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Posted On Segunda, 04 Mai 2026 05:10
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EDUARDO SIQUEIRA SE RECUPERA EM CASA

 

 

Após sofrer um princípio de infarto com fortes dores no peito, o prefeito Eduardo Siqueira passou por procedimento cirúrgico para colocação de três stents. Ele já recebeu alta hospitalar e se recupera em casa, ao lado da família.

 

SENADOR EDUARDO GOMES EM AGENDA POLÍTICA

 

 

O vice-presidente do Senado, Eduardo Gomes, cumpre agenda no Tocantins e em Brasília. No estado, tem acompanhado a pré-candidata ao governo, professora Dorinha Seabra, e o pré-candidato ao Senado, deputado Carlos Gaguim. Além dos compromissos oficiais, Gomes participa de entregas de obras em diversos municípios, viabilizadas por suas emendas impositivas e pelo prestígio político que exerce. Dorinha e Gaguim formam a chapa majoritária oficial da base do Palácio Araguaia.

 

POSSÍVEL CANDIDATURA DE KÁTIA ABREU

 

 

A qualquer momento, o Palácio do Planalto pode confirmar a candidatura da ex-ministra Kátia Abreu ao governo do Tocantins pelo PT. Caso isso se concretize, o ex-deputado Paulo Mourão deve ser oficializado como candidato ao Senado pelo partido, com respaldo do presidente Lula e da cúpula nacional do PT. Mourão já percorre o estado há mais de um ano, mobilizando a militância e defendendo a reeleição de Lula.

 

RICARDO AYRES, VOZ DE PORTO NACIONAL

 

 

 

Reconhecido como um dos deputados federais mais atuantes do Tocantins, Ricardo Ayres representa Porto Nacional — considerada a capital da cultura tocantinense — na Câmara dos Deputados. Ayres já destinou milhões em recursos para a gestão do prefeito Ronivon Maciel e segue fortalecendo sua atuação em prol de Porto Nacional e outros municípios do estado. Em breve, concederá entrevista exclusiva sobre sua trajetória e perspectivas políticas.

 

ENDIVIDAMENTO DOS BRASILEIRLOS É O MAIOR EM DUAS DÉCADAS I

 

 

 

Duas pesquisas divulgadas nesta semana mostram que a situação financeira dos brasileiros é a mais apertada das últimas duas décadas.
Um dos levantamentos tem como fonte o Banco Central (BC). Ele mostrou que o comprometimento da renda das famílias com o pagamento de dívidas atingiu 29.7% em fevereiro (sendo 19% para quitar o principal e o restante para juros). O percentual foi o maior da série histórica do indicador, coletado desde 2005 – há 21 anos, portanto.
A outra análise foi produzida pela consultoria Tendências. Ela indica que o dinheiro que sobra no bolso das famílias brasileiras para consumo, depois do pagamento das principais contas, é o mais curto desde 2011 (há 15 anos), quando a análise começou a ser feita.

 

ENDIVIDAMENTO DOS BRASILEIRLOS É O MAIOR EM DUAS DÉCADAS II

 

Em fevereiro, essa renda disponível ficou em 21% do total dos ganhos. Isso depois de quitadas despesas essenciais (habitação, transporte, comunicação, saúde, cuidados pessoais, educação e alimentação no domicílio), dívidas (principal e juros) e impostos (Imposto de Renda e contribuição previdenciária).
O que esses dois levantamentos mostram é que o aperto financeiro das famílias brasileiras é o maior em mais de uma década. A renda disponível é a menor em 15 anos e o comprometimento dessa mesma renda com dívidas é o mais elevado em 21 anos.

 

ENDIVIDAMENTO DOS BRASILEIRLOS É O MAIOR EM DUAS DÉCADAS III

 

 

 

E essas duas pesquisas conectam-se em um ponto. Quem explica essa relação é a economista Alessandra Ribeiro, diretora da Tendências: “O principal fator que leva à redução da renda disponível das famílias é o peso do serviço das dívidas”, diz. Ou seja, o endividamento é o vilão que corrói o dinheiro que poderia sobrar no bolso dos brasileiros para o consumo.
E como a situação chegou a esse ponto? Na avaliação dos especialistas, o problema começou a agravar-se na pandemia. Naquela época, as famílias tiveram uma forte redução de renda e se endividaram. Logo depois da covid-19, a taxa de juros básica do Brasil, a Selic, que influencia todo o crédito bancário, também teve uma queda muito grande. Ela chegou a 2%. O que tornou os empréstimos mais atrativo.
A questão é que a conjuntura mudou. A Selic chegou a 15% em junho de 2025 e, agora, está em 14,50%. Os juros subiram demais e as pessoas entraram numa espiral em que não conseguiram pagar as dívidas, o que as levou para modalidades de crédito cada vez mais arriscadas, como o rotativo do cartão.

 

DESENROLA I

 

 

 

O governo federal lança nesta segunda-feira (4) o Novo Desenrola Brasil – um pacote de medidas voltado à redução do nível de endividamento da população. No fim de 2024, segundo o Banco Central (BC), 117 milhões de pessoas tinham alguma dívida com instituições financeiras.
Entre os principais eixos do programa, está a renegociação de débitos com bancos e operadoras de crédito. Os termos do Novo Desenrola foram definidos após uma série de reuniões entre o governo e representantes do setor financeiro.

 

DESENROLA II

 

Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou o presidente Luiz Inácio lula da Silva (PT), durante pronunciamento em cadeia de rádio e televisão na última quinta-feira (30).
Segundo ele, os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida.
O programa deve abarcar rendas de até cinco salários mínimos, cerca de R$ 8 mil mensais.
Lula disse, ainda, que o trabalhador poderá ter acesso a até 20% do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para a amortização de dívidas.

 

DESENROLA III

 

Só lembrando que o dinheiro do FGTS pertence ao trabalhador e sua maior função é quase que como uma poupança forçada, pois é um dinheiro retirado diretamente do salário e que fica na mão do governo, que faz o que bem entender com esses recursos.
Assim como faz em casos de desastres naturais, por exemplo, o governo federal, ao liberar o acesso ao saldo do FGTS com finalidades específicas, está, na verdade, apenas dando ao cidadão acesso a um dinheiro que é dele por direito e o obrigando a gastar não como ele quer ou precisa, mas sim, da forma que o governo determinar.
Reflita!

 

SE QUER VOTAR EM OUTUBRO, LEIA ESTA NOTA

 

 

 

Os brasileiros têm até esta quarta-feira, dia 6, para tirar o título de eleitor, transferir o título, atualizar o cadastro e resolver outras pendências com a Justiça Eleitoral. Depois disso, será fechado o cadastro de eleitores aptos a votar nas eleições gerais de outubro, quando serão escolhidos presidente da República, governadores, deputados e senadores.
Parte dos serviços para regularizar a situação eleitoral está disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na seção de "Autoatendimento Eleitoral".
As exceções, que exigem ir pessoalmente a um cartório eleitoral ou posto de atendimento da Justiça Eleitoral, são o primeiro título de eleitor e procedimentos que envolvam identificação por biometria.

 

 

Última modificação em Segunda, 04 Mai 2026 06:37
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