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Posted On Quinta, 10 Setembro 2020 05:50
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CERTIDÃO NEGATIVA DE OTONIEL É FAKE NEWS

 

Após o recebimento de quatro mensagens vindas de pessoas diferentes, contendo uma certidão que colocava o ex-prefeito de Porto Nacional e atual candidato ao cargo, Otoniel Andrade como inelegível, entramos em contato com o próprio, para saber sobre a veracidade.

O “baixinho” foi taxativo: “isso é fake news.  Terão que nos vencer no voto, se quiserem alguma coisa nesta eleição. Quem apela para fake news e ‘tapetão’ é ficha-suja.  No dia 13, após a nossa convenção do PTB, que irá homologar a nossa candidatura, entregaremos à imprensa todas as certidões positivas que acompanharam minha vida pública”.

Ou seja, não há nenhuma pendência judicial que impeça Otoniel Andrade de registrar sua candidatura a prefeito de Porto Nacional.

 

QUEM AVISA, AMIGO É

O Paralelo 13 foi o primeiro veículo de comunicação do Estado a levantar a inelegibilidade do ex-prefeito de Palmas, Raul Filho.

Na época, brincamos que “seria mais fácil um elefante voar que Raul conseguir registrar sua candidatura a prefeito da Capital pelo MDB”.

O mais estranho é que uma ala do MDB apostava todas as fichas na candidatura do ex-prefeito, tanto que, nas pesquisas de intenção de voto para consumo interno, Raul aparecia entre os três mais bem avaliados.

Mas, como já falávamos, lá atrás, Raul Filho está mesmo inelegível, por conta de um crime ambiental e, não por improbidade administrativa ou malversação de recursos público.

Fim de linha!

 

PRESERVAR O NOME E EVITAR DESGASTE

 

Raul filho, enfim, jogou a toalha e retirou sua candidatura a prefeito de Palmas pelo MDB.

O ex-prefeito tomou essa atitude para evitar o desgaste político de ter sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral.

Enquanto isso, o MDB trabalha para fazer uma coligação, indicando o candidato a vice em uma chapa que tenha condições reais de eleição.

Segundo as discussões de bastidores, até esta sexta-feira (11), o martelo já estará batido.

 

SEM JULGAMENTO

 

Raul Filho tem uma condenação por crime ambiental, que culminou na sua inelegibilidade.  Como a defesa desse processo não entrou na pauta, o ex-prefeito preferiu deixar que o MDB busque uma saída para evitar prejuízos aos candidatos a vereador.

O partido deve discutir, nas próximas 72 horas, por uma coligação.

 

MARCELO ASSUME COMANDO DO MDB ESTADUAL

Nesta última quarta-feira (9), o MDB estadual passou o dia em reuniões tomando decisões importantes para a legenda.

Aprovou a intervenção no Diretório de Gurupi, abortou uma Comissão Provisória e trabalha com a possibilidade de outra Comissão, formada por nomes consensuais.

Na mais importante das decisões, o comando estadual do partido voltou à mãos do ex-governador Marcelo Miranda que, inclusive, prepara um giro pelo Estado para demonstrar apoio às candidaturas a prefeito e a vereador pelo partido.

 

ARROZ SEM IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO

A Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério da Economia, decidiu nesta quarta-feira (9) zerar a alíquota do imposto de importação para o arroz em casca e beneficiado. A isenção tarifária valerá até 31 de dezembro deste ano.

De acordo com a pasta, a redução temporária está restrita à cota de 400 mil toneladas. Até então, a Tarifa Externa Comum (TEC) incidente sobre o produto era de 12%, para o arroz beneficiado, e 10% para o arroz em casca.

A decisão foi tomada durante reunião do Comitê-Executivo de Gestão da Camex, a partir de um pedido formulado pelo Ministério da Agricultura. O colegiado é integrado pela Presidência da República e pelos ministérios da Economia, das Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

O objetivo da isenção tarifária temporária é conter o aumento expressivo no preço do arroz ao longo dos últimos meses. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP), o preço do arroz variou mais de 107% nos últimos 12 meses, com o valor da saca de 50 quilos próximo de R$ 100. Os motivos para a alta são uma combinação da valorização do dólar frente ao real, o aumento da exportação e a queda na safra. Em alguns supermercados, o produto, que custava cerca de R$ 15, no pacote de 5 quilo, está sendo vendido por até R$ 40.

 

MULTA AOS SUPERMERCADOS

Após o presidente da República, Jair Bolsonaro, pedir lucro "próximo de zero" aos donos de supermercados, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça, notificou nesta quarta-feira, 9, empresas e associações cooperativas ligadas à produção, distribuição e venda de alimentos da cesta básica para questionar a alta nos preços dos produtos. De acordo com o documento, todos terão cinco dias para responder aos questionamentos.

No texto, a Senacon justifica que, "diante do sensível aumento de preços de itens da cesta básica, em especial do arroz, a Secretaria Nacional do Consumidor decidiu notificar o setor produtivo e comercial para esclarecer as causas do aumento nos alimentos que compõem a cesta básica brasileira".

"O aumento de valores foi notado especialmente em relação ao arroz que, apesar dos positivos volumes produtivos da última safra brasileira, informados pela Conab, teve significativo incremento de preços na prateleira", diz outro trecho da notificação.

O intuito da medida, ainda de acordo com a secretaria do MJ, é, após a devida análise, buscar "coibir aumentos arbitrários".

 

MOURÃO SE MANIFESTA

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, relacionou, nesta quarta-feira, 9, a alta no preço de alimentos à injeção de recursos na economia pelo governo durante a pandemia, como o auxílio emergencial. Segundo ele, as pessoas estão "se alimentando melhor e melhorando as suas casas".

"É a questão da lei de oferta e procura. Uma porção de gente comprando porque o dinheiro que o governo injetou na economia foi muito acima daquilo que as pessoas estavam acostumadas. Tanto que está tendo grande compra de alimentos e material de construção. Então, as pessoas estão se alimentando melhor e estão melhorando as suas casas. Essas são as duas áreas onde está havendo bastante gasto", disse Mourão a jornalistas, na entrada da vice-Presidência.

Segundo ele, o aumento das exportações brasileiras e questões sazonais também influenciam na alta dos preços. "Estamos vendendo bastante para o mercado externo", disse, citando o caso do arroz. Mourão disse que a área plantada com o grão diminuiu porque os arrozeiros tiveram prejuízo e "o cara muda de ramo. Aí, agora, eles estão replantando. É um momento sazonal, daqui a pouco volta tudo ao normal", declarou.

 

PEC REELEIÇÃO LEGISLATIVOS

O Senado recebeu o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 33/2020, que permite a reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado dentro da mesma legislatura, ou seja, os quatro anos que separam uma eleição estadual de outra. Atualmente, a Constituição não permite a recondução dos membros das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado. As eleições das Mesas Diretoras acontecem a cada dois anos.

A PEC, de autoria da senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), permite a recondução por um período subsequente. Para apresentação de uma PEC no Senado, são necessárias 27 assinaturas. A PEC 33 conseguiu 30, incluindo nomes ligados ao governo, como o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), o líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), e de parlamentares ligados ao centrão.

Segundo a autora do projeto, a reeleição “já se incorporou à nossa cultura política, tendo, nesse período, assegurado, ao mesmo tempo, a continuidade administrativa, a soberania do eleitor, bem como se apresentado como anteparo consistente para qualquer tentativa de perpetuação no poder”.

 

 

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