O PL (Partido Liberal) chegará à Câmara dos Deputados em 2027 com a maior bancada eleita por um partido desde a Constituição de 1988. Mas a sigla do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, que disputará o segundo turno contra Lula (PT), está longe de ser formada só por novatos da onda bolsonarista

 

 

Por Dhiego Maia

 

 

Dos 121 eleitos em 4 de outubro, 111 (91,7%) já ocuparam algum cargo eletivo —só 8,3% são totalmente novatos. E 93 (76,9%) passaram por outras siglas antes de chegar ao partido presidido por Valdemar Costa Neto. Entre eles, há ex-filiados a legendas que vão do União Brasil ao PCdoB, passando pelo PT.

 

A bancada é majoritariamente masculina (81,8%) e branca (86,8%). Reúne policiais, militares, lideranças religiosas e parentes de políticos.

 

O levantamento do UOL cruzou dados das candidaturas, votos e bens declarados ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em 2026 com o histórico eleitoral, biografias oficiais e informações publicadas na imprensa sobre cada eleito.

 

Dois puxadores de votos

 

Os 121 eleitos somaram 20,6 milhões de votos, média de 170,7 mil por deputado.

 

Os dois mais votados, Nikolas Ferreira (MG) e Lucas Pavanato (SP), responderam por 29,8% dos votos. Ajudaram a eleger 21 deputados em Minas e 19 em São Paulo, respectivamente.

 

A distância para o terceiro colocado é grande: André Fernandes (CE) teve 684.372 votos. Na ponta inferior, Júnior Betão (AC) se elegeu com 13.732 apoios.

 

Quase metade foi eleita no Sudeste (57), região que têm 34,9% das cadeiras da Câmara (179).

 

No Nordeste, única região em que Lula liderou em todos os estados no primeiro turno, o PL elegeu 19 deputados em seis estados. Não conquistou cadeiras em Alagoas, Piauí e Sergipe.

Estreantes são 36,4%

Dos 121 eleitos, 63 (52,1%) já haviam sido vitoriosos como deputados federais em 2022. Outros 14 passaram pela Câmara em mandatos anteriores, e 44 (36,4%) chegam à Casa pela primeira vez. A proporção de estreantes é próxima à da Câmara inteira: 183 deputados (35,67%), a menor em quatro eleições.

 

Entre os que retornam, estão Alfredo Nascimento (AM), Wladimir Garotinho (RJ), Izalci Lucas (DF) e Delegado Francischini (PR).

Francischini foi o primeiro parlamentar cassado pelo TSE por desinformação contra as urnas eletrônicas. Em 2021, perdeu o mandato de deputado estadual e ficou inelegível por oito anos, prazo que terminou em 7 de outubro de 2026, três dias depois da eleição —seu registro aparece como "deferido com recurso" na base consultada, ou seja, há uma decisão favorável ainda sujeita a revisão.

 

Estreantes, mas não novatos

Estrear na Câmara não significa começar na política. Dos 44 que chegam pela primeira vez, 34 já ocuparam cargo eletivo —mais de um, em alguns casos.

 

Pavanato (SP) é vereador em São Paulo. Jair Renan Bolsonaro (SC), filho do ex-presidente, ocupa o mesmo cargo, mas em Balneário Camboriú (SC). Gil Diniz (SP) está no segundo mandato na Assembleia paulista.

 

Para dez eleitos, não foram identificados mandatos anteriores:

 

Doutora Raissa Soares (BA)

Fred Rodrigues (GO)

Rodrigo Tavares (MG)

Thiago Ganem (MG)

Vinicius Diniz (MG)

Thiago Boava Hey Roy (MT)

Julia de Castro (RJ)

Daniel Trindade (RR)

Perondi (RS)

Wesley Cezar Lelinho (SP)

 

Thiago Boava Hey Roy é viúvo da deputada Amália Barros (PL-MT), morta em maio de 2024. Sua campanha teve o apoio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), eleita senadora pelo Distrito Federal.

 

Outras trajetórias iniciaram décadas antes do bolsonarismo. Bibo Nunes (RS) ingressou na política como secretário de Turismo de Cruz Alta em 1980; Alfredo Nascimento foi secretário extraordinário da Prefeitura de Manaus em 1983; Osmar Terra (RS) começou como superintendente do antigo Inamps (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social) em Porto Alegre em 1986; e Joaquim Passarinho (PA) foi vereador em Belém a partir de 1989.

 

Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente, foi eleito em São Paulo com 379.312 votos. Antes, concorreu em nove eleições desde 1994, por sete partidos diferentes (PPR, PPB, PFL, PTB, PSL, PR e PL). Venceu apenas a de 1996, para vereador de Praia Grande (SP), pelo PMDB. A derrota mais recente foi em 2024, quando ficou em segundo lugar para prefeito de Registro (SP).

Uma bancada de ex-filiados

Dos 116 eleitos que foram candidatos antes, apenas 23 concorreram sempre pelo PL. Ou seja, 93 já passaram por outras legendas.

 

A mais frequente, com 24 deputados, é o PSL, partido pelo qual Bolsonaro se elegeu presidente em 2018 —ele se filiou ao PL em 2021. Depois aparecem União Brasil (20), PSDB (16), MDB (15), PTB (13), PSD (13), DEM (12, incluindo o antigo PFL) e PDT (11). As contagens se sobrepõem: um mesmo deputado pode ter passado por várias dessas legendas

 

Considerando apenas a eleição de 2022, 87 dos 116 (75%) já estavam no PL. Os outros 29 vieram principalmente de União Brasil (6), PSDB (5) e MDB (3). Estão nesse grupo o Sargento Fahur, do Paraná, eleito pelo PSD, e Coronel Assis, de Mato Grosso, pelo União Brasil.

 

Ex-filiados à esquerda

Uma das principais bandeiras do PL é o antipetismo, mas parte dos eleitos já passou por partidos de esquerda no passado. Veja exemplos:

 

PT - Altineu Côrtes (RJ)

PCdoB - Dr. Orlando (MA), Thiago Surfista (SP) e Osmar Terra (RS)

PDT - Giovani Cherini (RS), Subtenente Gonzaga (MG), Jefferson Campos (SP), Bibo Nunes (RS), Ricardo Arruda (PR), Nina (RN), Wesley Cezar Lelinho (SP), Mara Caseiro (MS), Soraya Santos (RJ) e Zé Vitor (MG), PSB - Jefferson Campos (SP), Emidinho Madeira (MG), Rosana Valle (SP), Capitão Augusto (SP), Rosângela Reis (MG) e Daniel Trindade (RR)
PV - Rosângela Reis (MG) e Fabinho Ramalho (MG)

Ex-ministro de Lula e Dilma

Também há deputados eleitos que já integraram governos petistas. É o caso de Alfredo Nascimento (AM), que comandou o Ministério dos Transportes entre 2004 e 2011, nos dois primeiros mandatos de Lula e no início do governo Dilma Rousseff (PT).

 

O PL, ao qual Nascimento já era filiado, fez parte da coligação que elegeu Lula em 2002. O vice-presidente, José de Alencar, era do partido.

 

Outro que atuou no governo Lula é Thiago Martins Milhim, o Thiago Ganem (MG), que foi secretário nacional de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social em 2023.

 

Fabiana Vilar (MA) foi secretária de Agricultura do Maranhão de 2019 a 2020, na gestão de Flávio Dino, então no PCdoB.

 

Farda e púlpito

Policiais, militares e bombeiros estão entre os eleitos, e muitos levaram a patente ou o cargo no nome de urna.

 

É o caso de General Pazuello (RJ), ex-ministro da Saúde de Bolsonaro, General Girão (RN), Coronel Chrisóstomo (RO), Coronel Fernanda (MT), Delegado Paulo Bilynskyj (SP) e Sargento Fahur (PR).

Na ocupação declarada ao TSE, 38 se apresentam como deputados, 16 como empresários, 12 como advogados, dez como vereadores e oito como médicos. O campo não abrange todas as atividades já exercidas.

 

Entre os pastores estão Sóstenes Cavalcante (RJ), Marco Feliciano (SP) e Lincoln Portela (MG). Sóstenes é líder do PL na Câmara e ex-presidente da Frente Parlamentar Evangélica.

 

Fábio Sousa (GO) é bispo da Igreja Fonte da Vida. No campo católico, Eros Biondini (MG) integra a Renovação Carismática, e Chris Tonietto (RJ) é ligada ao Centro Dom Bosco.

 

Herdeiros e sobrenomes

Dani Cunha (RJ) é filha do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (Republicanos-MG), que também concorreu, mas perdeu.

 

Wladimir Garotinho (RJ) é filho dos ex-governadores do Rio Anthony Garotinho e Rosinha Matheus.

 

Rosangela Moro (PR) é mulher do senador e ex-ministro de Bolsonaro Sergio Moro (PL), eleito governador do Paraná.

 

Outros parentes de políticos são Rogerio Barra (PA), Vinicius Diniz (MG), Matheus Noronha (CE), Marcelo Moraes (RS), George Morais (PB), Lafayette Andrada (MG), Roberta Roma (BA), Dr. Jaziel (CE), Aldir Júnior (MA) e Fabiana Vilar (MA).

 

Patrimônio

Os bens declarados pelos eleitos somam R$ 329,4 milhões. Os maiores são:

 

Magda Mofatto (GO): R$ 62,9 milhões

Fabinho Ramalho (MG): R$ 20 milhões

João Bacelar (BA): R$ 13,5 milhões

Rodolfo Nogueira (MS): R$ 13,4 milhões

Julia de Castro (RJ), de 24 anos, não tem bens registrados. Thiago Medina (PE) declarou R$ 17,5 mil, e Lucas Pavanato, R$ 43,7 mil.

 

Os valores são autodeclarados; a falta de registros não comprova ausência de patrimônio.

 

Dos movimentos às bandeiras

Parte dos eleitos chegou à política por movimentos de direita. Nikolas Ferreira coordenou o Direita Minas. Lucas Pavanato integrou o MBL, antes de romper com o grupo e se aproximar do bolsonarismo. Zé Trovão (SC) foi um dos líderes da mobilização de caminhoneiros pró-Bolsonaro de setembro de 2021, marcada por bloqueios de rodovias e ataques ao STF (Supremo Tribunal Federal).

 

Uma das principais bandeiras dos eleitos é a segurança pública, com propostas como redução da maioridade penal e aumento de penas.

 

Na pauta de costumes, se posicionam contra a linguagem neutra e o aborto, inclusive nos casos hoje legalizados (estupro, anencefalia do feto e risco à vida da mãe).

 

 

 

Posted On Domingo, 18 Outubro 2026 06:01 Escrito por

Pesquisa mostra redução da diferença entre os candidatos; na intenção de voto estimulada, senador registra 48%, contra 46% do presidente

 

 

Por Victor Schneider

 

O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, tem 51,2% dos votos válidos, contra 48,8% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que concorre à reeleição, segundo pesquisa Ipespe/Abrapel divulgada neste sábado (17) sobre o segundo turno das eleições.

 

A diferença entre os candidatos é de 2,4 pontos percentuais. Considerando a margem de erro de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos, o resultado configura empate técnico. Os votos válidos excluem os votos em branco, os nulos e os eleitores indecisos.

 

No levantamento anterior, divulgado em 10 de outubro, Flávio tinha 52,7% dos votos válidos, enquanto Lula registrava 47,3%. Na comparação entre as duas rodadas, o senador oscilou 1,5 ponto percentual para baixo, e o presidente, 1,5 ponto para cima.

 

 

Intenção de voto espontânea e estimulada

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados respondem em quem pretendem votar sem que os nomes dos candidatos sejam apresentados previamente, Flávio Bolsonaro aparece com 47% das citações, enquanto Lula tem 44%. Na rodada anterior, os percentuais eram de 48% e 43%, respectivamente.

 

Já 3% disseram não escolher nenhum dos candidatos, votar em branco ou anular o voto, enquanto 5% não souberam ou não responderam.

 

Na pesquisa estimulada, em que os entrevistados recebem os nomes dos candidatos como opções de resposta, Flávio registra 48% das intenções de voto, contra 46% de Lula. No levantamento anterior, o senador tinha 49%, e o presidente, 44%.

 

O levantamento também registra 3% de eleitores que afirmam não votar em nenhum dos candidatos, votar em branco ou anular o voto. Outros 3% não souberam ou não responderam.

 

Metodologia

A pesquisa Ipespe/Abrapel entrevistou 1.500 eleitores de todo o país entre os dias 13 e 15 de outubro. O intervalo de confiança é de 95,45%.

 

O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00223/2026.

 

 

Posted On Sábado, 17 Outubro 2026 15:00 Escrito por

Candidato do PL afirmou que mudou de posição sobre o tema após ouvir trabalhadores durante viagens pelo Brasil

 

 

Por André Barbeiro

 

 

O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira (16), durante sabatina na TV Globo, que mudou de posição sobre o fim da escala de trabalho 6x1 após ouvir trabalhadores durante viagens pelo Brasil. O parlamentar também declarou que não pretende tentar reverter o fim do modelo.

 

“Resolvi seguir a vontade da maioria dos trabalhadores brasileiros”, afirmou Flávio, ao explicar o motivo da mudança de posicionamento.

Segundo o senador, as conversas que teve ao longo de suas viagens pelo país mostraram apoio ao encerramento da jornada que prevê seis dias de trabalho para um de descanso. Ele afirmou que sempre defendeu maior liberdade nas relações trabalhistas e citou como exemplo a situação de mães solo que enfrentam dificuldades para conciliar o emprego com os cuidados dos filhos.

 

“Com essa escala 6x1 engessada, não conseguia um emprego”, disse, ao mencionar as dificuldades de quem não tem com quem deixar as crianças.

Apesar de defender o fim da escala, Flávio ponderou que a redução dos dias trabalhados não resolveria, por si só, outros problemas enfrentados pelos brasileiros. Durante a sabatina, ele mencionou a insegurança no transporte público e as dificuldades financeiras de trabalhadores que não conseguem fazer o salário durar até o fim do mês.

 

“Todo mundo quer trabalhar menos e ganhar mais”, declarou.

Na sequência, questionou se um dia adicional de folga seria suficiente para mudar a realidade de quem enfrenta assaltos no transporte público e chega ao fim do mês sem dinheiro.

 

 

Posted On Sábado, 17 Outubro 2026 05:36 Escrito por

A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. Brancos e nulos são 4,9%. Indecisos somam 2,4%. Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 50,5%, contra 49,5% de Lula

 

 

Por Murilo Adjuto

 

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados nas intenções de voto para o segundo turno da eleição presidencial segundo pesquisa da CNT/MDA divulgada nesta sexta-feira, 16.

O senador tem 46,8% dos votos totais, contra 45,9% do petista. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. Brancos e nulos são 4,9%. Indecisos somam 2,4%. Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 50,5%, contra 49,5% de Lula.

 

Na pesquisa espontânea, ou seja, quando não são apresentados aos eleitores os nomes dos candidatos, Flávio tem 45,6%, contra 44,1% do presidente Lula.

 

Em votos potenciais, o senador do PL tem 51,2%, ao considerar os eleitores que votariam “com certeza” no candidato (43,9%) e aqueles que poderiam votar (7,3%). Por outro lado, 46,6% afirmam que não votariam nele.

 

Já o atual presidente tem 49,9% de potencial de voto (43,3% votariam com certeza e 6,6%, poderiam votar). Aqueles que afirmam que não votariam em Lula somam 48,8%.

 

A pesquisa mostra ainda que 93% dos eleitores estão convictos sobre seu voto e que 7% ainda podem mudar a escolha.

A pesquisa entrevistou 2.002 eleitores entre os dias 13 e 15 de outubro. A sondagem foi realizada presencialmente, em domicílios e pontos de fluxo. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo 00652/2026.

 

Avaliação Ótimo/Bom de Lula vai de 35% para 38%

A pesquisa CNT/MDA desta sexta-feira, 16, mostra que a avaliação positiva (ótima ou boa) do governo do presidente Lula passou de 35% para 38%, na comparação com levantamento anterior, divulgado em 3 de outubro, véspera do primeiro turno. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais.

 

No mesmo comparativo, a avaliação negativa (ruim e péssima) do governo oscilou de 41% para 40%. Outros 21,8% avaliam o governo como regular – ante 23% na pesquisa anterior.

 

Já o presidente Lula é pessoalmente desaprovado por 49,3% dos eleitores ouvidos, enquanto outros 47,7% o aprovam. Outros 3% não souberam ou não quiseram responder.

 

 

 

 

Posted On Sexta, 16 Outubro 2026 14:46 Escrito por O Paralelo 13

Pesquisa PoderData/AYA entrevistou 3.000 eleitores, entre os dias 13 e 15 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

 

 

Por CNN Brasil

 

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão numericamente empatados em 50% das intenções de voto cada um, em um cenário de segundo turno para a Presidência da República. É o que aponta a pesquisa PoderData/AYA, divulgada nesta terça-feira (13).

 

Este é o terceiro estudo testado pelo instituto desde a definição do primeiro turno. Em rodadas anteriores, houve variação nas intenções de voto. O levantamento considera somente os votos válidos, descartando brancos e nulos.

 

Na pesquisa divulgada na quinta-feira (8), por exemplo, Flávio Bolsonaro registrou a preferência de 53% dos entrevistados, contra 47% para Lula. Já na rodada publicada na última terça-feira (13), Flávio aparecia com 51% e Lula pontuava 49%. Desde então, houve uma aproximação entre os candidatos, que resultou no empate atual de 50% para cada um, considerando a margem de erro de 1,8 ponto percentual.

 

O PoderData/AYA entrevistou 3.000 eleitores entre os dias 13 e 15 de outubro, por meio de ligações telefônicas. A margem de erro do levantamento é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

 

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04258/2026.

 

 

 

Posted On Sexta, 16 Outubro 2026 09:37 Escrito por O Paralelo 13
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