Os 15 novos juízes e juízas substitutos(as) do Poder Judiciário do Tocantins posam para foto oficial após a solenidade de posse coletiva, realizada no Tribunal Pleno. Vestidos com toga, os novos magistrados estão dispostos em duas fileiras no plenário do TJTO.

 

 

Por Neuracy Viana 

Fotos: Elias Oliveira e Lucas Nascimento

 

Quinze trajetórias diferentes e, a partir de agora, uma mesma missão: “fazer a diferença na vida das pessoas por meio da Justiça”. A mensagem marcou a posse coletiva de 15 novos juízes e juízas substitutos, nesta terça-feira (15/9), no Tribunal de Justiça, em Palmas. A solenidade representa a chegada de uma nova geração à magistratura tocantinense, após a conclusão do VI Concurso Público para o cargo de juiz substituto.

 

Ao receber os novos integrantes da magistratura, a presidente do TJTO, desembargadora Maysa Vendramini Rosal, destacou a dimensão humana da função que eles passam a exercer. Em sua mensagem, a desembargadora ressaltou que o exercício da magistratura exige preparo, responsabilidade e, sobretudo, capacidade de compreender a realidade humana que chega ao Judiciário.

 

 

“A Justiça precisa de conhecimento técnico, equilíbrio e firmeza. Mas precisa também de sensibilidade e humanidade.”

 

A presidente reforçou ainda que processos judiciais não podem ser vistos apenas como números, documentos ou demandas jurídicas. “Porque, por trás de cada processo, existe uma vida e a esperança de quem enxerga no Poder Judiciário o caminho para a solução do seu conflito.”

 

Compromisso e toga

Um dos momentos mais simbólicos da solenidade ocorreu durante o compromisso regimental. Em nome dos novos magistrados, Gabriela Lopes Cirelli conduziu o juramento, acompanhado pelos demais empossados.

 

“Por minha honra e pela Pátria, prometo cumprir com exatidão, dignidade e escrúpulo os deveres inerentes ao cargo de juiz substituto do Poder Judiciário do Estado do Tocantins, cumprindo a Constituição e as leis.”

 

O compromisso dos 15 novos magistrados marcou, de forma solene, a passagem da condição de aprovados no concurso para a responsabilidade inerente ao exercício da magistratura.

 

Depois do juramento, outro momento trouxe emoção à cerimônia. Chamados um a um, os novos juízes e juízas assinaram os termos de posse e exercício e receberam de seus familiares a toga que usarão na magistratura.

 

Nesse instante, a toga, símbolo da função, ganhou um significado ainda mais especial: chegou pelas mãos de quem acompanhou de perto anos de estudo, escolhas, renúncias e expectativas até a conquista de uma vaga na magistratura.

 

Cumpridas as formalidades legais e regimentais, a presidente do TJTO declarou oficialmente empossados os 15 novos juízes e juízas substitutos.

Nova missão

Ao falar em nome dos novos magistrados e magistradas, o juiz Lucas Chaves de Andrade Passo, primeiro colocado no concurso, destacou que a posse encerra o ciclo de preparação e abre uma etapa marcada pela responsabilidade de colocar o conhecimento a serviço das pessoas.

 

“A partir de hoje, deixam de existir os candidatos e surgem os magistrados. O conhecimento que acumulamos ao longo desses anos deixa de servir às provas e passa a servir às pessoas. Cada processo que chegar às nossas mãos representará uma vida, uma família, uma liberdade, uma esperança.”

 

Lucas também ressaltou que a toga simboliza uma responsabilidade que deve aproximar o magistrado da realidade de quem procura o Judiciário. “A toga que hoje passamos a vestir não pode nos afastar da realidade daqueles que buscam Justiça. Ao contrário, deve constantemente nos recordar da responsabilidade que assumimos perante cada cidadão que bater às portas do Poder Judiciário.”

Sonhos e pertencimento

Decano do TJTO e diretor-geral da Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), o desembargador Marco Villas Boas resgatou a história da construção do Estado e da Justiça tocantinense para falar aos novos juízes sobre pertencimento, sonhos e compromisso com o futuro do Tocantins.

 

“Eu sei que cada um de vocês traz um sonho, tem expectativas e quer comungar conosco dessa jornada, dessa caminhada. É o resgate do sonho de todos nós, os sonhos da primeira hora, que nos alentaram, que nos trouxeram ânimo para seguir a nossa jornada e cumprir a nossa missão.”

 

Ao celebrar a chegada dos novos magistrados, completou: “Começamos agora um novo ciclo. Todos nós precisamos voltar a sonhar. Acho que este é um momento de resgate de sonhos e de sonhar com um Tocantins cada dia melhor e mais justo.”

 

O corregedor-geral da Justiça, desembargador Pedro Nelson de Miranda Coutinho, aconselhou os novos magistrados a exercerem a autoridade com equilíbrio, respeito e serenidade.

 

“O cargo pode dar autoridade formal, mas respeito é outra coisa. Respeito não se impõe, respeito se conquista. Educação e gentileza geram gentileza”, afirmou.

 

O desembargador também chamou a atenção para a maturidade necessária diante das decisões e das situações difíceis próprias da magistratura. Para ele, o magistrado deve atuar com discrição e deixar que o trabalho ocupe o primeiro plano. O corregedor reforçou ainda que os novos juízes encontrarão na Corregedoria um espaço de apoio e orientação ao longo da trajetória profissional.

 

Presidente da Comissão de Seleção e Concurso do TJTO, o desembargador Eurípedes Lamounier relembrou a trajetória dos novos magistrados ao longo das etapas do certame e, desta vez, trocou o desejo de “boa prova” pelas boas-vindas à carreira.

 

“Hoje, com muita honra, quero desejar a vocês boas-vindas à magistratura tocantinense. Vocês são fruto daquela luta diuturna da comissão do concurso e da banca examinadora.”

 

Ao saudar os novos magistrados, o presidente da Associação dos Magistrados do Estado do Tocantins (Asmeto), juiz Allan Martins Ferreira, destacou o significado da renovação da magistratura e lembrou que, por trás de cada processo, há pessoas que depositam na Justiça a esperança por uma resposta.

 

“Não permitam que a rotina transforme pessoas em números. Sejam produtivos, porque a sociedade tem direito a uma Justiça célere, mas jamais permitam que a velocidade substitua a reflexão. Justiça rápida é importante; Justiça justa é indispensável. Escutem. A escuta não diminui a autoridade do magistrado. Ao contrário, quem ouve melhor decide melhor.”

 

Allan Martins também apresentou a atuação da Asmeto e colocou a associação à disposição dos novos magistrados.

 

Presenças

A solenidade reuniu desembargadores e desembargadoras, magistrados e magistradas, representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além de integrantes de instituições do Sistema de Justiça, autoridades estaduais e municipais, servidores, familiares e convidados dos novos juízes e juízas.

 

Quem são os(as) novos(as) magistrados(as) tocantinenses

Lucas Chaves de Andrade Passo
Natural de Natural de Salvador (BA);
Idade: 28 anos;
Formação: Direito, pela Universidade de Brasília (UnB), em 2020;
Atuação anterior: analista judiciário — STJ.

 

Gabriela Lopes Cirelli
Natural de Ribeirão Claro (PR);
Idade: 35 anos;
Formação: Direito, pela Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), em 2014;
Atuação anterior: procuradora jurídica da Câmara Municipal de Cambará — PR.

 

João Vitor Ribeiro Barbosa
Natural de Minaçu (GO);
Idade: 29 anos;
Formação: Direito, pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), em 2020;
Atuação anterior: assessor jurídico — 1º grau (TJGO).

 

Vanessa Cristina Dal Bosco
Natural de Toledo (PR);
Idade: 31 anos;
Formação: Direito, pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 2018
Atuação anterior: assessora de desembargador — TJPR.

 

Homem em pé, em primeiro plano, sorrindo para a câmera, vestindo toga preta com cordões brancos, camisa branca e gravata azul-escura. Mantém as mãos unidas à frente do corpo. Ao fundo, aparecem fileiras de cadeiras do plenário e algumas pessoas. A fotografia, em formato vertical, destaca o magistrado ao centro da imagem.

Jáder Melquíades de Araújo
Natural de João Pessoa (PB);
Idade: 34 anos;
Formação: Direito, pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em 2014.
Atuação anterior: delegado da Polícia Federal (PE)

 

Homem em pé, em primeiro plano, olhando para a câmera, vestindo toga preta com cordões brancos, camisa branca, gravata azul e óculos de armação escura. Ao fundo, aparecem o plenário, com fileiras de cadeiras, e algumas pessoas. A fotografia, em formato vertical, destaca o magistrado ao centro da imagem.

Pedro Henrique Fernandes Barros
Natural de Goiânia (GO);
Idade: 32 anos;
Formação: Direito, pela Universidade de Brasília (UNB), em 2016;
Atuação anterior: magistrado (TJAM).

 

Homem em pé, em primeiro plano, sorrindo para a câmera, vestindo toga preta com cordões brancos, camisa branca, gravata listrada em azul e vermelho e óculos. Ao fundo, aparecem fileiras de cadeiras do plenário e algumas pessoas. A fotografia, em formato vertical, destaca o magistrado ao centro da imagem.

João Gabriel Fumian Novis de Souza
Natural de Muriaé (MG);
Idade: 36 anos;
Formação: Direito, pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), em 2019.
Atuação anterior: magistrado (TJAM).

 

Homem em pé, em primeiro plano, olhando para a câmera, vestindo toga preta com cordões brancos, camisa branca e gravata em tom vermelho. Mantém as mãos unidas à frente do corpo. Ao fundo, aparece o plenário, com fileiras de cadeiras. A fotografia, em formato vertical, destaca o magistrado ao centro da imagem.

Israel Andrade Alves
Natural de Belo Horizonte (MG);
Idade: 39 anos;
Formação: Direito, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas (PUC - Minas), em 2011.
Atuação anterior: delegado da Polícia Civil - Palmas (TO).

 

Mulher em pé, em primeiro plano, sorrindo para a câmera, vestindo toga preta com cordões brancos e blusa em tom vermelho. Usa brincos e colar com detalhes verdes. Ao fundo, aparece o plenário, com fileiras de cadeiras. A fotografia, em formato vertical, destaca a magistrada ao centro da imagem.

Paula Carvalho Coutinho
Natural do Rio de Janeiro (RJ);
Idade: 38 anos;
Formação: Direito, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC- Rio), em 2011;
Atuação anterior: advogada (RJ).

 

Mulher em pé, em primeiro plano, sorrindo para a câmera, vestindo toga preta com cordões brancos e blusa vermelha. Usa brincos dourados e mantém as mãos unidas à frente do corpo. Ao fundo, aparecem fileiras de cadeiras do plenário e algumas pessoas. A fotografia, em formato vertical, destaca a magistrada ao centro da imagem.

Ivie Sampaio Pires
Natural de Nova Iguaçu (RJ);
Idade: 36 anos;
Formação: Direito, pela Faculdade Nacional de Direito (UFRJ), em 2014;
Atuação anterior: advogada (RS).

 

Homem em pé, em primeiro plano, sorrindo para a câmera, vestindo toga preta com cordões brancos, camisa branca, gravata cinza e óculos de armação escura. Ao fundo, aparece o plenário, com fileiras de cadeiras. A fotografia, em formato vertical, destaca o magistrado ao centro da imagem.

Wander Filho Nunes de Resende
Natural de Araguaína (TO);
Idade: 30 anos;
Formação: Direito, pelo Centro Universitário Tocantinense Presidente Antônio Carlos (Unitepac – Araguaína), em 2018.
Atuação anterior: advogado — PA/TO/SP.

 

Homem em pé, em primeiro plano, sorrindo para a câmera, vestindo toga preta com cordões brancos, camisa branca, gravata cinza e óculos. Ao fundo, aparece o plenário, com fileiras de cadeiras. A fotografia, em formato vertical, destaca o magistrado ao centro da imagem.

Keverson Jannio Alves e Silva
Natural de Ouvidor (GO);
Idade: 31 anos;
Formação: Direito, pelo Centro de Ensino Superior de Catalão (Cesuc), em 2018;
Atuação anterior: Juiz leigo - Comarca Catalão — TJGO.

 

Homem em pé, em primeiro plano, olhando para a câmera, vestindo toga preta com cordões brancos, camisa branca e gravata vermelha. Ao fundo, aparece o plenário, com fileiras de cadeiras. A fotografia, em formato vertical, destaca o magistrado ao centro da imagem.

Wiliam Silva Leopoldino Resende
Natural de São Paulo (SP);
Idade: 41 anos;
Formação: Direito, pela Universidade Cidade de São Paulo (UNICID), em 2012;
Atuação anterior: assistente magistrado — TRT3/MG.

 

Homem em pé, em primeiro plano, sorrindo para a câmera, vestindo toga preta com cordões brancos, camisa branca e gravata escura. Ao fundo, aparecem o plenário, com fileiras de cadeiras, e algumas pessoas. A fotografia, em formato vertical, destaca o magistrado ao centro da imagem.

Mikael de Oliveira Waiss
Natural de Ourinhos (SP);
Idade: 31 anos;
Formação: Direito, pela Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), em 2020;
Atuação anterior: analista judiciário (TJMT).

 

Homem em pé, em primeiro plano, sorrindo para a câmera, vestindo toga preta com cordões brancos, camisa branca e gravata estampada em tons de azul e laranja. Ao fundo, aparecem o plenário, com fileiras de cadeiras, e algumas pessoas. A fotografia, em formato vertical, destaca o magistrado ao centro da imagem.

Marco Aurélio Benevenuto Kromberg
Natural de Rondonópolis (MT);
Idade: 31 anos;
Formação: Direito, formado pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Sobral Pinto (FAIESP), em 2014;
Atuação anterior: oficial de Justiça — Rondonópolis (MT).

 

 

Posted On Quarta, 16 Setembro 2026 05:34 Escrito por

Guto Zacarias (MBL-SP) afirmou que o julgamento “deu em pizza” e Nikolas Ferreira (PL-MG) questionou se o caso terminaria da mesma forma

 

 

Com Estadão Conteúdo

 

 

Candidatos e nomes ligados à direita recorreram à expressão “pizza” nesta terça-feira, 15, para reagir ao encerramento da sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF) após pedido de vista de Flávio Dino. Renan Santos (Missão) classificou o resultado como uma “pizza horrorosa”. Guto Zacarias (MBL-SP) afirmou que o julgamento “deu em pizza” e Nikolas Ferreira (PL-MG) questionou se o caso terminaria da mesma forma.

 

O STF encerrou a sessão desta terça-feira sem decidir sobre o mérito do pedido de investigação envolvendo Alexandre de Moraes. Antes do pedido de vista de Flávio Dino, o placar estava em 4 a 3 contra a questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes, que propôs analisar conjuntamente o caso de Moraes e a ação sobre André Mendonça, além de redistribuir a relatoria. Dino havia votado a favor da proposta, o que levaria o placar a 4 a 4, mas seu voto deixou de ser contabilizado após o pedido de vista. Com isso, o julgamento foi suspenso.

 

“Que pizza horrorosa. Isso aqui virou um não país”, escreveu Renan no X. Depois, o candidato à Presidência abriu uma transmissão no YouTube ao lado de Kim Kataguiri (Missão), candidato a deputado federal, e os dois iniciaram a live comendo pizza enquanto comentavam a sessão.

Guto Zacarias, candidato a deputado federal pelo MBL-SP, também associou diretamente o pedido de vista ao desfecho que criticava “Deu em pizza: Flávio Dino pede vista do julgamento”, escreveu no X.

Na mesma publicação, Zacarias acusou Dino de pedir vista para “sentar em cima do processo e salvar Moraes da investigação”.

 

Nikolas Ferreira também utilizou a expressão em vídeo publicado no X. Após criticar a condução da sessão e integrantes do Supremo, questionou: “O que que vai acontecer? Vai dar pizza isso mesmo?”

O deputado afirmou que sua “paciência acabou” depois de seis horas de sessão e dirigiu ataques a Moraes, Dino, Gilmar Mendes e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.

 

Ronaldo Caiado (PSD), candidato à Presidência, não usou a expressão “pizza”, mas também fez uma avaliação negativa do julgamento. “A sessão no STF expôs o limite do insustentável, e não podemos nos calar diante do que vimos hoje. O bate-boca entre ministros e o espetáculo degradante constrangem o País”, escreveu no X.

 

Caiado afirmou ainda que a Corte teria perdido o rumo e disse que o País não poderia continuar “refém da instabilidade”. “O Brasil precisa e vai voltar a ter ordem”, declarou.

 

 

 

 

Posted On Quarta, 16 Setembro 2026 05:17 Escrito por

Em sabatina na TV Anhanguera, candidata disse que unidade será prioridade em 2027, citou Hospital da Mulher, Gurupi e maternidade de Araguatins

 

 

Texto: Jéssica Sá

 

 

A candidata ao Governo do Tocantins, Professora Dorinha (União Brasil), afirmou nesta terça-feira, 15, durante sabatina no Jornal Anhanguera 1ª Edição, que pretende concentrar esforços nos primeiros 100 dias de governo para concluir e colocar em funcionamento o Hospital Geral de Araguaína.

 

“O Hospital de Araguaína. Nós vamos colocar todo esforço para que ele seja concluído e entregue à população. Esse é um compromisso da Professora Dorinha”, afirmou durante entrevista conduzida por Thiago Rogeh e Jocyelma Santana. A TV Anhanguera mantém uma série de entrevistas com candidatos ao governo no Jornal Anhanguera 1ª Edição.

 

 

Dorinha disse que a unidade terá prioridade e a expectativa é que a obra encerre 2026 próxima de 90% de conclusão, o que permitiria finalizar, equipar e iniciar o funcionamento em 2027.

 

A candidata também citou outros projetos previstos para a rede estadual, entre eles o Hospital da Mulher e Maternidade, em Palmas, o Hospital Geral de Gurupi e uma nova maternidade em Araguatins.

 

“Em Araguaína é terminar, equipar e colocar em funcionamento. Vejo plenamente possível a entrega em 2027”, afirmou.

 

Na entrevista, Dorinha disse ainda que pretende ampliar a regionalização da saúde e buscar modelos de atendimento já adotados em outros estados. Segundo ela, a equipe já acompanha experiências que possam ser adaptadas ao Tocantins antes mesmo do início de uma eventual gestão.

 

Confira a entrevista na íntegra aqui: https://g1.globo.com/to/tocantins/eleicoes/2026/noticia/2026/09/15/dorinha-promete-concluir-hospital-de-araguaina-em-100-dias-e-ampliar-acoes-em-saude-e-combate-a-violencia-contra-mulher.ghtml.

 

 

 

Posted On Terça, 15 Setembro 2026 16:10 Escrito por

Decisão aponta promoção eleitoral no “Emendômetro”, confirma retirada do outdoor e envia caso ao Ministério Público

 

 

Da Assessoria

 

 

A Justiça Eleitoral julgou procedente representação contra a prefeita de Gurupi, Josi Nunes, e a candidata ao Governo do Tocantins Professora Dorinha por propaganda eleitoral irregular por meio de outdoor. Josi foi multada em R$ 10 mil e Dorinha em R$ 5 mil. A decisão também determinou o envio de cópia integral do processo à Promotoria de Justiça de Gurupi para apuração de eventuais atos de improbidade administrativa.

 

A representação foi apresentada pela Coligação Pra Cima Tocantins após a instalação, em Gurupi, do outdoor denominado “Emendômetro”, que apresentava um ranking de parlamentares conforme os recursos destinados ao município entre 2021 e 2026. Dorinha aparecia em primeiro lugar, com R$ 85 milhões, e recebia destaque visual diferenciado no painel.

 

Justiça aponta promoção eleitoral

 

Ao analisar a peça, o juiz Roniclay Alves de Morais afastou o argumento de que se tratava apenas de prestação de contas da gestão municipal. Segundo a decisão, o destaque dado a Dorinha e a aliados criou uma “clara hierarquia estética”, direcionada a induzir no eleitorado uma percepção de superioridade e merecimento político. O magistrado também considerou que a divulgação ocorreu em setembro, durante o período oficial da campanha.

 

A Justiça também rejeitou a alegação da defesa de Dorinha de que ela desconhecia previamente a instalação do outdoor. A decisão registra que a candidata participou do lançamento do “Emendômetro” e declarou publicamente que estaria “lá em cima no placar”. Para o magistrado, as circunstâncias demonstraram prévio conhecimento e consentimento com a veiculação.

 

Multas e apuração pelo Ministério Público

 

Em relação a Josi Nunes, a decisão aponta que a prefeita foi autora e contratante direta da publicidade e utilizou a estrutura e a logomarca de seu cargo para conferir ao painel aparência de ato oficial. A multa foi fixada em R$ 10 mil. Dorinha, considerada beneficiária direta da promoção, foi multada em R$ 5 mil.

 

Além das multas, o juiz determinou o encaminhamento de cópia integral dos autos à Promotoria de Justiça de Gurupi para apuração, em procedimento próprio, de eventuais atos de improbidade administrativa, desvio de finalidade ou uso indevido da estrutura pública municipal relacionados ao caso.

 

A decisão ainda confirmou definitivamente a ordem de retirada do outdoor e determinou que a peça não volte a ser veiculada. A publicidade já havia sido removida após liminar concedida pela Justiça Eleitoral.

 

 

 

Posted On Terça, 15 Setembro 2026 15:10 Escrito por

Da Assessoria

 

 

A gestão do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) chega à reta final do mandato com aprovação de 80,3% entre os tocantinenses, conforme levantamento do Instituto Paraná Pesquisas contratado pela Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (FIETO) e divulgado nesta terça-feira, 15. O resultado ocorre a pouco mais de três meses do encerramento do atual governo e reforça a avaliação positiva da administração estadual.

 

Wanderlei Barbosa destacou que o índice representa o reconhecimento da população ao trabalho desenvolvido ao longo da gestão e aos resultados alcançados em diferentes áreas da administração pública. Presidente do Republicanos no Tocantins, o governador afirma que a avaliação também aumenta a responsabilidade do governo nesta etapa final do mandato.

 

 

 

“Recebo como reconhecimento ao trabalho que estamos realizando no Tocantins. Desde o início da gestão, nossa prioridade foi colocar o Estado para avançar, com investimentos, organização das contas públicas e ações que chegassem à população. Temos avanços na saúde, na educação, na infraestrutura, na segurança e no desenvolvimento econômico, mas ainda temos muito trabalho pela frente até o último dia do mandato”, afirmou Wanderlei Barbosa.

 

Dados da Pesquisa

 

As entrevistas foram realizadas entre os dias 12 e 14 de setembro. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem estimada de erro de aproximadamente 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número TO-08578/2026, para os cargos de governador e senador, e BR-05143/2026, para presidente da República.

 

 

 

Posted On Terça, 15 Setembro 2026 13:57 Escrito por
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