Projeto de Lei sobre a medida será enviado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais nas próximas semanas

 

Da Assessoria

 

O governador Romeu Zema anunciou, nesta segunda-feira (2/3), a recomposição de 5,4% nos salários de todo o funcionalismo público do Estado. A medida vale para os servidores ativos, inativos e pensionistas da administração direta e indireta do Estado. A recomposição será paga retroativamente a 1/1/2026.

 

Aproximadamente 673 mil servidores serão contemplados com a recomposição, em um incremento de cerca de R$ 3,4 bilhões anuais com o pagamento da folha do Executivo.

 

“Essa recomposição só é possível porque fizemos o dever de casa com muita responsabilidade. Nos próximos dias vamos enviar o projeto para a Assembleia para que o reajuste seja aprovado e pago o quanto antes. Minas prospera porque nossos servidores fazem toda a diferença. E continuar cuidando das contas é o que garante que possamos fazer isso não só agora, mas também no futuro. Minas segue firme”, disse o governador Romeu Zema.

 

O projeto de lei que determina a medida será enviado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) ainda neste mês. A definição sobre a data de pagamento depende da aprovação do texto na ALMG e, posteriormente, da sanção do governador Romeu Zema.

 

A recomposição salarial assegura que o valor do vencimento básico inicial dos servidores do magistério no Poder Executivo de Minas Gerais seja, novamente, o equivalente proporcional do piso nacional.

 

Esforço fiscal

 

Desde o início da atual gestão, em 2019, uma das prioridades foi reorganizar as contas públicas e restabelecer a regularidade no pagamento dos servidores, após um período de grave desequilíbrio fiscal. Logo no primeiro ano, o Estado quitou o 13º salário de 2018, deixado em aberto pela administração anterior. A partir de 2021, o pagamento dos salários foi definitivamente regularizado, encerrando mais de cinco anos de parcelamentos. Desde então, todo o funcionalismo recebe integralmente no quinto dia útil, com previsibilidade e segurança.

 

“É com satisfação que anunciamos esta recomposição a todos os servidores, que fazem o Estado funcionar e prosperar. Essa medida só foi possível porque, desde 2019, o governo vem trabalhando de forma séria, austera, cuidando das contas com muita responsabilidade. E vamos seguir trabalhando duro para transformar Minas em um Estado ainda melhor para todos os mineiros”, completou o vice-governador, Mateus Simões.

 

Mesmo diante das restrições fiscais, o governo tem promovido recomposições salariais periódicas. Em 2022, após mais de uma década sem revisão geral, foi autorizado reajuste de 10,06% para todo o funcionalismo do Executivo. Em 2024, nova recomposição de 4,62% foi aplicada aos servidores estaduais. Em 2025, foi anunciado o pagamento de auxílio-alimentação para as Forças de Segurança, representando acréscimo de até 34% na remuneração desses profissionais.

 

 

Posted On Segunda, 02 Março 2026 14:18 Escrito por O Paralelo 13

Senador e governadores participaram de manifestação na Avenida Paulista e são apontados como pré-candidatos ao Planalto nas eleições

 

 

Com CNN Brasil

 

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu neste domingo (1°), em ato da direita em São Paulo, a unidade com outros pré-candidatos à Presidência nas eleições deste ano. O parlamentar agradeceu a presença dos governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO) e negou estarem "disputando votos".

 

"Quero agradecer aos dois governadores presentes aqui hoje neste ato: Romeu Zema e Caiado", disse nesta tarde durante manifestação realizada na Avenida Paulista. Depois, o senador citou que Zema precisou sair e se dirigiu diretamente ao governador de Goiás:

 

"É muita honra estar no mesmo palanque defendendo os mesmos ideias de uma pessoa com a sua história [Caiado]. Isso prova que isso aqui não é ato eleitoral. Tem aqui dois pré-candidatos. Juntos não estamos disputando voto, estamos pensando no que é melhor para o nosso país", declarou.

Ausente no evento, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também foi citado por Flávio, que agradeceu o chefe estadual e o chamou de "amigo".

 

Ele afirmou que Tarcísio e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), "vestiram a camisa do Brasil e estão caminhando nesse grande projeto de resgate da nação". No ato, Nunes ressaltou o apoio a Flávio Bolsonaro e disse que Tarcísio mandou um "abraço" para os participantes do ato.

 

"O Flávio está escalado. O time está sendo montado. Agora, é gente entrar em jogo. Para quê? Para ganhar de lavada, para poder fazer uma grande vitória da verdadeira democracia, da liberdade e do avanço do Brasil e de combate à corrupção”, disse Nunes.

A manifestação na Paulista reuniu lideranças políticas da direita, parlamentares e pré-candidatos ao Planalto. As mobilizações ocorreram em mais de 20 cidades ao longo do dia como parte da iniciativa "Acorda Brasil".

 

Flávio Usava Colete a prova de balas 

 

Os atos têm como tônica críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à atuação de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Também reforçam a defesa da anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos de prisão pela tentativa de golpe após as eleições de 2022.

 

Flávio faz acenos

 

Em seu discurso, Flávio fez críticas ao governo Lula ao citar as fraudes no INSS e ao comparar ações da gestão do seu pai, Jair Bolsonaro. Ele fez acenos a grupos estratégicos, como mulheres, jovens e beneficiários do Bolsa Família.

 

Em relação ao STF, Flávio evitou elevar o tom, mas afirmou ser favorável ao impeachment de ministros que descumprirem a lei. "O nosso alvo nunca foi o Supremo, nós sempre dissemos que o STF era fundamental para a democracia, mas estão destruindo a democracia a pretexto de defendê-la para atingir Bolsonaro", disse.

Flávio também defendeu a derrubada "do veto covarde de Lula" ao projeto da dosimetria, que reduz penas de condenados pelo STF por causa dos atos do 8 de janeiro de 2023.

 

Sobre a prisão do seu pai, o senador declarou ter feito uma promessa de que, se eleito presidente, terá Bolsonaro ao seu lado ao subir a rampa do Planalto no próximo ano.

 

"Quero compartilhar com vocês o que disse para o meu pai agora quarta-feira, olhando no olho dele, para levar ainda mais esperança e força [...] Eu falei: 'Pai, em janeiro de 2027, você vai pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro'", finalizou.

 

 

 

Posted On Segunda, 02 Março 2026 03:24 Escrito por O Paralelo 13

Em novo pronunciamento, presidente diz que operação é uma das maiores já feitas, confirma 3 mortes de militares e promete “golpe mais severo” ao Irã

 

 

Por Vicklin Moraes

 

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (1º) que forças americanas atingiram centenas de alvos no Irã nas últimas 36 horas e que “todo o comando militar” iraniano “se foi”. O republicano voltou a se pronunciar em vídeo divulgado nas redes sociais.

 

Segundo Trump, os EUA e aliados lançaram a chamada Operação Epic Fury, que classificou como “uma das maiores, mais complexas e mais avassaladoras ofensivas militares que o mundo já viu”.

 

“Atingimos centenas de alvos no Irã, incluindo instalações da Guarda Revolucionária e sistemas de defesa aérea iranianos. [...] Todo o comando militar também foi eliminado”, declarou.

Ele também afirmou que nove navios e uma instalação naval foram destruídos “em questão de minutos” e disse que integrantes da cúpula militar iraniana estariam buscando rendição e imunidade.

 

Mortes de militares americanos

 

Mais cedo, o Comando Central do país informou que três militares americanos morreram em combate. Trump lamentou as mortes e afirmou que os EUA irão “vingar” os soldados.

“É provável que haja mais antes que isso termine”, disse, acrescentando que as operações continuarão “até que todos os objetivos sejam alcançados”.

Ameaça nuclear e recado à Guarda Revolucionária
No pronunciamento, Trump voltou a afirmar que um Irã armado com mísseis de longo alcance e armas nucleares representaria “uma ameaça grave” aos Estados Unidos. O presidente acusou Teerã de ser o “maior patrocinador estatal do terrorismo” e afirmou que não permitirá que o país utilize armamentos para “chantagear o mundo”.

 

Ele também fez um apelo direto à Guarda Revolucionária Islâmica, às Forças Armadas e à polícia iraniana para que “deponham as armas e recebam imunidade total, ou enfrentem morte certa”.

 

Trump ainda convocou “patriotas iranianos que anseiam por liberdade” a “retomar o país” e afirmou que os Estados Unidos estarão ao lado deles.

 

 

Posted On Segunda, 02 Março 2026 03:20 Escrito por O Paralelo 13

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann, criticou nesta quinta-feira (26) a possibilidade de a União fazer aportes no Banco de Brasília (BRB) para cobrir o rombo na estatal do Distrito Federal

 

 

Com Estadão Conteúdo

 

 

O BRB enfrenta problemas por causa do envolvimento com o caso do Banco Master, que foi liquidado e é alvo de investigação por irregularidade em operações.

 

Nas redes sociais, Gleisi disse que a União “não tem nada a ver” com o caso e que “quem tem de apresentar uma solução para o rombo, e se explicar, é o governador Ibaneis (Rocha)”, em referência ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).

 

“Mídia e banqueiros falando como se fosse normal fazer aportes da União para salvar o BRB. Só que a União não tem nada a ver com as barbaridades que fizeram lá com o Banco Master”, escreveu a ministra em publicação no X. “Quem tem de apresentar uma solução para o rombo, e se explicar, é o governador Ibaneis do Distrito Federal, controlador do BRB e responsável pelo que fez a direção do banco. Não venham espetar essa conta no bolso do povo brasileiro”, completou.

 

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a Caixa vem negociando a compra de carteiras de crédito do BRB.

 

A cúpula do banco público não descarta debater outras soluções, mas uma federalização do BRB – pela qual a Caixa assumiria o controle acionário do banco – ainda é vista pelo governo federal como uma discussão “prematura”.

 

O BRB tem de lidar com um prejuízo calculado em R$ 5 bilhões após comprar carteiras de crédito podres do Banco Master.

 

O banco pediu um aporte de até R$ 8,86 bilhões para reforçar o capital da instituição após as perdas com o Master.

 

O governo do Distrito Federal, controlador e principal acionista do BRB, enviou um projeto à Câmara Legislativa do DF pedindo autorização dos deputados para fazer um aporte.

 

 

Posted On Sábado, 28 Fevereiro 2026 04:47 Escrito por O Paralelo 13

Ao todo, governo determinou tarifa zero sobre 105 produtos eletrônicos e manteve a alíquota anterior para outros 15

 

 

Com Flow News

 

 

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, negou na noite desta sexta-feira (27) ter havido recuo por pressão externa na decisão de não aplicar um imposto de importação sobre 120 produtos eletrônicos, incluindo smartphones, notebooks e placas-mãe.

 

 

Em entrevista ao programa Flow News, Haddad disse que, antes de o imposto entrar em vigor, o Ministério da Indústria já vinha analisando pedidos para rever as alíquotas sobre determinados produtos.

 

Dos 120 itens, 105 terão alíquota zero, enquanto outros 15 voltam aos patamares anteriores ao imposto, cuja incidência começa na próxima semana. A medida foi tomada em reunião do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) nesta sexta.

 

“Das 1.250, nós identificamos 15 casos específicos em que os internautas e os gamers estavam certos e que provocaram o ministério [...] Posso estender [a lista de isenções] mais? Posso, não tem nenhum problema. Se segunda-feira a gente notar que tem mais alguma coisa para rever, vai rever, porque o Ministério do Desenvolvimento faz isso toda hora”, afirmou.

Embora o governo alegue interesse estritamente regulatório e de proteção à indústria nacional, o impacto de um novo tributo em ano de eleição no bolso da população pesou para não aplicar o imposto, segundo apurou o SBT News.

 

Outros 1.132 produtos eletroeletrônicos e de maquinário seguem com a alíquota, que passará a vigorar na segunda-feira (2). A justifica foi dar competitividade à indústria brasileira e estimular a produção local de bens, com potencial de arrecadar de R$ 14 bilhões a R$ 20 bilhões.

 

O mecanismo acionado pela Camex para zerar as alíquotas foi o chamado ex-tarifário, que permite a redução para bens de capital e de informática sem produção equivalente no Brasil. Parte desses produtos teria alta de até 7,2 pontos percentuais na tarifa com o imposto.

 

Dentre os produtos com taxa zero estão CPUs, máquinas de ressonância magnética, colhedoras de algodão, caminhões, máquinas de costura e compressores de ar-condicionado.

 

No caso dos smartphones, em que há produção nacional sobretudo na Zona Franca de Manaus, a alíquota de importação cai de 20% para 16%, como era antes.

 

 

Posted On Sábado, 28 Fevereiro 2026 04:23 Escrito por O Paralelo 13
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