Novo concurso público deve ofertar cerca de 600 vagas para soldados e outras 50 para formação de oficiais
Da Assessoria
O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, anunciou nesta terça-feira, 17, que um novo concurso público da Polícia Militar do Tocantins (PMTO) será realizado e garantiu celeridade em seu processo de elaboração. O Governo do Tocantins formou, no início deste ano, quase 1.000 alunos-soldados.
Wanderlei Barbosa ressaltou a importância da Polícia Militar e a necessidade de fortalecer as forças de segurança, para melhor servir à população. "A Polícia Militar é a linha de frente na proteção de nossos cidadãos e na manutenção da ordem pública. Estamos comprometidos em garantir que a corporação tenha o efetivo necessário para cumprir sua missão com excelência", afirmou o Governador.
Novo concurso
O novo concurso público deve ofertar cerca de 600 vagas para soldados e outras 50 para formação de oficiais. A seleção de novos membros é um passo importante para fortalecer as operações de combate ao crime e garantir a segurança da sociedade tocantinense.
“A ação é vista como um investimento no futuro da segurança pública do Estado, além de reforçar um compromisso com a população, fortalecendo a segurança em todas as cidades do Tocantins”, comentou o chefe do Estado-Maior da PMTO, coronel Cláudio Thomaz Coelho de Souza.
No início do ano, durante a cerimônia de formatura dos novos policiais militares, o governador Wanderlei Barbosa havia anunciado o seu compromisso com o fortalecimento da força policial tocantinense. Durante a formatura de 958 novos alunos-soldados da PMTO, na Praça dos Girassóis, que ocorreu na noite do dia 19 de janeiro, o Governador assinou diversos atos, incluindo a autorização para um novo concurso público da corporação.
"Centenas de vítimas" estão sob escombros, informou Ministério da Saúde de Gaza. Escola da ONU também foi atingida
Com Agências
Um ataque aéreo de Israel atingiu o hospital batista Al-Ahli Arabi, no centro da cidade de Gaza, nesta 3ª feira (17.out), deixando mais de 500 mortos e "centenas de vítimas" sob os escombros, informou o Ministério da Saúde de Gaza.
Se confirmado, esse será de longe o ataque aéreo israelense mais mortífero em cinco guerras travadas desde 2008.
O centro médico bombardeado fica ao norte do enclave palestino, onde Israel ordenou a evacuação de 1 milhão de pessoas, e era refúgio de famílias deslocadas. Segundo informou a Al Jazeera. "O hospital abrigava centenas de doentes e feridos, além de pessoas forçadas a deixar suas casas devido a ataques israelenses".
O chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, condenou veementemente o ataque ao Hospital Al Ahli Arab, em Gaza. Em comunicado publicado nas redes sociais, ele escreveu:
"Os primeiros relatórios indicam centenas de mortes e feridos. Apelamos à proteção imediata dos civis e aos cuidadores de saúde, e à reversão das ordens de evacuação"
Também nesta 3ª feira, outro bombardeio israelense atingiu uma escola da ONU onde quatro mil pessoas se refugiavam em Gaza, deixando ao menos seis mortos.
A agência da ONU para refugiados da Palestina, UNRWA, chamou o ataque de ultrajante: "mostra mais uma vez um flagrante desrespeito pela vida de civis". A organização estima que o número de vítimas pode ser maior.
A jornada do conhecimento Magic Day Educação 2.0, realizada pela prefeitura de Gurupi por meio da Secretaria Municipal da Educação em parceria com o SEBRAE acontece neste sábado, 21 de outubro.
Por Fabíola Sélis
“A jornada já está definida no calendário de eventos da Secretaria Municipal da Educação, realizada no mês em comemoração ao dia professor. Esse é um momento que potencializamos as formações, oportunizando aos profissionais da nossa rede o acesso a grandes nomes da educação, como por exemplo o atuante professor Helber que já atuou muitos anos no MEC é um importante líder educacional brasileiro. São esses momentos que enriquecem a nossa educação”, pontuou o secretário municipal da educação, Davi Abrantes.
A jornada de conhecimento tem início às 7 horas da manhã e encerra às 11h, em cinco locais, simultaneamente. A proposta da divisão das equipes escolares (professores, profissionais de apoio, diretores, coordenadores pedagógicos, coordenadores de secretaria, professores do AEE, orientadores educacionais) e ainda gestores da SEMEG é para facilitar ao acesso assertivo aos temas debatidos.
Palestras
No auditório da Unirg (Campus I), será realizada a palestra sobre “a equidade na recuperação de aprendizagens, com estratégias pedagógicas para reduzir disparidades educacionais”, de 7 às 11 horas da manhã, ministrada pelo professor e ex-secretário adjunto da educação básica do MEC, Helber Rodrigo Vieira, para professores e coordenadores pedagógicos de 6º ao 9º ano.
Biografia: Também é pesquisador e líder educacional brasileiro com uma vasta experiência em diversos cargos importantes na área de educação e gestão. Atualmente, ele ocupou o cargo de Secretário Adjunto de Educação Básica do Ministério da Educação do Brasil, onde desempenhou um papel fundamental na formulação e implementação de políticas educacionais voltadas para a educação básica no país. Já foi Diretor de Política e Diretrizes da Educação Básica do Ministério da Educação. Foi Subsecretário de Educação Básica do Distrito Federal e Conselheiro Distrital de Educação. É professor da Fundação Getúlio Vargas nas áreas de Empreendedorismo, Gestão Estratégica, Gerenciamento de Projetos e Negociação. Foi assessor da presidência do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP).
No auditório da Igreja Videira (centro da cidade) será realizada a palestra sobre “comunicação assertiva o ambiente educacional: fortalecendo relações e promovendo o aprendizado”, de 7 às 11 horas da manhã, ministrada pelo chefe de redação do telejornalismo da Tv Anhanguera Tocantins e doutorando em estudos da mídia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Adriano Nogueira da Fonseca, para professores da educação infantil e coordenadores.
Biografia: também é mestre em Comunicação e Sociedade pela Universidade Federal do Tocantins. Membro do Gemini - Grupo de pesquisas vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Estudos da Mídia (PPgEM), da UFRN e também membro do NepJor - Grupo de Pesquisa em Jornalismo e Multimídia (CNPq/UFT). Possui graduação em Comunicação Social: Habilitação em Jornalismo pela Universidade do Tocantins (2002). É especialista em Comunicação, Sociedade e Meio Ambiente pela Universidade Federal do Tocantins (2008). Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Telejornalismo. É pós-graduado em Ensino e Jornalismo pela Universidade Federal do Tocantins.
No auditório da Igreja Universal (ao lado da Câmara Municipal) será realizada a palestra sobre “Recomposição das aprendizagens: estratégias educacionais para superar os desafios pós-pandemia”, de 9 às 12h, ministrada pela professora, pedagoga, advogada e chefe de gabinete da Secretaria Estadual da Educação, Markes Cristiana Oliveira dos Santos, para professores e coordenadores pedagógicos de1º ao 5ª ano.
Biografia: é licenciada em Pedagogia, em letras – Espanhol, especialista em psicopedagogia, bacharel em Direito, especialista em Direito Constitucional, especialista em Direito Privado, cursando MBA em Políticas Públicas para Cidades Inteligentes, formadora de gestores e servidora pública. Já atuou como coordenadora pedagógica, como pedagoga do currículo, como coordenadora regional de ensino fundamental e médio, já foi gerente regional de educação básica, também analista jurídica na Defensoria Pública, assessora de controle interno da Secretária Estadual de Educação, chefe da assessoria jurídica da Seduc e superintendente de educação básica na Seduc.
No auditório da Igreja Presbiteriana (na rua 13) será realizada a palestra sobre “Liderança na resolução de conflitos: habilidades estratégicas”, de 7 às 11 horas da manhã, ministrada pelo professor universitário, doutor em psicologia, Iran Johnathan Silva Oliveira para gestores escolares, gestores da SEMEG, orientadores educacionais e coordenadores de secretaria.
Biografia: é doutor em psicologia com ênfase na análise do comportamento aplicada pela PUC-GO (2022). Mestre em psicologia, em processos clínicos pela PUC-GO (2010). Especialista em criminologia e ciências criminais pela Escola Superior da Magistratura Tocantinense - ESMAT (2016). Graduado em psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) em (2007). Autor do livro Síndrome de Down - Modificando comportamentos, juntamente com a Dra. Ilma A. Goulart de Souza Britto, pela editora ESEtec -Santo André/SP. Professor universitário no curso de psicologia da ULBRA/Palmas e no curso de medicina da UNIRG. Ainda atua em clínica no desenvolvimento pessoal, nos comportamentos humanos mais complexos como transtornos de ansiedade e do estresse, comportamento suicida e negociação de conflitos. Sócio pleno da Associação Brasileira de Análise do Comportamento (ACBr).
No auditório da Universidade Federal do Tocantins (UFT) será realizada a palestra sobre “Práticas inclusivas em ambientes de aprendizagem”, de 7 às 11 horas da manhã, ministrada pela doutora em psicologia com ênfase na saúde mental do trabalhador pela PUC-GO, Ariana Fidelis Alves Santana, para os professores do AEE e profissionais de apoio.
Biografia: Psicóloga, doutora em psicologia com ênfase em saúde mental do trabalhador – pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Goiás. Também é mestre em psicologia organizacional e do trabalho pela PUC Goiás (2016). Com experiência na área de psicologia clínica e do trabalho, especialista em treinamento e desenvolvimento de pessoas. Especialista em gestão de pessoas por competência (2014).
Eliziane Gama classifica ex-presidente como autor ‘intelectual’ e ‘moral’ de ataques golpistas. Também foram citados os ex-ministros Braga Netto, Heleno, Luiz Eduardo Ramos e Paulo Sérgio Nogueira
Com Agências
A relatora da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), pediu o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por quatro crimes, incluindo golpe de Estado e associação criminosa. O pedido foi o primeiro apresentado no relatório final da CPMI, que possui 1.333 páginas, apresentado nesta terça-feira (17) aos parlamentares. Segundo Eliziane, o ex-chefe do Executivo foi "autor, seja intelectual, seja moral, dos ataques perpetrados contra as instituições, que culminou no dia 8 de janeiro de 2023". Veja lista completa abaixo.
No documento, Elizane afirma que Bolsonaro não agiu para desmobilizar os acampamentos montados em frente a instituições militares por todo o país. "Na prática, houve verdadeiro 'silêncio eloquente' do então ocupante do posto de presidente da República, incentivando os acampados a permanecerem nos locais", ressalta o relatório.
Além disso, a relatora defende haver "fartos indícios" de que o ex-presidente utilizou a estrutura da Polícia Rodoviária Federal, por meio do ex-diretor Silvinei Vasques, "para monitorar os locais, especialmente na região Nordeste, onde o candidato Luiz Inácio Lula da Silva, no primeiro turno do pleito de 2022, teria tido maior votação".
Outro ponto citado no relatório é a susposta "minuta do golpe", que teria sido entregue ao ex-presidente por Felipe Martins, então assessor internacional da Presidência da República.
São indiciados pela relatora no documento:
ex-presidente Jair Bolsonaro
general Braga Netto, candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro e ex-ministro da Casa Civil e da Defesa
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Bolsonaro e então secretário de Segurança Pública do DF nos atos
general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional de Bolsonaro
general Luiz Eduardo Ramos, ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro
general Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa de Bolsonaro
almirante Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha
general Freire Gomes, ex-comandante do Exército
tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e principal assessor de Bolsonaro
Filipe Martins, assessor-especial para Assuntos Internacionais de Bolsonaro
deputada federal Carla Zambelli (PL-SP)
coronel Marcelo Costa Câmara, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro
general Ridauto Lúcio Fernandes
sargento Luis Marcos dos Reis, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro
major Ailton Gonçalves Moraes Barros
coronel Elcio Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde
coronel Jean Lawand Júnior
Marília Ferreira de Alencar, ex-diretora de inteligência do Ministério da Justiça e ex-subsecretária de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do DF
Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal
general Carlos José Penteado, ex-secretário-executivo do GSI
general Carlos Feitosa Rodrigues, ex-chefe da Secretaria de Coordenação e Segurança Presidencial do GSI
coronel Wanderli Baptista da Silva Junior, ex-diretor-adjunto do Departamento de Segurança Presidencial do GSI
coronel André Luiz Furtado Garcia, ex-coordenador-geral de Segurança de Instalações do GSI
tenente-coronel Alex Marcos Barbosa Santos, ex-coordenador-adjunto da Coordenação Geral de Segurança de Instalações do GSI
capitão José Eduardo Natale, ex-integrante da Coordenadoria de Segurança de Instalações do GSI
sargento Laércio da Costa Júnior, ex-encarregado de segurança de instalações do GSI
coronel Alexandre Santos de Amorim, ex-coordenador-geral de Análise de Risco do GSI
tenente-coronel Jader Silva Santos, ex-subchefe da Coordenadoria de Análise de Risco do GSI
coronel Fábio Augusto Vieira, ex-comandante da PMDF
coronel Klepter Rosa Gonçalves, subcomandante da PMDF
coronel Jorge Eduardo Naime, ex-comandante do Departamento de Operações da PMDF
coronel Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra, comandante em exercício do Departamento de Operações da PMDF
coronel Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues, comandante do 1º CPR da PMDF
major Flávio Silvestre de Alencar, comandante em exercício do 6º Batalhão da PMDF
major Rafael Pereira Martins, chefe de um dos destacamentos do BPChoque da PMDF
Alexandre Carlos de Souza, policial rodoviário federal
Marcelo de Ávila, policial rodoviário federal
Maurício Junot, empresário
Adauto Lúcio de Mesquita, financiador
Joveci Xavier de Andrade, financiador
Meyer Nigri, empresário
Ricardo Pereira Cunha, financiador
Mauriro Soares de Jesus, financiador
Enric Juvenal da Costa Laureano, financiador
Antônio Galvan, financiador
Jeferson da Rocha, financiador
Vitor Geraldo Gaiardo , financiador
Humberto Falcão, financiador
Luciano Jayme Guimarães, financiador
José Alipio Fernandes da Silveira, financiador
Valdir Edemar Fries, financiador
Júlio Augusto Gomes Nunes, financiador
Joel Ragagnin, influenciador
Lucas Costar Beber, financiador
Alan Juliani, financiador
George Washington de Oliveira Sousa, condenado por envolvimento na tentativa de atentado ao aeroporto de Brasília
Alan Diego dos Santos, condenado por envolvimento na tentativa de atentado ao aeroporto de Brasília
Wellington Macedo de Souza, condenado por envolvimento na tentativa de atentado ao aeroporto de Brasília
Tércio Arnaud, ex-assessor especial de Bolsonaro apontado como integrante do chamado "gabinete do ódio"
Fernando Nascimento Pessoa, assessor de Flávio Bolsonaro apontado como integrante do chamado "gabinete do ódio"
José Matheus Sales Gomes, ex-assessor especial de Bolsonaro apontado como integrante do chamado "gabinete do ódio"
Justificativas
No início da leitura do documento, a senadora rechaçou a ideia de que os atos de 8 de janeiro ocorreram de forma espontânea. Ela atribuiu o movimento golpista ao ambiente inflamado por Jair Bolsonaro e aliados.
"Nosso objetivo foi entender como isso aconteceu; como alguns milhares de insurgentes se radicalizaram, se organizaram e puderam romper, sem muita dificuldade, os sistemas de segurança que deveriam proteger a Praça dos Três Poderes. As investigações aqui realizadas, os depoimentos colhidos, os documentos recebidos permitiram que chegássemos a um nome em evidência e a várias conclusões. O nome é Jair Messias Bolsonaro", disse.
"O 8 de janeiro é obra do que chamamos de bolsonarismo. Diferentemente do que defendem os bolsonaristas, o 8 de janeiro não foi um movimento espontâneo ou desorganizado; foi uma mobilização idealizada, planejada e preparada com antecedência. Os executores foram insuflados e arregimentados por instigadores que definiram de forma coordenada datas, percurso e estratégia de enfrentamento e ocupação dos espaços", acrescentou.
A relatora também atribui os atos golpistas a uma "omissão" do Exército.
"O Oito de Janeiro é resultado da omissão do Exército em desmobilizar acampamentos ilegais que reivindicavam intervenção militar; da ambiguidade das manifestações e notas oficiais das Forças Armadas, que terminavam por encorajar os manifestantes, ao se recusarem a condenar explicitamente os atos que atentavam contra o Estado Democrático de Direito; e de ameaças veladas à independência dos Poderes", diz.
Eliziane Gama ainda avalia que o entorno de Bolsonaro sabia do "alcance" e, deliberadamente, estimulou manifestações de cunho golpista.
"Jair Bolsonaro e todos os que o cercam sabiam disso [articulações golpistas]. Conheciam os propósitos e as iniciativas. Compreendiam a violência e o alcance das manifestações. Frequentavam os mesmos grupos nas redes sociais. Estimulavam e alimentavam a rebeldia e a insatisfação. Punham deliberadamente mais lenha na fogueira que eles mesmos haviam acendido."
No caso específico de Bolsonaro, a relatora pede indiciamento pelos seguintes crimes:
associação criminosa;
tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
golpe de Estado;
e emprego de medidas para impedir o livre exercício de direitos políticos.
Aposentados e pensionistas devem realizar a Prova de Vida, de forma digital, pelo App Meu RPPS, nos meses de novembro e dezembro
Por Morgana Taíse
Mais de 19 mil aposentados e pensionistas do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (Igeprev-TO) deverão fazer a Prova de Vida 2023, que tem caráter obrigatório, de acordo com a Portaria nº 2130, de 4 de outubro de 2023.
Realizada exclusivamente de forma digital, pelo Aplicativo Meu RPPS, a Prova de Vida 2023, será realizada a partir de 1º de novembro a 31 de dezembro.
Com o objetivo de provar a existência física dos aposentados e pensionistas do Instituto, a Prova de Vida é um procedimento destinado a todos os segurados e beneficiários do Igeprev, que recebem o benefício. Todos precisam comprovar que estão vivos e, que podem continuar recebendo os proventos. A comprovação serve também para garantir a continuidade do benefício, sem interrupções, com intuito de evitar fraudes e pagamentos indevidos.
Devem fazer a Prova de Vida todos os servidores públicos inativos e pensionistas vinculados ao Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Tocantins (RPPS), dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e também do Ministério Público, do Tribunal de Contas, da Defensoria Pública, bem como os Militares Reformados ou da Reserva Remunerada, e Pensionistas, vinculados ao Sistema de Proteção Social (SPSM).
A Prova de Vida deve ser realizada exclusivamente pelo Aplicativo Meu RPPS. Para baixar o App, basta acessar a loja virtual do seu dispositivo móvel, Android ou IOS e digitar Meu RPPS. Ao baixar o aplicativo, basta escolher o Estado do Tocantins, a cidade de Palmas, em seguida clicar em Igeprev e se cadastrar.
Vale destacar que o procedimento não é validado automaticamente. Os documentos passam por análise, bem como o reconhecimento facial na base de dados do sistema. Após concluído o processo, o Instituto tem cinco dias úteis para avaliação da Prova de Vida, e o beneficiário deverá consultar a validação do processo no App Meu RPPS. Para informações e dúvidas, entrar em contato com o Igeprev.
“Importante lembrar que os beneficiários não precisam comparecer até a sede do Instituto, podendo realizar o processo de qualquer local, e de forma digital, a partir de um celular ou dispositivo móvel conectado à internet. Para os beneficiários que moram no exterior, segue a mesma orientação de fazer a Prova de Vida pelo Aplicativo Meu RPPS. Em caso de não conseguir, o beneficiário pode entrar em contato com o Igeprev, em dias úteis, pelo número do WhatsApp (63) 99225-9117, das 8 às 13 horas, horário de Brasília”, recomenda o presidente do Igeprev, Sharlles Fernando Bezerra Lima.
“É importante ficar atento ao período de realização da Prova de Vida! O beneficiário que não realizar a Prova de Vida poderá ter o pagamento do seu benefício suspenso por meio de Portaria, publicada 30 dias após o encerramento do prazo”, ressalta o presidente do Igeprev, Sharlles Fernando Bezerra Lima.