Da Assessoria
O deputado federal Ricardo Ayres (Republicanos-TO) usou suas redes sociais para confirmar apoio à candidatura de Carlos Gaguim ao Senado e comemorar a escolha do professor Muniz Araújo como suplente na chapa.
Segundo Ayres, a definição do nome de Muniz reforça ainda mais o seu apoio à candidatura de Gaguim. Para o deputado, Muniz representa a educação, o ensino superior e a chance de transformar vidas pelo conhecimento. Fundador da Unitop, maior faculdade particular de Palmas, ele é reconhecido pelo trabalho de ampliar o acesso de jovens ao ensino superior no Estado.
Ayres destacou que a dupla une experiência política e compromisso com a educação, área que considera decisiva para gerar oportunidades no Tocantins.
Por Edson Rodrigues, direto de Goiânia
A campanha eleitoral para as eleições de 2026 começa em 16 de agosto, data a partir da qual candidatos, partidos e federações podem fazer propaganda eleitoral de forma oficial. O período de campanha vai, em regra, até a véspera do primeiro turno, ou seja, dia 3 de outubro.
A partir do próximo domingo, passam a ser permitidas diversas formas de propaganda previstas na legislação eleitoral, como comícios; caminhadas, passeatas e carreatas; distribuição de material gráfico;
uso de alto-falantes e amplificadores de som, dentro das regras; propaganda na internet; anúncios pagos em jornais, nos limites definidos pela legislação.
Antes de 16 de agosto, os candidatos podem realizar atos de pré-campanha, mas a propaganda eleitoral antecipada continua sendo proibida.
ATÉ QUANDO VAI A CAMPANHA?

A campanha eleitoral segue, em regra, até a véspera da eleição. Nas eleições de 2026, isso significa que a propaganda pode ser realizada até 3 de outubro, um dia antes do primeiro turno.
Se houver segundo turno para presidente da República ou governador, a campanha é retomada e segue até a véspera da nova votação, marcada para 25 de outubro.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, alto-falantes e amplificadores de som são permitidos na véspera da eleição, entre 8h e 22h.
No entanto, precisa ser obedecida a distância de 200 metros das sedes dos Poderes, tribunais, quartéis, hospitais, escolas, bibliotecas públicas, igrejas e teatros quando estiverem funcionando.
QUANDO COMEÇA O HORÁRIO ELEITORAL NA TV E NO RÁDIO?

O horário eleitoral gratuito em rádio e televisão começa depois do início oficial da campanha. Nas eleições de 2026, ele está previsto para começar em 28 de agosto e terminar em 1º de outubro, três dias antes do primeiro turno.
Durante esse período, candidatos e partidos têm espaço reservado na programação das emissoras para apresentar suas propostas aos eleitores.
A DISPUTA PELA ATENÇÃO DOS ELEITORES
A partir de agosto número de eleitores indecisos tende a diminuir, já que no próximo dia 16 começa a ser veiculado em rádio e televisão o horário eleitoral gratuito. Nesse período, candidatos majoritários e proporcionais passam a distribuir santinhos, cartas de compromisso e, no caso dos majoritários, registrar seus planos de governo no cartório eleitoral. Caminhadas, carreatas, comícios e reuniões estarão permitidos pela legislação eleitoral.
Cada candidatura pode contratar pessoal dentro da cota determinada por lei, utilizando recursos do fundo eleitoral partidário ou doações registradas no CNPJ da candidatura. O uso de caixa dois é crime e pode levar ao cancelamento do registro junto ao TSE.
Recomendações importantes

• É altamente recomendável que cada candidatura tenha um contador e um advogado eleitoral, para evitar a prática de crimes eleitorais.
• Esses profissionais orientam sobre os gastos e a prestação de contas. Caso a prestação de contas seja rejeitada, a decisão é irrecorrível: mesmo que o candidato seja eleito, não poderá ser diplomado nem tomar posse.
• Por isso, a assessoria contábil e jurídica eleitoral é essencial.
Novas composições e adesões em agosto Independente de serem governistas ou oposicionistas, todas as candidaturas enfrentam os mesmos riscos de ganhos e perdas. A partir de agora, os acordos políticos passam a ser feitos em negociações diretas, muitas vezes com vantagens pouco transparentes: alguns ganharão, outros perderão.
Cada candidato precisará adotar sua “máscara de sobrevivência política”. As pesquisas de intenção de voto passam a ser registradas e divulgadas oficialmente. A confiança nos resultados, porém, é uma decisão pessoal de cada cidadão e cidadã.
Por hoje é só...
Objetivo é atender as necessidades da população, com benefícios sociais, dentro dos critérios do Sistema Único de Assistência Social
Da Assessoria
Na manhã do sábado, 8, as equipes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes) estiveram no Jardim Taquari, realizando um levantamento do perfil social de famílias em condições de moradias improvisadas. O objetivo foi verificar os programas do Sistema Único de Assistência Social (Suas) que melhor se encaixam para a garantia de direitos. Na ocasião, 12 famílias foram localizadas.
Entre as famílias está Kessia Lima de Almeida, 28 anos, mãe de cinco filhos, que se disse esperançosa com a visita. “Achei a visita boa pois a equipe foi muito atenciosa e esclareceu os nossos direitos e benefícios que podemos buscar. Já tenho bolsa família e quando posso, deixo as crianças com as vizinhas e faço diária. Estou tentando o aluguel social pelo menos por um tempo, porque fica muito pesado pagar sozinha”.
Segundo a superintendente de Proteção Social Básica da Sedes, Maria Cecília Marques, “viemos verificar a situação cadastral dessas famílias, as condições em que vivem e após o levantamento, poderemos ver os benefícios do Suas em que se encaixem, para que sejam inseridos e dentro dos critérios estabelecidos, recebam o suporte que precisam”.
Entre os benefícios possíveis às famílias estão o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC), gás do povo, aluguel social e alojamento em abrigo municipal, conforme a necessidade e os critérios de seleção do Suas.
Da Assessoria
O senador Eduardo Gomes foi responsável pela articulação de 75% dos recursos aplicados até agora na construção do Hospital de Amor de Palmas. A informação foi apresentada pelo CEO da Fundação Pio XII, Henrique Prata, durante o 6º Encontro de Coordenadores do Hospital de Amor no Tocantins, Pará e Maranhão, realizado neste sábado (8), na capital. Segundo os dados divulgados, a unidade já recebeu R$ 82,389 milhões e possui 22 mil metros quadrados de área construída.
Durante o encontro, Henrique Prata destacou a participação dos voluntários e a atuação do senador na captação dos recursos destinados à obra. “Quem me procurou para essa missão foi ele. Cerca de 75% do que temos construído aqui veio dos recursos que ele conseguiu”, afirmou o CEO. A unidade de Palmas integra a estrutura da Fundação Pio XII, responsável pelo Hospital de Amor de Barretos, e foi projetada para ampliar o diagnóstico e o tratamento oncológico no Tocantins e em estados vizinhos.
“Este ano vamos buscar os recursos necessários para concluir a primeira etapa do Hospital de Amor de Palmas. No próximo mês, vamos liberar novos recursos para manter o ritmo da obra. Tenho certeza de que também conseguirei o apoio dos meus colegas para avançarmos na conclusão do hospital”, afirmou Eduardo Gomes. O senador ressaltou ainda o trabalho dos coordenadores e voluntários envolvidos nas campanhas de arrecadação e nas ações de prevenção ao câncer desenvolvidas pela instituição.
Criado a partir da experiência do Hospital de Amor de Barretos, o projeto de Palmas busca reduzir o deslocamento de pacientes tocantinenses para outros estados. A atuação local começou com serviços de prevenção, como a realização de mamografias, e avançou para a oferta de quimioterapia e procedimentos de alta complexidade pelo Sistema Único de Saúde. A instituição também conta com campanhas beneficentes, casas de acolhimento e outras iniciativas mantidas com a participação de voluntários e da sociedade civil.
Líder da Bancada Feminina do Senado falou ao Poder360 em reportagem que também ouviu outras parlamentares de diferentes partidos sobre os avanços e desafios no enfrentamento à violência.
Da Assessoria
Em entrevista ao portal Poder360 sobre os 20 anos da Lei Maria da Penha, completados em 7 de agosto, a líder da Bancada Feminina do Senado, Professora Dorinha Seabra (União Brasil), afirmou que a legislação mudou a forma como o Brasil passou a enfrentar a violência doméstica. A reportagem também ouviu outras parlamentares de diferentes partidos como a senadora Damares Alves (Republicanos/DF) e as deputadas federais Benedita da Silva (PT/RJ) e Tabata Amaral (PSB/SP).
Dorinha lembrou que, antes da lei, agressões contra mulheres eram tratadas como crimes de menor potencial ofensivo e podiam resultar apenas em prestação de serviços à comunidade ou doação de cestas básicas. “Era um absurdo que uma agressão fosse tratada dessa maneira. A Lei Maria da Penha mostrou que a violência doméstica não é um assunto privado, mas um grave problema de segurança pública e de direitos humanos”, declarou.
Mais investimentos
Para a senadora, o Congresso avançou na criação de leis e no fortalecimento das medidas protetivas, mas ainda é necessário garantir estrutura para que a proteção chegue rapidamente às vítimas. “Precisamos de mais investimentos em delegacias especializadas, casas de acolhimento, monitoramento de agressores e integração das forças de segurança. Uma mulher ameaçada não pode esperar pela burocracia enquanto o agressor permanece livre para persegui-la. A proteção não pode depender do CEP da vítima”, afirmou.
Entre as prioridades no Congresso, Dorinha citou a lei sancionada recentemente que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher e o fortalecimento do programa Antes que Aconteça, voltado à prevenção e ao atendimento das vítimas.
Mais Mulheres na Política
A senadora também defendeu o aumento da representação feminina nas eleições de 2026. “Mais mulheres nos espaços de decisão significam mais vozes cobrando orçamento, fiscalizando as políticas públicas e construindo respostas a partir da realidade vivida pelas brasileiras”, concluiu.
Confira a reportagem completa https://www.poder360.com.br/poder-congresso/lei-maria-da-penha-e-um-avanco-mas-ambiente-virtual-preocupa-congressistas/