O evento gratuito será realizado de 3 a 6 de novembro, com palestras, oficinas, rodas de conversa e atividades culturais abertas à comunidade

 

 

Da Assessoria

 

 

Em comemoração aos 30 anos de formação profissional no Tocantins, o curso de Jornalismo da Universidade Federal do Tocantins (UFT) realiza uma Semana Acadêmica entre os dias 3 e 6 de novembro. Com atividades voltadas aos desafios contemporâneos da profissão, a programação gratuita inclui oficinas práticas, debates sobre Inteligência Artificial e palestras com jornalistas de destaque nacional, como Pedro Bassan (TV Globo) e Raquel Porto Alegre (GloboNews).

 

Organizado pela Coordenação, Centro Acadêmico e pelos estudantes do curso de jornalismo, o evento terá atividades no Cine Capivara, no Complexo Laboratorial de Jornalismo, no Auditório Cuica e no prédio da Reitoria.

 

“Celebrar 30 anos é também comemorar a contribuição do curso na imprensa e na comunicação de todo o estado. Na programação teremos palestras, oficinas, rodas de conversa e todos os alunos e alunas estão convidados a participar. Vamos também ter professores que estão aqui desde o início, que contarão um pouquinho da sua trajetória”, afirma a coordenadora do curso, Valquíria Guimarães.

 

As atividades iniciam na terça-feira (3), às 8h30, no Cine Capivara, com foco na memória do curso. Estudantes do sexto período apresentarão reportagens especiais e professores pioneiros farão um resgate histórico da graduação, criada em 1996 (inicialmente na extinta Unitins, antes de integrar a UFT).

 

A abertura oficial, aberta ao público, ocorre na noite do mesmo dia, às 19h, no Auditório Cuica. O jornalista Pedro Basan (TV Globo) e o advogado Marcelo Dealtry Turra comandam um debate sobre a importância do diploma, liberdade de expressão e ética profissional. A noite terá ainda apresentação do grupo Vozes de Ébano.

 

Durante os quatro dias, serão realizadas atividades sobre comunicação da inovação, empreendedorismo jornalístico, inteligência artificial em trabalhos acadêmicos, rádio, podcast, fotografia, rotina de reportagem, edição e assessoria de comunicação.

 

Na sexta-feira (6), último dia do evento, a palestra “Os desafios de um repórter de TV All News em tempos de múltiplas telas”, será conduzida pela jornalista Raquel Porto Alegre (GloboNews). À tarde, as jornalistas Jaqueline Moraes e Sarah Pires debatem os bastidores da assessoria de comunicação em uma roda de conversa. O encerramento da celebração será à noite, com uma festa de confraternização no terraço da Reitoria, reunindo alunos, professores e egressos.

 

Serviço

 

●     Evento: Semana Acadêmica e Comemoração dos 30 anos do Curso de Jornalismo da UFT.

●     Data: 3 a 6 de novembro de 2026.

●     Local: Câmpus de Palmas da UFT, com atividades no Cine Capivara, Complexo Laboratorial de Jornalismo, Cuica e prédio da Reitoria.

●     Programação: palestras, oficinas, rodas de conversa e atividades culturais.

 

 

Posted On Quarta, 28 Outubro 2026 15:53 Escrito por

O Observatório Político de O Paralelo 13 apresenta, neste panorama político, uma análise sobre os dois principais vencedores das urnas em 2026: o presidente reeleito da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o governador eleito do Tocantins, Vicentinho Júnior. Em esferas distintas, mas igualmente desafiadoras, ambos iniciam novos ciclos de poder respaldados pela confiança depositada por milhões de eleitores e eleitoras, que agora aguardam a transformação das promessas de campanha em resultados concretos

 

 

Por Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

 

Tanto em Brasília quanto no Tocantins, os desafios serão proporcionais às expectativas geradas pelas vitórias eleitorais. Governar exige mais do que vencer eleições. Exige capacidade de dialogar, formar alianças, administrar conflitos, construir consensos e entregar resultados em um ambiente político cada vez mais complexo e polarizado.

No cenário nacional, o presidente Lula conquistou a reeleição em uma disputa marcada pela intensa polarização política e pela divisão de forças no país. Embora tenha saído vitorioso da corrida presidencial, terá pela frente um Congresso Nacional onde partidos de centro e de direita mantêm forte presença e influência decisiva sobre a agenda legislativa.

 

Já no Tocantins, a trajetória do governador eleito Vicentinho Júnior foi marcada por uma disputa considerada improvável por muitos analistas políticos no início da campanha. Ao lado do vice-governador eleito Amélio Cayres e do senador eleito Alexandre Guimarães, formou o que seus aliados passaram a chamar de "Trio Parada Dura", enfrentando uma ampla estrutura político-eleitoral composta pela máquina governista, pelos prefeitos dos maiores colégios eleitorais do estado, por dezenas de gestores municipais, parlamentares estaduais e federais, além do apoio de dois senadores da República e de partidos que dispunham de uma das maiores estruturas de financiamento eleitoral da disputa.

 

Do outro lado estava a candidatura da senadora Professora Dorinha Seabra, respaldada por uma ampla coalizão política que reunia importantes lideranças estaduais e municipais. Ainda assim, contrariando expectativas de parte do meio político, a chapa liderada por Vicentinho Júnior conseguiu reverter um cenário adverso e construir uma das mais expressivas vitórias eleitorais da história do Tocantins.
É sobre essa nova realidade política, os desafios da governabilidade e os desdobramentos das urnas no Brasil e no Tocantins que o Observatório Político de O Paralelo 13 desenvolve a presente análise. Afinal, encerrada a batalha eleitoral, começa agora o verdadeiro teste da política: governar para todos.

 

MINORIA NO CONGRESSO

 

A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocorreu em um dos cenários políticos mais polarizados da história recente do Brasil. Após uma disputa eleitoral marcada pelo acirramento ideológico, mobilização intensa das bases políticas e uma forte presença das redes sociais no debate público, o presidente conquistou novo mandato enfrentando uma direita organizada, combativa e com expressiva capacidade eleitoral.

Embora o campo progressista tenha alcançado a vitória na disputa presidencial, o resultado das urnas revelou uma realidade política mais complexa. A direita e os partidos de centro-direita aumentaram sua força no Congresso Nacional e nos governos estaduais, elegendo e reelegendo a maioria dos senadores, deputados federais e governadores. O resultado consolidou um ambiente de equilíbrio de forças e impôs ao novo governo o desafio permanente da negociação política.

Durante a campanha eleitoral, o Partido dos Trabalhadores (PT) e seus aliados estruturaram uma ampla frente de enfrentamento político em todo o país. Militantes, lideranças partidárias, movimentos sociais e apoiadores ocuparam ruas, praças e as plataformas digitais numa das mais disputadas campanhas da história nacional. A mobilização contribuiu para a vitória presidencial, mas não foi suficiente para reproduzir o mesmo desempenho na maioria dos estados e nas disputas legislativas.

 

GOVERNO LULA DEPENDERÁ DA CONSTRUÇÃO DE COALIZÕES

 

Lula e os presidentes do Senado e da Câmara

A nova configuração do Congresso Nacional obriga o presidente Lula a construir uma ampla coalizão de governabilidade. Em Brasília, nenhum governo é capaz de avançar sem diálogo permanente com Senado e Câmara dos Deputados.

Nesse contexto, ganha importância a relação institucional com lideranças políticas que, embora estejam fora da base histórica do PT, possuem influência decisiva nos rumos do Legislativo. Entre esses nomes está o senador tocantinense Eduardo Gomes, vice-presidente do Senado e integrante de uma das maiores forças políticas da Casa. Ao longo dos últimos anos, o parlamentar construiu uma reputação de articulador e defensor do diálogo entre governo e oposição, tendo sido líder do governo Bolsonaro por três anos com uma atuação destacada, que lhe valeu elogios e acenos dos partidos de centro-esquerda. Eduardo Gomes é o primeiro vice-presidente de Davi Alcolumbre, totalmente alinhado com o governo reeleito de Lula, que o apoia em sua busca pela reeleição.

Também se destaca a atuação da senadora Professora Dorinha Seabra, uma das lideranças mais respeitadas do Congresso Nacional. Líder da Bancada Feminina, Dorinha consolidou espaço político relevante no Senado e tornou-se referência nacional em temas ligados à educação e às políticas públicas. Sua decisão de apoiar a recondução do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, reforça sua posição estratégica nas articulações políticas da Casa.

Diante desse cenário, analistas avaliam que a tendência natural será a consolidação de um governo de coalizão. Com força limitada no Congresso em comparação à composição das bancadas de centro e de direita, o Palácio do Planalto deverá ampliar negociações, ceder espaços políticos e buscar consensos para garantir a aprovação de projetos prioritários.

 

A realidade política do Tocantins também exige reflexão das lideranças petistas locais. Sem a eleição de representantes para o Congresso Nacional nas eleições de 2026, o partido enfrenta um cenário de baixa influência institucional em Brasília.

 

O RECADO DAS URNAS AO PT TOCANTINENSE

 

Kátia Abreu e militantes do PT

As eleições de 2026 deixaram mais uma mensagem clara para o Partido dos Trabalhadores no Tocantins. Apesar da vitória nacional do presidente Lula, a legenda voltou a enfrentar dificuldades para transformar sua presença política em representação institucional no estado.

Mais uma vez, o PT tocantinense não conseguiu eleger representantes para o Senado Federal, para a Câmara dos Deputados nem para a Assembleia Legislativa. O resultado reforça um desafio que acompanha a legenda há vários ciclos eleitorais: transformar sua capacidade de mobilização social e eleitoral em mandatos parlamentares capazes de ampliar sua influência política no estado.

 

Diante desse cenário, cresce entre militantes e dirigentes a avaliação de que o partido precisa investir na unidade interna e no fortalecimento de suas principais lideranças. Entre os nomes mais influentes do campo petista e progressista tocantinense destacam-se o presidente estadual da legenda, Nilo; o ex-deputado Paulo Mourão, que disputou uma vaga ao Senado Federal; e a ex-senadora Kátia Abreu, que desempenhou papel relevante na coordenação política da campanha de reeleição do presidente Lula.

Embora não tenha alcançado êxito eleitoral na disputa pelo Senado, Paulo Mourão manteve presença ativa durante todo o processo eleitoral e continua sendo uma das principais referências políticas do campo progressista tocantinense. Sua participação eleitoral demonstrou a permanência de um eleitorado identificado com as bandeiras defendidas pelo partido, ainda que insuficiente para garantir uma cadeira no Congresso Nacional.

Já a ex-senadora Kátia Abreu desempenhou papel estratégico na campanha presidencial. Como coordenadora política da candidatura de Lula em importantes regiões do país, especialmente no Tocantins e em Goiás, realizou uma extensa agenda de mobilização que percorreu o Bico do Papagaio, Araguaína, Palmas, a região Sudeste e o Sul do estado. Em suas atividades, destacou programas federais, investimentos públicos e resultados dos governos do PT liderados por Lula e pela ex-presidente Dilma Rousseff.

 

Deputado federal eleito Iratã Abreu Silvestre, PT

Além das lideranças políticas, a militância petista teve papel importante na campanha presidencial. Mobilizações populares realizadas em Palmas, Araguaína, Gurupi e Porto Nacional demonstraram capacidade organizativa e presença nas ruas durante um período de intensa polarização política.

O desafio que surge a partir de agora é a construção de uma estratégia capaz de preparar o partido para as eleições municipais de 2028. Avaliações internas apontam que o PT possui quadros qualificados para disputar prefeituras, vice-prefeituras e vagas nas câmaras municipais em diversas cidades tocantinenses.

Para analistas políticos, a unidade partidária poderá ser um fator determinante para a recuperação eleitoral da legenda. Caso suas principais lideranças consigam construir entendimentos internos e fortalecer o trabalho de base nos municípios, o PT poderá chegar mais competitivo às próximas disputas locais.

Em política, derrotas eleitorais também produzem ensinamentos. E o recado deixado pelas urnas em 2026 parece indicar que, para voltar a ampliar seu espaço institucional no Tocantins, o Partido dos Trabalhadores precisará investir menos nas disputas internas e mais na construção de um projeto político unificado para o futuro.

SENADORES TOCANTINENSES COM MAIS FORÇA POLÍTICA

 

 

Enquanto isso, lideranças como Eduardo Gomes, Dorinha Seabra e o recém-eleito senador Alexandre Guimarães ampliam seu protagonismo na representação dos interesses do estado na capital federal. Trata-se de um grupo político que, independentemente das divergências ideológicas, terá papel relevante nas negociações com o governo federal e na defesa dos recursos destinados ao Tocantins.

 

MDB FORTALECE SUA POSIÇÃO NO CENÁRIO NACIONAL

Outro aspecto importante é o fortalecimento do MDB tocantinense. O senador eleito Alexandre Guimarães passa a integrar uma das mais tradicionais e influentes legendas da política brasileira.

Com ligações históricas com a cúpula nacional do MDB e trânsito junto a importantes lideranças partidárias, Alexandre desponta como um dos principais interlocutores políticos do futuro governador Vicentinho Júnior em Brasília. Sua presença no Senado amplia a capacidade de articulação institucional do grupo político vitorioso nas eleições estaduais.

Essa conjuntura reduz ainda mais a possibilidade de qualquer força política isolada impor sua agenda ao estado. O momento aponta para a necessidade de diálogo entre os diversos representantes tocantinenses, independentemente de suas posições partidárias.

A história política brasileira demonstra que vitórias eleitorais não garantem automaticamente governabilidade. O êxito de qualquer governo depende da capacidade de reunir aliados, construir consensos e administrar conflitos.

No caso do Tocantins, a nova composição política indica que a influência estadual em Brasília será exercida por um conjunto de lideranças que hoje ocupam posições estratégicas no Congresso Nacional. O tempo mostrará como essas relações serão construídas e quais resultados produzirão para a população tocantinense.

 

VICENTINHO JÚNIOR: UM NOVO LÍDER EMERGE DAS URNAS

 

Se a eleição presidencial indicou equilíbrio nacional, o resultado tocantinense revelou uma vitória avassaladora no plano estadual.

O governador eleito Vicentinho Júnior venceu o segundo turno com 562.083 votos, o equivalente a 64,52% dos votos válidos, enquanto a senadora Dorinha Seabra obteve 309.076 votos, ou 35,48%. A diferença final alcançou impressionantes 253.007 votos, uma das maiores já registradas em uma disputa majoritária no Tocantins.

O resultado chamou atenção porque ocorreu após um primeiro turno extremamente equilibrado, quando Dorinha havia terminado a disputa à frente de Vicentinho por apenas 13.412 votos.
A expressiva virada transformou o então deputado federal em uma das principais lideranças políticas surgidas no estado nos últimos anos.

 

TRIO PARADA DURA

 

Ao longo da campanha, consolidou-se entre apoiadores de Vicentinho Júnior a narrativa de que ele, o vice-governador eleito Amélio Cayres e o senador eleito Alexandre Guimarães, que receberam, carinhosamente, a alcunha de “trio parada dura” foram subestimados por adversários políticos durante boa parte da disputa.

O grupo enfrentou uma coligação apoiada por importantes estruturas políticas, prefeitos de mais de cem municípios, incluindo os cinco maiores colégios eleitorais do Estado, e setores influentes da administração estadual. Em diversos momentos, a campanha foi marcada por embates duros, troca de acusações e forte disputa narrativa nos meios de comunicação e nas redes sociais, inclusive tentativas de desgastar a imagem pessoal e familiar de integrantes da chapa por meio de exposições públicas e ataques políticos, com extremos que chegaram a envolver laudos do IML e a exposição de uma ex-companheira do deputado federal. Já adversários argumentaram que a campanha transcorreu dentro do ambiente natural de uma disputa eleitoral de alta intensidade.

 

O POVO DEU A RESPOSTA

Independentemente das interpretações, o fato político concreto foi a resposta das urnas.

Ao final do processo eleitoral, a população foi chamada a decidir qual projeto desejava para governar o estado.

A ampla vantagem conquistada por Vicentinho Júnior demonstrou uma forte capacidade de expansão eleitoral entre o primeiro e o segundo turno. A diferença superior a 250 mil votos foi interpretada por seus apoiadores como uma resposta direta ao clima de confronto que marcou parte da campanha.

Mais do que uma simples vitória eleitoral, o resultado consolidou um novo agrupamento político no Tocantins, reunindo o governador eleito, o vice-governador eleito e o senador eleito em torno de um projeto que agora terá a responsabilidade de governar e entregar resultados.

 

GOVERNO DA GRATIDÃO E DA HUMILDADE

 

Após a eleição, Vicentinho Júnior afirmou que pretende conduzir um governo marcado pela gratidão, humildade e diálogo.

A expectativa agora deixa o campo eleitoral e entra definitivamente na esfera administrativa. O desafio não será mais vencer adversários nas urnas, mas responder às demandas da população, ampliar investimentos, fortalecer os serviços públicos e promover o desenvolvimento econômico do estado.

A partir de janeiro, caberá à nova gestão transformar a expressiva vitória eleitoral em resultados concretos. Afinal, como ensina a própria dinâmica democrática, eleições consagram lideranças, mas é o exercício do governo que define os legados políticos.

 

 

 

Posted On Quarta, 28 Outubro 2026 13:24 Escrito por

Quando Nicolau Maquiavel, em 1513, naquela França em ebulição, escreveu “O Príncipe”, um tratado de teoria política pragmático, para orientar um grande líder, ele destacou nesse compêndio uma frase imortalizada por sua força e circunstância: “A primeira impressão que se tem de um governante e da sua inteligência é dada pela observação dos homens que o cercam.”

 

 

Por Edivaldo Rodrigues e Edson Rodrigues

 

 

É isso que o governador eleito nas últimas eleições no Tocantins, Vicentinho Júnior, demonstra ao esculpir seu governo na escolha dos seus principais auxiliares, priorizando a complementaridade de habilidades, a confiança mútua e o alinhamento de valores com o objetivo da organização, reforçando, assim, sua liderança, ciente de que o sucesso de sua equipe depende diretamente da capacidade de sua equipe.

 

Ao escolher a jornalista e publicitária Zelma Coelho para comandar a Secretaria de Comunicação do Estado, o governador eleito, Vicentinho Júnior, sinalizou para o alinhamento de metas, a busca de objetivos e entregas claras, focadas na transparência, no profissionalismo e, acima de tudo, em publicizar os projetos e ações de um governo sustentado pela esmagadora vontade popular.

 

A escolha de auxiliares por um líder é um dos reflexos mais claros da sua própria competência, e isso o jovem governante, filho de Porto Nacional, enxergou na futura titular da Secretaria de Comunicação do Tocantins, Zelma Coelho, uma mulher à frente do seu tempo e que carrega no seu currículo muita vivência, destacando-se nessa área com feitos memoráveis.

 

Essa mulher, de visão administrativa e técnica acurada, é formada em Jornalismo, é publicitária e atua no Tocantins desde 1993, destacando-se também como empreendedora à frente da renomada e vitoriosa Agência Public.

 

Sua escolha para comandar essa expressiva pasta governamental foi muito comemorada pelo setor, pois ela conhece com profundidade os verdadeiros profissionais que atuam nessa importante área, além de saber muito bem das dores e dissabores que todos enfrentam no cotidiano de se fazer comunicação nesse Tocantins que vivenciamos hoje.

 

Pela sua trajetória de seriedade, competência e responsabilidade profissional, somada ao foco do governador eleito em fazer diferente, Zelma Coelho saberá, no tempo certo, separar o “joio do trigo” e fazer dessa gestão um histórico de autenticidade e de verdade na informação governamental, priorizando o profissionalismo e não o ocasionismo, nesse novo Tocantins.

 

 

 

Posted On Quarta, 28 Outubro 2026 09:24 Escrito por

No Dia do Servidor Público, Estado reforça medidas como reajustes salariais, concursos, ampliação de benefícios e qualificação profissional

 

 

Por Leydiane Lima

 

 

No Dia do Servidor Público, celebrado nesta quarta-feira, 28, o Governo do Tocantins destaca as ações de valorização dos servidores estaduais implementadas desde outubro de 2021, entre elas a concessão de mais de 165 mil progressões funcionais, a regularização de direitos acumulados e a ampliação de benefícios.

 

As medidas incluem ainda a recomposição salarial, a realização de concursos públicos, a assistência à saúde e a qualificação profissional. As ações têm como foco a melhoria das condições de trabalho e o fortalecimento dos serviços oferecidos à população.

 

Os avanços na valorização do funcionalismo estadual também fazem parte da trajetória de profissionais que dedicaram décadas à administração pública. É o caso de Luiz Sérgio Simão, servidor público desde 1995. Após atuar como professor assistente, ingressou por concurso na Secretaria de Estado da Administração (Secad) em abril de 2000, onde construiu sua carreira e chegou ao cargo de gestor público em 2009. Embora já reúna os requisitos para a aposentadoria, pretende permanecer em atividade.

 

“É gratificante fazer parte da história desse estado, acompanhando as transformações não só de estrutura física, mas também de ideias e ações de gestão, além de contribuir para o desenvolvimento econômico e social. Hoje , me vejo como um servidor valorizado. Já poderia ter me aposentado, mas não me vejo parado. Penso que posso contribuir por mais algum tempo ainda”, destaca o servidor Luiz Sérgio Simão.

 

O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, enfatiza que a valorização dos profissionais representa um compromisso com o fortalecimento do serviço público. “Desde o início da nossa gestão, assumimos o compromisso de garantir direitos que estavam represados e oferecer melhores condições de trabalho aos servidores. Cada conquista representa o reconhecimento a quem dedica sua vida ao Tocantins. São esses profissionais que fazem as políticas públicas chegarem à população, nas escolas, nos hospitais, na segurança e em todas as áreas do estado”, ressalta.

 

Direitos garantidos e evolução salarial

 

 

Em 2021, o Estado acumulava cerca de sete anos de progressões funcionais represadas, com passivo estimado em R$ 2,8 bilhões. Foi estabelecido um modelo legal de pagamento parcelado e o governo retomou as concessões. Desde então, foram concedidas 50.689 progressões na Saúde, 40.421 no Quadro Geral e 29.687 na Educação, além de outras destinadas às demais carreiras estaduais.

 

As datas-bases acumularam reajuste de 26,76%. Associadas às progressões, as medidas proporcionaram aumentos nominais próximos de 100% em determinados grupos de servidores.

 

O auxílio-alimentação passou de R$ 300 para R$ 500 e alcança aproximadamente 25 mil servidores. Também foram instituídas indenizações de R$ 1 mil para categorias específicas, enquanto o Clube de Benefícios reúne mais de 130 empresas parceiras em mais de 20 municípios tocantinenses.

 

Educação e benefícios ampliados

 

Na Educação, a revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), associada às progressões e datas-bases, resultou em aumento de aproximadamente 106% para profissionais fora do estágio probatório. Segundo a Secad, os passivos da categoria foram quitados e o subsídio inicial dos professores com jornada de 40 horas é de R$ 6.369,80, acima do piso nacional, podendo chegar a R$ 18.578,49 no final da carreira.

 

A gratificação do Programa de Fortalecimento da Educação (Profe) foi ampliada para mais 514 profissionais, com valores entre R$ 1 mil e R$ 1,2 mil. O Governo do Tocantins também realiza a 4ª edição do Prêmio Escola que Transforma, com cerca de R$ 2 milhões em premiações.

 

Saúde, concursos e modernização

 

O Plano de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Tocantins (Servir) atende mais de 86 mil beneficiários e ampliou sua rede de aproximadamente 100 para mais de 400 prestadores credenciados. Os hospitais conveniados passaram de oito para mais de 20. Somente em 2025, foram realizados mais de 3 milhões de procedimentos. O plano também incorporou tratamentos relacionados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) e assistência domiciliar, por meio do home care.

 

Entre 2021 e 2026, o Estado contabiliza nove concursos realizados ou em andamento, com mais de 12 mil vagas anunciadas e mais de 5,5 mil servidores convocados. Os destaques incluem o concurso da Educação, com 5.242 vagas; e o concurso da Saúde, com 5.124 vagas, distribuídas em 31 categorias profissionais.

 

Na qualificação, a Escola de Governo emitiu mais de 122,6 mil certificações. Também foram investidos cerca de R$ 12 milhões em tecnologia, incluindo a aquisição de 3 mil computadores e a implantação da posse digital. O Tocantins conquistou ainda o Selo Ouro na oferta de serviços públicos digitais, concedido pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais e Públicas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Abep-TIC), e a liderança regional nesse indicador do Ranking de Competitividade dos Estados de 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP).

 

Dedicação ao serviço público

 

A trajetória de Alfredo Sosa Zamora também representa esse compromisso. Servidor do Estado desde março de 2001, o profissional de Educação Física dedicou 25 anos a projetos esportivos e comunitários.

 

Atualmente, atua na Secretaria de Estado dos Esportes e Juventude (Seju), na organização e na coordenação das ações esportivas. Seu sonho é ver um atleta tocantinense representar o estado nos Jogos Olímpicos. “Para mim, o esporte é vida. É algo que está no nosso sangue e que nos mantém ativos desde 2001”, relata.

 

 

 

 

Posted On Quarta, 28 Outubro 2026 09:20 Escrito por
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