Na maioria das pesquisas, os candidatos a presidente estão empatados tecnicamente; veja os números

 

 

Com site Terra

 

 

Uma série de pesquisas eleitorais para o segundo turno das eleições presidenciais foram divulgadas ao longo desta semana, a última antes do pleito, que será realizado no próximo domingo, 25. Todos os levantamentos mostram o candidato Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, em votos totais ou em votos válidos -- que não consideram os votos nulos e os em brancos. Na maioria das pesquisas, no entanto, os presidenciáveis estão empatados tecnicamente. Veja os números abaixo.

 

O Terra vai acompanhar a apuração do 2º turno em tempo real e, a partir das 17h, terá uma live para analisar os resultados 

 

BTG-Nexus

Nesse levantamento, divulgado na segunda-feira, 19, Flávio e Lula estão numericamente empatados na disputa pelo Planalto. O bolsonarista aparece com 50,3% em votos válidos, enquanto o petista tem 49,7%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Flávio Bolsonaro (PL): 50,3% (eram 51,6% em 13 de outubro)

Lula (PT): 49,7% (eram 48,4% em 13 de outubro)

A pesquisa BTG-Nexus ouviu, por telefone, 2.002 eleitores com 16 anos ou mais em todo o território nacional. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento, registrado no TSE sob o protocolo BR-04499/2026, foi realizado entre os dias 16 e 18 de outubro.

Atlas-Bloomberg

Nessa pesquisa, Flávio tem 51,1% em votos válidos. Já Lula registra 48,9%. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos. O levantamento também foi divulgado na segunda-feira, 19.

 

Flávio Bolsonaro (PL): 51,1% (eram 52,8% em 9 de outubro)

Lula (PT): 48,9% (eram 47,2% em 9 de outubro)

A pesquisa Atlas-Bloomberg ouviu 4.998 eleitores com 16 anos ou mais, por recrutamento digital aleatório, em todo o território nacional. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento, registrado no TSE sob o número BR-02418/2026, foi realizado entre os dias 13 e 18 de outubro.

Real Time Big Data

Divulgada na terça-feira, 20, a pesquisa aponta Flávio com 52% em votos válidos e Lula, com 48%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, os candidatos estão em empate técnico.

 

Flávio Bolsonaro (PL): 52% (eram 51% em 1º de outubro)

Lula (PT): 48% (eram 49% em 1º de outubro)

 

A pesquisa Real Time Big Data ouviu, por telefone e contato digital, 2.000 eleitores em todo o território nacional. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento é registrado no TSE sob o protocolo BR-02952/2026 e foi realizado entre os dias 15 e 19 de outubro. 

Palver

Nesse levantamento, divulgado na quarta-feira, 21, Flávio e Lula também estão em empate técnico. O bolsonarista marca 50% das intenções de voto, já o petista tem 48%. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos.

 

Flávio Bolsonaro (PL): 50%

Lula (PT): 48%

Branco, nulo ou não votaria: 1%

Indecisos: 0%

 

A pesquisa Palver entrevistou 5.000 eleitores entre 18 e 20 de outubro, por meio de questionário online. A amostragem é não probabilística, e os participantes foram recrutados por anúncios em redes sociais. O intervalo de confiança é de 95%. O instituto ressalta que a margem mede apenas o erro amostral e que os cruzamentos por grupos têm incerteza maior. O levantamento está registrado no TSE sob o protocolo BR-04612/2026.

 

Quaest

Nessa pesquisa, divulgada na quarta-feira, 21, Flávio aparece com 45% das intenções de voto e Lula, 44%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o cenário é de empate técnico.

 

Flávio Bolsonaro (PL): 45% (eram 46% em 14 de outubro) 

Lula (PT): 44% (eram 44% em 14 de outubro) 

Nenhum/branco/nulo: 9% (eram 9% em 14 de outubro)

Não sabe/não respondeu: 2% (era 1% em 14 de outubro)

 

A pesquisa Quaest, contratada pela TV Globo, ouviu, presencialmente, 2.154 eleitores com 16 anos ou mais em todo o território nacional. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento, registrado no TSE sob o protocolo BR-08535/2026, foi realizado entre os dias 17 e 20 de outubro.

 

PoderData/Aya

O levantamento foi divulgado na quinta-feira, 22, e mostra Flávio com 51% em votos válidos, enquanto Lula marca 49%. A margem de erro é de 1,6 ponto percentual para mais ou para menos. 

 

Flávio Bolsonaro (PL): 51% (eram 52% em 19 de outubro)

Lula (PT): 49% (eram 48% em 19 de outubro)

A pesquisa PoderData/Aya fez, por meio de ligações para celulares e telefones fixos, 4.000 entrevistas em 865 municípios das 27 unidades da Federação. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento, registrado no TSE sob o protocolo BR-07926/2026, foi realizado entre os dias 19 e 21 de outubro

 

Datafolha

 

A penúltima pesquisa Datafolha desta eleição presidencial foi divulgada nesta quinta-feira, 22, e trouxe Flávio e Lula empatados com 50% dos votos válidos. A margem de erros é  pontos percentuais para mais ou para menos;

 

Flávio Bolsonaro: 50% (eram 51%)

Lula: 50% (eram 49%)

 

A pesquisa, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09709/2026, foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro. O intervalo de confiança é de 95%. Foram entrevistados 2.520 eleitores com 16 anos ou mais em todo o território nacional.

 

 

 

Posted On Sexta, 23 Outubro 2026 14:01 Escrito por O Paralelo 13

Da Redação

 

 

O elevado endividamento das famílias, as dificuldades enfrentadas pelo comércio e pelas empresas, a reforma tributária e o tamanho da máquina pública deverão impor grandes desafios aos governantes que assumirem seus mandatos em 2027. A avaliação é do empresário Ernani Soares Siqueira, uma das tradicionais lideranças empresariais do Tocantins.

Em entrevista ao O Paralelo 13, Ernani defendeu que o próximo governador ou governadora do Tocantins coloque o desenvolvimento econômico no centro da administração e tenha coragem para adotar medidas que, em sua avaliação, poderão até ser impopulares.

Com décadas de experiência no comércio e passagem por algumas das principais entidades empresariais do Estado, Ernani demonstra especial preocupação com o comprometimento da renda das famílias e seus reflexos sobre as empresas.

Para ele, a equação é relativamente simples: famílias endividadas consomem menos; a redução do consumo chega ao comércio; empresas com dificuldades reduzem investimentos; e toda essa cadeia termina afetando emprego e arrecadação.

O Paralelo 13 — O senhor demonstra muita preocupação com o endividamento. Por quê?

Ernani Siqueira — Quando você fala em tributação, mexe com todo mundo. E nós temos os dados mostrando o endividamento das empresas e o endividamento das pessoas. Isso precisa preocupar todos nós. Se não tivermos, a partir de janeiro, governos com pulso, coragem e disposição para tomar decisões pensando no futuro, e não apenas na próxima eleição, acredito que teremos anos muito difíceis pela frente. Essa é minha visão e minha impressão a partir daquilo que acompanho no ambiente empresarial.

 

O Paralelo 13 — E como esse endividamento chega ao comércio?

Ernani Siqueira — Chega diretamente. Se hoje o comércio está enfrentando dificuldades e os negócios estão ruins, temos que olhar também para o endividamento das pessoas. Veja os consignados, por exemplo. Muitas pessoas assumem compromissos por 48 meses. São quatro anos com uma parcela da renda comprometida. Se uma pessoa recebe seu salário, mas boa parte dele já está comprometida com empréstimos, cartão e outras dívidas, naturalmente sobra menos dinheiro para circular no comércio. É uma situação que preocupa.

 

O Paralelo 13 — O senhor acredita que esse cenário também pode atingir o sistema financeiro?

Ernani Siqueira — Essa é outra preocupação. Uma pessoa pode possuir patrimônio, imóveis, carros, terrenos, mas não ter liquidez. Para a economia funcionar, precisamos de dinheiro circulando. Quando empresas e famílias começam a enfrentar dificuldades simultaneamente, aumenta o risco para toda a cadeia. Minha preocupação é justamente chegarmos a uma situação em que todos tenham patrimônio ou créditos a receber, mas falte dinheiro circulando na economia.

 

O Paralelo 13 — E a reforma tributária? Como o senhor avalia esse novo cenário?

 

Ernani Siqueira — Tenho preocupação, principalmente com as pequenas empresas. Qualquer mudança tributária mexe com todo mundo. Empresários precisam compreender como funcionarão as novas regras, calcular seus custos e preparar suas empresas. O pequeno empresário normalmente possui menos estrutura para enfrentar mudanças. Por isso, precisamos de muita clareza, orientação e planejamento. Minha preocupação é que uma carga maior ou uma adaptação mal conduzida termine chegando justamente àqueles que possuem menos capacidade de absorver novos custos.

 

O Paralelo 13 — O senhor participou recentemente de um congresso nacional do setor lojista. Essa preocupação apareceu por lá?

Ernani Siqueira — Sim. O encontro em João Pessoa foi muito importante. Tivemos representantes de todo o Brasil e discutimos economia, inteligência artificial, comércio eletrônico, mudanças no comportamento do consumidor e também as dificuldades das empresas. Nós precisamos buscar conhecimento fora e trazer esse conhecimento para o Tocantins. Não podemos administrar uma empresa pensando apenas em amanhã. Precisamos pensar em como ela estará daqui a cinco ou dez anos.

 

O Paralelo 13 — E olhando especificamente para o Tocantins, qual deveria ser a primeira medida do próximo governador ou governadora?

Ernani Siqueira — A primeira coisa é estabelecer uma política voltada para o desenvolvimento, um desenvolvimento sustentável.

O governo precisa definir prioridades. Também acredito muito na gestão técnica. Não podemos simplesmente dividir espaços dentro do Estado entre grupos políticos. Precisamos colocar pessoas preparadas em cada área. Se um profissional está desempenhando bem sua função, ótimo. Se não está, o governador precisa ter autonomia para mudar. O interesse do Estado tem que estar acima da indicação política.

 

O Paralelo 13 — Então o senhor defende menos indicações políticas e mais critérios técnicos?

Ernani Siqueira — Exatamente. O governador ou governadora precisa ter pulso e coragem para colocar pessoas técnicas nos setores em que elas realmente entendam do assunto. Uma administração pública precisa funcionar. Não podemos manter alguém em determinada função apenas porque foi indicado por deputado, senador ou outro grupo político, caso o resultado não esteja aparecendo. Quem governa precisa ter liberdade e responsabilidade para cobrar resultados.

 

O Paralelo 13 — E quanto ao tamanho da estrutura administrativa?

Ernani Siqueira — Também precisa ser discutido. Acredito que será necessário cortar custos, avaliar estruturas, verificar onde é possível fundir secretarias e transformar algumas estruturas em superintendências. O Estado precisa analisar permanentemente o tamanho de sua máquina. Não estou falando em simplesmente cortar por cortar. Estou falando em eficiência.

Se duas estruturas podem funcionar juntas, por que manter duas estruturas completas? O dinheiro público precisa chegar àquilo que realmente interessa à população.

 

O Paralelo 13 — Isso poderá exigir medidas impopulares?

Ernani Siqueira — Poderá. E acredito que algumas decisões precisarão ser tomadas logo no primeiro ano. Quem assumir precisa ter coragem.

É muito difícil administrar pensando apenas na próxima eleição. Às vezes é necessário tomar uma decisão que não seja popular naquele momento, mas que seja importante para equilibrar as contas e permitir que o Estado continue investindo.

 

O Paralelo 13 — Essa preocupação também vale para os municípios?

Ernani Siqueira — Claro. As prefeituras também enfrentam enormes dificuldades. Os municípios possuem obrigações com pessoal, saúde, educação e infraestrutura, e os custos aumentam. É justo valorizar o trabalhador e garantir reajustes. Mas, ao mesmo tempo, precisamos discutir como os municípios conseguirão financiar suas responsabilidades.

Essa conta precisa fechar.

 

O Paralelo 13 — Qual deveria ser, então, a prioridade econômica do próximo governo?

Ernani Siqueira — Desenvolvimento. Precisamos criar condições para as empresas crescerem, atrair investimentos, fortalecer quem já está aqui e gerar empregos. Quando você fortalece uma empresa, ela compra, vende, contrata trabalhador, paga salário e movimenta outras empresas. O desenvolvimento não acontece apenas quando uma grande empresa chega ao Estado. Precisamos também cuidar das milhares de pequenas empresas que já estão funcionando aqui.

São elas que estão todos os dias com as portas abertas.

 

O Paralelo 13 — O senhor parece especialmente preocupado com os próximos quatro anos.

Ernani Siqueira — Estou. Mas preocupação não significa pessimismo absoluto. Significa que precisamos entender o tamanho dos desafios e agir. Eu costumo dizer que, se vier uma tempestade, precisamos saber navegar. O empresário está acostumado a enfrentar dificuldades, mas precisa de condições para trabalhar. O governo precisa fazer sua parte, as empresas precisam fazer a delas e a sociedade também. O que não podemos é ignorar os sinais.

 

ENDIVIDAMENTO PRECISA ENTRAR NO DEBATE ELEITORAL

A preocupação apresentada por Ernani encontra um Tocantins no qual o endividamento das famílias se tornou um tema econômico relevante.

E há uma diferença fundamental: endividamento não é sinônimo de inadimplência. Uma família que possui financiamento ou compras parceladas, mas mantém os pagamentos em dia, está endividada, porém não necessariamente inadimplente. Mesmo feita essa distinção, o comprometimento da renda possui impacto sobre o consumo e, consequentemente, sobre comércio e serviços.

É justamente esse efeito que Ernani procura colocar no centro do debate.

 

Em sua avaliação, candidatos ao Governo do Tocantins precisam ir além das promessas tradicionais de campanha e explicar qual será sua política de desenvolvimento, como pretendem estimular empresas, gerar empregos, melhorar o ambiente de negócios e administrar as contas estaduais.

Passadas as eleições, esses problemas continuarão sobre a mesa do próximo governador ou governadora.

QUEM É ERNANI SIQUEIRA

 

Ernani Soares Siqueira é empresário e administrador e integra a história do desenvolvimento do setor empresarial de Palmas desde os primeiros anos da Capital. Ao longo de sua trajetória, presidiu por dois mandatos a Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa), comandou a Câmara de Dirigentes Lojistas de Palmas (CDL) e a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Tocantins (FCDL-TO). Também presidiu o Conselho Deliberativo do Sebrae Tocantins e exerceu função de superintendente da instituição.

 

Na administração pública, integrou o governo Siqueira Campos à frente da área de Indústria, Comércio e Turismo, além de ter presidido o Conselho de Desenvolvimento Econômico do Tocantins. Em 2011, ganhou projeção nacional ao assumir a vice-presidência de Micro e Pequenas Empresas do Conselho Nacional de Secretários de Desenvolvimento Econômico (Consedic), representando o Tocantins nas discussões nacionais sobre desenvolvimento e fortalecimento dos pequenos negócios.

 

 

Posted On Terça, 01 Setembro 2026 15:52 Escrito por O Paralelo 13

Por Josias de Souza - UOL

 

A aproximação entre Romeu Zema e Ronaldo Caiado é a penúltima novidade da praça. Os dois conversaram na terça-feira sobre a hipótese de juntar suas fraquezas eleitorais numa única chapa. Passaram a admitir a hipótese em público —Caiado falou disso numa entrevista; Zema, num encontro com investidores. Difícil será definir a ordem da chapa: Caizema ou Zemaiado?, eis a questão

 

O conservadorismo dito moderado sonhou que herdaria o espólio de Bolsonaro. Acordou num pesadelo em que o "mito" preso preferiu passar o bastão para o filho. A relação obscura com Daniel Vorcaro corroeu parte dos votos de Flávio Bolsonaro. Mas nem o efeito Master tirou dele o título de anti-Lula mais competitivo da sucessão.

 

Com o escândalo ainda em movimento, até Tarcísio de Freitas, suposto coordenador da campanha de Flávio em São Paulo, parece atormentado pelo remorso. Diz que o filho de Bolsonaro ainda precisa se explicar. É como se percebesse com atraso que na vida é sempre melhor se arrepender do que experimentou do que não experimentar.

 

 

 

Posted On Quinta, 28 Mai 2026 05:22 Escrito por O Paralelo 13

Da Redação

 

 

 

Em entrevista ao Paralelo 13, o deputado federal Tiago Dimas (Podemos) fez um balanço do mandato e colocou na vitrine os investimentos destinados à capital tocantinense. Em tom de prestação de contas, o parlamentar destacou o envio de aproximadamente R$ 22 milhões para Palmas, com foco em obras estruturantes, fortalecimento da saúde e ampliação de políticas sociais.

 

Entre as principais ações citadas está o aporte de recursos para a construção da ponte do Bertaville, obra considerada estratégica para a mobilidade urbana da cidade e que, segundo o deputado, tem potencial para se tornar um novo cartão-postal da capital. Dimas também ressaltou os investimentos na atenção básica de saúde, com recursos destinados ao custeio e à reforma de unidades, além de aportes voltados à assistência social, em articulação com a gestão municipal.

 

Além dos investimentos, o parlamentar também destacou sua atuação legislativa em Brasília, com projetos de alcance nacional. Entre eles, o projeto que combate a falsificação de bebidas e o reaproveitamento ilegal de garrafas de vidro; a proposta que determina a climatização de salas de aula em novas escolas públicas com uso de energia solar ou fontes renováveis; e a iniciativa voltada à ampliação de políticas públicas para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Dimas também foi relator da proposta que resultou na Emenda Constitucional nº 119 de 2022, que garantiu a recomposição de bilhões de reais para a educação após a pandemia.

 

 

 

O parlamentar ainda reforçou sua aliança política com o prefeito Eduardo Siqueira Campos, destacando o apoio dado durante a eleição e o compromisso de contribuir com a atual gestão. Segundo ele, a parceria tem como foco garantir resultados concretos para a população palmense, aliando articulação política em Brasília com a execução de políticas públicas na capital.

 

A seguir, os principais trechos da entrevista:

 

 

Paralelo 13 — Deputado, qual a importância dos recursos destinados por seu mandato a Palmas?

 

Tiago Dimas — Palmas tem recebido uma atenção especial do nosso mandato. Só neste período, destinamos cerca de R$ 22 milhões para a capital. São recursos que chegam para melhorar a vida das pessoas, seja na infraestrutura, na saúde ou na assistência social.

 

Paralelo 13 — Onde esses recursos estão sendo aplicados?

 

Tiago Dimas — Um dos principais investimentos é na ponte do Bertaville, com R$ 7 milhões. Essa obra vai se tornar um novo cartão-postal da cidade e, mais do que isso, vai resolver um problema histórico de mobilidade urbana, interligando regiões e reduzindo significativamente o tempo de deslocamento. Também destinamos cerca de R$ 10 milhões para a saúde, fortalecendo o custeio, a atenção básica e a reforma de unidades. Além disso, foram mais de R$ 2 milhões para a assistência social.

 

Paralelo 13 — Como é sua relação política com o prefeito Eduardo Siqueira Campos?

 

Tiago Dimas — Tenho buscado ser um aliado firme e comprometido. Estive no palanque do Eduardo, apoiei sua candidatura e confiei no que ele poderia fazer por Palmas. Agora, tenho a responsabilidade de continuar ajudando sua gestão com recursos e articulação política em Brasília.

 

 

 

Paralelo 13 — O senhor acredita que esses investimentos terão impacto direto na população?

 

Tiago Dimas — Sem dúvida. Quando falamos da ponte do Bertaville, estamos falando de mobilidade, de desenvolvimento urbano. Na saúde, são melhorias diretas no atendimento à população. E na assistência social, estamos fortalecendo serviços essenciais, com reformas e estruturação de equipamentos públicos.

 

Paralelo 13 — O senhor também tem atuação legislativa destacada. Quais projetos o senhor ressalta?

 

Tiago Dimas — Temos projetos importantes. Um deles é o que combate a falsificação de bebidas, aprovado no plenário, que cria mecanismos para evitar o reaproveitamento ilegal de garrafas. Também temos o projeto que prevê climatização e uso de energia solar em novas escolas públicas, pensando em sustentabilidade. E outro voltado para pessoas com autismo, garantindo mais apoio à saúde e à educação especializada.

 

Paralelo 13 — E sobre sua atuação como relator de matérias relevantes?

 

Tiago Dimas — Tive a responsabilidade de relatar a proposta que virou a Emenda Constitucional 119, que garantiu a recomposição de cerca de R$ 9 bilhões para a educação após a pandemia. Foi uma medida importante para dar segurança jurídica aos gestores e garantir investimentos no setor.

 

Paralelo 13 — A reeleição está nos seus planos?

 

Tiago Dimas — Sim. Queremos continuar esse trabalho, ampliando resultados e mantendo esse compromisso com o Tocantins e com Palmas.

 

 

INVESTIMENTOS EM PALMAS

 

“Só neste período, destinamos cerca de R$ 22 milhões para a capital.”

 

O deputado destacou o volume de recursos enviados para Palmas, com foco em áreas estratégicas como infraestrutura, saúde e assistência social. Segundo ele, os investimentos buscam melhorar diretamente a qualidade de vida da população e fortalecer os serviços públicos essenciais.

 

PONTE DO BERTAVILLE E MOBILIDADE URBANA

 

 

 

“Essa obra vai se tornar um novo cartão-postal da cidade e vai resolver um problema histórico de mobilidade.”

 

Com R$ 7 milhões destinados, a ponte do Bertaville é apontada como uma das principais apostas do mandato. A obra promete interligar regiões da capital e reduzir significativamente o tempo de deslocamento, além de impulsionar o desenvolvimento urbano.

 

ATUAÇÃO LEGISLATIVA E IMPACTO NACIONAL

 

“Garantimos a recomposição de cerca de R$ 9 bilhões para a educação após a pandemia.”

 

Tiago Dimas também ressaltou projetos de alcance nacional, como o combate à falsificação de bebidas, a climatização sustentável de escolas e políticas para pessoas com autismo. Ele destacou ainda sua atuação como relator da Emenda Constitucional 119, voltada à recomposição de recursos para a educação.

 

 

 

 

Posted On Segunda, 27 Abril 2026 03:10 Escrito por O Paralelo 13

Ministro da Previdência diz estar com a consciência limpa e afirma que patrimônio dos fraudadores será usado para ressarcir aposentados

 

 

Com SBT

 

 

Em entrevista ao SBT, o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, comentou sobre a possibilidade de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o esquema suspeito de desviar R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), o que tem sido ventilado pela oposição ao governo Lula.

 

No entanto, Lupi minimizou os potenciais efeitos da iniciativa. Ele disse que não teme a CPI e acredita a investigação parlamentar não vai ser melhor do que a feita pela Polícia Federal.

 

Questionado sobre uma possível saída do cargo, foi direto: “Pressão a gente sente, sim. Mas quem não está preparado não deve ocupar função pública". Ainda disse que está "com a consciência tranquila" e que ficar ou sair é uma decisão do presidente Lula.

 

O ministro reconheceu que houve falha, crime e demora na detecção do esquema de fraudes. Ele afirmou que os culpados devem ser responsabilizados com rigor.

 

“É tudo muito difícil de ser feito. Acho que houve falha. Acho que houve falha, houve crime. Agora, compete a Polícia Federal provar e a gente botar na cadeia”, disse.

 

Sobre o ressarcimento dos valores desviados, Lupi destacou que o foco inicial será recuperar os bens dos envolvidos no esquema. “As instituições criminosas têm um patrimônio grande”, afirmou.

 

Ele reforçou que os fraudadores terão seus bens confiscados para devolver os valores à Previdência: “Quem roubou vai ter que restituir esse dinheiro para o aposentado”.

 

Após o escândalo vir à tona, o então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, indicado por Lupi, foi demitido no mesmo dia. Sobre a escolha do sucessor de Stefanutto, o ministro lembrou que a decisão cabe exclusivamente ao presidente Lula.

 

“Todos os cargos são indicados pelo presidente. Não indiquei ninguém do meu partido, todos os nomes eram de carreira. Achei que isso diminuiria o risco de corrupção, mas foi uma avaliação errada”, reconheceu.

 

 

Posted On Quinta, 01 Mai 2025 04:02 Escrito por O Paralelo 13
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