Senador visitou o Centro de Convenções de Araguaína nesta sexta-feira (25), durante abertura do Festival Gastronômico
Da Assessoria
O senador Eduardo Gomes (PL-TO) visitou nesta sexta-feira (25) o Centro de Convenções de Araguaína, durante a abertura do Festival Gastronômico da cidade, e destacou a importância do equipamento para o fortalecimento do turismo no estado.
"Fico muito feliz em ver os resultados positivos dos recursos que destinamos para todos os municípios do Tocantins. No caso do Centro de Convenções de Araguaína, sua estrutura foi construída com recursos de emenda parlamentar da bancada federal, com a nossa participação. Constatamos que a presença em massa dos araguainenses, e de pessoas de outras cidades, na abertura do Festival Gastronômico nesta sexta-feira (25), demonstra o quanto o Centro de Convenções é importante para o fortalecimento da indústria do turismo no município", afirmou.

Senador Eduardo Gomes, prefeito Wagner Rodrigues, Ronaldo Dimas, candidato a senador, Tiago Dimas, deputado federal
O senador também citou investimentos destinados para outros polos turísticos do estado. Segundo ele, foram assegurados recursos para a construção do Centro de Convenções de Mateiros, na região do Jalapão.
Gomes informou ainda que tem participado de discussões com representantes do trade turístico e do poder público para definir o modelo de construção de um Centro de Convenções em Palmas voltado a atender a demanda por grandes eventos corporativos, esportivos e de lazer.
Em SP, maior colégio eleitoral do país, vantagem de Flávio é de cinco pontos. Pesquisas divulgadas nesta sexta-feira (25) foram encomendadas pela Globo e pela Folha de S.Paulo.
Com G1 e Folha de São Paulo
Pesquisas divulgadas pelo Datafolha nesta sexta-feira (25) mostram que Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa pela Presidência da República no 1º turno em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, enquanto Lula fica à frente em Pernambuco. Em Minas Gerais, há empate técnico, com Lula numericamente à frente.
Os levantamentos foram encomendados pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Veja os números abaixo.
São Paulo
Flávio Bolsonaro (PL): 38% (eram 35% na pesquisa anterior)
Lula (PT): 33% (eram 33%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 7% (eram 7%)
Ronaldo Caiado (PSD): 5% (eram 4%)
Renan Santos (Missão): 4% (eram 6%)
Romeu Zema (Novo): 2% (eram 2%)
Samara Martins (UP): 1% (eram 2%)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1% (era 1%)
Clariana Barão (DC): 0 (era 1%)
Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (era 1%)
Edmilson Costa (PCB): 0 (não pontuou)
Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)
Hertz Dias (PSTU): 0 (não pontuou)
Em branco/nulo/nenhum: 6% (eram 6%)
Indecisos: 2% (eram 2%)
No cenário de 2º turno, Flávio Bolsonaro supera Lula por 49% a 41%. Veja os dados completos.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Foram entrevistadas 1.610 pessoas em São Paulo entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-09355/2026.
Rio de Janeiro
Flávio Bolsonaro (PL): 44% (eram 39% na pesquisa anterior)
Lula (PT): 38% (eram 35%)
Ronaldo Caiado (PSD): 3% (eram 3%)
Renan Santos (Missão): 3% (eram 4%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 3% (eram 5%)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1% (era 1%)
Zema (Novo): 1% (eram 2%)
Samara (UP): 0 (era 1%)
Hertz Dias (PSTU): 0 (não pontuou)
Clariana Barão (DC): 0 (não pontuou)
Edmilson Costa (PCB): 0 (não pontuou)
Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (não pontuou)
Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)
Em branco/nulo/nenhum: 4% (eram 7%)
Indecisos: 2% (eram 3%)
No cenário de 2º turno, Flávio Bolsonaro supera Lula por 51% a 42%. Veja os dados completos.
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Foram entrevistadas 1.204 pessoas no Rio de Janeiro entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-05762/2026.
Minas Gerais
Lula (PT): 39% (eram 37% na pesquisa anterior)
Flávio Bolsonaro (PL): 37% (eram 35%)
Augusto Cury (Avante): 5% (eram 5%)
Romeu Zema (Novo): 4% (eram 5%)
Ronaldo Caiado (PSD): 3% (eram 3%)
Renan Santos (Missão): 1% (eram 2%)
Samara Martins (UP): 1% (eram 2%)
Rui Costa Pimenta (PCO): 1% (era 1%)
Clariana Barão (DC): 0 (não pontuou)
Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)
Edmilson Costa (PCB): 0 (não pontuou)
Hertz Dias (PSTU): 0 (não foi citado na pesquisa anterior)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (não pontuou)
Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 5%)
Indecisos: 3% (eram 5%)
No 2º turno, o empate técnico se repete, mas é Flávio quem fica à frente por 46% a 44%. Veja os dados completos.
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Foram entrevistados em Minas Gerais 1.204 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-06824/2026.
Pernambuco
Lula (PT): 60% (eram 55% na pesquisa anterior)
Flávio Bolsonaro (PL): 24% (eram 24%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 3% (eram 4%)
Ronaldo Caiado (PSD): 2% (eram 2%)
Renan Santos (Missão): 2% (eram 2%)
Romeu Zema (Novo): 0 (não pontuou)
Edmilson Costa (PCB): 0 (não pontuou)
Samara Martins (UP): 0 (era 1%)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (não pontuou)
Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (não pontuou)
Clariana Barão (DC): 0 (não pontuou)
Hertz Dias (PSTU): não foi citado (não pontuou)
Leonardo Avalanche (PRTB): não foi citado (não estava na pesquisa anterior)
Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 8%)
Indecisos: 2% (eram 3%)
No cenário de 2º turno, Lula supera Flávio por 64% a 29%. Veja os dados completos.
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Foram entrevistadas 1.204 pessoas em Pernambuco entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-05465/2026.
Distrito Federal
Flávio Bolsonaro (PL): 41% (eram 40% na pesquisa anterior)
Lula (PT): 34% (eram 32%)
Ronaldo Caiado (PSD): 9% (eram 8%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 4% (eram 6%)
Renan Santos (Missão): 3% (eram 3%)
Zema (Novo): 1% (eram 1%)
Samara Martins (UP): 0 (não pontuou)
Hertz Dias (PSTU): 0 (não pontuou)
Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)
Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (não pontuou)
Edmilson Costa (PCB): 0% (era 1%)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): não foi citado (não pontuou)
Clariana Barão (DC): não foi citado (não pontuou)
Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 5%)
Indecisos: 2% (eram 3%)
No cenário de 2º turno, Flávio Bolsonaro supera Lula por 51% a 41%. Veja os dados completos.
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O Datafolha ouviu 910 pessoas no DF entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-06769/2026.
O “Zero Um” acusou Lula de fazer estelionato eleitoral às vésperas da eleição
Com Estadão Conteúdo
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) voltou a criticar nesta sexta-feira, 25, a medida provisória (MP) que será editada pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para proibir as bets no País. O “Zero Um” acusou Lula de fazer estelionato eleitoral às vésperas da eleição.
“Trata-se de mais um estelionato que o governo Lula quer fazer antes da eleição. Faltando só nove dias para a eleição, ele anuncia que vai acabar com as bets. Você sabia que foi o Lula que legalizou as bets?”, questionou Flávio em vídeo publicado há pouco em seu perfil no Instagram.
O senador afirmou que Lula age de forma “oportunista” ao apresentar uma solução para um problema que, segundo ele, o próprio governo criou. “Ele é um oportunista. Isso é o governo do PT. Ferra com a vida das pessoas e agora, na véspera da eleição, vem com politicagem”, afirmou.
O candidato do PL também acusou o presidente de ter priorizado a arrecadação ao regulamentar o setor. “O Lula, quando autorizou as bets a funcionar, tomou a decisão de ferrar com a vida das pessoas para arrecadar R$ 20 bilhões”, disse.
A regulamentação das apostas de quota fixa foi estabelecida pela Lei nº 14.790, sancionada por Lula em dezembro de 2023. A legislação autorizou a exploração de apostas de quota fixa, incluindo eventos esportivos e jogos online, mediante autorização do Ministério da Fazenda.
Flávio também questionou a duração da medida anunciada pelo governo e afirmou que, caso uma eventual MP perca a validade após as eleições, as bets poderiam voltar a operar. “Depois das eleições, se a MP caducar, as bets podem voltar com força total”, declarou.
Flávio voltou a prometer, caso seja eleito, a proibição de cassinos online e plataformas como o Tigrinho. “Nos meus quatro anos como presidente do Brasil, não vai ter cassino online, nem Tigrinho”, disse.
Medida provisória também prevê derrubada de sites e aplicativos a partir de 6 de outubro, além de reforço na fiscalização e devolução dos valores aos apostadores.
Com Estadão
O governo federal anunciou nesta sexta-feira (25) uma medida provisória que proíbe a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de apostas e jogos on-line no Brasil, as chamadas bets. A partir da publicação da MP, novas apostas ficam impedidas, e há um período de transição para o encerramento das operações das empresas autorizadas.
Pelas regras anunciadas, os apostadores terão até as 23h59 de 5 de outubro para retirar voluntariamente os valores disponíveis nas plataformas. Os sites e aplicativos deverão sair do ar a partir de 6 de outubro. Entre os dias 7 e 8, as empresas deverão informar aos bancos os valores mantidos nas contas dos apostadores, vinculados aos respectivos CPFs.
A devolução dos saldos será feita integralmente por meio das instituições financeiras. Quem não fizer o resgate dentro do prazo receberá o saldo de volta por meio dos bancos que operam com as empresas de apostas, entre 9 e 14 de outubro. Caso haja impedimento para a devolução, a Caixa Econômica Federal poderá intermediar o pagamento aos apostadores a partir de 14 de outubro.
O governo também prevê reforço da fiscalização contra plataformas ilegais e das investigações sobre movimentações financeiras relacionadas às apostas. A estratégia inclui a identificação e derrubada de sites ilegais, o bloqueio de contas bancárias utilizadas irregularmente para apostas e a integração de informações entre órgãos públicos. Segundo o Ministério da Fazenda, há atualmente 85 sites e cerca de 180 marcas legais, que deixam de existir completamente no dia 5 de outubro.
Em coletiva nesta sexta-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que qualquer outra plataforma será bloqueada e que os recursos movimentados serão rastreados e confiscados. Ele disse que a fiscalização já é feita por um grupo de servidores dos ministérios da Fazenda e da Justiça, Receita Federal, Polícia Federal e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), e que esse grupo desenvolveu ferramentas de rastreio com inteligência artificial para localizar sites de aposta e cruzar dados sobre recebimento e destino dos recursos. Segundo o ministro, mais de 60 mil páginas foram banidas desde 2024.
Durigan acrescentou que será estabelecido um grupo ampliado com os mesmos órgãos e que o governo pretende propor que a exploração ou operação de apostas on-line no país se torne crime. Outro foco, disse, é o combate ao uso de recursos oriundos do crime organizado para manter bets. Com a proibição, os recursos confiscados passarão a ser destinados a políticas de segurança pública.
Após assinar a medida provisória, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as casas de apostas online são um “câncer” e defendeu a proibição como uma medida dura e drástica. Ele comparou o vício em apostas ao consumo de crack e disse que famílias estão sendo destruídas por dívidas relacionadas à ludopatia. O presidente também afirmou que tomou a decisão após ouvir a equipe econômica, organizações da sociedade civil e cidadãos.
Órgão julgou nesta sexta-feira se abriria investigação contra procurador-geral por suposta relação com Daniel Vorcaro
Por Augusto Fernandes
Por unanimidade, o CSMPF (Conselho Superior do Ministério Público Federal) decidiu manter, nesta sexta-feira (25), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, à frente das investigações do Caso Master.
Por outro lado, houve 5 votos a 4 para arquivar o pedido de apuração contra o procurador-geral da República. O conselho analisou as mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro com referências ao procurador-geral.
Relator votou pelo arquivamento
O primeiro voto foi do relator, subprocurador-geral da República Francisco Sanseverino. Ele votou para rejeitar um inquérito contra Gonet e também contra o afastamento dele dos casos relacionados ao Banco Master.
Para Sanseverino, não existem elementos mínimos de autoria e materialidade que indiquem a prática de crime comum, como prevaricação, e que justifiquem a designação de outro subprocurador-geral para investigar o chefe da PGR (Procuradoria-Geral da República).
O relator destacou ainda que a Polícia Federal não encontrou o contato de Gonet salvo na agenda do celular de Vorcaro nem identificou mensagens ou chamadas diretas entre os dois.
As referências a Gonet aparecem, segundo o relator, em conversas mantidas por Vorcaro com terceiros, especialmente o advogado Ciro Soares.
Sobre o afastamento de Gonet, Sanseverino entendeu que o Conselho não tem competência para declarar a suspeição do procurador-geral da República nos processos que tramitam no STF. Essa questão, segundo ele, deve ser analisada nos próprios processos pelo Supremo.
O voto de Sanseverino foi acompanhado na íntegra pelos demais conselheiros.
Para eles, os fatos apresentados não oferecem suporte suficiente para sustentar a suspeita de prevaricação do procurador-geral da República.
Apuração preliminar
A conselheira Janice Ascari divergiu parcialmente do relator. Ela não votou pela abertura imediata de uma investigação criminal, mas também não considerou adequado arquivar de forma sumária a representação.
Janice propôs que um subprocurador-geral seja designado, por critério impessoal, para fazer uma apuração preliminar dos fatos. A medida teria como objetivo explicar pontos que, na avaliação dela, ainda apresentam dúvidas, antes de uma decisão definitiva sobre arquivar o caso ou instaurar um procedimento investigatório criminal.
Entre os pontos que a conselheira considerou merecedores de esclarecimento estão a viagem envolvendo o filho de Gonet e as circunstâncias da foto feita em Londres em que o procurador-geral da República aparece ao lado de Vorcaro em uma degustação de charutos.