Em cenário de votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, presidente avançou dois pontos e filho mais velho de Jair Bolsonaro (PL) recuou outros dois
Por Felipe Moraes
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 51% das intenções de votos válidos ante 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenário de segundo turno das eleições, mostra pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta terça-feira (13). A diferença se dá dentro da margem de erro, de 1,8 ponto para mais ou para menos, e coloca os candidatos em empate técnico.
No quadro de votos válidos, não são considerados brancos, nulos e indecisos. O mandatário avançou dois pontos em relação ao último levantamento, publicado em 8 de outubro, enquanto o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recuou outros dois.
Segundo turno: votos válidos
Flávio Bolsonaro (PL-RJ): 51% (eram 53%);
Lula (PT): 49% (eram 47%).
Também houve mudanças na simulação de votos gerais. Lula acelerou de 44% para 46%, enquanto Flávio Bolsonaro perdeu um ponto, de 49% a 48%. Brancos e nulos seguem em 5%, e outros 2% não sabem responder.
Segundo turno: votos gerais
Flávio Bolsonaro (PL-RJ): 48% (eram 49%);
Lula (PT): 46% (eram 44%);
Brancos e nulos: 5% (eram 5%);
Não sabem: 2% (eram 2%).
Nos índices de potencial de voto e rejeição, o petista lidera a opção "não votaria de jeito nenhum", com 46%, dois pontos à frente do senador (44%). No quesito "único em quem votaria", o parlamentar soma 44% contra 42% do chefe do Executivo. Outros 8% poderiam escolher Lula nas urnas eletrônicas e 7% cogitariam o nome de Flávio.
O levantamento ainda mediu índices de popularidade do governo federal e do presidente da República. Os percentuais são idênticos: 50% de desaprovação e 44% de aprovação; 6% não sabem responder.
Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01209/2026, a pesquisa PoderData/Aya entrevistou 3.000 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 10 e 12 de outubro, em 686 municípios nas 27 unidades da Federação. O intervalo de confiança da margem de erro é estimado em 95%.
Presidente anuncia repasse sem cobrança de juros ou devolução; pacote também inclui perdão de dívidas
Por Caio Barcellos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta terça-feira (13) um subsídio de até R$ 5 mil para microempreendedores individuais (MEIs). O valor será repassado diretamente aos beneficiários, sem funcionar como empréstimo ou linha de crédito com necessidade de devolução.
A medida integra um plano de R$ 5 bilhões para fomentar pequenos negócios entre 2027 e 2030. O benefício funcionará como capital semente para aumentar a produtividade dos empreendedores.
“Não é crédito, não é empréstimo, é dinheiro do governo para mudar o potencial produtivo”, declarou Paulo Pereira, ministro do Empreendedorismo.
Contudo, o “PixMEI” ainda está em “fase de desenho”, segundo a pasta. O governo não detalhou os critérios para a escolha dos beneficiários nem como será feita a distribuição dos recursos, apenas informou que a prioridade será para mulheres com menor faturamento.
O anúncio ocorre a 12 dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro. Lula tenta a reeleição depois de terminar o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro (PL), que recebeu 47,03% dos votos válidos, ante 45,16% do petista.
Perdão de dívidas e novo teto
O pacote também inclui medidas para reduzir o endividamento dos MEIs, com uma proposta a ser enviada ao Congresso para perdoar R$ 12,6 bilhões em dívidas de 3,6 milhões de microempreendedores com a União a partir de 2027.
Para as dívidas com bancos, o governo prevê uma nova etapa do Desenrola. A ideia é comprar dos bancos as dívidas dos MEIs com desconto de pelo menos 90%, o que permitirá renegociar os débitos por valores bem menores.
O governo também voltou a defender a ampliação do teto anual de faturamento da categoria. A proposta em tramitação na Câmara eleva o limite dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.
Outra medida anunciada mantém os MEIs dispensados de emitir nota fiscal nas vendas e prestações de serviços diretamente a pessoas físicas. A dispensa também alcançará os nanoempreendedores -categoria criada pela reforma tributária para trabalhadores por conta própria, sem CNPJ e com faturamento anual de até R$ 40,5 mil.
Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues
Faltando exatamente 12 dias para o segundo turno das eleições estaduais, o Observatório Político de O Paralelo 13 faz um alerta às campanhas de Professora Dorinha Seabra e Vicentinho Júnior: é preciso olhar para além dos votos conquistados no primeiro turno e conversar com quem não compareceu às urnas ou não escolheu nenhum dos candidatos na disputa pelo Governo do Tocantins.
Os números merecem atenção. No primeiro turno, o Estado registrou 216.827 abstenções, 27.085 votos brancos e 88.096 votos nulos na eleição para governador. Somados, são 332.008 registros, entre eleitores que não compareceram e aqueles que, mesmo votando, não escolheram uma candidatura válida para o governo estadual.
É um contingente expressivo, que representa um desafio para os dois projetos políticos nesta reta final.
UM UNIVERSO ELEITORAL QUE NÃO PODE SER IGNORADO

A abstenção, o voto branco e o voto nulo têm significados diferentes. Não é correto afirmar que todos esses eleitores estão indecisos ou que votarão no segundo turno. Ainda assim, os números mostram que há espaço para as campanhas refletirem sobre a participação eleitoral e a capacidade de dialogar com a população.
Os 216.827 eleitores que não compareceram às urnas representam uma parcela importante do eleitorado tocantinense. Já os votos brancos e nulos mostram que milhares de pessoas compareceram, mas não registraram um voto válido para governador.
Por isso, o alerta do Observatório Político de O Paralelo 13 é dirigido não apenas aos dois candidatos, mas também aos coordenadores políticos, marqueteiros e dirigentes partidários. Não basta contabilizar adesões de prefeitos, parlamentares, vereadores e lideranças. É necessário compreender o sentimento do eleitor e apresentar razões concretas para que ele participe da decisão no dia 25 de outubro.
PROPOSTAS, DIÁLOGO E RESPEITO

Professora Dorinha Seabra e Vicentinho Júnior precisam aproveitar os últimos dias de campanha para apresentar, de maneira clara e objetiva, suas principais propostas para um eventual governo.
Os programas eleitorais gratuitos de rádio e televisão, as entrevistas, os debates e o contato direto com a população devem ser utilizados para explicar como cada candidatura pretende enfrentar os problemas do Tocantins.
Saúde, educação, segurança pública e geração de emprego precisam estar no centro das discussões. O eleitor quer saber quais são as prioridades, como as propostas serão executadas e de que maneira poderão melhorar sua vida e a de sua família.
É nesse momento que o contato olho no olho faz a diferença. A política não se resume a fotografias de reuniões, declarações de apoio ou grandes carreatas. É preciso ouvir, responder e convencer.
DIVERGIR É UM DIREITO. RESPEITAR É UMA OBRIGAÇÃO.

O segundo turno também exige equilíbrio emocional e responsabilidade. Ser governista ou oposição é uma escolha legítima. Divergir faz parte da democracia, mas as diferenças políticas não podem servir de justificativa para ataques pessoais, agressividade ou tentativas de transformar adversários em inimigos.
As críticas devem permanecer dentro dos limites do debate democrático, com argumentos, propostas e respeito à população.
Nestes 12 dias que antecedem a votação, as duas candidaturas têm a oportunidade de transmitir uma mensagem de equilíbrio, convivência democrática e união das famílias tocantinenses. O Estado tem problemas reais que exigem soluções, independentemente de quem vencer a eleição.
O eleitor precisa conhecer os projetos para a saúde, a educação, a segurança pública e a geração de emprego. Precisa também ter condições de comparar as propostas sem que o debate seja dominado por ataques e provocações.
POR QUE A ELEIÇÃO CONTINUA EM ABERTO?

A diferença entre Dorinha e Vicentinho no primeiro turno não elimina a possibilidade de mudanças no cenário eleitoral. Os votos dos candidatos que ficaram pelo caminho, a mobilização dos eleitores que não compareceram e a decisão daqueles que votaram branco ou nulo tornam a reta final especialmente importante.
Mas seria um erro presumir que os 332.008 registros serão convertidos em votos disponíveis para qualquer uma das candidaturas. Parte desse eleitorado poderá manter a mesma posição, enquanto outra parte poderá escolher um dos concorrentes ou não comparecer novamente.
O desafio é conquistar a confiança da população, respeitando sua liberdade de escolha. O Observatório Político de O Paralelo 13 reafirma sua avaliação: a disputa pelo Governo do Tocantins permanece em aberto. A liderança do primeiro turno é relevante, mas não garante vitória. Da mesma forma, as novas adesões políticas precisam ser acompanhadas de resultados concretos nas urnas.
O TEMPO É CURTO, MAS AINDA HÁ ESPAÇO PARA CONVENCER
O segundo turno não deve ser apenas uma disputa para saber qual grupo reúne mais lideranças. Deve ser uma oportunidade para que os tocantinenses conheçam melhor os dois projetos de governo e decidam com consciência.
Dorinha e Vicentinho têm a responsabilidade de apresentar propostas, ouvir a população e demonstrar respeito às diferenças. Seus coordenadores e dirigentes partidários precisam compreender que a eleição se decide no voto, não apenas nos bastidores.
Aos eleitores e eleitoras, cabe a decisão soberana nas urnas. Às candidaturas, cabe o dever de convencer, sem desrespeitar. O Tocantins espera uma campanha de propostas, equilíbrio e responsabilidade. Saúde, educação, segurança pública e emprego não podem ficar em segundo plano diante das disputas políticas.
O eleitor precisa ser ouvido. A família tocantinense precisa ser respeitada. E o futuro do Estado precisa estar acima das vaidades políticas.

A Família Paralelo 13, nesse momento de profunda dor e consternada abraça com o sentimento de solidariedade cristã a Família Adriano, pelo falecimento de DONA JÚLIA MARIA RIBEIRO, matriarca desse núcleo familiar que, com coragem, fé, trabalho e muita determinação, criou e moldou com ética e respeito uma prole composta por 10 filhos.
Hoje, um dia marcado pela tristeza e a certeza de uma eternidade de luz e amor profundo, ela parte aos 102 anos em direção à morada do Pai Celestial, que com certeza a acolherá em Seus Braços, para ali, essa serva do Senhor, ser felicitada pelos expressivos e transformativos exemplos que deixou entre os seus.
Descanse em paz!
Edivaldo, Edson e Edimar Rodrigues
Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues
O segundo turno da eleição para o Governo do Tocantins entrou em uma fase decisiva. Nos últimos dias, os grupos liderados pela senadora Professora Dorinha Seabra e pelo deputado federal Vicentinho Júnior intensificaram as articulações, anunciaram novos apoios e reorganizaram suas estratégias para conquistar os votos que definirão o próximo governador, no dia 25 de outubro.
O Observatório Político de O Paralelo 13 acompanha os movimentos dos dois lados. A disputa continua aberta e, embora Dorinha tenha terminado o primeiro turno na liderança, as novas alianças mostram que a diferença nas urnas não encerrou a batalha política.
DORINHA REFORÇA O COMANDO POLÍTICO

A candidatura da Professora Dorinha ganhou um reforço com a participação mais direta do senador reeleito Eduardo Gomes, vice-presidente do Senado Federal. Com 450.191 votos, ele alcançou uma das maiores votações já registradas por um candidato ao Senado na história política tocantinense e assumiu a missão de coordenar as articulações para o segundo turno.
Ao lado do governador Wanderlei Barbosa, de Eduardo Gomes e do deputado federal Carlos Gaguim, quarto colocado na disputa pelo Senado, Dorinha conta com um grupo de lideranças experientes e com presença política em diferentes regiões do Estado.
A estratégia é transformar essa estrutura em mobilização eleitoral, com reuniões, carreatas, visitas aos municípios e manifestações públicas das principais lideranças. Segundo apuração do Observatório Político, Porto Nacional, conhecida como Capital da Cultura Tocantinense, está entre os primeiros municípios previstos para receber uma mobilização, com a participação do prefeito Ronivon Maciel, aliado da candidata. Eduardo Gomes também tem defendido o esforço conjunto para ampliar a votação de Dorinha. A questão central, porém, será converter apoios políticos em votos efetivos no dia 25.
SEGURANÇA PÚBLICA

Nesta segunda-feira, 12, feriado de Nossa Senhora Aparecida, Dorinha recebeu o apoio de entidades sindicais e associações ligadas a diferentes categorias do serviço público, em encontro realizado no Comitê 44, em Palmas.
Entre as organizações anunciadas estão o Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins (Sinpol-TO), o Sindicato dos Peritos Oficiais do Tocantins (Sindiperito), a Associação de Praças e Soldados de Palmas e Gurupi (Apra-TO), a Liga Sindical Tocantinense e a Associação dos Servidores Públicos (Assemp). Também participaram representantes do sistema socioeducativo.
São segmentos com milhares de trabalhadores e atuação em áreas importantes para o funcionamento do Estado. O apoio fortalece o diálogo da candidata com categorias que têm reivindicações relacionadas às condições de trabalho, à estrutura dos serviços e à valorização dos servidores.
A adesão foi anunciada publicamente com a presença de Eduardo Gomes, que aposta na experiência institucional de Dorinha e na capacidade de articulação com a bancada federal e o governo da União.
VICENTINHO AMPLIA ADESÕES

Do outro lado, Vicentinho Júnior também intensifica as articulações e recebe lideranças que estiveram em outros palanques no primeiro turno. O movimento inclui parlamentares, prefeitos, ex-candidatos e representantes de diferentes segmentos políticos.
Entre os apoios de maior repercussão estão o ex-candidato ao governo Laurez Moreira, que obteve 69.967 votos; o ex-deputado federal Eli Borges, candidato ao Senado e dono de uma votação expressiva de 271.829 votos; o deputado estadual eleito Paulinho Bonifácio, com 13.809 votos; o suplente Júnior Diamantino, com 12.063 votos; e o ex-candidato Du Pereira.
Vicentinho, Amélio e Alexandre Guimarães
Também aderiram à candidatura o deputado estadual Luciano Oliveira, com 24.472 votos; o deputado estadual Gutierres Torquato, com 21.052; e o deputado Moisemar Marinho, além de outras lideranças estaduais e municipais.
A lista inclui ainda o Coronel Barbosa, primeiro suplente de deputado federal pela União Progressista, que recebeu 28.544 votos na eleição proporcional e anunciou apoio a Vicentinho. Barbosa havia disputado a eleição na chapa ligada à candidatura de Dorinha, o que torna sua mudança de posição politicamente significativa.

No campo municipal, Vicentinho recebeu o apoio do prefeito de Formoso do Araguaia, Israel Kawe, e do prefeito de Itaguatins, Vitor da Reis, que deixou o grupo de Dorinha. O prefeito de São Salvador do Tocantins, André Borba, também anunciou adesão. A campanha contabiliza ainda vereadores e outras lideranças, entre elas representantes de Gurupi e de diferentes regiões do Estado.
A movimentação revela uma tentativa de Vicentinho de ampliar sua presença territorial e reunir forças que, no primeiro turno, estavam distribuídas entre diferentes candidaturas.
RONALDO E TIAGO DIMAS NO RADAR

Outra movimentação aguardada é a possível declaração de apoio do ex-prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas e de seu filho, o deputado federal Tiiago Dimas, prevista nos bastidores para esta quarta-feira.
Ronaldo disputou uma vaga no Senado e não foi eleito, mas obteve votação expressiva em Araguaína, seu principal reduto político. Caso a adesão se confirme, será mais um movimento relevante na disputa pelo apoio de lideranças com influência no segundo maior colégio eleitoral do Tocantins.
Até o anúncio oficial, porém, a declaração deve ser tratada como uma expectativa, e não como apoio formalizado.
DOIS GRUPOS, DUAS ESTRATÉGIAS

A candidatura de Dorinha aposta na estrutura política formada pelo governador Wanderlei Barbosa, pelo senador Eduardo Gomes, por Carlos Gaguim, por prefeitos aliados e por uma expressiva bancada parlamentar. O grupo trabalha para integrar os deputados federais eleitos e ampliar a mobilização entre os deputados estaduais da base governista.
Vicentinho, por sua vez, procura transformar a sequência de adesões em uma frente política capaz de reduzir a vantagem obtida por Dorinha no primeiro turno. O apoio de Laurez Moreira, Eli Borges, Coronel Barbosa e de prefeitos que mudaram de posição reforça a capacidade de articulação do candidato.
O candidato ao governo do Tocantins, Vicentinho Júnior, teve uma agenda intensa nesta segunda-feira, marcada pela chegada de novos apoios e adesões de prefeitos. Ele pernoitou em Araguaína e, nesta terça-feira, segue recebendo manifestações de apoio na cidade, considerada a capital do agronegócio e do boi gordo. Araguaína é o segundo maior colégio eleitoral do Tocantins, onde Vicentinho foi o candidato mais votado no primeiro turno.
Na apuração oficial divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral, Dorinha terminou o primeiro turno com 369.181 votos, equivalentes a 45,75% dos votos válidos. Vicentinho recebeu 352.739 votos, ou 43,72%. A diferença foi de 16.442 votos.
É uma vantagem real, mas insuficiente para antecipar o resultado. No segundo turno, a disputa começa sob novas condições: os candidatos precisam conquistar eleitores que votaram em outras candidaturas, estimular a participação de quem não compareceu às urnas e convencer o eleitorado indeciso.
FLÁVIO BOLSONARO NO TOCANTINS

A candidatura de Dorinha também trabalha para ampliar seu respaldo nacional. O Observatório Político de O Paralelo 13 apurou a confirmação da articulação para a vinda ao Tocantins, nos próximos dias, do presidenciável Flávio Bolsonaro, com o objetivo de manifestar apoio à senadora.
A iniciativa é atribuída à articulação de Eduardo Gomes, vice-presidente do Senado e ex-líder do governo Jair Bolsonaro no Congresso Nacional. A presença de Flávio poderá dar dimensão nacional à campanha de Dorinha e mobilizar lideranças alinhadas ao campo político bolsonarista. O impacto eleitoral dessa visita, contudo, dependerá da capacidade de transformar o ato político em engajamento e votos.
A IMPRENSA TERÁ PAPEL DECISIVO
Faltam menos de duas semanas para o segundo turno. Nesse intervalo, a imprensa tocantinense terá papel fundamental na cobertura dos movimentos de bastidores, na divulgação das propostas e no acompanhamento dos compromissos assumidos pelos candidatos.
O cenário também exige cautela diante das pesquisas eleitorais. Os levantamentos podem oferecer retratos de determinado momento, mas não substituem a decisão das urnas. A escolha será feita pelos eleitores e eleitoras tocantinenses no dia 25 de outubro.
O jogo permanece aberto. Apoios anunciados, reuniões e carreatas são importantes, mas não garantem, por si só, a transferência automática de votos. A campanha que conseguir dialogar melhor com a população e apresentar respostas convincentes às demandas do Estado poderá sair na frente na reta final.
DEBATE: MAIS UMA OPORTUNIDADE PARA O ELEITOR

Na quinta-feira, 15 de outubro, às 19h, Professora Dorinha Seabra e Vicentinho Júnior terão mais uma oportunidade de apresentar suas propostas e confrontar suas ideias no debate promovido pela AVECOM, Record News, Rede Hits e FARCOM, com transmissão ao vivo pela televisão, rádios e plataformas digitais.
O encontro será uma oportunidade para que os eleitores comparem projetos, avaliem argumentos e observem como cada candidato pretende enfrentar os desafios administrativos, econômicos e sociais do Tocantins.
Mais do que um confronto entre duas candidaturas, o debate representa um instrumento importante para o exercício democrático. Em uma eleição tão disputada, cada proposta, resposta e compromisso poderá pesar na decisão de quem ainda não escolheu seu candidato.
Dorinha e Vicentinho chegam à reta final cercados de aliados, novas composições e estratégias distintas. Até o dia 25, a política tocantinense ainda poderá reservar surpresas.
O Observatório Político de O Paralelo 13 continuará acompanhando cada movimento dessa disputa, porque, no segundo turno, nenhuma articulação deve ser ignorada e nenhum resultado pode ser antecipado.
