Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

 

Faltando pouco mais de duas semanas para o primeiro turno das eleições de 2026, o Tocantins assiste a uma verdadeira enxurrada de pesquisas eleitorais. Há levantamentos nacionais, estaduais, fotografias que nem sempre parecem retratar a mesma eleição. O Observatório Político de O Paralelo 13 vem chamando atenção justamente para isso: pesquisa é fotografia; eleição é urna.

 

Nesta quinta-feira, 17 de setembro, mais uma fotografia chegou à mesa dos tocantinenses. O levantamento do instituto Real Time Big Data mostra Professora Dorinha Seabra com 35% e Vicentinho Júnior com 33% das intenções de voto no primeiro turno. Com margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados. Atrás deles aparecem Laurez Moreira, com 9%; Ataídes de Oliveira, com 6%; e Witer Naves, com 4%. Outros candidatos somam 1%. Brancos e nulos são 7%, enquanto 5% não souberam ou não responderam.

 

O levantamento ouviu 1.600 eleitores entre os dias 10 e 14 de setembro, por telefone e meios digitais, tem nível de confiança de 95% e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número TO-05805/2026. Os números permitem uma conclusão factual: a pesquisa não aponta definição da disputa entre Dorinha e Vicentinho.

 

ESTE FILME JÁ PASSOU

 

Quem acompanha há décadas a política tocantinense sabe que eleição não termina quando sai pesquisa. O Tocantins já viveu disputas estaduais e municipais em que a fotografia captada pelos institutos nas semanas anteriores à eleição não correspondeu exatamente ao resultado encontrado nas urnas.

 

Isso não significa que pesquisa eleitoral deva ser desprezada. Muito menos autoriza afirmar, sem provas, que determinado instituto manipula números para beneficiar quem contratou o levantamento. Nenhuma candidatura deveria terceirizar sua leitura política exclusivamente para pesquisas. É preciso observar metodologia, período de campo, tamanho e distribuição da amostra, margem de erro, contratante e registro na Justiça Eleitoral. E, principalmente, comparar levantamentos realizados em períodos semelhantes antes de transformar qualquer número em verdade definitiva.
Na reta final, pesquisa serve como instrumento. Não como urna antecipada.

 

OS MARQUETEIROS E A REALIDADE TOCANTINENSE

 

O alerta vale especialmente para as estruturas profissionais trazidas de outros estados para comandar campanhas no Tocantins. Experiência nacional, tecnologia, inteligência de dados e comunicação profissional têm importância evidente numa eleição moderna. Mas existe algo que nenhum relatório substitui: conhecer a história política e a realidade social do Tocantins.

Campanha estadual não acontece apenas no estúdio de televisão, nas redes sociais ou nas reuniões estratégicas. Acontece em Palmas e Araguaína, mas também nos municípios pequenos. Acontece na feira, no comércio, no funcionalismo público, nas comunidades rurais, nas igrejas, nos bairros e dentro das famílias.

E é exatamente nessa reta final que comunicação e política precisam se encontrar. O horário eleitoral gratuito começou em 28 de agosto e seguirá até 1º de outubro no primeiro turno. A campanha já teve tempo de apresentar candidatos, discursos e propostas. Agora começa uma fase em que cada erro, ausência, debate, entrevista e movimento político pode ganhar peso maior.

 

DORINHA TEM ESTRUTURA. VICENTINHO TEM COMPETITIVIDADE

 

A fotografia do Real Time Big Data também coloca à prova duas estratégias muito diferentes. Professora Dorinha chega a esta etapa cercada por uma ampla estrutura política, reunindo importantes lideranças, prefeitos, vereadores e candidatos proporcionais. É uma máquina política que precisa agora demonstrar sua capacidade de chegar ao eleitor.

Porque prefeito apoiando não significa automaticamente eleitor acompanhando. Vereador apoiando não significa transferência integral de votos. E candidato proporcional dividido entre sua própria sobrevivência eleitoral e a campanha majoritária nem sempre entrega aquilo que a coordenação estadual espera.

Dorinha precisa transformar capilaridade política em voto.

Vicentinho Júnior enfrenta outra equação. O levantamento mostra que ele chega às últimas semanas numericamente próximo da candidata governista. Seu desafio é ampliar esse apoio e transformar competitividade em votos suficientes para avançar na disputa.

A pesquisa Real Time Big Data não responde qual dessas estratégias prevalecerá.

Ela apenas mostra que, naquele período de coleta, 35% a 33% estava dentro da margem de erro.

 

E OS OUTROS CANDIDATOS?

 

Há ainda uma conta que não pode ser esquecida. Laurez Moreira aparece com 9%, Ataídes de Oliveira com 6% e Witer Naves com 4%. Somados, representam uma parcela relevante das intenções registradas pelo levantamento.

São votos que podem impedir uma definição em primeiro turno e, caso haja uma segunda votação, tornar-se alvo da disputa entre os dois finalistas.
O primeiro turno acontece em 4 de outubro. Se nenhum candidato ao Governo obtiver a maioria exigida dos votos válidos, o segundo turno será realizado em 25 de outubro.
E aí começa outra eleição.

 

SEGUNDO TURNO: VICENTINHO VENCERIA DORINHA

 

 

A Real Time Big Data simulou também um eventual confronto direto entre Vicentinho Júnior e Professora Dorinha. O resultado foi Vicentinho 43% e Dorinha 41%.

 

Vicentinho aparece, portanto, dois pontos numericamente à frente. Neste contexto, segundo à pesquisa brancos e nulos representam 8%, e outros 8% não sabem ou não responderam. Há um dado interessante quando se compara com a rodada anterior do mesmo instituto. Em levantamento divulgado em 26 de agosto, Vicentinho também aparecia numericamente à frente de Dorinha num segundo turno, naquela ocasião por 41% a 40%, igualmente em empate técnico.

 

E uma segunda votação muda a dinâmica da campanha. Restariam apenas dois candidatos ao Governo, os votos dados aos demais concorrentes voltariam à disputa e os debates passariam a concentrar o confronto entre os dois finalistas. O calendário do TSE prevê propaganda eleitoral gratuita e debates também no segundo turno.
Seria praticamente uma nova eleição.

 

NÃO SUBESTIMEM O ELEITOR

Talvez seja essa a principal mensagem que os números deixam para as campanhas.

O eleitor tocantinense de 2026 recebe informação por televisão, rádio, internet, WhatsApp e redes sociais. A campanha profissionalizou-se, os candidatos estão permanentemente expostos e pesquisas chegam em sequência. Mas o voto continua sendo secreto.

 

Quando o eleitor entra sozinho na cabine, não entra com prefeito, vereador, marqueteiro, coordenador de campanha ou instituto de pesquisa. Entra com suas próprias avaliações. É por isso que o Observatório Político de O Paralelo 13 insiste em olhar também para aquilo que acontece fora das bolhas políticas.

 

A URNA DARÁ A RESPOSTA

 

 

Dorinha aparece com 35%. Vicentinho, com 33%. Empate técnico.

Em eventual segundo turno, a ordem numérica se inverte: Vicentinho aparece com 43% e Dorinha com 41%. Essa é a fotografia do Real Time Big Data entre os dias 10 e 14 de setembro.
Nada além disso deve ser apresentado como certeza.

 

O que acontecerá até 4 de outubro dependerá da campanha, dos debates, do corpo a corpo, da capacidade de mobilização e, principalmente, da decisão individual de cada eleitor. O Observatório Político de O Paralelo 13 continuará acompanhando pesquisas nacionais e locais, comparando números e observando o movimento que acontece fora dos gabinetes e das estruturas partidárias.

 

Porque pesquisa pode orientar campanha, animar militância, provocar adversário e mudar a estratégia, mas quem decide a eleição ainda é o eleitor.

 

 

Posted On Quinta, 17 Setembro 2026 12:15 Escrito por O Paralelo 13

Candidata ao Governo defendeu a valorização de efetivos, contratados e comissionados e disse que pretende discutir plano de saúde e direitos dos profissionais com contratos temporários

 

 

Da Assessoria

 

O candidato a deputado federal Fábio Vaz (REP) participou, na noite desta terça-feira, 15, de um encontro que reuniu professores e outros profissionais da educação em apoio à candidatura da Professora Dorinha (UB) ao Governo do Tocantins. Durante o evento, Dorinha relacionou a execução de suas propostas para o setor à eleição de representantes comprometidos com a pauta e pediu votos para Fábio, ex-secretário de Estado da Educação.

 

Em seu discurso, Fábio afirmou que considera educadores todos os profissionais que trabalham no ambiente escolar e destacou sua ligação pessoal e profissional com a educação pública. Filho de professora e egresso da rede pública, o candidato disse que pretende levar ao Congresso Nacional um olhar voltado à realidade das escolas.

 

“É com muito orgulho e felicidade que faço parte dessa família de educadores. Para mim, todo mundo que está do muro para dentro da escola é educador. Temos os professores, que conduzem o trabalho pedagógico, e toda uma equipe que trabalha por uma educação melhor”, declarou.

 

Fábio também defendeu a eleição de representantes que conheçam as necessidades da comunidade escolar. “Aqui está um filho de professora, alguém que acredita na educação pública e que é fruto da educação pública. Precisamos ter representantes no Congresso Nacional com um olhar para dentro das escolas”, afirmou.

 

 

Na mesma fala, o candidato defendeu uma alteração na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para reduzir de 200 para 180 o número de dias letivos.

 

Em sua fala, Dorinha disse que pretende ampliar a valorização dos trabalhadores da área, independentemente do vínculo com o Estado. A candidata citou servidores efetivos, contratados e comissionados e afirmou que, no cotidiano das unidades de ensino, todos exercem funções essenciais para garantir a educação pública.

 

“No espaço da escola, não faz diferença se você é nomeado, contratado ou efetivo. O seu trabalho é tão importante para a garantia da educação”, declarou.

 

Dorinha também lembrou que assinou, ao lado de Fábio Vaz, uma carta de compromissos com a categoria e afirmou que pretende tratar do acesso ao plano de saúde e de outros direitos dos profissionais contratados.

 

A candidata reconheceu medidas adotadas pela atual gestão estadual, como a realização de concurso público após mais de uma década, e disse que pretende dar continuidade aos programas já em andamento. Entre as propostas mencionadas estão a retomada e ampliação do Salão do Livro e a criação de uma política estadual voltada à educação infantil, com apoio aos municípios para a construção de creches destinadas a crianças de zero a três anos.

 

Ao falar sobre a composição política necessária para executar as propostas, Dorinha pediu a eleição de Fábio Vaz para a Câmara dos Deputados e citou outros candidatos alinhados ao seu projeto.

 

Segundo ela, o apoio de representantes no Congresso Nacional será decisivo para viabilizar projetos e buscar recursos para a educação. “Seu Fábio, faça o favor de ganhar a eleição, porque eu preciso de ajuda e de recursos. Nós, da educação, sabemos fazer, sabemos cuidar e vamos trabalhar por todos os tocantinenses”, declarou.

 

Apoios à candidatura de Fábio Vaz

 

 

O candidato a vice-governador Atos Gomes (REP) destacou a passagem de Fábio Vaz pela Secretaria de Estado da Educação e declarou apoio à sua candidatura. “Fábio, você é meu amigo, meu irmão e meu deputado. Parabéns por todo o trabalho que você fez na educação. A educação tem a oportunidade de eleger esse grande homem, que foi prefeito, fez muito pela área e vai ajudar a professora Dorinha”, afirmou.

 

O candidato ao Senado Eli Borges (REP) também defendeu o nome de Fábio para a Câmara Federal. Ao citar a convivência entre os dois durante a campanha, classificou o candidato como um parceiro presente e afirmou que, em sua avaliação, Fábio foi “o melhor secretário da Educação”.

 

O governador Wanderlei Barbosa (REP) pediu votos para Fábio Vaz, número 1020, e atribuiu à gestão do ex-secretário parte dos resultados alcançados pelo Estado na alfabetização. Segundo Wanderlei, o percentual de crianças alfabetizadas na idade certa saiu de 14% e superou 60% no ano passado.

 

“Na educação, eu tenho muito trabalho que fiz, e um secretário me deu tranquilidade para trabalhar. Por isso, peço à educação do nosso estado o voto no professor Fábio Vaz, número 1020. Esse é o meu candidato”, declarou o governador.

 

O encontro foi encerrado com Dorinha agradecendo a mobilização dos profissionais. A candidata afirmou que aquela foi uma das noites mais marcantes de sua campanha e disse assumir a responsabilidade de corresponder à confiança recebida.

 

 

Posted On Quinta, 17 Setembro 2026 06:53 Escrito por O Paralelo 13

Ação começa na segunda-feira, 21, e vai identificar as moradias que ainda não possuem título de propriedade para viabilizar a regularização dos imóveis

 

 

Texto: Alcione Luz

 

 

Os moradores do conjunto habitacional do Setor Lago Sul, na região sul de Palmas, que ainda não receberam o título de propriedade de seus imóveis serão contemplados com uma ação de regularização promovida pela Prefeitura de Palmas. A partir da próxima segunda-feira, 21, técnicos da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação (Seihab) estarão no setor para realizar um levantamento das moradias que ainda não possuem a documentação definitiva. A Seihab estima que cerca de 300 imóveis do conjunto habitacional ainda estão sem titulação.

 

Durante a ação, as equipes da área de Habitação visitarão as moradias para realizar um diagnóstico individual das propriedades e reunir as informações necessárias para a atualização cadastral e a legalização dos imóveis.

 

O levantamento será a primeira etapa para identificar a situação de cada propriedade e orientar os procedimentos necessários à regularização. A partir do diagnóstico, a Prefeitura poderá atualizar os dados dos imóveis e dar encaminhamento à documentação para que as famílias tenham acesso à titulação definitiva.

 

Segurança jurídica

 

O secretário-executivo de Habitação, Hebert Veras, destacou que a iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a segurança jurídica do patrimônio das famílias. “Com esse trabalho, vamos identificar a situação de cada imóvel e buscar os caminhos necessários para que os moradores tenham a posse definitiva e a documentação regularizada. Além de garantir tranquilidade para as famílias, o título permite que elas tenham mais possibilidades de utilizar seu imóvel, seja para vender, alugar ou buscar financiamento para fazer melhorias na própria casa. É uma ação que transforma a moradia em um patrimônio plenamente reconhecido e assegurado juridicamente”, pontuou.

 

 

 

 

Posted On Quinta, 17 Setembro 2026 06:50 Escrito por

Da Assessoria

 

 

A pandemia da Covid-19 colocou o Brasil diante de uma crise sanitária e econômica sem precedentes. No Tocantins, somente até agosto de 2020 já haviam sido registrados 41.848 casos confirmados e 556 mortes. Ao longo da pandemia, o Estado chegaria a contabilizar 3.939 óbitos, segundo documentos oficiais do Governo do Tocantins.

 

Foi justamente nesse período que o senador Eduardo Gomes ocupava uma posição importante em Brasília: era líder do Governo Jair Bolsonaro no Congresso Nacional, responsável pela interlocução política do Executivo com deputados e senadores.

 

Um dos exemplos dessa atuação foi o Pronampe, criado a partir de projeto do então senador Jorginho Mello para socorrer micro e pequenas empresas atingidas pela crise. Jorginho teve a iniciativa; Eduardo Gomes participou, como líder do governo, das articulações políticas em torno do programa. Em agosto de 2020, durante sessão do Congresso, o próprio Eduardo relatou uma negociação de mais de três horas envolvendo líderes da Câmara e do Senado sobre o Pronampe.

 

Anos depois, Jorginho Mello reconheceu essa participação de Eduardo: “quando nós fizemos o Pronampe para salvar 10 milhões de empregos na pandemia, ele ajudou na articulação”, afirmou no depoimento. Registros do Senado daquele período também mostram Eduardo elogiando Jorginho e a então senadora Kátia Abreu pela atuação na construção do programa.

 

UM PROGRAMA QUE CHEGOU À PONTA

 

 

Clique em cima da imagem pra assistir ao vídeo

 

O Pronampe rapidamente ganhou dimensão nacional. Na primeira etapa, foram colocados R$ 15,9 bilhões no Fundo Garantidor de Operações, viabilizando aproximadamente R$ 18,7 bilhões em crédito para cerca de 211 mil empresas. Os recursos se esgotaram em pouco mais de 30 dias. Em setembro de 2020, uma segunda etapa recebeu aporte adicional de R$ 14 bilhões.

 

A demanda mostrava o tamanho da emergência.

 

O próprio Senado registraria posteriormente que o Pronampe se tornou uma das iniciativas legislativas mais significativas surgidas durante a pandemia. O que começou como uma resposta emergencial acabou avançando para se transformar em política pública permanente. Para Eduardo Gomes, o episódio mostrou justamente a utilidade política da posição que ocupava naquele momento. Liderança não era apenas cargo. Era capacidade de interlocução.

 

E O TOCANTINS?

 

Enquanto participava das grandes negociações nacionais, Eduardo Gomes também atuava para levar equipamentos e recursos ao Tocantins. Existem registros concretos dessa atuação.

 

Em Palmas, por exemplo, a Secretaria Municipal da Saúde recebeu em setembro de 2020 30 ventiladores mecânicos enviados pelo Ministério da Saúde, sendo 20 equipamentos de UTI e dez de transporte. A própria Prefeitura registrou oficialmente que os equipamentos chegaram à Capital “por meio do apoio do senador Eduardo Gomes”, após solicitação do município.

 

Em Araguaína, outro exemplo.

 

O Hospital Municipal de Campanha recebeu respiradores destinados à cidade por articulação de Eduardo Gomes. Quatro equipamentos começaram a ser utilizados ainda em maio de 2020, e a Prefeitura registrou que faziam parte de um conjunto de dez respiradores destinados ao município.

 

Posteriormente, a estrutura foi ampliada e a administração municipal voltou a registrar a participação do senador na articulação de equipamentos para atendimento aos pacientes com Covid-19.

 

Foi nesse cenário que a articulação política deixou de ser apenas uma expressão dos corredores de Brasília. Significava conseguir crédito para manter uma pequena empresa funcionando, buscar respiradores, ampliar a estrutura hospitalar e abrir portas no Governo Federal quando Estados e municípios disputavam recursos para enfrentar a emergência.

 

 

 

Jorginho Mello criou o Pronampe. O Congresso aprovou. E Eduardo Gomes, como líder do Governo Bolsonaro no Congresso, participou da articulação política em torno de uma das principais respostas econômicas destinadas às pequenas empresas durante a pandemia. Ao mesmo tempo, trabalhou para que equipamentos e recursos chegassem ao Tocantins.

 

Em momentos de normalidade, experiência e capacidade de articulação podem parecer apenas atributos políticos. Na pandemia, elas foram colocadas à prova justamente quando o Tocantins mais precisava de Brasília.

 

 

Posted On Quarta, 16 Setembro 2026 15:36 Escrito por

Entre os compromissos citados estão a duplicação da TO-080, reforço na segurança pública, construção de creches e ações de qualificação e primeiro emprego.

 

 

Texto: Jéssica Sá

 

 

A candidata ao Governo do Tocantins,Professora Dorinha (União Brasil), cumpriu agendas na terça-feira, 15, em Paraíso do Tocantins e Palmas. Em Paraíso, tratou de infraestrutura, segurança pública e qualificação profissional. Na Capital, durante encontro com profissionais e estudantes da educação, afirmou que a área será eixo de uma eventual gestão.

 

Compromissos com Paraíso e segurança

 

 

Em Paraíso, Dorinha defendeu investimentos para o município e citou a duplicação da BR-153 e a federalização da TO-080, com a ligação entre as BRs 153 e 010. A candidata também apresentou compromissos para a segurança pública e a qualificação dos jovens.

 

Segundo Dorinha, cidades próximas às grandes rodovias precisam de reforço no monitoramento e no efetivo policial. Ela afirmou ainda que pretende convocar aprovados no cadastro de reserva e manter concursos para as forças de segurança.

“Segurança pública, saúde e educação são pilares do nosso governo”, afirmou.

 

O prefeito Celso Morais reafirmou apoio à candidatura. “Estamos juntos e vamos trabalhar. Paraíso quer te ver no Governo do Estado. Vamos bater de porta em porta para pedir voto”, disse.

 

Educação como eixo do governo

 

 

À noite, no Crystal Hall, em Palmas, Dorinha participou de uma reunião com profissionais e estudantes da educação. “Foi a educação que me deu todas as minhas oportunidades. Todas as áreas serão cuidadas com a mesma atenção, mas a educação é o eixo do meu governo”, afirmou.

 

A candidata citou entre os compromissos o apoio aos municípios na construção de creches, melhorias nas escolas e ações voltadas à qualificação profissional, ao primeiro emprego e às oportunidades para os jovens.

 

Representando os estudantes e o grêmio estudantil, Hiago Ribeiro relacionou a atuação de Dorinha no Fundeb às expectativas da juventude. “A senhora ajuda muito a nossa juventude e vai fazer muito mais pelos jovens tocantinenses. É isso que nós queremos: pessoas que realmente façam pela nossa gente”, disse.

 

A secretária municipal de Educação de Palmas, Anice Moura, também manifestou apoio à candidatura. O candidato a vice-governador, Atos Gomes, destacou a trajetória de Dorinha. “É um orgulho caminhar ao lado de uma professora competente. Junto com ela, faremos a melhor gestão”, afirmou.

 

 

Posted On Quarta, 16 Setembro 2026 13:33 Escrito por O Paralelo 13
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