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Posted On Segunda, 30 Novembro 2020 05:20
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GABINETE DE EDUARDO GOMES VIRA PORTO SEGURO PARA PREFEITOS

Nestas duas últimas semanas o senador Eduardo Gomes recebeu em seu gabinete, no Senado, dezenas de novos prefeitos eleitos e prefeitos reeleitos, dos mais diversos partidos políticos, todos em busca de “apadrinhamento” do líder do governo de Jair Bolsonaro no Congresso Nacional.

E o senador não vem poupando esforços para ajudar a todos, inclusive, intermediou, via aplicativo, conversas de vários prefeitos com o presidente Bolsonaro em pessoa.

Sempre “calçando as sandálias da humildade”, dentro da simplicidade que lhe é corriqueira, Eduardo Gomes está construindo pontes e caminhos que possam trazer tranquilidade aos prefeitos tocantinenses, garantindo recursos via Codevasp, FNS e demais órgãos e ministérios, já no início de 2021, independente das emendas impositivas.

 

ESTRANHO

Baseado nos decretos governamentais de Mauro Carlesse via SPI, Secretaria de Parcerias e Investimentos, comandada por seu sobrinho, Claudinei Quaresmim, segundo membros do segundo escalão do governo, “só falta abrir concessão ou vender espaço aéreo.

O planejamento da SPI para a Agrotins está sendo considerado um absurdo unânime pelos observadores políticos do Tocantins, e deixa a impressão de que o nosso Estado possui apenas o Poder Executivo, ao qual os demais são coniventes ou solidários.

 

POLICIA FEDERAL DE CARA NOVA NO TOCANTINS

Nesta última sexta-feira a Polícia Federal do Tocantins trocou de comando.  Maria Amanda Mendina de Souza assumiu a superintendência da PF, trazendo consigo um grupo de auxiliares.

Ressaltando que desde janeiro deste ano o Tocantins já foi alvo de diversas operações da Polícia Federal e da Justiça Federal, atuando no combate à corrupção em diversos endereços de gestores públicos, residências, empresas e escritórios dos envolvidos, com direito a quebra de sigilo fiscal, telefônico e bancário, além do bloqueio de bens e contas.

As previsões são de novas operações a qualquer momento, em resposta às demandas da população e da classe política.

O Paralelo 13, na próxima semana, vai confeccionar uma reportagem profunda sobre a atuação da PF no Tocantins, dando nome aos investigados nas operações já realizadas e nas demais, em andamento, que envolvem recursos da Saúde para o combate à pandemia de Covid-19.

Segundo nossas fontes, haverá operações também acerca da aplicação do Fundo Partidário, com a gastança desenfreada desses recursos nem sempre para o fim a que se valiam, todas agindo no maior rigor da Lei.

 

AS ”VIÚVAS” OU “TEREZINHAS DE JESUS ELEITORAIS”

Derrotados nas eleições do último dia 15, alguns políticos não conseguiram absorver a derrota e tentam criar fatos insustentáveis nas barras da Justiça Eleitoral, como acontece em Porto Nacional, por meio da candidata a vereadora pelo MDB Terezinha de Jesus, esquecendo que a candidatura do vereador Pedrinho foi indeferida pela Justiça Eleitoral e que seus votos não foram computados.

Desta forma, o MDB de Porto Nacional teve mais candidatas femininas que as cotas estipulavam e a votação zerada de Terezinha não conta para o cumprimento dessa regra.

Fim de linha para os que sonhavam em virara o jogo no “tapetão”.

Estudem mais a Legislação Eleitoral.... fica a dica!

 

Com exceção de Palmas, só homens vencem as eleições nas capitais

Das 25 capitais de Estados, apenas uma terá uma mulher à frente da prefeitura em 2021. Cinthia Ribeiro (PSDB-TO) foi reeleita prefeita de Palmas (TO) no 1º turno (a cidade não tem 2º turno). Nas outras 25, só homens levaram a melhor. Em Porto Alegre (RS), Sebastião Melo (MDB-RS) bateu Manuela D’Ávilla no 2º turno. No Recife (PE), Marília Arraes (PT-PE) perdeu uma disputa em família para o primo João Campos (PSB). Tião Bocalom (PP) superou Socorro Neri (PSB-AC) em Rio Branco (AC). Porto Velho (RO) preferiu Hildon Chaves (PSDB) a Cristiane Lopes (PP). Delegada Daniele (Cidadania) perdeu o 2º turno para Edvaldo (PDT) em Aracaju (SE). A Federação do Brasil tem 27 unidades. O Distrito Federal não tem eleições municipais. Macapá, capital do Amapá, teve o pleito adiado por causa de 1 apagão. A votação será em 6 de dezembro.

 

Barroso diz que abstenção de eleitores foi maior que o desejável

 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, disse hoje (29) que a abstenção dos eleitores no segundo turno das eleições municipais foi maior que o desejável pela Justiça Eleitoral. Durante a apresentação do balanço das eleições, Barroso afirmou que a pandemia da covid-19 fez com que parte do eleitorado deixasse de comparecer às urnas por medo de contaminação pelo novo coronavírus. Com 100% das seções eleitorais apuradas, a abstenção dos eleitores foi de 29,50%, equivalente a 11,1 milhões de pessoas. Nas eleições de 2018, 2016 e 2014, o índice de eleitores faltosos ficou em torno de 21%.

 

KÁTIA ABREU TEM ALTA

A senadora Kátia Abreu (PP-TO) recebeu alta neste sábado, 28, após ficar sete dias internada no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para tratar a covid-19.

"Estou respirando bem. Continuarei ainda tomando corticoide e fazendo exercícios de respiração para fortalecer os pulmões abatidos pelo vírus", diz a senadora, em mensagem publicada em suas redes sociais. "Ainda não sinto cheiro nem sabor, mas faz parte da atuação do vírus", completa.

Kátia Abreu comunicou que estava com o novo coronavírus em 1º de novembro. Ela fez o teste após três pessoas de sua equipe contraírem a doença.

 

MINISTÉRIO NÃO PREVÊ VACINAÇÃO

O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira, 27, que não prevê vacinar toda a população brasileira contra a covid-19 em 2021. A pasta cita a dificuldade mundial de produção dos imunizantes e o fato de os testes não incluírem todos os públicos, como crianças e gestantes, o que impossibilitaria uma parte da aplicação. Para a pasta, a limitação não representará riscos para os brasileiros.

"O fato de determinados grupos da população não serem imunizados não significa que não estarão seguros porque outros grupos que convivem com aqueles estarão imunizados e dessa forma não vão ter a possibilidade de se contaminar com a doença. É por esse motivo que não vacinamos toda a população, por exemplo, contra a influenza", explicou Elcio Franco, secretário-executivo do Ministério da Saúde.

 

 

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