Por Edson Rodrigues

 

 

O vereador Carlos Amastha, presidente estadual do PSB, articula nos bastidores sua candidatura ao Governo do Tocantins nas eleições estaduais de 2026. No momento, Amastha integra a gestão do prefeito Eduardo Siqueira Campos, à frente da Prefeitura de Palmas, o maior colégio eleitoral do Estado, fator que torna sua movimentação política ainda mais sensível.

 

 

Amastha, político experiente e estrategista, sabe que, antes de dar prosseguimento à articulação para viabilizar sua candidatura ao Palácio Araguaia, precisará tomar uma decisão clara. Para não ser exonerado do cargo de secretário na gestão municipal, o caminho mais coerente é o desligamento imediato da Prefeitura.

 

Isso porque o prefeito Eduardo Siqueira Campos é um dos principais defensores da candidatura da senadora Professora Dorinha Seabra ao Governo do Tocantins, pela federação União Brasil/PP. A manutenção de um secretário articulando uma candidatura oposta dentro do mesmo governo cria um conflito político e ético evidente.

 

A candidatura de Carlos Amastha é legítima, oportuna e democrática. No entanto, torna-se eticamente questionável caso ele continue articulando um projeto ao governo enquanto ocupa cargo na gestão de um prefeito que apoia abertamente outra candidatura ao Palácio Araguaia.

 

 

Amastha já tornou público que conversa sobre a construção de uma candidatura de oposição. Segundo ele, há diálogos com o deputado deputado federal Alexandre Guimarães.

 

No entanto, nos bastidores, há dúvidas quanto à real disposição de alguns desses nomes em integrar o projeto. No caso do ex-senador Vicentinho Alves, que é o secretário de Captação de Recursos Federais e Internacionais da prefeitura de Palmas, fontes políticas avaliam que dificilmente ele estará, de fato, nesse grupo. Já o deputado Alexandre Guimarães, apesar de citado por Amastha, já deixou claro que não é político de aventura e que não fará parte de nenhuma articulação que confronte diretamente o Palácio Araguaia.

 

TERCEIRA VIA

 

Em entrevista à Gazeta do Cerrado, Carlos Amastha afirmou defender a construção de uma terceira candidatura ao governo, que ele classifica como da “verdadeira oposição”, com o objetivo de criar a possibilidade de um segundo turno na eleição estadual de 2026.

 

 

O prefeito Eduardo Siqueira Campos já deixou claro que não permitirá desordem política em seu entorno. Em recente entrevista à Gazeta do Cerrado, ao comentar sobre a candidatura do deputado federal Vicentinho Júnior ao Senado, Eduardo afirmou que segue apoiando o nome dentro do grupo político, mas deixou explícito que fora do grupo, não há espaço.

 

Na prática, o recado é direto e serve também ao pré-candidato a governador Carlos Amastha: quem deseja trilhar outro caminho político precisa fazê-lo fora da estrutura da gestão municipal.

 

TRAJETÓRIA POLÍTICA

 

 

Carlos Amastha foi eleito vereador de Palmas com 2.247 votos. Ex-prefeito de Palmas, empresário bem-sucedido, com amplo conhecimento político nacional e internacional, Amastha é hoje o presidente do PSB tocantinense. Sua eventual candidatura ao Governo do Estado, ainda que cercada de controvérsias, enriquece o debate político e fortalece a democracia no Tocantins.

 

O cenário está posto. A decisão agora é política e o tempo para fazê-la é cada vez mais curto.

 

 

 

Posted On Quarta, 07 Janeiro 2026 09:26 Escrito por O Paralelo 13

Da Assessoria 

 

 

Recursos destinados pela senadora Professora Dorinha (União) tiveram pagamento efetivado até o último dia de 2025, garantindo investimentos diretos no Tocantins, principalmente na área da saúde e no fortalecimento de ações de desenvolvimento regional.

 

Ao todo, foram pagos R$ 7,3 milhões em recursos destinados ao contemplando os municípios de Arraias, Augustinópolis, Barra do Ouro, Buriti, Couto Magalhães, Cristalândia, Esperantina, Itacajá, Miranorte, Pindorama, Santa Rosa, Sítio Novo, Tocantínia e Wanderlândia, com investimentos voltados à atenção primária, à média e alta complexidade, além da aquisição de equipamentos e apoio à produção local.

 

“A liberação desse recurso é fundamental para garantir as políticas públicas que chegam aos municípios e atendem às necessidades reais da população”, disse Dorinha.

 

 

Posted On Terça, 06 Janeiro 2026 14:37 Escrito por O Paralelo 13

Alcolumbre e Motta não confirmaram presença na cerimônia, que será realizada no Planalto; presidente também descerá a rampa para cumprimentar manifestantes na Praça dos Três Poderes

 

 

Por Vera Rosa

 

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer aproveitar a solenidade pela passagem dos três anos dos ataques do 8 de Janeiro, nesta quinta-feira, para vetar o projeto de lei que reduz as penas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros condenados na trama golpista.

 

Lula já anunciou que não sancionará o texto, mas tem sido aconselhado a assinar o veto depois da cerimônia do 8 de Janeiro, uma vez que o prazo vence somente no dia 12. Até agora, porém, ele resiste a essa ideia.

 

Nos bastidores, aliados do governo argumentam que, ao oficializar a decisão do veto justamente no dia 8, Lula provocará ainda mais ruído com o Congresso, com quem já mantém uma relação turbulenta.

 

Até agora, os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), não confirmaram presença na cerimônia, que ocorrerá às 10 horas, no Salão Nobre do Palácio do Planalto.

 
Lula retornará nesta terça-feira, 6, a Brasília, após passar o fim de ano na Restinga de Marambaia (RJ), e vai se reunir com auxiliares do núcleo duro de governo, como o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, e a titular da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.

 

É nesta reunião que será definido o formato definitivo da solenidade de quinta-feira. No momento, a preocupação de Lula reside em outros dois assuntos: a crise na Venezuela após a captura do ditador Nicolás Maduro pelos Estados Unidos e a liquidação do Banco Master, que pôs o Banco Central na mira de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal de Contas da União (TCU).

 

“O centro do ato de 8 de janeiro é a defesa da democracia e a condenação do golpismo. É o primeiro 8/1 após a condenação e prisão dos criminosos golpistas”, disse o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos. “Agora, é evidente que os temas da soberania e defesa da paz ganharam força após os ataques dos EUA e serão complementares no ato. O Brasil defende democracia com soberania nacional. E essa defesa estará presente no ato do 8/1″.

 

Em setembro de 2025, Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe e de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, entre outros crimes. Se o Congresso derrubar o já esperado veto de Lula ao projeto de lei da redução de penas, a punição de Bolsonaro em regime fechado será drasticamente reduzida.

 

O chamado “PL da Dosimetria” recebeu sinal verde tanto da Câmara como do Senado. Na prática, pelo projeto aprovado, o ex-presidente poderá ficar preso por um período que vai de dois a quatro anos.

 

A defesa de Bolsonaro insiste no pedido de prisão domiciliar por “questões humanitárias”, alegando que seu quadro de saúde é delicado. Nos últimos dias, ele passou por cirurgia para corrigir uma hérnia inguinal bilateral e também por dois procedimentos de bloqueio do nervo frênico para controlar os soluços.

 

Praça dos Três Poderes terá telão

 

Além da cerimônia do 8 de Janeiro no Salão Nobre, haverá um ato na Praça dos Três Poderes contra a anistia a golpistas. A exemplo do que ocorreu no ano passado, Lula descerá a rampa após a solenidade no Planalto para cumprimentar os manifestantes. Um telão será instalado na praça e exibirá imagens simultâneas dos atos.

 

No ano passado, a manifestação reuniu poucos militantes do PT e de movimentos sociais fora do Planalto e a culpa pelo público inexpressivo foi debitada na conta do então ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo.

 

Lula pediu agora que Boulos, substituto de Macêdo, mobilize diversos setores da sociedade para a cerimônia. O PT, o PSOL, as centrais sindicais e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo também estão na organização do protesto.

 

 

Posted On Terça, 06 Janeiro 2026 05:42 Escrito por O Paralelo 13

Primeiro turno do pleito deste ano acontece em 4 de outubro

 

 

Com  Estadão Conteúdo

 

 

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estima que ao menos 150 milhões de brasileiros estarão aptos a votar no primeiro turno das eleições gerais, marcado para 4 de outubro. Nesse dia, o eleitor vai às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

 

O segundo turno está previsto para 25 de outubro e pode ocorrer para a escolha dos chefes dos Executivos federal e estaduais.

 

Regularização do título

Quem ainda não tirou o primeiro título ou precisa resolver pendências com a Justiça Eleitoral tem prazo até 6 de maio de 2026.

 

O procedimento pode ser feito pela internet, nos sites dos Tribunais Regionais Eleitorais, sem necessidade de comparecimento presencial na maioria dos casos.

Desincompatibilização

 

Antes de a campanha ganhar as ruas, a regra obriga ocupantes de cargos no Executivo que desejam concorrer a outra função a deixar o posto até seis meses antes da eleição.

 

Na prática, isso antecipa o início da corrida eleitoral para abril de 2026, quando pré-candidaturas deixam o campo da especulação e passam a se materializar.

A partir desse prazo, governadores, ministros e secretários interessados em disputar novos cargos precisam formalizar o afastamento, tornando pública uma decisão que, até então, costuma ser tratada nos bastidores. É o momento em que o xadrez político começa a se organizar com mais clareza.

 

Janela partidária

Deputados federais, estaduais e distritais terão um período específico para trocar de legenda sem risco de perder o mandato por infidelidade partidária.

A chamada janela partidária ocorre entre março e abril, funcionando como um termômetro das forças políticas e das estratégias para a eleição seguinte.

 

Convenções partidárias

Para concorrer, é obrigatório estar filiado a um partido e ter o nome aprovado em convenção.

 

As convenções partidárias estão previstas para ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto de 2026, etapa em que as siglas oficializam candidaturas e fecham alianças.

 

Registro de candidaturas

Concluídas as convenções, os partidos e federações têm até 15 de agosto para apresentar à Justiça Eleitoral o registro dos candidatos que vão disputar o pleito.

 

Início da campanha

A propaganda eleitoral estará liberada a partir de 16 de agosto de 2026, tanto nas ruas quanto no ambiente digital. Já o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão começa 35 dias antes da antevéspera da eleição, conforme o calendário oficial da Justiça Eleitoral.

 

 

Posted On Segunda, 05 Janeiro 2026 15:02 Escrito por O Paralelo 13

Atualização dos critérios torna classificação mais rigorosa e reforça orientação para que consumidor observe o consumo mensal em kWh

 

 

Cgcom/Inmetro e Cejane Borges

 

 

A Agência de Metrologia, Avaliação da Conformidade, Inovação e Tecnologia do Tocantins (AEM), órgão delegado do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro, informa que a partir de janeiro de 2026, entram em vigor novas regras para a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) aplicada aos refrigeradores comercializados no país. As alterações estão previstas nas Portarias Inmetro nº 332, de 2021, e nº 736, de 2024, e têm como objetivo aprimorar as informações repassadas aos consumidores sobre eficiência energética.

 

As mudanças integram o processo contínuo de aperfeiçoamento do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), coordenado Inmetro, que busca tornar a comparação entre produtos mais clara, estimular a inovação tecnológica e contribuir para o consumo mais eficiente de energia no Brasil.

 

O presidente da AEM, Denner Martins, informa que é importante sempre que o consumidor esteja atento às etiquetas dos produtos, lendo com atenção para compreender especialmente o consumo energético”, destaca o gestor.

 

Principais mudanças

 

 

Os critérios para classificação dos produtos ficam mais rigorosos. A principal mudança é o fim das subclasses A+, A++ e A+++, que eram utilizadas para diferenciar modelos mais eficientes. A partir de agora, a etiqueta passa a adotar novas classes de eficiência.

 

A nova etiqueta, para 2026, passará a exibir somente 3 classes de eficiência para refrigeradores (A, B e C). Essa mudança reflete o alinhamento do PBE com os índices mínimos de eficiência energética para refrigeradores definidos pelo Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE) - órgão brasileiro responsável por definir os padrões mínimos de eficiência energética para diversos equipamentos, visando à conservação e ao uso racional de energia, sob a coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME). Recentemente, por meio de Resolução CGIEE, foram banidos do mercado os produtos que seriam classe D, E e F.

 

"Com a publicação, ficam mais rigorosos os índices para a classificação da Eficiência Energética dos refrigeradores. Além disso, será adota a versão mais recente da Norma Técnica IEC 62552, utilizada para os ensaios de classificação (IEC 62552-2:2020) e para os ensaios de determinação do consumo de energia (IEC 62552-3:2020), o que reflete o alinhamento da regulamentação brasileira aos padrões internacionais", informa o diretor de Avaliação da Conformidade do Inmetro, João Nery.

 

Consumidor, fique atento à nova etiqueta

 

Para escolher um refrigerador, o Inmetro orienta que o consumidor observe a classe de eficiência energética, que permite a comparação rápida e fácil entre dois modelos, mesmo que com diferentes tamanhos, facilitando uma escolha mais consciente e econômica.

 

Outra informação importante da etiqueta é o consumo de energia em kWh por mês. Essa informação indica o quanto o aparelho consome mensalmente, dando uma estimativa de gasto mensal com a conta de luz, além de também ajudar a comparar o desempenho entre diferentes modelos similares.

 

A etiqueta também facilita o acesso a outras características importantes do produto. Por exemplo, para o caso de um equipamento duas portas, do tipo “refrigerador-congelador”, a etiqueta informa o volume de compartimentos de alimentos frescos e o volume do compartimento congelador. Além disso, a etiqueta deixa explícito qual a temperatura mais fria alcançada (se -18 ºC, no caso de aparelhos com congelador, ou - 6 ºC, no caso de aparelhos com compartimento congelado), o que pode ser útil para o consumidor na hora de escolher sua melhor geladeira.

 

No mercado, o consumidor ainda poderá encontrar modelos no varejo com a etiqueta antiga, desde que tenham sido fabricados antes de 31 de dezembro de 2025. O varejo terá até 31/12/2026 para comercializar os produtos com a etiqueta antiga, mas a expectativa é a de que o mercado esteja 100% na nova etiqueta antes desse prazo.

 

 

Posted On Segunda, 05 Janeiro 2026 14:51 Escrito por O Paralelo 13
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