Município ficou em 3º lugar na categoria Estágio Inovador entre organizações de grande porte; premiação reconhece boas práticas na gestão de estágio
Texto: Jurbiléia Pinto
A Prefeitura de Palmas foi premiada na 26ª edição do Prêmio IEL, realizada na noite desta quarta-feira, 16, no auditório da Escola Sesi de Referência José Wilson Siqueira Campos. O município conquistou o 3º lugar na categoria Estágio Inovador – Grande Porte, uma das mais concorridas da premiação. A cerimônia reuniu estudantes, empresas, instituições de ensino e representantes do Sistema S.
Para o secretário municipal de Planejamento e Gestão, André Cheguhem, a conquista reconhece o trabalho da gestão municipal na qualificação do programa de estágio. "Temos um programa que oferece oportunidade de aprendizado prático, acompanhamento pedagógico e integração entre ensino e serviço público. Então, essa premiação vem coroar esse trabalho da Gestão, em destaque os estagiários e supervisores da gestão municipal que contribuem diariamente para um serviço público mais inovador, humano e eficiente", disse.
Para a chefe da Divisão de Estágios e Consignações (Divec) da Seplan, Inez Freitas, o prêmio mostra que a gestão pública pode, sim, ser referência em inovação e eficiência. "O nosso grande objetivo é que o nosso programa de estágio se torne um laboratório de ideias cada vez maior, capaz de transformar vidas e impactar diretamente a nossa cidade. Essa conquista é fruto do empenho e carinho de toda a equipe da Divisão de Estágio e Escola de Governo de Palmas, além dos gestores da pasta que acreditaram e apoiaram o projeto, atualmente desenvolvido", celebrou, acrescentando que o Setor de Estágio já está trabalhando novos projetos para o próximo ano.
Em 2024, a Prefeitura de Palmas também foi premiada nacionalmente pelo Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) pelo programa de estágio.
Prêmio
Promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL Tocantins), o prêmio é alinhado à missão do Sistema Fieto de contribuir para o desenvolvimento da indústria e das empresas do estado, valorizando o estágio como ferramenta de formação, inovação e desenvolvimento profissional. Neste ano, o Prêmio IEL foi dividido em três categorias: IEL Estágio (Educação Inovadora, Estágio Inovador e Estagiário Inovador), Inova Talentos (Projeto Inovador) e Sistema S (Educação Inovadora e Estágio Inovador). Segundo o presidente da Fieto e diretor do IEL, Roberto Pires, a edição de 2026 foi ainda mais inovadora e com histórias de transformação por meio do estágio.
Confira os vencedores na categoria Estágio Inovador – Grande Porte:
1º lugar: Defensoria Pública do Tocantins
2º lugar: Secretaria da Administração do Estado do Tocantins (Secad)
3º lugar: Prefeitura Municipal de Palmas
Benefício linear é aumentado de R$ 600 para R$ 691, enquanto pagamento médio sobe de R$ 675 para R$ 777
Com SBT
O governo do presidente Lula (PT) anunciou nesta quinta-feira (17) reajustes de 15,04% no Bolsa Família, por meio de decreto. O valor do benefício linear sobe de R$ 600 para R$ 691, enquanto o pagamento médio do programa social aumenta de R$ 675 para R$ 777.
A divulgação ocorreu em reunião ministerial no Palácio do Planalto, com participação do petista, e a 17 dias do primeiro turno das eleições, em 4 de outubro. O mandatário assinou a medida, mas não deu declarações públicas na cerimônia.
Os novos valores começarão a ser depositados em 19 de outubro, quinze dias depois do primeiro turno, segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. O decreto publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) estabelece que o reajuste terá efeitos financeiros a partir de 1º de outubro.
Após a ministra-chefe da Casa Civil, Miriam Belchior, comunicar a novidade, Moretti explicou que o decreto "nos concede autorização para fazer reposição inflacionária para garantir poder de compra dos beneficiários" do programa.
Segundo ele, o reajuste é feito com base na variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026. "Medida de justiça social com essas famílias nos termos da lei", afirmou, reiterando que o aumento no valor de benefícios "está sendo feito dentro das regras".
Veja tabela com valores reajustados:
Benefício de Renda de Cidadania de R$ 164,00 por integrante;
Benefício Complementar de até R$ 691,00 para famílias cuja renda total não atinja esse patamar;
Benefício Primeira Infância de R$ 173,00 por criança com até sete anos incompletos;
Benefício Variável Familiar de R$ 58,00 por integrante que se enquadre nas situações especificadas no regulamento.
Também conforme Moretti, foi identificado no relatório de despesas a ser apresentado em 24 de setembro "que há espaço fiscal para conceder reajuste nos termos que a lei nos autoriza a fazer". O ministro também estimou impactos no orçamento público:
"Pra este ano, a partir da folha de outubro [até dezembro], é de R$ 5,8 bilhões e pro ano que vem em torno de R$ 22 bilhões. Vamos ajustar a Lei Orçamentária de 2027", continuou Moretti.
O PLOA foi enviada ao Legislativo no início de agosto.
O chefe da pasta de Planejamento e Orçamento ainda acrescentou que o zeramento da fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), anunciado no início do mês pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, também viabilizou as mudanças nos valores do Bolsa Família.
"Para 2026, uma parcela desse espaço [fiscal] vem de uma meta que o senhor entregou à sociedade, que foi zerar a fila da Previdência", falou. "Feito com eficiência tal que há sobra de recursos que a gente canaliza pra fazer reajuste, sendo feito sem nenhuma variação da despesa total, dentro do espaço fiscal, com absoluta responsabilidade."
Moretti reafirmou que a medida é "fundamental" para manter "pilares" do governo. "De um lado, atender os mais vulneráveis e recompor poder de compra das famílias e, de outro, fazê-lo com absoluta responsabilidade fiscal", disse.
Reajuste com sobra do INSS
Na coletiva, Moretti detalhou que parte dos recursos inicialmente previstos para despesas previdenciárias será remanejada para custear o reajuste. Segundo ele, o governo havia projetado gastos maiores com o INSS, mas a redução da fila de requerimentos consumiu menos recursos do que o esperado, o que permitirá transferir parte da sobra ao Bolsa Família.
A revisão também terá efeitos sobre o orçamento de 2027, uma vez que as projeções de despesas previdenciárias do próximo ano consideram os gastos do exercício anterior.
"Boa parte do remanejamento será feito da despesa previdenciária para a despesa do Bolsa Família", afirmou o ministro.
Moretti também descartou a necessidade de bloquear outras despesas por causa do reajuste. Segundo ele, a revisão das projeções previdenciárias abriu espaço fiscal superior aos R$ 5,8 bilhões necessários para financiar o aumento neste ano, sem exigir a ampliação do limite global de gastos do governo.
"Essa medida por si só não implicará qualquer bloqueio", declarou.
O ministro não informou o valor total da folga fiscal e disse que os números serão detalhados no relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas, previsto para 24 de setembro.
Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues
Faltando pouco mais de duas semanas para o primeiro turno das eleições de 2026, o Tocantins assiste a uma verdadeira enxurrada de pesquisas eleitorais. Há levantamentos nacionais, estaduais, fotografias que nem sempre parecem retratar a mesma eleição. O Observatório Político de O Paralelo 13 vem chamando atenção justamente para isso: pesquisa é fotografia; eleição é urna.
Nesta quinta-feira, 17 de setembro, mais uma fotografia chegou à mesa dos tocantinenses. O levantamento do instituto Real Time Big Data mostra Professora Dorinha Seabra com 35% e Vicentinho Júnior com 33% das intenções de voto no primeiro turno. Com margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados. Atrás deles aparecem Laurez Moreira, com 9%; Ataídes de Oliveira, com 6%; e Witer Naves, com 4%. Outros candidatos somam 1%. Brancos e nulos são 7%, enquanto 5% não souberam ou não responderam.
O levantamento ouviu 1.600 eleitores entre os dias 10 e 14 de setembro, por telefone e meios digitais, tem nível de confiança de 95% e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número TO-05805/2026. Os números permitem uma conclusão factual: a pesquisa não aponta definição da disputa entre Dorinha e Vicentinho.
ESTE FILME JÁ PASSOU

Quem acompanha há décadas a política tocantinense sabe que eleição não termina quando sai pesquisa. O Tocantins já viveu disputas estaduais e municipais em que a fotografia captada pelos institutos nas semanas anteriores à eleição não correspondeu exatamente ao resultado encontrado nas urnas.
Isso não significa que pesquisa eleitoral deva ser desprezada. Muito menos autoriza afirmar, sem provas, que determinado instituto manipula números para beneficiar quem contratou o levantamento. Nenhuma candidatura deveria terceirizar sua leitura política exclusivamente para pesquisas. É preciso observar metodologia, período de campo, tamanho e distribuição da amostra, margem de erro, contratante e registro na Justiça Eleitoral. E, principalmente, comparar levantamentos realizados em períodos semelhantes antes de transformar qualquer número em verdade definitiva.
Na reta final, pesquisa serve como instrumento. Não como urna antecipada.
OS MARQUETEIROS E A REALIDADE TOCANTINENSE

O alerta vale especialmente para as estruturas profissionais trazidas de outros estados para comandar campanhas no Tocantins. Experiência nacional, tecnologia, inteligência de dados e comunicação profissional têm importância evidente numa eleição moderna. Mas existe algo que nenhum relatório substitui: conhecer a história política e a realidade social do Tocantins.
Campanha estadual não acontece apenas no estúdio de televisão, nas redes sociais ou nas reuniões estratégicas. Acontece em Palmas e Araguaína, mas também nos municípios pequenos. Acontece na feira, no comércio, no funcionalismo público, nas comunidades rurais, nas igrejas, nos bairros e dentro das famílias.
E é exatamente nessa reta final que comunicação e política precisam se encontrar. O horário eleitoral gratuito começou em 28 de agosto e seguirá até 1º de outubro no primeiro turno. A campanha já teve tempo de apresentar candidatos, discursos e propostas. Agora começa uma fase em que cada erro, ausência, debate, entrevista e movimento político pode ganhar peso maior.
DORINHA TEM ESTRUTURA. VICENTINHO TEM COMPETITIVIDADE

A fotografia do Real Time Big Data também coloca à prova duas estratégias muito diferentes. Professora Dorinha chega a esta etapa cercada por uma ampla estrutura política, reunindo importantes lideranças, prefeitos, vereadores e candidatos proporcionais. É uma máquina política que precisa agora demonstrar sua capacidade de chegar ao eleitor.
Porque prefeito apoiando não significa automaticamente eleitor acompanhando. Vereador apoiando não significa transferência integral de votos. E candidato proporcional dividido entre sua própria sobrevivência eleitoral e a campanha majoritária nem sempre entrega aquilo que a coordenação estadual espera.
Dorinha precisa transformar capilaridade política em voto.
Vicentinho Júnior enfrenta outra equação. O levantamento mostra que ele chega às últimas semanas numericamente próximo da candidata governista. Seu desafio é ampliar esse apoio e transformar competitividade em votos suficientes para avançar na disputa.
A pesquisa Real Time Big Data não responde qual dessas estratégias prevalecerá.
Ela apenas mostra que, naquele período de coleta, 35% a 33% estava dentro da margem de erro.
E OS OUTROS CANDIDATOS?

Há ainda uma conta que não pode ser esquecida. Laurez Moreira aparece com 9%, Ataídes de Oliveira com 6% e Witer Naves com 4%. Somados, representam uma parcela relevante das intenções registradas pelo levantamento.
São votos que podem impedir uma definição em primeiro turno e, caso haja uma segunda votação, tornar-se alvo da disputa entre os dois finalistas.
O primeiro turno acontece em 4 de outubro. Se nenhum candidato ao Governo obtiver a maioria exigida dos votos válidos, o segundo turno será realizado em 25 de outubro.
E aí começa outra eleição.
SEGUNDO TURNO: VICENTINHO VENCERIA DORINHA

A Real Time Big Data simulou também um eventual confronto direto entre Vicentinho Júnior e Professora Dorinha. O resultado foi Vicentinho 43% e Dorinha 41%.
Vicentinho aparece, portanto, dois pontos numericamente à frente. Neste contexto, segundo à pesquisa brancos e nulos representam 8%, e outros 8% não sabem ou não responderam. Há um dado interessante quando se compara com a rodada anterior do mesmo instituto. Em levantamento divulgado em 26 de agosto, Vicentinho também aparecia numericamente à frente de Dorinha num segundo turno, naquela ocasião por 41% a 40%, igualmente em empate técnico.
E uma segunda votação muda a dinâmica da campanha. Restariam apenas dois candidatos ao Governo, os votos dados aos demais concorrentes voltariam à disputa e os debates passariam a concentrar o confronto entre os dois finalistas. O calendário do TSE prevê propaganda eleitoral gratuita e debates também no segundo turno.
Seria praticamente uma nova eleição.
NÃO SUBESTIMEM O ELEITOR
Talvez seja essa a principal mensagem que os números deixam para as campanhas.
O eleitor tocantinense de 2026 recebe informação por televisão, rádio, internet, WhatsApp e redes sociais. A campanha profissionalizou-se, os candidatos estão permanentemente expostos e pesquisas chegam em sequência. Mas o voto continua sendo secreto.
Quando o eleitor entra sozinho na cabine, não entra com prefeito, vereador, marqueteiro, coordenador de campanha ou instituto de pesquisa. Entra com suas próprias avaliações. É por isso que o Observatório Político de O Paralelo 13 insiste em olhar também para aquilo que acontece fora das bolhas políticas.
A URNA DARÁ A RESPOSTA

Dorinha aparece com 35%. Vicentinho, com 33%. Empate técnico.
Em eventual segundo turno, a ordem numérica se inverte: Vicentinho aparece com 43% e Dorinha com 41%. Essa é a fotografia do Real Time Big Data entre os dias 10 e 14 de setembro.
Nada além disso deve ser apresentado como certeza.
O que acontecerá até 4 de outubro dependerá da campanha, dos debates, do corpo a corpo, da capacidade de mobilização e, principalmente, da decisão individual de cada eleitor. O Observatório Político de O Paralelo 13 continuará acompanhando pesquisas nacionais e locais, comparando números e observando o movimento que acontece fora dos gabinetes e das estruturas partidárias.
Porque pesquisa pode orientar campanha, animar militância, provocar adversário e mudar a estratégia, mas quem decide a eleição ainda é o eleitor.
Taxa real brasileira passou de 9,30% ao ano, no levantamento de agosto, para 8,45% ao ano
COM FOLHAPRESS
Apesar do corte na taxa básica de juros (Selic) para 13,75% ao ano, o Brasil manteve a primeira posição no ranking mundial de juros reais (descontada a inflação).
A taxa real brasileira passou de 9,30% ao ano, no levantamento de agosto, para 8,45% ao ano, segundo ranking elaborado pelo Portal MoneYou e pela Lev Intelligence.
Nesta quarta (16), o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central cortou a taxa básica de 14% para 13,75% ao ano.
O Brasil possui juros reais mais elevados do que Rússia (6,79%), Colômbia (6,33%), Turquia (6,25%), México (3,08%), África do Sul (2,93%) e Argentina (2,69%), para citar os países de destaque no levantamento, que reúne 40 economias que possuem uma taxa média de 1,62% ao ano.
A taxa real é calculada pela combinação da inflação projetada para os próximos 12 meses (4,71%, via relatório Focus do Banco Central) e da taxa de juros a mercado no vencimento 12 meses à frente.
Em termos nominais, a taxa brasileira (13,75%) ocupa a quarta posição no ranking mundial, ficando abaixo de Turquia (37%), Argentina (29%) e Rússia (14%), mas acima de Colômbia (12%), África do Sul (7%) e México (6,50%) a média dos 40 países é de 5,47% ao ano.
Considerando uma amostra mais ampla, entre 164 países, 72,56% mantiveram os juros, 21,34% elevaram e 6,10% cortaram na última reunião dos seus bancos centrais.
A consultoria destaca que as perspectivas inflacionárias foram majoritariamente revisadas para cima pelo mercado nos países do ranking, criando uma série significativa de juros reais mais baixos e negativos, em meio ao cenário adverso e ainda em aberto com o conflito no Oriente Médio.
Candidata ao Governo defendeu a valorização de efetivos, contratados e comissionados e disse que pretende discutir plano de saúde e direitos dos profissionais com contratos temporários
Da Assessoria
O candidato a deputado federal Fábio Vaz (REP) participou, na noite desta terça-feira, 15, de um encontro que reuniu professores e outros profissionais da educação em apoio à candidatura da Professora Dorinha (UB) ao Governo do Tocantins. Durante o evento, Dorinha relacionou a execução de suas propostas para o setor à eleição de representantes comprometidos com a pauta e pediu votos para Fábio, ex-secretário de Estado da Educação.
Em seu discurso, Fábio afirmou que considera educadores todos os profissionais que trabalham no ambiente escolar e destacou sua ligação pessoal e profissional com a educação pública. Filho de professora e egresso da rede pública, o candidato disse que pretende levar ao Congresso Nacional um olhar voltado à realidade das escolas.
“É com muito orgulho e felicidade que faço parte dessa família de educadores. Para mim, todo mundo que está do muro para dentro da escola é educador. Temos os professores, que conduzem o trabalho pedagógico, e toda uma equipe que trabalha por uma educação melhor”, declarou.
Fábio também defendeu a eleição de representantes que conheçam as necessidades da comunidade escolar. “Aqui está um filho de professora, alguém que acredita na educação pública e que é fruto da educação pública. Precisamos ter representantes no Congresso Nacional com um olhar para dentro das escolas”, afirmou.

Na mesma fala, o candidato defendeu uma alteração na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para reduzir de 200 para 180 o número de dias letivos.
Em sua fala, Dorinha disse que pretende ampliar a valorização dos trabalhadores da área, independentemente do vínculo com o Estado. A candidata citou servidores efetivos, contratados e comissionados e afirmou que, no cotidiano das unidades de ensino, todos exercem funções essenciais para garantir a educação pública.
“No espaço da escola, não faz diferença se você é nomeado, contratado ou efetivo. O seu trabalho é tão importante para a garantia da educação”, declarou.
Dorinha também lembrou que assinou, ao lado de Fábio Vaz, uma carta de compromissos com a categoria e afirmou que pretende tratar do acesso ao plano de saúde e de outros direitos dos profissionais contratados.
A candidata reconheceu medidas adotadas pela atual gestão estadual, como a realização de concurso público após mais de uma década, e disse que pretende dar continuidade aos programas já em andamento. Entre as propostas mencionadas estão a retomada e ampliação do Salão do Livro e a criação de uma política estadual voltada à educação infantil, com apoio aos municípios para a construção de creches destinadas a crianças de zero a três anos.
Ao falar sobre a composição política necessária para executar as propostas, Dorinha pediu a eleição de Fábio Vaz para a Câmara dos Deputados e citou outros candidatos alinhados ao seu projeto.
Segundo ela, o apoio de representantes no Congresso Nacional será decisivo para viabilizar projetos e buscar recursos para a educação. “Seu Fábio, faça o favor de ganhar a eleição, porque eu preciso de ajuda e de recursos. Nós, da educação, sabemos fazer, sabemos cuidar e vamos trabalhar por todos os tocantinenses”, declarou.
Apoios à candidatura de Fábio Vaz

O candidato a vice-governador Atos Gomes (REP) destacou a passagem de Fábio Vaz pela Secretaria de Estado da Educação e declarou apoio à sua candidatura. “Fábio, você é meu amigo, meu irmão e meu deputado. Parabéns por todo o trabalho que você fez na educação. A educação tem a oportunidade de eleger esse grande homem, que foi prefeito, fez muito pela área e vai ajudar a professora Dorinha”, afirmou.
O candidato ao Senado Eli Borges (REP) também defendeu o nome de Fábio para a Câmara Federal. Ao citar a convivência entre os dois durante a campanha, classificou o candidato como um parceiro presente e afirmou que, em sua avaliação, Fábio foi “o melhor secretário da Educação”.
O governador Wanderlei Barbosa (REP) pediu votos para Fábio Vaz, número 1020, e atribuiu à gestão do ex-secretário parte dos resultados alcançados pelo Estado na alfabetização. Segundo Wanderlei, o percentual de crianças alfabetizadas na idade certa saiu de 14% e superou 60% no ano passado.
“Na educação, eu tenho muito trabalho que fiz, e um secretário me deu tranquilidade para trabalhar. Por isso, peço à educação do nosso estado o voto no professor Fábio Vaz, número 1020. Esse é o meu candidato”, declarou o governador.
O encontro foi encerrado com Dorinha agradecendo a mobilização dos profissionais. A candidata afirmou que aquela foi uma das noites mais marcantes de sua campanha e disse assumir a responsabilidade de corresponder à confiança recebida.