Realizado no Palácio Araguaia nesta quarta-feira, 4, encontro reforçou a importância da integração do trabalho entre diferentes áreas da gestão

 

 

Por Rafael de Oliveira

 

O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, realizou nesta quarta-feira, 4, a primeira reunião oficial de alinhamento para 2026 com secretários de Estado e presidentes de autarquias. O encontro ocorreu no Palácio Araguaia Governador José Wilson Siqueira Campos, em Palmas, e teve como objetivos alinhar as ações governamentais, reforçar a integração entre as pastas, acompanhar o andamento das políticas em execução e definir as metas prioritárias da gestão.

 

Chefe do Executivo destacou que a atuação integrada das secretarias é fundamental para garantir que as ações do governo avancem de forma organizada, eficiente e estratégica;

 

Ao se dirigir aos gestores, o chefe do Executivo destacou que a atuação integrada é fundamental para garantir que as ações do Governo do Tocantins avancem de forma organizada, eficiente e estratégica. “O objetivo desta primeira reunião é traçar as metas para todo o ano. Todas as áreas serão tratadas como prioridade, para que possamos oferecer o melhor à população. Teremos um grande volume de obras ao longo do ano, o que exige união e alinhamento de todo o grupo de governo. Devemos continuar trabalhando como um Estado que toma providências de forma contínua e efetiva em todas as áreas”, pontuou.

 

Durante o encontro, os titulares das secretarias e das autarquias apresentaram relatórios governamentais, com informações sobre programas, projetos em andamento e planejamentos para o ano. Foram definidas prioridades das áreas de educação, saúde, infraestrutura, segurança pública, desenvolvimento econômico e social, além de outras áreas.

 

Encontro reforçou a importância da integração entre as pastas e o acompanhamento das ações governamentais;

 

A iniciativa possibilita uma visão ampla da atuação do Executivo estadual e contribui para o fortalecimento das ações desenvolvidas, reforçando o compromisso com o planejamento, a organização administrativa, a integração entre as áreas e a transparência.

 

 

 

Posted On Quarta, 04 Fevereiro 2026 22:35 Escrito por

Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

 

O Tocantins conta, com aproximadamente 1,1 milhão de eleitores aptos a votar nas eleições estaduais de 2026. Neste pleito, não haverá mais coligações proporcionais, que foram substituídas pelas federações partidárias, decisões tomadas pelas cúpulas nacionais das legendas partidárias, com homologação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em outras palavras, decisões impostas “goela abaixo”, sem a devida participação das bases.

 

Esse cenário ganha ainda mais peso com um tempero que entrou de corpo e alma no debate político nesta quinta-feira: a sucessão presidencial.

 

A última rodada da Pesquisa Paraná Pesquisas traz uma realidade que alimenta a narrativa do “já ganhou do PT”. Os resultados são assustadores para os petistas e seus aliados. O cenário aponta para um segundo turno extremamente apertado com a direita, onde o presidente Lula poderá enfrentar Flávio Bolsonaro ou Tarcísio de Freitas, e isso, inevitavelmente, irá influenciar as eleições estaduais de 2026 no Tocantins.

 

 

Aos dirigentes partidários, pré-candidatos e pré-candidatas às eleições estaduais de 2026, fica o alerta de que a antecipação do processo sucessório está provocando um enorme desgaste nas pré-candidaturas, principalmente às de governador e senador. Esse desgaste ocorre, sobretudo, pela falta de discussão de uma bandeira de alcance coletivo.

 

Há pré-candidatos que esqueceram que a classe política vive um momento de desgaste, com raras exceções. Hoje, a notícia e a informação estão na palma da mão de cada eleitor que com o celular conectado à internet, navega pelas redes sociais, portais de notícias, blogs e jornais online.

 

O que temos visto é que, a cada dia, muitos pretensos pré-candidatos congestionam as redes sociais com besteirais, sem propostas, com exposições pessoais e autoafirmações, cuidando apenas de seus interesses. Com isso, desrespeitam e subestimam a inteligência dos eleitores e dos veículos de comunicação sérios, comprometidos com os fatos e com a verdade.

 

 

Muitos desses políticos passaram a criar jornais eletrônicos e sites próprios para disseminar notícias voltadas exclusivamente à promoção pessoal. São dezenas de novos veículos online no ar, muitos deles bancados com recursos públicos, oriundos de diversos órgãos, inclusive câmaras municipais, com emissão de notas fiscais de altos valores.

 

Esquecem esses falsos profetas que a imprensa tradicional, os veículos comprometidos com um jornalismo sério e verdadeiro, fazem a diferença. A população, os eleitores e eleitoras, saberão distinguir os produtos “paraguaios”, os piratas, dos verdadeiros.

 

 

O jornal O Paralelo 13, com mais de 39 anos de atuação no mercado, assim como outros de credibilidade, estão atentos a essa picaretagem no mercado da comunicação. Pesquisas feitas em escritórios e divulgadas apenas em “seus próprios veículos” não ficarão impunes às garras da opinião pública.

 

As candidaturas “chupetas”

 

Há várias candidaturas “chupetas” em curso. São aquelas em que grupos, inclusive religiosos, lançam candidatos ou candidatas a cargos majoritários, como governador ou senador. Reúnem fiéis, formam grupos e disseminam notícias fabricadas em seus próprios veículos de promoção pessoal para pressionar adversários e, posteriormente, propor a retirada da candidatura em troca de dinheiro, favores ou cargos de primeiro escalão em prefeituras, no governo do estado ou no Legislativo estadual.

 

Parece que esses políticos do baixo clero ainda não acordaram para a velocidade da informação e para o alto nível de conhecimento da população tocantinense. Basta um toque no celular para que os eleitores tenham acesso à vida pública e pregressa, especialmente na vida pública, de quem detém ou pretende deter mandatos no Executivo e no Legislativo.

 

A candidatura de Carlos Velozo e o respeito aos tocantinenses

 

 

O Tocantins precisa de um senador com a experiência e maturidade política de nomes como João Ribeiro, Eduardo Siqueira Campos, João Rocha, professor Luiz Maia Leite, Vicentinho Alves, Professora Dorinha, Eduardo Gomes e Irajá que foram eleitos com bandeiras coletivas, e não de religião. Nada contra a religião, mas isso, ao nosso ver, representa falta de compromisso com o futuro do estado.

 

 

O jovem pastor e vice-prefeito Carlos Velozo, que também é sobrinho do ex deputado e pastor Amarildo, tem toda a liberdade de ser candidato a qualquer cargo eletivo. No entanto, sua experiência na vida pública não o credencia a postular tal função. Conforme o próprio afirmou, trata-se de uma decisão de grupo, sem que esteja formalizada a maturidade política de cada um dos membros desse grupo, nem o necessário passado político de seus integrantes.

 

 

O Tocantins não pode ser laboratório, não pode ser experimento de grupo. O Tocantins precisa ser pensado como estado, com visão de futuro, e não como teste de projetos.

 

O debate que o Tocantins precisa enfrentar

 

Apesar de estarmos em um processo sucessório antecipado, a partir de quatro de abril, é preciso abrir condições para um debate sobre a capacidade de representatividade política de cada candidatura aos cargos de deputado estadual, governador, senador e deputado federal nas eleições estaduais de 2026.

 

A inteligência dos eleitores e eleitoras tocantinenses não pode ser subestimada. Quem tentar fazê-lo pode ser punido na hora de votar.

 

 

Posted On Sexta, 30 Janeiro 2026 05:45 Escrito por

Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

 

O cenário político tocantinense segue em ebulição, mas oficialmente o jogo sucessório ainda não começou,  e segue metamorfoseando, de acordo com os novos fatos políticos que se sucedem dia a dia . Até o dia 4 de abril, prazo limite para trocas de partido sem risco de perda de mandato, dirigentes e pré-candidatos se dedicam a organizar seus times. Nesse período, ninguém pode afirmar com clareza quem estará com quem, já que as movimentações de bastidores são intensas e as alianças ainda não estão definidas.

 

OPOSIÇÕES: PSDB

 

Deputados Vicentinho Júnior e Antônio Andrade que já declarou apoio público à candidatura de Vicentinho Júnior

 

No campo da oposição, o PSDB vive dias de tensão. A ex-prefeita de Palmas e atual presidente nacional do PSDB Mulher, Cinthia Ribeiro, recebeu um duro golpe com a possibilidade de perder o comando da sigla no Tocantins para dois deputados federais, podendo chegar até três, pois como Vicentinho Jr. só pode mudar de partido entre março e abril, na janela partidária, ele deve indicar um aliado para assumir o comando tucano no Tocantins. O deputado federal Antônio Andrade já declarou apoio público à candidatura de Vicentinho Júnior ao governo, independentemente da legenda pela qual ele concorra. Por coincidência, foi justamente o PSDB, do qual a cúpula nacional da sigla tucana de Cinthia, que convidou Vicentinho Jr. a cerrar fileiras e concorrer ao governo.

 

Cinthia Ribeiro ao lado de Marcone Perillo e Aécio Neves 

 

Em viagem à Brasília, Cinthia buscou respaldo junto à cúpula tucana e, ao retornar, publicou em suas redes sociais uma mensagem sem destinatário explícito, mas que todos interpretaram como direcionada a Vicentinho Júnior. O parlamentar deve ser confirmado como candidato a governador pelo PSDB, com apoio da direção nacional, que respalda o deputado federal em todos os sentidos. Por ora, o comando da legenda segue nas mãos de Cinthia, mas a decisão final será tomada pelo presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, que retorna dos Estados Unidos no próximo domingo, 25 de janeiro, após férias com a família. Até lá, os bastidores tucanos prometem movimentação intensa e nenhuma definição concreta.

 

IRAJÁ, LAUREZ, AMASTHA E CARLESSE NO MESMO BARCO

 

 

Enquanto isso, o senador Irajá Abreu (PSD) demonstra habilidade na costura de alianças para montar um palanque robusto de oposição. Seu objetivo é dar sustentação à própria candidatura à reeleição, à pré-candidatura ao governo do atual vice-governador Laurez Moreira (PSD) e também à campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

A estratégia inclui uma nominata competitiva para deputado federal e estadual, com nomes de peso como o ex-prefeito de Palmas Carlos Amastha e o ex-governador Mauro Carlesse, além de lideranças que devem vir do PT, PDT, PSD e PSB. Este último é presidido por um aliado de Irajá, Roberto César Ferreira de Oliveira, conhecido como Cesinha. O grupo político, arquitetado por Irajá, Laurez, Amastha e Carlesse, promete apresentar duas ou três chapas fortes para disputar vagas na Câmara e na Assembleia Legislativa.

 

PALÁCIO ARAGUAIA SEM PRESSA PARA BATER O MARTELO

 

No campo governista, o Palácio Araguaia trabalha para definir sua estratégia. Com duas pré-candidaturas já colocadas e uma base consolidada na Assembleia Legislativa, além de contar com dois senadores e três ou quatro deputados federais, o grupo liderado pelo governador Wanderley Barbosa busca unidade. Entre os principais nomes estão o presidente da Assembleia, Amélio Cayres, o vice-presidente do Senado, Eduardo Gomes, e a senadora Dorinha Seabra.

 

Embora Dorinha e Amélio ainda mantenham uma disputa pela candidatura ao governo, o clima é menos belicoso do que antes. Wanderley Barbosa, por sua vez, continua sinalizando que pode abrir mão de disputar uma das vagas ao Senado para permanecer no cargo até o fim do mandato e ajudar a eleger seu sucessor. A prioridade do grupo é garantir a reeleição da maioria dos deputados estaduais e federais, além de Eduardo Gomes e mais um nome para o Senado, ligados à base.

 

COM DEMORA, OPOSIÇÃO TENDE A CRESCER

 

Laurez Moreira assina, Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e Mauro Carlesse

 

O impasse sobre quem será o candidato governista ao governo não deve – nem pode – ser resolvido de forma abrupta. A estratégia é comparada a uma “candidatura estilo pupunha”: o fogo não pode ser alto demais, nem baixo demais, para não atrapalhar o “cozimento”. Wanderley Barbosa insiste que todos devem permanecer unidos em uma mesma embarcação, mas o tempo será o grande definidor desse processo.

 

Enquanto a base governista demora a bater o martelo, a oposição segue crescendo e se articulando, aproveitando cada espaço deixado em aberto para fortalecer suas nominatas e consolidar alianças.

 

E, só para finalizar, voltamos a lembrar que quem errar menos fica com a vantagem nas urnas, reforçando a afirmação de que eleição, no Tocantins, não é coisa para amadores...

 

Até a próxima semana!

 

 

Posted On Sexta, 23 Janeiro 2026 04:57 Escrito por

 Da Assessoria

 

 

O presidente Lula sancionou nesta segunda-feira, 12, a Lei Complementar 226/26 que encerra oficialmente o congelamento do tempo de serviço dos servidores públicos durante a pandemia da Covid-19. Conhecida como “Descongela Já”, a nova lei foi uma proposta da de autoria da senadora Professora Dorinha (União) e reconhece 583 dias como período de efetivo exercício, restabelecendo direitos suspensos entre 2020 e 2021.

 

O congelamento havia sido imposto pela Lei Complementar 173/2020, em vigor de 28 de maio de 2020 a 31 de dezembro de 2021. Com a nova legislação, sancionada em janeiro de 2026, esse intervalo passa a ser contabilizado para fins de adicionais por tempo de serviço, como quinquênios, anuênios, licenças-prêmio e progressões de carreira.

 

A lei também autoriza estados, o Distrito Federal e os municípios a realizarem o pagamento retroativo dos direitos remuneratórios, desde que tenham decretado estado de calamidade pública à época da pandemia e disponham de orçamento para isso. A decisão respeita a autonomia dos entes federativos e a responsabilidade fiscal.

 

A senadora Professora Dorinha destacou que a medida corrige uma injustiça histórica com o funcionalismo público, especialmente com os profissionais da educação, que ficaram fora das exceções concedidas a outras categorias. “Esses servidores não deixaram de trabalhar, não deixaram de servir à população. Reconhecer esse tempo é reconhecer o valor de quem sustentou o serviço público em um dos períodos mais difíceis da nossa história”, afirmou.

 

Essa lei beneficia todo o quadro de pessoal do serviço público, incluindo servidores contratados pelo regime da CLT, e representa um avanço importante na valorização do trabalho e na reconstrução de direitos interrompidos durante a crise sanitária.

 

 

Posted On Terça, 13 Janeiro 2026 13:22 Escrito por

Relator pede depoimento do filho de Lula, de Weverton Rocha e de outros alvos da Operação Sem Desconto após indícios revelados pela Polícia Federal

 

 

Por Marina Verenicz

 

 

A CPMI do INSS deu um novo passo nesta sexta-feira (19) ao protocolar requerimentos de convocação que ampliam o alcance político das investigações sobre fraudes em descontos de aposentadorias e pensões.

 

Entre os nomes chamados a depor está Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além do senador Weverton Rocha (PDT-MA) e de outros alvos da mais recente fase da Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal na quinta-feira (18).

 

Os pedidos foram apresentados pelo relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), que tenta aproveitar os desdobramentos da operação da PF para recolocar no radar da CPMI personagens que haviam sido poupados nos primeiros meses de trabalho do colegiado.

 

Lulinha volta ao centro

O nome de Lulinha reaparece no inquérito após a nova fase da Operação Sem Desconto atingir a empresária Roberta Luchsinger, apontada como amiga próxima do filho do presidente.

 

Segundo a Polícia Federal, as apurações identificaram o pagamento recorrente de uma “mesada” de R$ 300 mil a uma empresa ligada a Luchsinger. Em mensagens apreendidas, Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “careca do INSS”, menciona que o valor seria destinado ao “filho do rapaz”, sem explicitar a quem se referia.

 

Com base nesses elementos, Alfredo Gaspar incluiu tanto Lulinha quanto Roberta Luchsinger na lista de convocações, sob o argumento de que os novos fatos levantam dúvidas que precisam ser esclarecidas no âmbito da CPMI.

Outros elos investigados

O relator também pediu a convocação de Danielle Fontenelles, apontada como outro possível elo entre o esquema investigado e o círculo de Lulinha. Fontenelles atuou por anos no mercado de publicidade política, prestando serviços ao PT e participando de campanhas como a de Dilma Rousseff à Presidência em 2010.

 

Sócia da agência Pepper, ela foi alvo de uma operação da PF em 2016 que apurava pagamento de caixa dois e fechou acordo de colaboração premiada, admitindo o pagamento de comissões para obtenção de contratos em ministérios.

 

Além disso, a CPMI quer ouvir o ex-secretário-executivo do Ministério da Previdência, Adroaldo da Cunha Portal, exonerado após ser preso na operação desta semana, e Gustavo Marques Gaspar, empresário e ex-assessor do senador Weverton Rocha.

 

Gaspar é citado nas investigações como responsável por assinar uma procuração que concedia plenos poderes ao consultor Rubens Oliveira Costa, descrito pela PF como “homem da mala” do careca do INSS.

 

Pressão sobre a base governista

 

A apresentação dos requerimentos aumenta a pressão sobre a base aliada do governo Lula dentro da CPMI. Para que as convocações avancem, os pedidos ainda precisam ser votados pelo colegiado, onde governistas e oposição travam uma disputa constante pelo controle da pauta.

 

Com o avanço das investigações policiais e a entrada de nomes próximos ao núcleo político do governo no radar da comissão, a CPMI do INSS tende a ganhar um novo grau de tensão, ampliando o potencial de desgaste político para o Planalto e seus aliados no Congresso.

 

 

Posted On Sábado, 20 Dezembro 2025 06:51 Escrito por
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