Com a via já sinalizada, motoristas já podem usar parte da via que já recebeu o novo pavimento asfáltico

 

Texto: Alcione Luz

 

A Prefeitura de Palmas liberou, nesta segunda-feira, 13, o tráfego de veículos em boa parte do trecho da Avenida Siqueira Campos, na região sul da Capital, que estava interditado para obras de requalificação executadas pela Secretaria de Infraestrutura e Habitação (Seihab). Com mais de 60% da pavimentação asfáltica já concluída e devidamente sinalizada, o fluxo de veículos foi liberado nos dois sentidos da via na maioria do trecho em obras.

 

A liberação parcial da via representa um importante avanço para a mobilidade na região, especialmente para os moradores da região sul, que contam com mais fluidez no trânsito, mesmo com a obra ainda em andamento. A medida reduz significativamente o impacto dos desvios, restando aproximadamente 500 metros de trajeto alternativo, e contribui para melhorar o deslocamento diário de quem utiliza a avenida.

 

 

 

Morador do Jardim Aureny III e trabalhador da região norte da cidade, Diones Dias de Amorim destacou os benefícios da intervenção. “Ficou bom e muito bonito com o asfalto novo. A gente que passa por aqui sabe bem a importância dessa obra. É outra realidade”, afirmou.

 

Trecho ainda em obras

 

Apesar da liberação, a Prefeitura reforça que os condutores devem manter a atenção redobrada ao trafegar pelo local e reduzir a velocidade, já que ainda há frentes de trabalho em andamento. As equipes seguem com a execução de meio-fio, além de serviços de terraplanagem e tratamento da base, com presença de homens e máquinas na pista.

 

 

Iniciada no começo do mês de julho, a obra contempla a requalificação completa do trecho entre a ponte sobre o Ribeirão Taquarussu Grande e a rotatória da Avenida L, que dá acesso ao setor Bertaville. O projeto prevê a reconstrução do pavimento com aplicação de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), com cinco centímetros de espessura, material indicado para vias com grande fluxo de veículos.

 

 

Posted On Terça, 14 Julho 2026 04:50 Escrito por O Paralelo 13

Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

 

O conglomerado político em torno do Palácio Araguaia inicia uma agenda intensa de compromissos, contrariando expectativas da oposição que apostava em desentendimentos internos. Pelo contrário, o grupo governista se fortalece com o apoio explícito do governador Wanderlei Barbosa à pré-candidatura da senadora Professora Dorinha Seabra ao Governo do Tocantins.

 

ARAGUAÍNA: PALCO ESTRATÉGICO

 

Araguaína, considerada a capital do agronegócio e a cidade que mais cresceu no norte brasileiro, foi escolhida como sede do grande encontro político. Administrada pelo prefeito Wagner Rodrigues, que desfruta de popularidade superior a 80% e foi reeleito pela excelência em gestão pública, a cidade se torna o epicentro da movimentação eleitoral. Wagner, além de consolidar sua liderança local, apoia a candidatura de Dorinha e do senador Eduardo Gomes, vice-presidente do Senado.

O LANÇAMENTO DAS PRÉ-CANDIDATURAS

 

No dia 15 de julho de 2026, às 18h30, no Ginásio Pedro Quaresma em Araguaína, será realizado o lançamento oficial das pré-candidaturas da aliança União pelo Tocantins. O grupo reúne partidos como União Brasil, PL, Progressistas, Republicanos, Podemos e PRD. Além de Dorinha ao governo, nomes como Eli Borges, Carlos Gaguim e Ronaldo Dimas se apresentam como pré-candidatos ao Senado, compondo uma frente ampla e diversificada, inclusive com a presença dos membros do G5, grupo político formado pelos prefeitos das cinco maiores cidades do Tocantins, Araquaína, com o próprio Wagner Rodrigues, Gurupi, com Josi Nunes Porto Nacional, com Ronivon Maciel, Paraíso, com Celso Morais e Palmas, com Eduardo Siqueira Campos, que é o idealizador do principal grupo de apoio à Dorinha Seabra, além de mais de 100 prefeitos, centenas de vereadores e ex-vereadores, e da maioria dos deputados estaduais.

 

WANDERLEI BARBOSA: GESTÃO RECONHECIDA

 

O governador Wanderlei Barbosa, em fim de mandato que se encerra em dezembro de 2026, é apontado até por setores da oposição como gestor eficiente. Sua administração se destacou pela recuperação e pavimentação de estradas, construção de pontes, investimentos robustos na saúde e valorização do funcionalismo público, com pagamento de progressões e benefícios como vale-refeição. Esses legados consolidaram sua imagem como liderança política de peso no estado.

 

CONCLUSÃO

O encontro político simboliza a união de forças em torno da candidatura de Dorinha, fortalecida pelo apoio de Wanderlei Barbosa e Wagner Rodrigues. A escolha de Araguaína, segundo maior colégio eleitoral do Tocantins, reforça a estratégia de legitimar a aliança junto à população e consolidar a imagem de coesão governista diante das especulações de conflitos internos.

 

 

Posted On Segunda, 13 Julho 2026 07:04 Escrito por O Paralelo 13

Por: Edson Rodrigues

 

 

A política costuma ensinar que, em uma eleição majoritária, o maior adversário nem sempre está do outro lado. Muitas vezes, ele está dentro da própria aliança.

 

É exatamente esse cenário que começa a preocupar lideranças e observadores da sucessão estadual tocantinense. À medida que o calendário eleitoral avança e as convenções partidárias se aproximam, cresce a percepção de que conflitos de interesses individuais podem comprometer projetos políticos antes mesmo do início oficial da campanha.

 

Na avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, o PSD é hoje o partido onde essas tensões aparecem de forma mais evidente.

 

O PASSADO VOLTA AO DEBATE

 

Ex-governador Mauro Carlesse e o senador Irajá Abreu 

 

Na política, memória também é instrumento de análise. Interlocutores lembram episódios anteriores envolvendo o senador Irajá Silvestre que voltaram a ser citados nos bastidores durante a atual crise interna do PSD. Um dos exemplos recordados é a eleição em que Irajá integrou uma chapa ao lado do então candidato ao Governo, Marlon Reis, e do ex-deputado Paulo Mourão, candidato ao Senado. Na época o senador Irajá Silvestre abandou os demais candidatos e seguiu sua própria campanha, episódio que ainda hoje é lembrado por participantes daquela disputa.

 

Outro fato constantemente mencionado diz respeito ao processo eleitoral em que o então deputado Osires Damaso deixou seu projeto de reeleição para disputar o Governo pelo PSD. Segundo relatos recorrentes nos bastidores, semanas antes das convenções houve mudança na estratégia partidária, culminando com a candidatura do próprio Irajá ao Governo.

 

Independentemente das diferentes interpretações sobre esses episódios, eles voltaram ao centro das conversas políticas justamente no momento em que o PSD enfrenta mais uma disputa interna.

 

LAUREZ DIANTE DO MAIOR TESTE POLÍTICO

 

 

 

O vice-governador Laurez Moreira chega ao momento decisivo de sua trajetória política. Pré-candidato ao Governo pelo PSD, ele busca transmitir segurança quanto à manutenção de sua candidatura e afirma possuir respaldo da direção nacional do partido.

 

Entretanto, até este momento, o PSD Nacional ainda não formalizou publicamente qualquer documento confirmando oficialmente a condução do processo eleitoral no Tocantins além da defesa da autonomia do diretório estadual. Em entrevista recente, Gilberto Kassab reafirmou que as decisões cabem à direção estadual, e a Executiva Nacional atua para buscar entendimento entre as lideranças.

 

Na avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, os próximos dias exigirão de Laurez mais do que articulação política, mas principalmente liderança para administrar interesses distintos dentro da própria aliança.

 

A RELAÇÃO COM KÁTIA ABREU

 

 

 

Outro componente importante envolve a relação entre Laurez Moreira e a ex-senadora Kátia Abreu, coordenadora da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tocantins.

 

Segundo interlocutores próximos ao vice-governador ouvidos pelo Observatório, os entendimentos relacionados à sucessão estadual e à composição da chapa majoritária ocorrem diretamente entre Laurez e a direção nacional do PT, sem participação direta de Kátia Abreu.

 

Essas mesmas fontes afirmam que as conversas partidárias envolvendo o PSD permanecem restritas ao diálogo entre Laurez Moreira e o presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab.

 

O PT MANTÉM SUA POSIÇÃO

 

 

 

Enquanto o PSD administra seus conflitos internos, o PT continua sustentando seu projeto político.

 

Até o momento, permanece em vigor o entendimento que mantém o ex-deputado Paulo Mourão como pré-candidato ao Senado.

 

As declarações recentes de Gilberto Kassab reforçaram esse cenário ao reconhecer que existe um acordo político envolvendo PSD e PT e que eventuais alterações ainda dependem de negociação entre as partes.

 

Na leitura do Observatório Político de O Paralelo 13, a permanência de Paulo Mourão na chapa representa um fator estratégico para o campo político ligado ao presidente Lula no Tocantins.

 

Se o clima de desconfiança entre o vice-governador e pré-candidato ao Governo, Laurez Moreira, e o senador Irajá Silvestre continuar se aprofundando, o cenário mais provável poderá ser uma campanha completamente dissociada entre os dois. Irajá teria todas as condições de conduzir uma candidatura praticamente solo, sem dividir efetivamente o mesmo palanque com Laurez, ainda que ambos permaneçam formalmente na mesma legenda.

 

Nesse contexto, surgem perguntas que passam a dominar os bastidores da política tocantinense: quem, de fato, detém a maioria na Comissão Provisória do PSD no Tocantins? E, mais importante: na condição de dirigente estadual do partido e responsável pela condução da convenção, Laurez Moreira concederá legenda à candidatura de reeleição de Irajá Silvestre caso o ambiente interno permaneça conflagrado?

 

Essas indagações deixaram de ser meras especulações e passaram a integrar o debate político dentro e fora do PSD. Entre aliados do senador Irajá, já há quem defenda abertamente uma intervenção da direção nacional na comissão provisória estadual, caso o impasse não seja superado antes das convenções.

 

O Observatório Político de O Paralelo 13 avalia que o PSD vive seu momento mais delicado desde o início do processo sucessório de 2026. Se prevalecerem os conflitos pessoais sobre a construção de um projeto político comum, a legenda poderá chegar às convenções profundamente dividida.

 

Uma implosão do PSD tocantinense, neste momento, já não pode mais ser descartada. O tempo para a reconstrução da unidade é curto, e as decisões tomadas nos próximos dias poderão definir não apenas o futuro do partido, mas também o destino de algumas das principais candidaturas da sucessão estadual.

 

BRASÍLIA ACOMPANHA O CENÁRIO

 

Informações obtidas pelo Observatório junto a interlocutores em Brasília indicam que pesquisas de consumo interno vêm sendo acompanhadas atentamente pelas lideranças partidárias.

 

Segundo essas fontes, os levantamentos mostram um cenário competitivo e reforçam a necessidade de reorganização das alianças antes das convenções.

 

As mesmas avaliações apontam que uma eventual manutenção da candidatura de Paulo Mourão ao Senado pode influenciar diretamente a disputa pelos votos do eleitorado identificado com o presidente Lula.

 

Embora essas pesquisas de consumo não sejam divulgadas oficialmente, elas fazem parte das discussões políticas que hoje movimentam Brasília e o Tocantins.

 

O TEMPO DAS DEFINIÇÕES

 

 

 

O relógio político entrou em contagem regressiva. As convenções partidárias deixarão pouco espaço para disputas internas prolongadas.

 

Se os conflitos permanecerem acima dos interesses coletivos, qualquer projeto eleitoral corre o risco de chegar fragilizado ao início da campanha.

 

Na política, alianças são construídas com diálogo, confiança e capacidade de liderança.

 

Quando interesses individuais passam a prevalecer sobre o projeto comum, o maior beneficiado costuma ser o adversário.

 

No Tocantins, as próximas semanas dirão se o PSD conseguirá transformar divergências em unidade ou se os conflitos internos continuarão influenciando os rumos da sucessão estadual.

 

 

Posted On Segunda, 13 Julho 2026 06:12 Escrito por O Paralelo 13

Da Assessoria

 

 

Em Assembleia Geral Ordinária (AGO) realizada na manhã deste sábado (11), em Colinas do Tocantins, o presidente da CIADSETA, pastor Paulo Martins, declarou apoio da congregação à reeleição do senador Eduardo Gomes. Também receberam apoio da entidade a senadora Professora Dorinha, pré-candidata ao Governo do Estado, deputado federal Ely Borges, pré-candidato a senador; Henrique Martins, pré-candidato a deputado federal e deputado estadual Jipão, pré-candidato à reeleição.

 

O pastor Paulo Martins, presidente da Convenção Interestadual das Assembleias de Deus do SETA no Tocantins (CIADSETA), destacou que a parceria da Convenção com o senador Eduardo Gomes (PL-TO) é antiga e expressou gratidão ao parlamentar pela contribuição que tem ajudado a viabilizar a realização da assembleia ao longo dos anos. "O senador Eduardo Gomes, os irmãos sabem, tem sido muito generoso com a nossa convenção", afirmou o pastor presidente.

 

Já o vice-presidente do Senado Federal, que foi líder do governo Bolsonaro por três anos e meio, demonstrou seu alinhamento com o segmento evangélico. "Nunca votei para regulamentar bets (as loterias eletrônicas que estão causando efeito nefasto nas famílias brasileiras). Qualquer cerceamento à igreja não terá meu voto. Sabemos que Igreja tem competência para combater dependência química e realizar assistência social onde às vezes o estado não chega. Em suma: fui escolhido para defender a família brasileira" afirmou.

 

O evento

 

A 91ª AGO da CIADSETA acontece entre os dias 9 e 12 de julho no Templo Sede da AD SETA Colinas-TO, reunindo pastores, líderes, obreiros e membros da convenção para momentos de comunhão, aprendizado, alinhamento ministerial e renovação espiritual.

 

O tema do evento é “O IDE LEVADO A SÉRIO” , baseado em Marcos 16.15: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” A programação reflete o compromisso da convenção com a missão evangelística e a expansão do Reino de Deus.

 

 

Posted On Domingo, 12 Julho 2026 05:24 Escrito por O Paralelo 13

Etapa obrigatória do concurso contempla a capacitação dos candidatos aprovados e integra o planejamento de recomposição do efetivo da corporação

 

 

Por Mara Sousa

 

 

A Polícia Militar do Estado do Tocantins (PMTO) iniciará, em agosto, a convocação da primeira turma de 340 candidatos aprovados no concurso público da corporação, entre oficiais e praças, para a apresentação da documentação e posse. Em setembro, terão início o Curso de Formação de Praças (CFP) e o Curso de Formação de Oficiais (CFO), etapa obrigatória do certame destinada à preparação dos futuros policiais militares para o ingresso na carreira.

 

Além dessa primeira convocação, está prevista uma nova chamada no fim do ano, contemplando mais 240 candidatos, entre oficiais e praças, para a apresentação de documentos e o início dos cursos de formação. O cronograma dessa etapa será divulgado conforme o planejamento do certame.

 

O resultado final do concurso público da PMTO foi homologado em 2 de julho de 2026, com publicação dos decretos no Diário Oficial do Estado (DOE). O ato reconhece oficialmente a validade do certame e estabelece a formação do cadastro de reserva.

 

Realizado em 2025, o concurso ofertou 660 vagas para os cargos de Cadete I, do Quadro de Oficiais Policiais Militares (QOPM); Aluno-Praça, do Quadro de Praças Policiais Militares (QPPM); e Aluno-Praça Especialista/Músico, do Quadro de Praças Especialistas (QPE).

 

Os cursos de formação compreendem atividades teóricas e práticas voltadas à capacitação técnico-profissional dos candidatos. A matriz curricular inclui conteúdos relacionados à atividade policial, legislação, direitos humanos, atendimento de ocorrências, policiamento ostensivo e demais disciplinas necessárias ao exercício da função.

 

Em setembro, começam os cursos de formação, etapa obrigatória do concurso que prepara os futuros policiais militares para o ingresso na carreira - Crédito: Márcio Vieira/Governo do Tocantins

 

 

A formação faz parte do planejamento institucional de recomposição do efetivo da PMTO, considerando a necessidade de reposição de policiais militares em razão da passagem de servidores para a inatividade. Após a conclusão dos cursos e o cumprimento das demais etapas previstas no concurso, os novos militares estarão aptos a atuar nas atividades operacionais da corporação, conforme as necessidades institucionais.

 

A incorporação gradual dos novos policiais militares contribuirá para recompor o efetivo da Polícia Militar do Tocantins e fortalecer as ações de policiamento ostensivo em todo o estado.A Polícia Militar do Estado do Tocantins (PMTO) iniciará, em agosto, a convocação da primeira turma de 340 candidatos aprovados no concurso público da corporação, entre oficiais e praças, para a apresentação da documentação e posse. Em setembro, terão início o Curso de Formação de Praças (CFP) e o Curso de Formação de Oficiais (CFO), etapa obrigatória do certame destinada à preparação dos futuros policiais militares para o ingresso na carreira.

 

Além dessa primeira convocação, está prevista uma nova chamada no fim do ano, contemplando mais 240 candidatos, entre oficiais e praças, para a apresentação de documentos e o início dos cursos de formação. O cronograma dessa etapa será divulgado conforme o planejamento do certame.

 

O resultado final do concurso público da PMTO foi homologado em 2 de julho de 2026, com publicação dos decretos no Diário Oficial do Estado (DOE). O ato reconhece oficialmente a validade do certame e estabelece a formação do cadastro de reserva.

 

Realizado em 2025, o concurso ofertou 660 vagas para os cargos de Cadete I, do Quadro de Oficiais Policiais Militares (QOPM); Aluno-Praça, do Quadro de Praças Policiais Militares (QPPM); e Aluno-Praça Especialista/Músico, do Quadro de Praças Especialistas (QPE).

 

Os cursos de formação compreendem atividades teóricas e práticas voltadas à capacitação técnico-profissional dos candidatos. A matriz curricular inclui conteúdos relacionados à atividade policial, legislação, direitos humanos, atendimento de ocorrências, policiamento ostensivo e demais disciplinas necessárias ao exercício da função.

 

A formação faz parte do planejamento institucional de recomposição do efetivo da PMTO, considerando a necessidade de reposição de policiais militares em razão da passagem de servidores para a inatividade. Após a conclusão dos cursos e o cumprimento das demais etapas previstas no concurso, os novos militares estarão aptos a atuar nas atividades operacionais da corporação, conforme as necessidades institucionais.

 

A incorporação gradual dos novos policiais militares contribuirá para recompor o efetivo da Polícia Militar do Tocantins e fortalecer as ações de policiamento ostensivo em todo o estado.

 

 

Posted On Sábado, 11 Julho 2026 06:41 Escrito por O Paralelo 13
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