Na terra natal do candidato, moradores e apoiadores participaram de grande mobilização nesta quarta-feira, 21; Brejinho de Nazaré também recebeu carreata pela manhã

 

 

Da Assessoria

 

 

Depois da grande carreata que movimentou Gurupi na terça-feira, 20, foi a vez de Porto Nacional receber o candidato ao Governo do Tocantins, Vicentinho Júnior (PSDB), com uma expressiva mobilização popular nesta quarta-feira, 21. Na cidade onde nasceu e construiu parte de sua trajetória política, Vicentinho percorreu as ruas acompanhado por uma grande quantidade de veículos, apoiadores e moradores que saíram para acompanhar sua passagem. O encontro teve um significado especial por acontecer em sua terra natal, na reta final da campanha.

 

A movimentação em Porto Nacional deu continuidade à agenda iniciada na manhã desta quarta-feira em Brejinho de Nazaré, onde também foi realizada uma carreata. Nas duas cidades, a presença de apoiadores marcou mais um dia de mobilização da candidatura, que intensificou as visitas aos municípios tocantinenses nesta última semana antes da votação.

 

Em Porto Nacional, a carreata reuniu lideranças políticas, amigos, familiares e moradores que acompanham a trajetória de Vicentinho. A recepção ganhou um significado particular pela ligação histórica do candidato com o município. Em meio à movimentação pelas ruas, o encontro com a população reforçou o vínculo com a cidade que considera sua casa e onde mantém suas raízes.

 

A passagem por Porto Nacional aconteceu um dia depois da grande mobilização em Gurupi, realizada na terça-feira, 20, que reuniu uma multidão de apoiadores e só foi encerrada com a chegada da chuva. Vicentinho reforçou a importância de manter a mobilização até o último dia de campanha e seguir percorrendo o Tocantins em busca de novos apoios.

 

“Não é hora de diminuir o ritmo. É hora de buscar mais um voto, conversar com mais uma pessoa, visitar mais uma família. Vamos continuar percorrendo o Tocantins, trabalhando até o último dia, com os pés no chão e a mesma disposição de quando começamos. Ninguém pode desmobilizar agora. Cada apoio, cada conversa e cada voto fazem a diferença”, afirmou Vicentinho.

 

 

 

Posted On Quinta, 22 Outubro 2026 06:03 Escrito por

Está nos compêndios das ciências políticas que, quando a vontade popular se unifica e se move em uma direção, não há força institucional, cultural ou econômica que imponha obstáculos impeditivos para se seguir adiante

 

 

Por Edivaldo Rodrigues e Edson Rodrigues

 

 

Somando a isso a postura de simplicidade e de humildade dos que conduzem o processo, o poder deixa de ser um instrumento de vaidade pessoal e passa a ser um canal direto para a vontade popular.

 

Foi esse conjunto de princípios de uma nova forma de fazer política no Tocantins que ficou demonstrado nas primeiras horas da manhã de hoje, 21 de outubro, em Porto Nacional, especificamente na residência do casal Vicentinho Alves e Adailde Alves, pais do deputado Vicentinho Júnior, candidato a governador do estado.

 

O casal, com contentamento e afeição, recebeu em sua residência lideranças, simpatizantes, apoiadores e populares de várias regiões do Tocantins e da cidade portuense para um café da manhã e, iniciando ali a preparação para recepcionar o filho, que ia liderar uma gigantesca carreata pelas principais ruas e avenidas da Capital da Cultura.

 

 

Pontualmente às 9h, do largo da Estação Rodoviária da cidade, centenas de automóveis, motocicletas, tratores e dezenas de montarias (cavalos e mulas), carregando a alegria e o sorriso estampado nos rostos de milhares de liderados por Vicentinho Júnior, que saudava as pessoas postadas nas calçadas, lotes baldios, portas e janelas de casas e prédios comerciais, sinalizando apoio ao candidato.

 

A gigantesca carreata liderada por Vicentinho Júnior, organizada por lideranças políticas e empresários do agronegócio do município portuense, percorreu o centro, o setor Planalto e o bairro Vila Nova e ficou registrada como uma das maiores da história política de Porto Nacional.

 

À nossa reportagem, Vicentinho Júnior revelou que essa movimentação de expressivas lideranças de destacados setores da economia estadual, em favor do seu projeto de governo, o tocou com muita emoção e sentimento de pertencimento, pois revela que ele e seu grupo político estão no caminho certo. “Estou em casa e emocionado por ser recebido com tanto carinho e respeito. Isso significa que nossas propostas de mudança estão abraçando a alma e o coração de nossa gente tocantinense”, disse o candidato.

 

 

Posted On Quarta, 21 Outubro 2026 13:35 Escrito por

Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

 

Na política, compromisso se demonstra com presença, trabalho e capacidade de articulação. É exatamente esse perfil que a ex-senadora Kátia Abreu vem demonstrando ao assumir, de corpo e alma, a missão de coordenar a campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tocantins.

 

Com uma trajetória marcada pela atuação no Senado Federal, pela presidência da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pela passagem pelo Ministério da Agricultura durante o governo Dilma Rousseff, Kátia conhece os diferentes ambientes do poder e sabe como construir pontes entre setores políticos, econômicos e sociais.

 

Agora filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), a ex-senadora colocou sua experiência a serviço de um projeto nacional que considera estratégico para o futuro do país. Sua atuação na campanha vai além da representação formal. Envolve diálogo com lideranças, mobilização de apoiadores e construção de alianças capazes de ampliar a presença política de Lula no Tocantins.

 

MISSÃO

 

Kátia Abreu não é uma estreante em grandes desafios. Ao longo de sua trajetória pública, ocupou posições de destaque no Congresso Nacional e no Executivo federal, acumulando experiência em negociações e articulações de alcance nacional.

 

Essa bagagem ganha importância em uma eleição que exige capacidade de diálogo com diferentes segmentos da sociedade. À frente da coordenação política no Tocantins, a ex-senadora assumiu a responsabilidade de organizar forças, aproximar lideranças e contribuir para a consolidação do palanque presidencial no estado.

 

Sua disposição para a tarefa demonstra que, mesmo depois de ocupar alguns dos cargos mais importantes da República, Kátia continua disposta a participar diretamente da construção política, sem se limitar aos bastidores ou ao peso do currículo que carrega.

 

GOIÂNIA NO ROTEIRO DA MOBILIZAÇÃO

 

Nesta quarta-feira, 21 de outubro, Kátia Abreu participa, em Goiânia, de um ato político em defesa da reeleição de Lula, ao lado de Lurian Cordeiro Lula da Silva, filha mais velha do presidente da República.

 

O encontro, reúne lideranças partidárias, representantes do centro democrático e nomes ligados a diferentes correntes políticas. A iniciativa busca fortalecer o apoio à candidatura de Lula no segundo turno e ampliar o diálogo com setores que defendem a continuidade do atual projeto presidencial.

 

A presença de Kátia nesse movimento reforça sua participação na articulação política para além das fronteiras tocantinenses. Ao lado de Lurian e de outras lideranças, ela contribui para aproximar grupos políticos em torno de um objetivo comum.

 

RESPONSABILIDADE

 

Na coordenação da campanha presidencial no Tocantins, Kátia Abreu tem diante de si uma missão que exige experiência, energia e capacidade de mobilização. São atributos que fazem parte de sua trajetória e que agora estão colocados a serviço da disputa nacional.

 

O reconhecimento de sua atuação passa pela disposição de assumir responsabilidades e transformar experiência política em trabalho concreto. Em vez de apenas emprestar seu nome à campanha, a ex-senadora participa da construção das articulações necessárias para fortalecer o projeto de Lula no estado.

 

Na reta decisiva da eleição, Kátia Abreu demonstra que continua sendo uma liderança com presença e capacidade de interlocução. Sua atuação na campanha presidencial confirma a disposição de quem conhece o funcionamento da política brasileira e decidiu empregar essa experiência em uma missão que considera importante para o Tocantins e para o Brasil.

 

 

 

Posted On Quarta, 21 Outubro 2026 11:25 Escrito por

Orientação era evitar mudanças no texto para impedir que a PEC tivesse de voltar para a Câmara

 

 

Por Bruno Pinheiro

 

 

O plenário do Senado viveu uma tarde de tensão nesta quinta-feira (15), em meio à tentativa de votar a PEC da Segurança Pública às vésperas do segundo turno. O impasse acabou na mesa de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e terminou com o presidente da Casa retirando a proposta da pauta. O estopim foi a disputa em torno da redução da maioridade penal.

A oposição chegou ao plenário com uma emenda de Rogério Marinho que reduz a maioridade para 16 anos como regra geral e admite 14 anos em crimes graves. Do lado do governo, a orientação era evitar mudanças no texto para impedir que a PEC tivesse de voltar para a Câmara. A líder do governo no Senado, Teresa Leitão, vinha defendendo a aprovação sem novas emendas e havia rejeitado essa possibilidade ao longo da negociação.

Mas o líder do PT, Camilo Santana, decidiu apresentar uma emenda própria prevendo a redução da maioridade para 16 anos apenas nos crimes hediondos. A iniciativa contrariou a linha que vinha sendo sustentada por Teresa e abriu uma nova frente de tensão dentro da própria base.

A oposição não aceitou a alternativa apresentada por Camilo e manteve a defesa de uma proposta mais ampla.

Com isso, a negociação travou. O plenário ficou quente, com líderes circulando pela mesa da Presidência, conversas reservadas e tentativa de última hora para encontrar um texto que pudesse ser votado.

Foi nesse ambiente que Alcolumbre decidiu retirar a PEC da pauta.

 

Rogério Marinho ainda tentou arrancar do presidente do Senado uma explicação pública sobre o motivo.

 

Marinho perguntou se a retirada havia ocorrido a pedido do governo.

 

Alcolumbre respondeu:

 

“A retirada de pauta se deveu à minha decisão da Presidência do Senado Federal.”

Marinho insistiu em saber em que a decisão estava baseada.

Alcolumbre repetiu:

“Baseado na decisão da Presidência do Senado Federal.”

 

Quando o líder da oposição ironizou que se tratava, então, de uma decisão baseada no arbítrio do presidente, Alcolumbre confirmou. E, diante da provocação de que seria preciso mudar o regimento, respondeu:

“Vamos mudar.”

 

Nos bastidores, a cena foi interpretada como um desabafo de Alcolumbre diante da pressão permanente para colocar matérias sensíveis em votação e, depois, assumir sozinho o custo político do resultado

.

A leitura entre senadores era de que o presidente da Casa não queria carregar nas costas uma votação que havia deixado de ser apenas sobre segurança pública e virado mais um capítulo da disputa eleitoral. A PEC, que tinha previsão de ser analisada em dois turnos no mesmo dia, saiu da pauta. E, a poucos dias do segundo turno, a redução da maioridade penal acabou transformando o Senado em mais um campo de batalha entre governo e oposição.

 

 

 

Posted On Sexta, 16 Outubro 2026 09:30 Escrito por
Página 2 de 1179