterais ainda impossíveis de serem mensurados mas, certamente, com poderes de causar modificações no atual cenário sucessório.
EDUARDO SIQUEIRA E AS PROVOCAÇÕES

Enquanto isso, o prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, enfrenta provocações políticas e especulações sobre sua gestão. O lançamento do nome do governador Wanderlei Barbosa como candidato a prefeito de Palmas em 2028, feito pelo deputado federal Carlos Gaguim, em solenidade recente no Detran, e após isso, membros do grupo palaciano passarem a trabalhar essa hipótese como realidade, mesmo Eduardo estando, apenas, no fim do segundo ano de seu mandato, são apenas uma amostra do que está por vir. Apesar do afastamento e narrativas nebulosas, nada concreto foi encontrado na Justiça contra sua pessoa. Eduardo segue firme, preparando uma série de obras e investimentos que devem iniciar até o mês de agosto, transformando Palmas no maior canteiro de obras da Região Norte do Brasil, e fortalecendo sua imagem e o apoio à candidatura de Dorinha Seabra ao governo e de Eduardo Gomes ao Senado.
A política tocantinense mostra que os redemoinhos não apenas desestabilizam, mas também revelam novas forças e rearranjos. A história recente de líderes afastados por decisões judiciais sem provas concretas, como Marcelo Miranda, que ficou cinco meses preso no Comando Geral da Polícia Militar, em Palmas, para, depois, a Justiça Federal afirmar que não tinha nada a ser julgado contra Marcelo e mandar libertá-lo, sem, ao menos, um pedido de desculpas. Tudo bem similar o que aconteceu, recentemente, com o governador Wanderley Barbosa. Isso só reforça a necessidade de cautela diante de narrativas precipitadas em relação a Eduardo Siqueira Campos. O eleitorado observa, e os efeitos colaterais desses movimentos podem ser decisivos na sucessão estadual.
Essas jogadas são velhas conhecidas na política tocantinense e Eduardo Siqueira está vacinado com todas elas.
O cenário político do Tocantins em 2026 é marcado por incertezas e reviravoltas. O redemoinho das alianças e rupturas exige atenção, pois cada movimento pode redefinir o futuro do Estado. O legado de Siqueira Campos permanece como guia, lembrando que coragem e determinação são essenciais para enfrentar os ventos fortes da política.
DORINHA E O VICE

Por falar em Dorinha Seabra, a sociedade, a classe políticas e os apoiadores da senadora Doria Seabra ao governo, esperam que ela olhe no “retrovisor” político e foque no papel dos vice-governadores que o Tocantins já teve e que, baseado nesse histórico, ela não aceite, em hipótese alguma, um candidato a vice que lhe seja empurrado “goela abaixo”, sob risco de contaminar toda a sua campanha.
Caso ela aceite um candidato a vice nessas condições, Dorinha jamais terá condições de comandar sua campanha e, em caso de vitória, liderar o seu governo.
O vice quem escolhe é o candidato ao governo. Uma pessoa da sua mais absoluta confiança, capaz e preparado para, em caso de necessidade, conduzir o governo. Dorinha precisa, nessa escolha, demonstrar seriedade em relação à coisa pública e o seu respeito aos eleitores, à política e, sobretudo, ao Tocantins.
NOVAS REGRAS E O "DESCER DA RAMPA"

Desde o último dia 4, o Diário Oficial do Estado deixou de publicar novas nomeações e demissões de cargos comissionados. Além disso, pré-candidatos a mandatos eletivos ficam proibidos de participar de inaugurações e atos oficiais do Executivo estadual e municipal. Esse marco simboliza o início da chamada “descida da rampa” do governador Wanderlei Barbosa, momento em que os “amigos do poder” começam a se afastar, já sem a força das nomeações. Esse processo revela a perda de perspectiva de poder, marcada por sinais sutis: o café servido morno, o motorista que chega atrasado, as ligações não atendidas. A única vantagem, ainda que tardia, é descobrir quem são os verdadeiros aliados.
O TESTE DE SÃO TOMÉ
No próximo dia 8 de julho, o pré-candidato ao governo Vicentinho Júnior, junto com seu vice Amélio Cayres e o candidato ao Senado Alexandre Guimarães, realizará uma grande concentração em Araguaína. A cidade, segundo maior colégio eleitoral do Tocantins e reduto de Guimarães, será palco de um ato político que recebeu o nome de “Teste de São Tomé” — só acredita vendo. Toda a classe política estará atenta, já que o prefeito Wagner Rodrigues, bem avaliado entre os 139 prefeitos do Estado, apoia Dorinha Seabra para o governo e Eduardo Gomes e Irajá Silvestre para o Senado. O Observatório Político de O Paralelo 13 acompanhará de perto os desdobramentos desse evento.
Por hoje é só!
Investigação apura liberação de verbas para a produtora responsável por ‘Dark Horse’
Por Natália Martins
A Polícia Federal (PF) instaurou, na última sexta-feira (26), um inquérito para apurar a destinação de emendas parlamentares para a produtora responsável pelo filme Dark Horse, que aborda de maneira ficcional a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A abertura da investigação foi determinada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator de casos que apuram desvios de recursos públicos via emendas parlamentares.
Segundo o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, a investigação busca identificar se houve desvio de finalidade nos recursos destinados ao grupo que se conecta com a obra.
“Nós instauramos um inquérito na sexta-feira passada por decisão do ministro Flávio Dino. Vai ser apurado se é desvio ou não é, enfim, mas é a destinação de emendas para um grupo que se conecta com o filme”, disse Rodrigues.
Além deste inquérito já aberto, a PF aguarda uma decisão do ministro André Mendonça sobre um eventual segundo processo investigativo.
Este novo desdobramento envolve a análise de uma suposta solicitação de recursos feita pelo senador Flávio Bolsonaro ao empresário Daniel Vorcaro. O presidente do STF, Edson Fachin, entendeu que esses fatos se conectam com casos sob a relatoria de Mendonça e encaminhou a questão para sua decisão.
Se autorizado, este será o segundo inquérito focado no financiamento da produção cinematográfica.
Ao comentar sobre as investigações envolvendo emendas parlamentares, Andrei Rodrigues ressaltou que a instituição não busca criminalizar o instrumento em si, que é legítimo, mas sim coibir práticas ilícitas.
Contudo, ele apontou vulnerabilidades no sistema atual: “O que se percebe é um volume de dinheiro muito grande e baixos níveis de controle. Então, isso termina sendo um facilitador para desvios”.