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Posted On Sexta, 27 Fevereiro 2026 15:17
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WANDERLEI APOSTA NA UNIÃO E EVITA PRESSA NA ESCOLHA DO CANDIDATO DA BASE

 

Em agenda oficial em Gurupi, o governador Wanderlei Barbosa reforçou que trabalha pela coesão da base governista e disse não acreditar em racha entre a senadora Dorinha Seabra (União Brasil) e o presidente da Assembleia, Amelio Cayres (Republicanos), que disputam a indicação ao Palácio Araguaia em 2026.

“Temos muito tempo até as convenções”, afirmou, sinalizando que não há pressa para definição e que o momento é de construção política. Wanderlei também voltou a descartar qualquer possibilidade de renúncia, mantendo o discurso de unidade e paciência estratégica dentro do grupo palaciano.

 

AMÉLIO CAYRES ACELERA PRÉ-CAMPANHA AO GOVERNO

O presidente da Assembleia Legislativa, Amelio Cayres (Republicanos), mantém agenda intensa neste fim de semana, reforçando sua pré-candidatura ao Palácio Araguaia. Com presença constante em municípios e encontros políticos, Amélio sinaliza que está disposto a consolidar seu nome dentro da base governista.

Nos bastidores, aliados avaliam que o deputado tem ampliado articulações e fortalecido apoios regionais, colocando a pré-candidatura “a todo vapor”. O movimento ocorre em meio à disputa interna pela indicação do grupo palaciano para 2026.

 

GAUSS APONTA LIDERANÇA ISOLADA DE EDUARDO GOMES AO SENADO

 

O Observatório Político do Paralelo 13 esteve nesta sexta-feira (27), com o Instituto Gauss, representado por seu proprietário, Lázaro da Gauss, que apresentou um cenário ainda indefinido na disputa pela segunda colocação ao Senado. Segundo os dados, há forte movimentação e empate técnico entre postulantes que buscam espaço.

Na liderança, porém, aparece com folga o vice-presidente do Senado, Eduardo Gomes (PL), que disputará a reeleição. O levantamento indica vantagem confortável do senador no momento, enquanto os demais nomes ainda brigam pela consolidação eleitoral.

 

PAULO MOURÃO NO SENADO

 

O empresário e ex-deputado estadual Paulo Mourão (PT) está em Brasília em conversas com a cúpula nacional do Partido dos Trabalhadores para discutir seu futuro político. Nos bastidores, cresce a possibilidade de que Mourão entre na disputa por uma vaga ao Senado em 2026, alinhando seu projeto ao palanque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deve buscar a reeleição.

A movimentação inclui a articulação de uma frente de partidos em apoio à candidatura de Lula no Tocantins, com a construção de uma chapa competitiva ao Senado. Mourão pode se somar ao senador Irajá Silvestre, que também deve disputar a reeleição, consolidando um bloco no estado.

ATLASINTEL APONTA EMPATE TÉCNICO ENTRE LULA E TARCÍSIO EM SIMULAÇÃO DE 2º TURNO

 

Levantamento da AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgado pela CNN Brasil, indica cenário apertado em simulações de segundo turno para 2026. O governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas, aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inacio Lula da Silva, configurando empate técnico dentro da margem de erro.

Outros nomes da oposição, como Michelle Bolsonaro e Jair Bolsonaro, surgem logo atrás de Lula nas projeções, enquanto Flavio Bolsonaro apresenta equilíbrio estatístico quase exato com o atual mandatário. Já governadores como Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Ratinho Junior ainda aparecem com maior distância do presidente. O cenário reforça sinais de fortalecimento da oposição e fragmentação das preferências do eleitorado diante de diferentes nomes da direita.

 

PF PEDE QUEBRA DE SIGILOS DE LULINHA E RELATOR NO STF AUTORIZA

 

O ministro Andre Mendonca, relator no Supremo Tribunal Federal da investigação sobre fraudes no INSS, autorizou, a pedido da Polícia Federal, a quebra de sigilos bancário, fiscal e telefônico de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A medida foi solicitada no âmbito do inquérito que apura a atuação de um grupo ligado ao lobista conhecido como “Careca do INSS”.

Documentos da investigação apontam que o filho do presidente Luiz Inacio Lula da Silva teria sido mencionado em movimentações financeiras, incluindo referência a uma suposta “mesada” de R$ 300 mil. A defesa nega irregularidades. A decisão do ministro ocorreu antes mesmo de a CPMI do INSS aprovar a quebra de sigilo no âmbito do Congresso.

 

CPMI APROVA QUEBRA DE SIGILO DE LULINHA E SESSÃO TERMINA EM CONFUSÃO

 

A CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e de dados de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A votação foi simbólica e gerou controvérsia: o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciou aprovação com sete votos contrários entre os 31 presentes, enquanto a base governista sustenta que 14 titulares votaram contra. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) acusou erro na contagem e prometeu recorrer ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

A sessão descambou para troca de agressões e precisou ser interrompida pela Polícia Legislativa. A investigação cita menções ao nome de Lulinha em depoimentos e mensagens interceptadas pela PF. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o filho “vai pagar o preço se estiver envolvido”, enquanto a defesa nega qualquer participação nas irregularidades.

 

 

 

Última modificação em Sexta, 27 Fevereiro 2026 15:35
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