Da Assessoria
O deputado federal Ricardo Ayres (Republicanos-TO) intensificou a cobrança por providências imediatas para a ponte sobre o Rio Araguaia, em Araguatins, após a confirmação de problemas estruturais apontados em relatórios técnicos. Nesta terça-feira, 14, o parlamentar esteve com o diretor-geral do DNIT, Fabrício Galvão, a quem entregou um novo ofício reforçando a necessidade de medidas emergenciais.
O documento solicita fiscalização rigorosa de peso, revitalização urgente da estrutura e avaliação de reforço estrutural, diante dos indícios de comprometimento da ponte.
Relatórios apontam limitações e riscos estruturais
Em resposta a solicitações anteriores feitas pelo deputado em dezembro de 2025 e março deste ano, o DNIT informou que a ponte pode continuar em operação, desde que sejam respeitadas restrições de tráfego, como limite de carga por eixo de 8,5 toneladas e peso bruto total de 53 toneladas, além da proibição de cargas especiais.
Estudos técnicos preliminares também indicam redução da rigidez estrutural da ponte e possíveis problemas na qualidade do concreto utilizado, o que acende o alerta para a necessidade de acompanhamento constante e intervenções adequadas.
Uma nota técnica complementar aponta que a estrutura apresenta rigidez inferior à prevista em projeto, com redução aproximada de 8%, além de sinais de degradação, como esfarelamento do concreto e exposição de armaduras.
Novo ofício cobra ações imediatas
No ofício entregue diretamente ao diretor-geral do DNIT, Ricardo Ayres destaca a gravidade da situação e solicita uma série de medidas urgentes, entre elas:
• Reforço imediato da fiscalização de peso na ponte
• Adoção de ações emergenciais de revitalização
• Avaliação de intervenções provisórias de reforço estrutural
• Ampliação da sinalização e comunicação aos usuários
• Definição de um cronograma para execução das medidas
Segundo o parlamentar, a adoção dessas providências é essencial para evitar o agravamento dos danos e garantir a segurança da população que utiliza diariamente a travessia.
A pré-candidatura do biomédico Rafael Gomes a Deputado Federal pelo PSD vem ganhando força no cenário político tocantinense ao apresentar propostas voltadas ao fortalecimento da saúde pública e à ampliação do acesso aos serviços essenciais, especialmente nas cidades do interior do Estado
Com Assessoria
Filho do ex-deputado estadual e ex-secretário de saúde Gismar Gomes, Rafael carrega uma trajetória inspirada no compromisso com a vida e no trabalho dedicado à população tocantinense. O legado familiar, marcado por atuação firme na área da saúde, reforça a credibilidade de sua pré-candidatura e evidencia a continuidade de um projeto pautado pela responsabilidade e pelo cuidado com as pessoas.
Com formação na área da saúde e olhar atento às necessidades da população, Rafael Gomes defende o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), a melhoria da estrutura de atendimento e a criação de políticas públicas que promovam mais dignidade e qualidade de vida para os tocantinenses.
A receptividade ao seu nome demonstra o reconhecimento de um trabalho construído ao longo dos anos e a expectativa por uma atuação política comprometida com resultados concretos. Representando uma nova geração, Rafael acredita na política como instrumento de transformação social, guiado por valores como ética, respeito e responsabilidade pública.

Rafael Gomes e Laurez Moreira
Ao apresentar seu posicionamento político, Rafael também destaca a importância de reconhecer lideranças que contribuíram com o desenvolvimento do Tocantins e que seguem sendo referência de gestão e compromisso com resultados.
O vice-governador Laurez Moreira é citado como um exemplo de gestor sério e comprometido com o desenvolvimento do Estado. Amigo de longa data de Gismar Gomes, Laurez apoia a pré-candidatura de Rafael e representa uma referência de equilíbrio, experiência administrativa e responsabilidade pública. Para Rafael, sua trajetória demonstra que é possível fazer política com diálogo, planejamento e foco em resultados concretos para a população.
Dentro desse novo momento político vivido pelo Tocantins, Rafael também faz questão de reconhecer outras lideranças que contribuíram com avanços importantes no Estado.
Mauro Carlesse deixou sua marca com obras estruturantes, como a ponte de Porto Nacional, que ampliou a mobilidade e impulsionou o desenvolvimento da região. Na saúde, enfrentou o desafio da pandemia, contribuindo para a estruturação dos hospitais e valorização dos profissionais que estiveram na linha de frente no cuidado com a população.

Ao falar de quem conhece o Tocantins na prática, não apenas no discurso, Rafael também destaca o senador Irajá Abreu como uma liderança que compreende a realidade do Estado. Homem do campo, Irajá conhece de perto os desafios do produtor rural e entende a importância de gerar emprego, renda e fortalecer a economia que sustenta o Tocantins.
Percorrendo o Estado, Rafael Gomes tem priorizado o diálogo direto com a população, ouvindo demandas e apresentando propostas que visam contribuir com o desenvolvimento do Tocantins, com atenção especial à saúde, à valorização das pessoas e à construção de políticas públicas eficientes.
O Tocantins precisa de lideranças com história, experiência e compromisso com resultados. A pré-candidatura de Rafael Gomes surge como continuidade de uma trajetória de dedicação ao Estado, aliando experiência, propósito e sensibilidade para trabalhar por um futuro mais justo, humano e com mais qualidade de vida para todos os tocantinenses.
Eleição na Câmara ficou marcada por articulação da oposição para unificar candidatura em torno de Elmar Nascimento após desistência de Soraya Santos
Com SBT e Agênncia Câmara
A Câmara dos Deputados elegeu nesta terça-feira o deputado Odair Cunha (PT-MG) para uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU).
O processo foi realizado em urnas eletrônicas e terminou em uma vitória expressiva de Cunha, que recebeu 303 votos. O deputado vai preencher a vaga do ministro Aroldo Cedraz, que teve decretada a aposentadoria compulsória após completar 75 anos. O eleito ainda precisa ser aprovado pelo Senado, o que deve ocorrer sem intercorrências.
Em discurso de vitória, Cunha agradeceu ao presidente da Câmara, Hugo Motta, pela articulação em torno do seu nome e celebrou o considera ter sido uma disputa às claras e sem surpresas. Como a eleição é secreta, há risco de traição, e o PT já colecionava duas derrotas: em 2005, com José Pimentel (PT-CE), e em 2006, com Paulo Delgado (PT-MG).
"A votação desta noite é um exemplo para a democracia brasileira e um tributo, presidente Hugo Motta, à vossa liderança nesta Casa legislativa. Muito obrigado, presidente, porque os acordos e o diálogo não são feitos em gabinetes fechados, mas à luz do dia, com homens e mulheres sérios. Eu nunca acreditei que a traição era o caminho", afirmou.
A disputa ficou marcada por uma tentativa da oposição em unificar um nome para confrontar Cunha. Como mostrou o SBT News, a candidata do PL, Soraya Santos, foi rifada em prol de Elmar Nascimento (União-BA) em articulação comandada pelo senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato a presidente. Outra desistência foi a de Adriana Ventura, do Novo. Dada a saída de última hora, não houve tempo hábil para retirá-las das urnas.
No discurso de 10 minutos a qual todos os 7 candidatos tiveram direito na sessão, Soraya subiu à tribuna ao lado de outras deputadas do partido para anunciar que que abriria mão da disputa em prol de um nome de consenso e que apoiasse Flávio. Porém, defendeu que mulheres são "capazes" e tem a "coragem" necessária para assumir cargos de liderança. Segundo ela, houve um acordo interno no partido para que a próxima indicação à Corte de Contas seja de uma mulher, assim como no Superior Tribunal de Justiça (STJ) – atribuição que é do presidente da República.
"Eu, que tenho a responsabilidade de ter um partido que tem um candidato à Presidência da República, não vou expô-lo. Vou retirar meu nome em prol de quem quer que seja que esteja comprometido com ele e possa unificar e ganhar essa cadeira", afirmou Soraya.
A vitória de Odair foi um teste de força de Motta, que articulou em prol da candidatura e costurou um vasto apoio de 12 partidos, incluindo oposicionistas ao governo, como PP e Republicanos.
Foram candidatos também Danilo Forte (PP-CE), indicado pela Federação PSDB-Cidadania; Hugo Leal (PSD-RJ); Gilson Daniel (Podemos-PE).
Eis o placar final:
Odair Cunha: 303 votos;
Elmar Nascimento: 96 votos;
Hugo Leal: 20 votos;
Gilson Daniel: 6 votos;
Soraya Santos: 3 votos; e
Adriana Ventura: 1 voto.
Em sabatina na segunda-feira (13), Odair foi enfático ao falar sobre a importância que as emendas parlamentares têm para capilarizar o Orçamento no interior do país, financiando obras públicas e demandas locais em regiões em que o governo federal tem dificuldade para chegar.
“As emendas parlamentares são um instrumento legítimo e essencial para a execução das políticas públicas, especialmente na ponta, onde a população mais precisa. Muitas vezes esse instrumento é incompreendido, quando não injustamente atacado. Cabe a nós esclarecer, qualificar o debate e assegurar que a correta utilização seja reconhecida", disse Cunha.
TCU
Criado em 1890, o TCU tem entre suas atribuições analisar as contas prestadas anualmente pelo presidente da República e fiscalizar a aplicação de recursos públicos federais.
A cadeira em disputa é uma das três das quais a Câmara tem o direito de indicação. As outras cabem ao Senado (3) e ao presidente da República (3), totalizando 9 ministros no Tribunal de Contas.
O mandato é vitalício, com o ministro podendo ficar no cargo até os 75 anos, idade para a aposentadoria compulsória. O salário é próximo ao teto constitucional para funcionários públicos: R$ 44 mil, além dos benefícios.
Na comparação com o levantamento divulgado em fevereiro, o senador do PL teve uma oscilação de 0,8 ponto percentual, enquanto Lula cresceu 2,1 pontos, mas dentro da margem de erro
Com Site Exame
O senador Flávio Bolsonaro (PL) venceria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário de segundo turno das eleições de 2026, segundo pesquisa da Futura Inteligência, em parceria com a Apex Partners, que será divulgada na terça-feira, 14.
Na comparação com o levantamento divulgado em fevereiro, o senador do PL teve uma oscilação de 0,8 ponto percentual, enquanto Lula cresceu 2,1 pontos, mas dentro da margem de erro.
Nos demais cenários, Lula mantém vantagem contra nomes da direita e centro-direita
Contra o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), o petista registra 43,9% contra 38,8%, com 14,6% de brancos e nulos e 2,7% de indecisos.
Já diante do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula aparece com 44,8% ante 38,0%, enquanto 14,9% declaram voto branco ou nulo.
O levantamento também testou cenários sem a presença de Lula. Nessa hipótese, o senador Flávio Bolsonaro amplia vantagem sobre o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddadm (PT).
No confronto direto, Flávio marca 48,3% contra 34,8% de Haddad, com 14,3% de brancos e nulos e 2,6% de indecisos — uma diferença mais ampla do que a observada contra o atual presidente.
Já em disputas sem nomes diretamente associados ao bolsonarismo, os cenários mostram maior fragmentação do eleitorado. Entre Fernando Haddad e Ronaldo Caiado, há empate técnico: 36,8% a 36,5%, com 22,6% de brancos e nulos.
A pesquisa Futura entrevistou 2.000 eleitores, entre os dias 07 e 11 de abril, por meio de entrevista telefônica assistida por computador (CATI). A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada em parceria com a Apex e está registrada no TSE sob o protocolo BR 08282/2026.
Cenários de 2º turno Futura (abril de 2026
2º Turno — Lula x Flávio Bolsonaro
Lula: 42,6%
Flávio Bolsonaro: 48,0%
Nenhum/Branco/Nulo: 7,3%
NS/NR/Indeciso: 2,1%
2º Turno — Lula x Ronaldo Caiado
Lula: 43,9%
Ronaldo Caiado: 38,8%
Nenhum/Branco/Nulo: 14,6%
NS/NR/Indeciso: 2,7%
2º Turno — Lula x Romeu Zema
Lula: 44,8%
Romeu Zema: 38,0%
Nenhum/Branco/Nulo: 14,9%
NS/NR/Indeciso: 2,2%
2º Turno — Flávio Bolsonaro x Fernando Haddad
Flávio Bolsonaro: 48,3%
Fernando Haddad: 34,8%
Nenhum/Branco/Nulo: 14,3%
NS/NR/Indeciso: 2,6%
Da Assessoria
“Não é quem sofre injustiça que deve abrir mão do seu espaço. Minha decisão foi permanecer, enfrentar e resolver a questão de dentro para fora”. Desta forma, com firmeza e coerência com seus princípios, a ex-prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro, comunicou nesta terça-feira (14), sua decisão de permanecer no PSDB. A escolha foi feita após dias de intensa reflexão e diálogo político.
A decisão ocorre após um contexto de tensão interna, no qual Cinthia adotou uma posição firme diante de uma situação que considerou injustificada. Diante disso, a ex-prefeita afirma que viveu um dos momentos mais desafiadores de sua trajetória pública — e que optou por enfrentá-lo sem recuar.
“Muita gente esperava que eu recuasse. Que eu saísse do partido ou que simplesmente desistisse de lutar. Mas quem me conhece sabe que eu nunca fugi da luta”, reforçou.
Segundo Cinthia, havia dois caminhos possíveis: deixar o partido ou permanecer, enfrentar e resolver os problemas. A escolha, segundo ela, foi guiada por seus princípios. “Política, para mim, não é lugar de recuar. É lugar de ter lado. E o meu lado é o de enfrentar os problemas e resolvê-los por dentro”, destacou.
Cinthia destacou que sua permanência no partido está diretamente ligada à sua história e aos valores que sempre defendeu ao longo de sua carreira. “Minha trajetória política é a Social Democracia. Permanecer no PSDB é também manter coerência com tudo o que construí ao longo da vida pública”, afirmou.
A ex-prefeita reforçou que sua decisão foi tomada com clareza e serenidade, responsabilidade e convicção.
A permanência no PSDB também foi um pedido do próprio presidente nacional, Aécio Neves, e do presidente do Instituto Teotônio Vilela (ITV), Marconi Perillo, que se mobilizaram para manter Cinthia no partido e liderar, na presidência do PSDB-Mulher, o projeto tucano de reforçar o movimento feminino em todo país, elegendo o maior número de mulheres na próxima eleição.
Reconhecimento político
Durante o período de definição, Cinthia revelou ter recebido convites de importantes lideranças nacionais para mudança de partido, entre elas o dirigente nacional do PT, José Dirceu, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, o presidente nacional do PSB, João Campos, com quem se reuniu pessoalmente no Recife (PE), o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, a presidente nacional do Podemos, Renata Abreu.
A ex-prefeita agradeceu publicamente os convites e o reconhecimento, mas afirmou que optou por seguir no PSDB por entender que sua atuação política exige coerência com sua história e compromisso com suas convicções.
Luta das mulheres
Cinthia também destacou que sua decisão carrega um significado que vai além da política partidária, especialmente no que diz respeito à presença feminina na política. “Ficar também é manter viva a luta de tantas mulheres que vieram antes de mim e abriram caminhos com coragem. Hoje, é a minha vez de dar essa contribuição”, completou.
Ao confirmar sua permanência, Cinthia Ribeiro reforçou que seguirá atuando com firmeza, serenidade e compromisso público. “A mudança de verdade acontece de dentro para fora. E é assim, com coragem, que eu sigo respeitando e construindo à minha história.”