Governador também acompanhou o secretário da Saúde, Carlos Felinto, em visita às obras do Hospital-Geral de Araguaína
Por Kaio Costa
O governador Wanderlei Barbosa entregou mais 18 leitos clínicos e um novo espaço para o serviço de hemodiálise, no Hospital Regional de Araguaína (HRA), na manhã desta segunda-feira, 19. Os leitos entregues ficarão disponíveis para o atendimento aos pacientes de cirurgias eletivas. Apenas em janeiro, o HRA realizou mais de 80 procedimentos eletivos.
“A saúde continua sendo um grande desafio para nós, pois nada é mais importante que cuidar da vida. Os pacientes que precisavam sair do HRA para fazer uma hemodiálise, agora, terão o conforto de fazer na unidade e, daqui 15 dias, iremos inaugurar uma nova ala no hospital, destinada ao Savis [Serviço de Atenção Especializada às Pessoas em Situação de Violência Sexual]. Gostaria de agradecer aos deputados estaduais que nos acompanham e têm nos ajudado nesse cuidado com as pessoas do nosso Tocantins", destacou o governador Wanderlei Barbosa.
“Os novos leitos são destinados apenas para cirurgias limpas, o que diminuirá o risco de infecções cruzadas”, garantiu a diretora do HRA, Cristiane Costa Uchôa - Crédito: Esequias Araujo/Governo do Tocantins
O espaço para o serviço de hemodiálise é exclusivo para pacientes já internados no HRA. A obra entregue fará diferença na assistência aos mais de 686.553 moradores da região de saúde Médio Norte Araguaia, que passará a ter 246 leitos clínicos, além dos 20 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A nova ala conta também com 10 poltronas denominadas Hospital Dia, para atendimentos a casos leves em que os pacientes precisam apenas de medicações rápidas, seguidas de alta hospitalar. A ala é o espaço onde funcionava a Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), transferida para um prédio individual, em maio de 2023, quando o Governo do Tocantins inaugurou o novo prédio.
O secretário de Estado da Saúde (SES), Carlos Felinto, reforçou que os novos leitos proporcionarão mais conforto aos pacientes e permitirão um maior fluxo de cirurgias eletivas. “Além dos novos leitos, estamos finalizando o serviço de atenção às vítimas de violência sexual e inaugurando um novo espaço para hemodiálise. O objetivo é garantir um atendimento completo e de qualidade para todos os pacientes da nossa unidade. É o Tocantins sendo cuidado da melhor forma possível pelo governador Wanderlei Barbosa. Estamos trabalhando para proporcionar uma saúde de excelência para todos os nossos cidadãos”, afirmou.
“ O objetivo é garantir um atendimento completo e de qualidade para todos os pacientes da nossa unidade”, pontuou o secretário de saúde, Carlos Felinto
“A inauguração desses 18 novos leitos é de extrema importância para a região norte do Estado, especialmente para Araguaína. Antes, não tínhamos leitos dedicados exclusivamente para cirurgias eletivas, o que resultava em cirurgias sendo realizadas em diferentes áreas da unidade. Agora, com essa nova área, podemos atender os pacientes de forma mais organizada e específica, o que contribuirá para a redução da fila de espera. Além disso, os novos leitos são destinados apenas para cirurgias limpas, o que diminui o risco de infecções cruzadas. Isso também proporcionará mais tranquilidade e foco para os profissionais, que poderão oferecer um cuidado mais humanizado e acolhedor aos pacientes das cirurgias eletivas”, acrescentou a diretora-geral do HRA, Cristiane Costa Uchôa.
Modernização
O governador Wanderlei Barbosa também entregou, para a equipe administrativa do HRA, 20 novos computadores, com o objetivo de melhorar os processos de trabalho das equipes, o que reflete na assistência aos pacientes por dar mais agilidade aos trâmites administrativos. O enfermeiro Tiago Pereira, de 34 anos, trabalha há um ano na unidade e reconhece que essas entregas auxiliarão no melhor desenvolvimento do seu trabalho. “A entrega desses leitos gera uma melhoria no nosso trabalho e na recepção de pacientes de cirurgias eletivas, já que auxiliará diretamente na fluidez da fila devido à alta rotatividade. Essa melhoria não é percebida só pela equipe técnica, mas é perceptível a satisfação dos pacientes”, pontuou Tiago, ao reforçar que o objetivo é dar celeridade ao processo da fila das cirurgias eletivas na região.
“A saúde continua sendo um grande desafio para nós, porque cuidar de uma vida não é como cuidar de uma estrada, pois merece uma atenção muito maior”, disse o governador Wanderlei Barbosa - Crédito: Esequias Araujo/Governo do Tocantins
Essa satisfação é citada pela paciente Samanta Pereira dos Santos, de 28 anos. A jovem reside em Goiatins, município a 155 km de Araguaína, é paraplégica e venceu a luta contra um câncer de coluna, e está sempre utilizando os serviços do HRA. Ela já está internada na nova ala, em um dos novos leitos, em processo pré-operatório. “Os novos leitos são ótimos, confortáveis e é bom não precisar esperar muito”, comentou Samanta, que irá retirar a vesícula e trocar a colostomia de lugar. “Quando fui ao médico, ele disse que ia demorar mais ou menos 45 dias depois que eu já tinha feito os exames, mas eu fui chamada antes”, concluiu a paciente que estava na fila de cirurgias eletivas.
Hospital Geral de Araguaína
O governador Wanderlei Barbosa fez uma visita técnica às obras do Hospital-Geral de Araguaína, que já está com 61% de suas obras concluídas e tem previsão de entrega para 2025. Com investimento de R$ 287 milhões, a nova unidade contará com 400 leitos, sendo 120 para clínica médica, 87 para cirurgia, 70 para ortopedia, 11 para psiquiatria, dois para obstetrícia, dois para pediatria, 28 para especialidades diversas, 60 para Unidades de Terapia Intensiva e 20 para Unidades de Cuidado Intermediário.
“Estamos empenhando todos os nossos esforços para que essa obra seja entregue até dezembro do ano que vem. Já notificamos a empresa contratada para que os serviços sejam executados da forma mais célere possível. Esse é o compromisso do nosso governo com a população de Araguaína e de toda a região atendida”, concluiu o Governador.
Israel declara Lula como 'persona non grata' e convoca embaixador do Brasil
Com Agências
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) azedou ainda mais as relações com Israel e com a comunidade judaica ao comparar a ação militar israelense na Faixa de Gaza ao Holocausto, quando os nazistas mataram cerca de seis milhões de judeus, além de ciganos, homossexuais e diversos grupos vistos como inferiores. “O que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu: quando o Hitler resolveu matar os judeus”, disse Lula em Adis Abeba, na Etiópia, onde participou dias da 37ª Cúpula da União Africana. Ele também criticou a interrupção do financiamento por parte de países ricos à Agência da ONU para Refugiados (UNRWA), após acusações de que o órgão estaria colaborando com o grupo terrorista Hamas, responsável pelos ataques de 7 de outubro. (g1)
A comparação provocou uma onda de reações. Nas redes sociais, o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, disse que as declarações são “vergonhosas e graves” e acusou Lula de “cruzar uma linha vermelha” e contribuir para “banalizar o Holocausto”. Netanyahu disse que chamará o embaixador brasileiro no país “para uma dura conversa de repreensão”. O presidente de Israel, Isaac Herzog, fez questão de postar, em português, uma crítica ao brasileiro, classificando a fala como “distorção imoral da História”. Herzog pediu à comunidade internacional uma “condenação inequívoca” de Lula. (Globo)
Já o Hamas usou o Telegram para dizer que Lula fez uma “descrição precisa” sobre o que se passa com o povo palestino e “revela a grandeza do crime sionista cometido com cobertura e apoio aberto do governo norte-americano” (Poder 360).
Progressistas judeus no Brasil que apoiaram Lula na eleição contra Jair Bolsonaro também o criticaram. O coletivo Judeus pela Democracia reclamou que o presidente reforça a ideia de que “os judeus de hoje são os nazistas do passado”. Já a Confederação Israelita do Brasil (Conib) divulgou nota acusando o presidente brasileiro de ofender “a memória das vítimas do Holocausto e de seus descendentes” (Meio e CNN).
Guga Chacra: “Crimes de guerra claramente têm sido cometidos pelas forças israelenses na Faixa de Gaza. O presidente Lula, portanto, não estaria errado se questionasse e criticasse Israel por essas ações militares. Mas erra de maneira gravíssima ao comparar ao Holocausto. Nenhum líder do mundo árabe fez comparação similar até este momento para dar uma dimensão da gravidade. Essa declaração do governante brasileiro pode sim ser vista como antissemita.” (Globo)
Israel convoca o embaixador do Brasil
Netanyahu diz que Lula 'cruzou linha vermelha'. A Confederação Israelita do Brasil (Conib) também reagiu e chamou as declarações do presidente brasileiro de infundadas: 'distorção perversa da realidade'.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que vai convocar o embaixador brasileiro para "uma dura conversa de repreensão", após a fala do presidente Lula que comparou a guerra em Gaza com o Holocausto nazista e ações de Hitler.
"As palavras do presidente do Brasil são vergonhosas e graves. Trata-se de banalizar o Holocausto e de tentar prejudicar o povo judeu e o direito de Israel se defender", disse Netanyahu, em uma publicação neste domingo (18) no X (antigo Twitter).
Da Assessoria
Na última quinta-feira (15), a Justiça Federal no Tocantins concedeu decisão liminar favorável ao Ministério Público Federal (MPF) para que rebanhos introduzidos indevidamente no Parque Estadual do Araguaía sejam apreendidos e entregues para comunidades indígenas que habitam fora da Ilha do Bananal, no Tocantins. O réu na ação terá 180 dias para, de forma voluntária, retirar todos os rebanhos e construções existentes no Parque Nacional do Araguaia, de sua propriedade. Caso o prazo não seja cumprido, a União, Funai e ICMBio terão 60 dias para apreender os rebanhos e demolir as edificações. A liminar é do juiz federal Adelmar Aires Pimenta, titular da 2ª Vara Federal de Palmas.
Segundo o MPF, autor da ação, em 2022, após uma operação conjunta do IBAMA, Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e Funai, foram encontradas quatro pessoas no interior da Ilha do Bananal, na área da etnia indígena Ava Canoeiro, que estavam cuidando do rebanho bovino de propriedade de um suposto pecuarista (réu na ação). Também haviam sido realizadas obras com a eliminação de vegetação nativa, sem a autorização dos órgãos competentes. O Parque Nacional do Araguaia é uma unidade de conservação de proteção integral.
“No caso sob análise, a demolição das edificações irregulares e a retirada do gado do interior do Parque Nacional do Araguaia se revelam urgentes e necessárias para regeneração da vegetação nativa, evitando-se a perpetuação do dano ambiental em área de proteção integral (perigo da demora)”, ressalta o juiz federal Adelmar Aires Pimenta.
Foi constatado ainda que o réu retirou madeiras de forma irregular no local, “usurpando e degradando recursos naturais que são integralmente protegidos pela legislação ambiental”. Ele alegou, em sua defesa, que instalou o retiro e levou o gado para a Ilha do Bananal com autorização de indígenas. De a acordo com a decisão, no relatório, apresentado pelo MPF, constam fotografias das edificações irregulares, “afastando qualquer dúvida sobre a ocorrência do fato noticiado na inicial. O requerido (suposto pecuarista e réu na ação) não tem permissão dos indígenas para exploração da área, tampouco licença dos órgãos ambientais competentes”.
Problema que existe há décadas na Ilha do Bananal
Na decisão, o magistrado lembra que na Justiça Federal, já foram propostas diversas ações com o objetivo de retirar pessoas que ocupam de forma irregular a Ilha do Bananal, bem como a retirada de gado do interior do local. Em 2008, “houve uma operação de dimensão extraordinária, envolvendo órgãos ambientais, indígenas, a União, a Polícia Federal para cumprimento de decisão judicial que determinou a retirada de todos os não-índios e semoventes do interior do Parque Nacional do Araguaia”, destacou, lamentando ainda que a conduta danosa vem se repetindo ao longo dos anos.
Ainda segundo o magistrado, as condutas ilegais de criação de gado continuam sendo registradas no interior do Parque Nacional do Araguaia, “causando danos irreversíveis ao meio ambiente com a introdução de animal que não integra a biodiversidade existente no ecossistema do Parque”. O problema, que existe há décadas, também atinge diretamente as diversas comunidades indígenas que habitam a região e áreas adjacentes. “Tramita nesta Vara Federal, inclusive, ação sobre índios isolados que estariam sendo atingidos pelo grave problema existente na região”, finalizou.
Em breve passagem no Senado antes de assumir a vaga como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino (PSB-MA) irá apresentar, nesta segunda-feira, 19, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) propondo o fim das aposentadorias compulsórias a juízes, promotores e militares que cometerem delitos graves. Ao invés disso, ele sugere a exclusão do serviço público
Por Levy Teles
O texto ainda buscará colher assinaturas. Ele precisa do apoio de 27 senadores, o que equivale a um terço de todos os 81 integrantes da Casa. “Não há razão para essa desigualdade de tratamento em relação aos demais servidores públicos que, por exemplo, praticam crimes como corrupção ou de gravidade similar”, diz Dino.
Em dissertação de mestrado, em 2001, Dino se opôs à demissão para juízes por ato administrativo. “Com isso, revogar-se-ia uma das mais importantes garantias da independência da magistratura — isto é, a vitaliciedade — que se diferencia da mera estabilidade exatamente por implicar a vedação de demissão por ato administrativo”, escreveu Dino. A PEC que criou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estabeleceu que a punição máxima aplicada pelo colegiado a um magistrado seria de aposentadoria compulsória com direito a continuar recebendo remuneração.
O agora senador deixou o ministério da Justiça no final de janeiro e voltou ao Senado Federal no começo de janeiro. Ele disse, dias antes do retorno, que apresentaria cinco propostas legislativas e faria discursos no plenário da Casa.
No plenário do Senado, Dino criticou ações para restringir poderes da Corte. Para ele, há “falsas soluções” sendo colocadas em debate, como a defesa de impeachment de ministros do STF. Um dos projetos apresentados por ele, por sua vez, visa proibir o acampamento de pessoas em quartéis.
O último ato de Dino no Senado será na próxima terça-feira, 20. Ele fará um discurso de despedida no plenário e se despedirá oficialmente da Casa na quarta-feira. “Semana cheia de emoções boas. E, como sempre, de muito trabalho”, afirma.
Dino assumirá o STF na próxima quinta-feira, 22. Ele herdará a relatoria de 344 processos que estavam no gabinete da ministra aposentada Rosa Weber. Entre eles, há investigações sobre o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, investigado pela Polícia Federal em operação baseada em reportagens do Estadão. Eles foram parceiros na Esplanada dos Ministérios.
Uso de medicamentos sem a orientação correta pode agravar a doença
Por Dayana Nascimento
Para garantir que a população esteja esclarecida sobre os cuidados corretos dos pacientes, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) chama atenção para os riscos da automedicação que pode evoluir para forma mais grave da doença da dengue, a hemorrágica.
A dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus de evolução benigna, na maioria dos casos e seu principal vetor é o mosquito Aedes aegypti. O vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. A infecção por um deles dá proteção permanente para o mesmo sorotipo e imunidade parcial e temporária contra os outros três.
Os sintomas do Dengue podem ser febre alta, de início abrupto, seguido de dor de cabeça, dor muscular, prostração (abatimento, cansaço), artralgia (dor nas articulações), perda do apetite, dor retroorbital (dor atrás dos olhos), náuseas, vômitos, manchas vermelhas pelo corpo, coceira na pele, podendo afetar crianças e adultos e a maioria dos pacientes evoluem para a cura. Mas sem os devidos cuidados o paciente pode evoluir com sinais de alarme como dor abdominal intensa, vômitos persistentes e sangramentos ou para a forma grave da doença, com sangramento grave e ocasionalmente choque, podendo levar à morte.
Segundo o médico especialista em Medicina de Família e Comunidade da Diretoria de Atenção Primária/ SES- TO, Diego de Abreu Noleto "a pessoa com suspeita de dengue não deve se automedicar, pois há medicamentos que acarretam a piora do quadro, como os salicilatos e anti-inflamatórios não hormonais".
"Apesar de não existir medicação e tratamento específico, a dengue é uma doença dinâmica, podendo evoluir para a remissão dos sintomas ou agravamento do quadro, e, portanto, necessita de seguimento adequado. Dessa forma, diante da suspeita de dengue deve-se priorizar a hidratação e imediatamente procurar acompanhamento médico em uma Unidade Básica de Saúde, já nos primeiros sintomas, assim a doença pode ser diagnosticada e o paciente ser orientado quanto aos cuidados que ele deve ter para o tratamento da doença”, acrescentou o especialista.
No Tocantins, segundo dados epidemiológicos divulgados pela SES-TO, na sexta-feira, 16, houve um aumento de 107,2% no número de casos prováveis, considerando o mesmo período de 2023, passando de 622 para 1.289 casos em 2024.
Ações da SES-TO
Para o enfrentamento à doença a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) não mede esforços no controle de arboviroses com monitoramento constante da situação epidemiológica dos 139 municípios, elaboração e divulgação de boletins epidemiológicos semanalmente, divulgação de alerta aos municípios para a intensificação das atividades de prevenção e controle, videoconferências semanais com as equipes dos municípios em situação de alerta para organização dos serviços e discussão das atividades de prevenção e controle do mosquito, curso de atualização em vigilância, diagnóstico e manejo clínico das arboviroses para os profissionais da saúde que atuam na rede de atenção à saúde e capacitações de controle químico para os Agentes de Combate às Endemias.
Prevenção
Prevenir é a melhor forma de evitar a dengue, além da Zika e chikungunya, que também são transmitidas pelo mesmo mosquito. A maior parte dos focos está nos domicílios, por isso a participação da população é tão importante para o enfrentamento à doença. Entre elas:
Não deixar água parada, eliminando os locais onde o mosquito nasce e se desenvolve, evitando desta forma a proliferação; Não acumular água em pratos de vasos de plantas. Colocar areia fina até a borda do pratinho; Não juntar vasilhas e utensílios que possam acumular água (tampinha de garrafa, casca de ovo, latinha, embalagem plástica e de vidro, copo descartável) e guardar garrafas vazias de cabeça para baixo; Entregar pneus velhos ao serviço de limpeza urbana. Caso precise mantê-los, guarde em local coberto; Deixar a tampa do vaso sanitário sempre fechada; Limpar frequentemente as calhas, lajes e ralos das casas; Manter a água da piscina sempre tratada com cloro e limpar uma vez por semana; Preservar o quintal limpo, recolhendo o lixo e detritos em volta das casas; Não jogar lixo em terrenos baldios, construções e praças e permitir sempre o acesso do agente de combate a endemias em sua residência ou estabelecimento comercial.