COORDENADOR POLÍTICO DA CANDIDATURA A GOVERNADOR DE RONALDO DIMAS, O SENADOR EDUARDO GOMES DEMONSTRA SER UM LÍDER POLITIZADO, DEMOCRÁTICO E, ACIMA DE TUDO, AMIGO COMPREENSÍVEL. EM SUMA, UMA PESSOA DE FÁCIL CONVIVÊNCIA E RESPEITOSA PELO POSICIONAMENTO DE CADA LIDERANÇA
Por Edson Rodrigues e Luiz Pires
Praticar a política do bem servir à comunidade e, ao mesmo tempo, conviver harmonicamente com companheiros e adversários, é para poucos. Saber respeitar o posicionamento ideológico e pessoal de cada um, mantendo sempre a porta aberta e tratando a todos como amigos que buscam o mesmo ideal: o bem comum, à vezes por caminhos diferentes. No Tocantins essa pessoa tem nome e sobrenome: Senador CARLOS EDUARDO TORRES GOMES.
Criado com base em princípios religiosos e familiares, juntamente com seus irmãos e irmã, sob a orientação do poeta José Gomes Sobrinho e dona Gilda Gomes, o senador Eduardo Gomes, transita do extremamente popular ao erudito com uma leveza só. A sensibilidade poética do pai e a firmeza na tomada de decisões e energia contagiantes da mãe estão presentes nas ações cotidianas de Eduardo Gomes.

Membro do SENADO DA REPÚBLICA, onde somente 81 personalidades de um país com mais de 200 milhões de pessoas têm assento, sua simplicidade faz com que o mais humilde tocantinense o chame pelo nome: EDUARDO GOMES, como se fossem iguais, como se fossem da mesma família. E o senador fica feliz com esse tratamento, pois realmente se considera igual ao mais humilde cidadão ou cidadã, membro da grande família tocantinense.
Desde o início de sua vida pública, ainda menor, como secretário do então prefeito Everaldo Barros em Xambioá, Eduardo Gomes se destacou pelo diálogo e pela visão de futuro. Tem agido dessa forma desde quando ocupou a chefia de gabinete do deputado constituinte tocantinense Everaldo Barros, vereador, presidente da Câmara Municipal e prefeito interino de Palmas, deputado federal e agora, senador da República.

Seu modo simples, participativo, amigo e, ao mesmo tempo firme nas decisões, o levou a conquistar espaço na política brasileira destinada a poucos líderes, ocupando cargos na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, sendo Líder do Governo no Congresso Nacional há mais de dois anos. Em todos esses cargos construiu pontes e abriu portas e janelas, transitando com desenvoltura entre os líderes das diversas bancadas federais, da situação e da oposição.
Como Líder do Governo no Congresso Nacional liderou acordos para aprovação de matérias de grande importância para a sociedade brasileira, tornando-se um dos congressistas mais influentes, segundo a mídia nacional.
Para o Tocantins, o senador Eduardo Gomes tem sido o parceiro imprescindível para TODOS os municípios e para o Governo do Estado.

Graças ao seu prestígio, trouxe para o Tocantins a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco e Parnaiba (Codevasf) e o Programa Calha Norte, com a participação de todos os membros da bancada federal do Estado. Já são mais de R$ 900 milhões investidos pela Codevasf e Calha Norte nos 139 municípios e no Governo do Tocantins desde a instalação no Estado. Individualmente, Eduardo Gomes foi o parlamentar que mais destinou recursos para os municípios e Estado, tanto no governo Carlesse quanto no de Wanderlei Barbosa, nos últimos anos, o que demonstra seu compromisso com a população tocantinense como um todo.
Como coordenador político da candidatura de Ronaldo Dimas ao Governo do Estado, o senador Eduardo Gomes tem se comportado como um verdadeiro estadista, mantendo o alto nível da campanha, em respeito aos seus adversários. Eduardo Gomes defende uma campanha propositiva, em que a população possa comparar a capacidade de gestão, de planejamento, de visão de futuro para o Estado do Tocantins. Dessa forma, deixa as portas abertas para futuras composições em um possível segundo turno das eleições.
Por esse posicionamento, que só demonstra sua coerência política, O SENADOR EDUARDO GOMES SAI MAIOR DO QUE ENTROU NESSAS ELEIÇÕES, INDEPENDENTE DOS RESULTADOS DAS URNAS.
A intensa agenda do Governador e candidato à reeleição Wanderlei Barbosa (Republicanos) neste domingo, 4, teve início em Araguatins, onde ele garantiu que uma das prioridades da sua Gestão é a implantação do Parque Agroindustrial da região do Bico do Papagaio, com foco na geração de empregos e consequente fortalecimento da economia.
Com Assessoria
"Estamos trabalhando diariamente para que a gente coloque um polo de geração de emprego aqui. Nós já lançamos o Parque Agroindustrial de Guaraí, vamos lançar o de Araguaína e vamos fazer também um Parque Agroindustrial do Bico do Papagaio. Isso nós vamos discutir com os prefeitos aqui da região para a gente fazer um local para atrair as empresas e trazer não apenas mais oportunidades, mas principalmente o crescimento econômico do estado", garantiu.
Celeiro Econômico
Durante sua agenda, o Governador Wanderlei também destacou que Araguatins é o celeiro econômico da região do Bico do Papagaio. "É uma cidade bem gerida, que tem a nossa parceria, e que temos trabalhado muito para que seja um local cada vez mais bonito. Nós queremos trazer mais cursos universitários para cá, melhorar a parceria que já estamos fazendo nos hospitais. Recentemente, entregamos uma Escola de Tempo Integral que tem capacidade para atender até 1.500 estudantes, que dá todo conforto para comunidade escolar e para a nossa população, com uma estrutura melhor para os nossos alunos. Lá tem piscina semi-olímpica, ginásio para várias modalidades esportivas, bom auditório, laboratório de informática, entre outras coisas. É isso que nós queremos, é fazer o melhor, sem precisar reinventar a roda, fazendo aquilo que é correto, que é certo, fazer uma boa distribuição do orçamento e possibilitar o crescimento social das nossas comunidades", afirmou.
O Governador destacou ainda outros investimentos que sua Gestão está fazendo e que também pretende fazer na região. "Estamos recapeando o centro de Araguatins, destinando R$ 2 milhões de recursos para isso. Também vamos fazer as obras da TO-010 no trecho que liga Araguatins a Ananás e vamos melhorar o acesso ao aeroporto, bem como a urbanização em volta dele", assegurou.
População com Wanderlei
Moraror de Araguatins há mais de 20 anos, seu Soares Moreira das Santos destacou que as propostas de Wanderlei para gerar mais empregos na região do Bico do Papagaio são bem-vindas. "Precisamos de mais oportunidades e o Governador é a pessoa certa para trazer isso para a gente", afirmou.
Já a servidora pública Antônia Rejane Ferreira Alencar contou que apoia Wanderlei pela valorização que ele trouxe à Educação. "Sou concursada e não dependo de política. Apoio Wanderlei Barbosa porque tiveram mandatos de vários governadores e nada de pagar os nossos direitos, e veio o Wanderlei e pagou e ainda continua pagando. Ele está sendo o melhor Governador que o Tocantins já teve", afirmou.
Entes públicos e privados tem 60 dias para informar impacto financeiro
Por Pedro Rafael Vilela
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso suspendeu neste domingo (4) o piso salarial nacional da enfermagem e deu prazo de 60 dias para entes públicos e privados da área da saúde esclarecerem o impacto financeiro do piso salarial, os riscos para empregabilidade no setor e eventual redução na qualidade dos serviços. A informação foi divulgada pela assessoria do STF.
A decisão cautelar do ministro foi concedida no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7222 e será levada a referendo no plenário virtual do STF nos próximos dias. Ao final do prazo e mediante as informações, o caso será reavaliado por Barroso. A ação foi apresentada pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde), que questionou a constitucionalidade da Lei 14.434/2022, que estabeleceu os novos pisos salariais.
Entre outros pontos, a CNSaúde alegou que a lei seria inconstitucional porque a regra que define remuneração de servidores é de iniciativa privativa do chefe do Executivo, o que não ocorreu, e que a norma desrespeitou a auto-organização financeira, administrativa e orçamentária dos entes subnacionais.
Sancionada há exatamente um mês pelo presidente Jair Bolsonaro, a lei institui o piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. No caso dos primeiros, o piso previsto é de R$ 4.750. Para técnicos, o valor corresponde a 70% do piso, enquanto auxiliares e parteiras terão direito a 50%.
O piso nacional vale para contratados sob o regime da CLT e para servidores das três esferas (União, estados e municípios), inclusive autarquias e fundações. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional em julho, atendendo uma reivindicação histórica da categoria, que representa cerca de 2,6 milhões de trabalhadores.
Impactos
Na liminar concedida neste domingo, Barroso ressaltou a importância da valorização dos profissionais de enfermagem, mas destacou que “é preciso atentar, neste momento, aos eventuais impactos negativos da adoção dos pisos salariais impugnados”.
“Trata-se de ponto que merece esclarecimento antes que se possa cogitar da aplicação da lei”, acrescentou. Ainda segundo o magistrado, houve desequilíbrio na divisão dos custos do reajuste salarial, já que repasses de recursos públicos para procedimentos de saúde seguem com taxas desatualizadas.
“No fundo, afigura-se plausível o argumento de que o Legislativo aprovou o projeto e o Executivo o sancionou sem cuidarem das providências que viabilizariam a sua execução, como, por exemplo, o aumento da tabela de reembolso do SUS à rede conveniada. Nessa hipótese, teriam querido ter o bônus da benesse sem o ônus do aumento das próprias despesas, terceirizando a conta.”
Serão intimados a prestar informações no prazo de 60 dias sobre o impacto financeiro da norma os 26 estados e o Distrito Federal, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e o Ministério da Economia.
Já o Ministério do Trabalho e a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) terão que informar detalhadamente sobre os riscos de demissões. Por fim, o Ministério da Saúde, conselhos da área da saúde e a Federação Brasileira de Hospitais (FBH) precisarão esclarecer sobre o alegado risco de fechamento de leitos e redução nos quadros de enfermeiros e técnicos.
Repercussão
Pelo Twitter, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, manifestou desacordo com a decisão do ministro Barroso. "Respeito as decisões judiciais, mas não concordo com o mérito em relação ao piso salarial dos enfermeiros. São profissionais que têm direito ao piso e podem contar comigo para continuarmos na luta pela manutenção do que foi decidido em plenário."
O relator do projeto de lei no Senado, senador Fabiano Contarato, também usou as redes sociais para criticar a decisão cautelar. "Os médicos têm piso salarial quatro vezes maior, e o Judiciário jamais vetou esta medida. Os enfermeiros conquistaram a duras penas esse direito por decisão do Poder Legislativo e do Poder Executivo, em ampla e democrática mobilização."
Presidente chileno Gabriel Boric convocou uma reunião com todos os partidos nesta 2ª
Com Agências
O presidente do Chile, Gabriel Boric, sinalizou neste domingo, 4, que fará uma reforma ministerial nos próximos dias após os cidadãos do país rejeitarem em plebiscito a proposta de uma nova Constituição que era defendida pelo governo.
“Fazer frente a estes importantes e urgentes desafios exigirá ajustes rápidos em nossas equipes governamentais”, disse Boric em discurso transmitido em cadeia nacional de televisão logo após o anúncio do resultado da consulta popular.
A possibilidade de uma mudança no governo estava em discussão há algumas semanas, enquanto as pesquisas de intenção de voto já apontavam que o “rechaço” à proposta de Carta Magna ganharia o plebiscito.
Empossado em março, o governo Boric começou a dar alguns tropeços já nos primeiros dias, especialmente a ministra do Interior, Izkia Siches. O próprio Boric afirmou durante uma reunião do Conselho de Ministros, um mês depois de tomar posse, que o governo havia “decolado com turbulência”.
Siches, primeira mulher à frente da poderosa pasta, foi um dos maiores ativos de Boric durante a campanha eleitoral, mas, para muitos analistas políticos chilenos, ela acabou se tornando um de seus maiores passivos, especialmente depois de sua viagem conturbada à região da Araucanía - onde há um longo conflito entre o Estado chileno e povos mapuche - e de acusar o governo anterior de realizar deportações irregulares, uma declaração pela qual posteriormente se desculpou.
O ministro da Secretaria Geral da Presidência (Segpres) e braço direito de Boric, Giorgio Jackson, é outro nome que tem sido criticado - tanto pela oposição como pela ala moderada da base governista - por sua gestão do relacionamento entre o Executivo e o Legislativo.
Outro foco foi o agravamento do conflito com os mapuche, uma das questões mais complexas com as quais Boric tem que lidar e que na semana passada rendeu a primeira baixa em seu gabinete ministerial.
Então titular da pasta de Desenvolvimento Social, Jeannette Vega renunciou um dia após a prisão do líder radical mapuche Héctor Llaitul, depois que uma de suas assessoras entrou em contato com ele em maio.
O Palácio Araguaia precisa ter em mente que uma vitória de Dorinha Seabra ao Senado, libertaria o governador Wanderlei Barbosa, em caso da sua reeleição, de enfrentar um “acerto de contas” com a Kátia Abreu, obrigada a deixar o grupo político palaciano pela “porta dos fundos”, de uma forma humilhante como jamais aconteceu na carreira política da líder do clã dos Abreu.
Por Por Edson Rodrigues
Esse fato precisa ser levado muito a sério e o Palácio Araguaia precisa assumir, de fato e de direito o “casamento político” com Dorinha Seabra.

Kátia Abreu vem fazendo valer sua fama de “onça”, se agigantando, agindo de forma equilibrada, mas sempre agindo tendo em mente que é uma “fera ferida”, prejudicada pelo Palácio Araguaia após ser abandonada no altar e sendo descartada, antes mesmo de fazer qualquer aceno, pelo PT de Paulo Mourão, numa ação deselegante da cúpula nacional do partido, mesmo com a intenção da cúpula histórica estadual em ter Kátia como sua candidata ao Senado.
Já Osires Damaso, quando estava candidato ao governo também deixou claro que em hipótese alguma se aliaria à Kátia Abreu, fechando a última porta em que a senadora poderia buscar sua reeleição com o reforço de outras candidaturas.
FÊNIX REINVENTADA

Pois bem. Cutucaram a “onça” com vara curta. Para permanecer nas associações com animais ferozes, a senadora Kátia Abreu fechou os olhos, esvaziou a mente e reorganizou os pensamentos. Surgiu, então, uma Fênix, a ave mitológica que renasce das cinzas e, com sua garra e determinação já famosas na política tocantinense, refaz seus planos de campanha e passa a ser uma ameaça a tudo e a todos.
É uma reação parecida com a do saudoso Antônio Carlos Magalhães, político baiano, respeitado nacionalmente, idolatrado pelos seus correligionários e odiado pelos seus inimigos. Que agia implacavelmente tanto em busca da vitória quanto em busca da derrota dos seus detratores. Mesmo com ampla margem de vantagem nas pesquisas, sempre se esforçava para diminuir ainda mais as chances dos seus adversários.
Kátia Abreu se aproxima do dia dois de outubro com chances reais de se reeleger, passando por cima de todos os que a dispensaram, que a isolaram e fizeram pouco caso da sua força política, tendo como alvo principal o Palácio Araguaia, que preferiu ouvir os deputados estaduais, desafetos de Kátia, e seguir com Dorinha Seabra, mas sem esquecer do PT de Paulo Mourão nem de Osires Damaso que, agora, busca apenas uma reeleição a deputado federal
As ações de uma mulher humilhada sempre fizeram parte do imaginário popular como implacáveis e indomáveis, e essas ações partindo de Kátia Abreu, uma mulher guerreira e uma política temida por sua inteligência e capacidade de adaptação, certamente serão cirúrgicas e milimétricas, para atingir seus adversários em pontos-chave, que não lhes dê chances nem tempo de reação.
Faltam, praticamente, três semanas para o fim do processo eleitoral e é bom que o Palácio Araguaia, o PT e Osires Damaso coloquem suas barbas de molho, pois o “troco” será certeiro, com reflexos tão contundentes que podem impactar as eleições municipais e até as próximas eleições estaduais, caso Kátia se reeleja e Lula seja colocado de volta no Palácio do Planalto.
É MELHOR PREVINIR...

Logo, cabe ao Palácio Araguaia, seus aliados, agregados e simpatizantes, comandados pelo governador Wanderlei Barbosa, que tem tudo para continuar no governo pelos próximos quatro anos, segundo as pesquisas de intenção de voto, se apegar à candidatura de Dorinha Seabra ao Senado e tratar de fazer de tudo para que isso se torne um fato em 2023.
Essa será a única forma de se prevenir da possibilidade de ter uma senadora como adversária ferrenha, com todo o poderio do Palácio do Planalto a seu favor, no caso da eleição de Lula.
A única solução é Dorinha Seabra senadora, e o Palácio Araguaia ainda não se deu conta disso, pois o que é para ser um “casamento” político, está sendo tratado como “união estável”, em que cada lado cuida da sua própria vida e muitos dos asseclas palacianos não têm demonstrado muita animação em apoiar Dorinha Seabra.
Estas últimas três semanas serão cruciais para a consolidação desse “casamento político” e consequente união de forçar para que o Palácio Araguaia tenha tranquilidade e paz para trabalhar nos próximos quatro anos, em caso de reeleição de Wanderlei Barbosa, pois se reeleita, Kátia Abreu terá oito anos garantidos para “cuidar” de todos os que tentaram impedir a continuidade da sua vida pública.
Quem avisa amigo é!