Da Assessoria
A pandemia da Covid-19 colocou o Brasil diante de uma crise sanitária e econômica sem precedentes. No Tocantins, somente até agosto de 2020 já haviam sido registrados 41.848 casos confirmados e 556 mortes. Ao longo da pandemia, o Estado chegaria a contabilizar 3.939 óbitos, segundo documentos oficiais do Governo do Tocantins.
Foi justamente nesse período que o senador Eduardo Gomes ocupava uma posição importante em Brasília: era líder do Governo Jair Bolsonaro no Congresso Nacional, responsável pela interlocução política do Executivo com deputados e senadores.
Um dos exemplos dessa atuação foi o Pronampe, criado a partir de projeto do então senador Jorginho Mello para socorrer micro e pequenas empresas atingidas pela crise. Jorginho teve a iniciativa; Eduardo Gomes participou, como líder do governo, das articulações políticas em torno do programa. Em agosto de 2020, durante sessão do Congresso, o próprio Eduardo relatou uma negociação de mais de três horas envolvendo líderes da Câmara e do Senado sobre o Pronampe.
Anos depois, Jorginho Mello reconheceu essa participação de Eduardo: “quando nós fizemos o Pronampe para salvar 10 milhões de empregos na pandemia, ele ajudou na articulação”, afirmou no depoimento. Registros do Senado daquele período também mostram Eduardo elogiando Jorginho e a então senadora Kátia Abreu pela atuação na construção do programa.
UM PROGRAMA QUE CHEGOU À PONTA
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O Pronampe rapidamente ganhou dimensão nacional. Na primeira etapa, foram colocados R$ 15,9 bilhões no Fundo Garantidor de Operações, viabilizando aproximadamente R$ 18,7 bilhões em crédito para cerca de 211 mil empresas. Os recursos se esgotaram em pouco mais de 30 dias. Em setembro de 2020, uma segunda etapa recebeu aporte adicional de R$ 14 bilhões.
A demanda mostrava o tamanho da emergência.
O próprio Senado registraria posteriormente que o Pronampe se tornou uma das iniciativas legislativas mais significativas surgidas durante a pandemia. O que começou como uma resposta emergencial acabou avançando para se transformar em política pública permanente. Para Eduardo Gomes, o episódio mostrou justamente a utilidade política da posição que ocupava naquele momento. Liderança não era apenas cargo. Era capacidade de interlocução.
E O TOCANTINS?

Enquanto participava das grandes negociações nacionais, Eduardo Gomes também atuava para levar equipamentos e recursos ao Tocantins. Existem registros concretos dessa atuação.
Em Palmas, por exemplo, a Secretaria Municipal da Saúde recebeu em setembro de 2020 30 ventiladores mecânicos enviados pelo Ministério da Saúde, sendo 20 equipamentos de UTI e dez de transporte. A própria Prefeitura registrou oficialmente que os equipamentos chegaram à Capital “por meio do apoio do senador Eduardo Gomes”, após solicitação do município.
Em Araguaína, outro exemplo.

O Hospital Municipal de Campanha recebeu respiradores destinados à cidade por articulação de Eduardo Gomes. Quatro equipamentos começaram a ser utilizados ainda em maio de 2020, e a Prefeitura registrou que faziam parte de um conjunto de dez respiradores destinados ao município.
Posteriormente, a estrutura foi ampliada e a administração municipal voltou a registrar a participação do senador na articulação de equipamentos para atendimento aos pacientes com Covid-19.
Foi nesse cenário que a articulação política deixou de ser apenas uma expressão dos corredores de Brasília. Significava conseguir crédito para manter uma pequena empresa funcionando, buscar respiradores, ampliar a estrutura hospitalar e abrir portas no Governo Federal quando Estados e municípios disputavam recursos para enfrentar a emergência.
Jorginho Mello criou o Pronampe. O Congresso aprovou. E Eduardo Gomes, como líder do Governo Bolsonaro no Congresso, participou da articulação política em torno de uma das principais respostas econômicas destinadas às pequenas empresas durante a pandemia. Ao mesmo tempo, trabalhou para que equipamentos e recursos chegassem ao Tocantins.
Em momentos de normalidade, experiência e capacidade de articulação podem parecer apenas atributos políticos. Na pandemia, elas foram colocadas à prova justamente quando o Tocantins mais precisava de Brasília.
Entre os compromissos citados estão a duplicação da TO-080, reforço na segurança pública, construção de creches e ações de qualificação e primeiro emprego.
Texto: Jéssica Sá
A candidata ao Governo do Tocantins,Professora Dorinha (União Brasil), cumpriu agendas na terça-feira, 15, em Paraíso do Tocantins e Palmas. Em Paraíso, tratou de infraestrutura, segurança pública e qualificação profissional. Na Capital, durante encontro com profissionais e estudantes da educação, afirmou que a área será eixo de uma eventual gestão.
Compromissos com Paraíso e segurança

Em Paraíso, Dorinha defendeu investimentos para o município e citou a duplicação da BR-153 e a federalização da TO-080, com a ligação entre as BRs 153 e 010. A candidata também apresentou compromissos para a segurança pública e a qualificação dos jovens.
Segundo Dorinha, cidades próximas às grandes rodovias precisam de reforço no monitoramento e no efetivo policial. Ela afirmou ainda que pretende convocar aprovados no cadastro de reserva e manter concursos para as forças de segurança.
“Segurança pública, saúde e educação são pilares do nosso governo”, afirmou.
O prefeito Celso Morais reafirmou apoio à candidatura. “Estamos juntos e vamos trabalhar. Paraíso quer te ver no Governo do Estado. Vamos bater de porta em porta para pedir voto”, disse.
Educação como eixo do governo

À noite, no Crystal Hall, em Palmas, Dorinha participou de uma reunião com profissionais e estudantes da educação. “Foi a educação que me deu todas as minhas oportunidades. Todas as áreas serão cuidadas com a mesma atenção, mas a educação é o eixo do meu governo”, afirmou.
A candidata citou entre os compromissos o apoio aos municípios na construção de creches, melhorias nas escolas e ações voltadas à qualificação profissional, ao primeiro emprego e às oportunidades para os jovens.
Representando os estudantes e o grêmio estudantil, Hiago Ribeiro relacionou a atuação de Dorinha no Fundeb às expectativas da juventude. “A senhora ajuda muito a nossa juventude e vai fazer muito mais pelos jovens tocantinenses. É isso que nós queremos: pessoas que realmente façam pela nossa gente”, disse.
A secretária municipal de Educação de Palmas, Anice Moura, também manifestou apoio à candidatura. O candidato a vice-governador, Atos Gomes, destacou a trajetória de Dorinha. “É um orgulho caminhar ao lado de uma professora competente. Junto com ela, faremos a melhor gestão”, afirmou.
Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues
A menos de três semanas do primeiro turno das eleições de 4 de outubro, existe um número na mais recente pesquisa Paraná Pesquisas que merece tanta atenção quanto os percentuais alcançados por Professora Dorinha Seabra e Vicentinho Júnior.
É o número daqueles que, quando perguntados espontaneamente em quem pretendem votar para governador, ainda não apresentam um nome: 42,7% responderam que não sabem ou não opinaram.
É muita gente.
Principalmente para uma eleição que já atravessou meses de pré-campanha, convenções, lançamento de candidaturas, viagens pelos 139 municípios, reuniões políticas, propaganda eleitoral, programas gratuitos no rádio e na televisão, redes sociais, caminhadas e mobilização das estruturas partidárias.
A Paraná Pesquisas ouviu 1.504 eleitores entre 12 e 14 de setembro, em 75 municípios. A margem de erro informada é de 2,6 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (Fieto) e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número TO-08578/2026.
E é justamente a diferença entre a pesquisa espontânea e a estimulada que o Observatório Político de O Paralelo 13 considera uma das informações mais importantes desta rodada.
42,7%: O QUE ESSE NÚMERO REALMENTE DIZ?

Na espontânea, quando o entrevistador não apresenta os nomes dos candidatos, Professora Dorinha aparece com 25,3%, Vicentinho Júnior com 21,1%, Laurez Moreira com 2,4%, Siqueira Campos Júnior com 1,4%, Ataídes Oliveira com 1,1% e Du Pereira com 0,1%. Outros nomes somam 0,9%, enquanto 5,5% dizem ninguém, branco ou nulo.
E 42,7% não sabem ou não opinam. Mas é preciso fazer uma distinção importante. Isso não significa necessariamente que 42,7% estejam completamente indecisos. Quando os nomes dos candidatos são apresentados, no cenário estimulado, o percentual de “não sabe/não opinou” despenca para apenas 4,9%. Dorinha alcança 40,6%, Vicentinho 34,1%, Laurez 6,5%, Siqueira Campos Júnior 4,9%, Ataídes 2,8%, Du Pereira 0,5% e Witer Naves 0,3%. Brancos e nulos ficam em 5,5%.
Está aí a engrenagem que precisa ser observada. Existe uma parcela enorme do eleitorado que ainda não carrega espontaneamente na cabeça o nome de seu candidato, embora grande parte consiga fazer uma escolha quando recebe as opções.
Isso pode significar voto pouco cristalizado. E voto pouco cristalizado pode mudar.
DORINHA NA FRENTE, VICENTINHO NA PERSEGUIÇÃO

A fotografia de 12 a 14 de setembro mostra Professora Dorinha numericamente à frente. No cenário estimulado, Dorinha registra 40,6%, contra 34,1% de Vicentinho Júnior, diferença de 6,5 pontos percentuais. Considerados apenas os votos válidos, a pesquisa apresenta Dorinha com 45,3% e Vicentinho com 38,1%.
Mas isso é a fotografia daquele período.
Não é resultado de urna.
Considerando esses percentuais de votos válidos apresentados pelo levantamento, nenhum candidato aparece acima de 50%, patamar necessário para vencer a disputa pelo Governo já no primeiro turno. Portanto, os números publicados não permitem afirmar que haverá segundo turno, mas tampouco permitem descartá-lo. É justamente nesse espaço que entram os eleitores ainda pouco definidos.
NÃO CONFUNDAM PESQUISA ESTIMULADA COM VOTO CONSOLIDADO

O alerta do Observatório é simples. Quando o entrevistador apresenta uma lista e o eleitor escolhe um candidato, isso não significa automaticamente que aquele voto esteja definitivamente consolidado.
Existe o eleitor decidido, o eleitor inclinado. Aquele simpatiza com determinado candidato, mas ainda admite mudar. Existe aquele que somente começou a prestar atenção na eleição agora. E existe quem só tomará sua decisão final diante da urna. Por isso, talvez o número politicamente mais provocador desta pesquisa não seja 40,6% nem 34,1%.
Talvez seja 42,7%. É o tamanho do grupo que não apresentou espontaneamente um candidato a governador.
“EFEITO MANADA”? É PRECISO TER CUIDADO
O Observatório Político levanta uma pergunta: poderá existir uma movimentação coletiva de última hora capaz de alterar substancialmente a fotografia apresentada pelas pesquisas? Pode haver mudança. Mas seria precipitado afirmar hoje que haverá um “efeito manada” ou em qual direção ele ocorreria.
Eleição não funciona como uma fórmula matemática.
O eleitor pode decidir nas últimas semanas por avaliação do governo, identificação partidária, propostas, desempenho nos debates, influência familiar, situação econômica, rejeição a um candidato ou simplesmente pela impressão formada ao longo da campanha.
O voto é secreto. E, dentro da cabine, desaparecem prefeito, governador, senador, deputado, marqueteiro, cabo eleitoral e pesquisa. Ficam o eleitor e a urna.
1,18 MILHÃO DE ELEITORES

O Tocantins possui 1.182.307 pessoas aptas a votar em 2026, segundo dados oficiais do TRE-TO. Esse número ajuda a dimensionar o tamanho da disputa. Os grandes centros urbanos possuem peso decisivo, mas apresentam também um eleitorado mais numeroso, disperso e menos dependente das estruturas políticas tradicionais.
ABRAM A “CAÇAPA DO ZÓI”
Por isso, usando uma expressão bem tocantinense, o Observatório deixa um alerta às campanhas: abram a “caçapa do zói”. Não terceirizem suas candidaturas. Nesta reta final, os candidatos proporcionais também estão travando suas próprias batalhas pela sobrevivência eleitoral. Deputados estaduais e federais precisam primeiro garantir os votos necessários para seus próprios mandatos.
Quando chega esse momento, o instinto de sobrevivência política fala alto.
É o velho “salve-se quem puder” eleitoral.
Uma candidatura majoritária que acreditar que todos os deputados, prefeitos, vereadores e lideranças de sua coligação estarão dedicando a mesma energia à eleição para governador poderá encontrar uma realidade diferente nas ruas.
OS PROPORCIONAIS DE DORINHA E A ACUSAÇÃO DOS “JUDAS”
É justamente nesse ambiente que uma fonte ligada ao grupo governista fez uma avaliação dura, em conversa reservada com o Observatório Político de O Paralelo 13. Segundo esse interlocutor, existem candidatos proporcionais ligados à base que estariam concentrando esforços exclusivamente nas próprias campanhas e deixando de pedir votos com a mesma intensidade para Professora Dorinha.
A fonte utilizou uma comparação carregada de simbolismo religioso, classificando esses candidatos como “Judas” por, em sua avaliação, “negarem Dorinha” durante a campanha. Trata-se da avaliação política do interlocutor e não de uma constatação independente deste jornal.
Segundo a mesma fonte, alguns desses grupos teriam indicações políticas no Executivo estadual, incluindo cargos comissionados e contratos temporários em diferentes municípios. O interlocutor afirmou ainda que a atuação dessas lideranças estaria sendo acompanhada pela estrutura política governista e que o comportamento eleitoral poderá repercutir nas relações políticas após a eleição. O Observatório registra a declaração porque ela revela algo maior do que a insatisfação de uma liderança.
Revela a tensão natural da reta final entre eleição majoritária e proporcional. Cada candidato a deputado sabe que, no dia 4 de outubro, sua própria sobrevivência estará sendo decidida.
O ELEITOR LEVA A VIDA REAL PARA A URNA

Existe ainda outro erro que as campanhas não podem cometer: acreditar que eleição acontece apenas dentro da política.
O eleitor não chega à cabine carregando somente santinho, chega carregando a própria vida, depois de passar pelo supermercado, de pagar o aluguel, de olhar a fatura do cartão, pagar o combustível, conferir o salário, depois de administrar prestações e dívidas.
O servidor público pode chegar pensando também no consignado. O comerciante pensa nas vendas. O empresário pensa no caixa. O trabalhador pensa no emprego. A dona de casa conhece o preço dos alimentos melhor do que qualquer discurso eleitoral. São essas experiências concretas que podem entrar na decisão política.
Por isso, qualquer afirmação sobre o comportamento desses eleitores precisa ser feita com cautela. Sem uma pesquisa específica, não é possível dizer quantos votarão motivados principalmente pela economia nem em qual candidatura esse sentimento será convertido. Mas ignorar o cotidiano econômico do eleitor seria igualmente um erro.
O SENADO MOSTRA UMA INDECISÃO AINDA MAIOR

Se os 42,7% da espontânea para governador chamam atenção, a pesquisa para o Senado apresenta um número ainda mais expressivo. Na espontânea, 61,7% não sabem ou não opinam sobre seus votos para senador. Eduardo Gomes aparece com 11,6%, Alexandre Guimarães com 9%, Carlos Gaguim com 6,4%, Eli Borges com 4,7%, Paulo Mourão com 3,3%, Vanderlei Luxemburgo com 2,1% e Ronaldo Dimas com 1,9%.
Na estimulada, Eduardo Gomes aparece com 36%, Alexandre Guimarães com 24,5% e Gaguim com 22,7%, seguidos pelos demais candidatos. Como o eleitor escolherá dois senadores, a soma dos percentuais pode ultrapassar 100%.
Isso mostra o tamanho do território ainda em disputa, principalmente pelo segundo voto.
PESQUISA NÃO É PROFECIA
O Observatório também faz uma ressalva necessária sobre as pesquisas. Todo levantamento eleitoral deve ser analisado por sua metodologia, tamanho e distribuição da amostra, período de campo, margem de erro, nível de confiança, contratante e registro na Justiça Eleitoral.
O que não se deve fazer, sem evidências, é afirmar que determinado instituto manipulou resultados para agradar quem contratou a pesquisa. Neste levantamento, há informações objetivas para o leitor avaliar: 1.504 entrevistas, 75 municípios, campo entre 12 e 14 de setembro, margem de erro de 2,6 pontos percentuais, confiança de 95% e registro TO-08578/2026. Pesquisa é instrumento de leitura do momento. Não possui fé pública sobre o futuro.
A ELEIÇÃO QUE COMEÇA AGORA

Talvez seja justamente esse o grande recado da nova Paraná Pesquisas. Existe uma parcela do eleitorado que, espontaneamente, ainda não apresenta um nome para governador. E isso acontece faltando menos de três semanas para a votação.
É nesse eleitor que as campanhas precisam prestar atenção. No dia 4 de outubro, quando entrar sozinho na cabine, ele não precisará explicar sua escolha a ninguém. A pesquisa mede o eleitor quando ele responde. A urna registra o eleitor quando ninguém está olhando.
E entre uma coisa e outra ainda existem quase três semanas de campanha. É justamente nesse espaço que a eleição do Tocantins ainda será disputada.
Em vídeo, candidato à Presidência reforça lealdade do parlamentar tocantinense. “Quando o Brasil precisou, ele estava lá”
Da Assessoria
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) gravou nesta terça-feira (15) vídeo em apoio à reeleição do senador Eduardo Gomes (PL-TO). No mesmo dia em que fez um pronunciamento à Nação, Flávio destacou a atuação de Eduardo Gomes como líder do governo Bolsonaro no Congresso Nacional e defendeu sua permanência no Senado para ajudar na construção do seu futuro governo.
“Eu conheço o senador Eduardo Gomes e sei que posso contar com ele. Foi líder do governo Bolsonaro no Congresso e, quando a gente precisou, o Eduardo estava lá, sempre leal, firme e ajudando a construir soluções para o nosso Brasil. É gente de confiança e nós vamos precisar muito dele no Senado para o nosso futuro governo”, afirmou Flávio Bolsonaro.
Ao agradecer o apoio do presidenciável, Eduardo Gomes reafirmou seu compromisso com o Tocantins e com o país. “Recebo as palavras de Flávio Bolsonaro com gratidão e com a responsabilidade de quem sempre esteve ao lado do Brasil nos momentos decisivos. Nossa lealdade é com os tocantinenses, com a democracia e com a construção de soluções que fortaleçam o país. Quero continuar no Senado para defender o nosso estado e ajudar o Brasil a retomar o caminho do desenvolvimento, da segurança e das oportunidades”, declarou o senador.
Eduardo Gomes exerceu a liderança do governo do então presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional entre 2020 e 2022, período em que participou da articulação de pautas do Executivo junto à Câmara dos Deputados e ao Senado. Candidato à reeleição, o parlamentar apresenta essa experiência política e a interlocução com diferentes setores como fundamentos para pedir a renovação do mandato e ampliar a participação do Tocantins nas decisões nacionais.
Veja o vídeo aqui : https://www.instagram.com/reel/DdUYsFXpbFN/?utm_source=ig_web_copy_link&stkn=NTc4MTIwNjQ2YQ==
Em sabatina na TV Anhanguera, candidata disse que unidade será prioridade em 2027, citou Hospital da Mulher, Gurupi e maternidade de Araguatins
Texto: Jéssica Sá
A candidata ao Governo do Tocantins, Professora Dorinha (União Brasil), afirmou nesta terça-feira, 15, durante sabatina no Jornal Anhanguera 1ª Edição, que pretende concentrar esforços nos primeiros 100 dias de governo para concluir e colocar em funcionamento o Hospital Geral de Araguaína.
“O Hospital de Araguaína. Nós vamos colocar todo esforço para que ele seja concluído e entregue à população. Esse é um compromisso da Professora Dorinha”, afirmou durante entrevista conduzida por Thiago Rogeh e Jocyelma Santana. A TV Anhanguera mantém uma série de entrevistas com candidatos ao governo no Jornal Anhanguera 1ª Edição.

Dorinha disse que a unidade terá prioridade e a expectativa é que a obra encerre 2026 próxima de 90% de conclusão, o que permitiria finalizar, equipar e iniciar o funcionamento em 2027.
A candidata também citou outros projetos previstos para a rede estadual, entre eles o Hospital da Mulher e Maternidade, em Palmas, o Hospital Geral de Gurupi e uma nova maternidade em Araguatins.
“Em Araguaína é terminar, equipar e colocar em funcionamento. Vejo plenamente possível a entrega em 2027”, afirmou.
Na entrevista, Dorinha disse ainda que pretende ampliar a regionalização da saúde e buscar modelos de atendimento já adotados em outros estados. Segundo ela, a equipe já acompanha experiências que possam ser adaptadas ao Tocantins antes mesmo do início de uma eventual gestão.
Confira a entrevista na íntegra aqui: https://g1.globo.com/to/tocantins/eleicoes/2026/noticia/2026/09/15/dorinha-promete-concluir-hospital-de-araguaina-em-100-dias-e-ampliar-acoes-em-saude-e-combate-a-violencia-contra-mulher.ghtml.