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WANDERLEI AGE, AGORA É A VEZ DA ASSEMBLEIA

Posted On Sábado, 18 Abril 2026 00:14
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Por Edson Rodrigue s e Edivaldo Rodrigues

 

 

 

Todo líder precisa de atitude. Precisa de decisão. E, sobretudo, precisa entender o momento exato de agir. Foi isso que fez o governador Wanderlei Barbosa ao intervir diretamente junto ao BNDES para impedir que o Tocantins perdesse R$ 56 milhões em recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia.

 

Sem terceirizar o problema, sem empurrar para depois, o governador assumiu a condução da situação e garantiu a prorrogação do prazo, que venceria no dia 18 de abril e agora se estende até 18 de maio. Uma medida que, na prática, mantém viva a possibilidade de investimentos estratégicos para o Estado.

 

Não se trata apenas de números. Estamos falando de recursos que impactam diretamente o produtor rural, fortalecem a regularização ambiental e impulsionam o desenvolvimento sustentável, uma pauta cada vez mais central para o presente e o futuro do Tocantins.

 

Entendimento

 

 

O que está em jogo exige maturidade política.

 

Com a prorrogação garantida, a responsabilidade recai sobre a Assembleia Legislativa. Cabe ao Parlamento estadual apreciar e aprovar o Projeto de Lei nº 1/2026, etapa final para a formalização do contrato com o BNDES e, consequentemente, para a liberação dos recursos.

 

As comissões já sinalizam avanço na tramitação. O tempo, no entanto, é curto. E, neste caso, tempo é mais do que um detalhe: é a diferença entre garantir ou perder uma oportunidade real de investimento.

 

Amélio nunca se furtou às grandes responsabilidades. Sempre se mostrou disposto a atender os anseios da população tocantinense, especialmente nos momentos mais sensíveis da vida pública. Sua atuação vai além do protocolo institucional, é marcada por presença, articulação e compromisso com resultados concretos.

 

 

Exemplo claro disso foi sua condução na aprovação do aval da Assembleia para a operação que viabilizou recursos do BRB destinados à construção da ponte de Porto Nacional, uma obra, que enfrentava entraves e impactava diretamente o tráfego, a economia e o cotidiano da população. Sob sua liderança, o Parlamento deu a resposta necessária, destravando um projeto estratégico para o Estado.

 

Não é um caso isolado. Ao longo de sua trajetória na presidência, Amélio tem demonstrado equilíbrio, capacidade de diálogo e postura de estadista. Em momentos de crise, ajudou a manter a governabilidade; em momentos de decisão, garantiu que o interesse público prevalecesse.

 

Por isso, a expectativa é de que mais uma vez, caberá a ele conduzir esse processo com grandeza, reunindo os interesses da Assembleia, da sociedade e do Executivo para assegurar a aprovação da matéria dentro do prazo.

 

Responsabilidade compartilhada

 

 

A atitude do governador foi correta e merece registro. Evitou-se a perda de recursos importantes e ganhou-se tempo. Mas tempo, por si só, não resolve.

 

É preciso decisão.

 

O Legislativo tem agora a missão de corresponder à urgência que o momento exige. Não há espaço para disputas menores, atrasos ou cálculos políticos que coloquem em risco um investimento dessa magnitude.

 

O Tocantins não pode esperar.

 

Quando Executivo e Legislativo caminham na mesma direção, quem ganha é a população. E é exatamente isso que se espera nos próximos dias: agilidade na tramitação, responsabilidade na votação e compromisso com o desenvolvimento do Estado.

 

Porque, no fim das contas, não se trata apenas de uma vitória de governo.

 

É uma vitória que precisa e deve ser do Tocantins.

 

 

 

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