Realizada no âmbito da Operação Protetor das Divisas, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, ação mobiliza mais de 100 policiais civis em 11 municípios tocantinenses

 

 

PorJoão Guilherme Lobasz

 

 

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 3ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado de Araguaína (3ª DEIC), deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 14, a Operação ÔM3GA, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por envolvimento em fraudes em licitações, peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro em municípios tocantinenses.

 

A ação integra a Operação Protetor das Divisas, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), e mobiliza mais de 100 policiais civis para o cumprimento de 70 mandados de busca e apreensão, relacionados a 41 alvos, expedidos pelo Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO).

 

Os mandados são cumpridos em prefeituras, câmaras municipais, escritórios de advocacia, sedes de empresas e residências de investigados, distribuídos em 11 municípios: Araguaína, Palmas, Ananás, Arapoema, Darcinópolis, Pau D'Arco, Pedro Afonso, Nova Olinda, Palmeirante, Colinas do Tocantins e Figueirópolis.

 

Entre os investigados estão quatro prefeitos em exercício, um ex-prefeito, dois vereadores que presidem câmaras municipais, sete advogados que atuam ou atuaram como procuradores municipais, quatro contadores, cinco empresários, além de secretários e servidores públicos municipais e pessoas suspeitas de participação na lavagem de dinheiro.

 

Além dos mandados de busca e apreensão, a Justiça determinou a suspensão de todos os contratos públicos vigentes mantidos com órgãos do Tocantins por 14 pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo investigado, bem como a proibição de celebração de novos contratos com a administração pública.

 

Também foram impostas medidas cautelares a cinco investigados, incluindo a proibição de contato entre si e com agentes públicos envolvidos nas investigações, de frequentar determinadas prefeituras e câmaras municipais e de prestar serviços em contratações públicas no Estado. O Tribunal autorizou ainda a quebra do sigilo bancário dos investigados.

 

Investigação teve início em 2024

 

As investigações tiveram início em 2024, a partir de suspeitas de irregularidades em contratações públicas nos municípios de Nova Olinda e Darcinópolis. No decorrer das apurações, a Polícia Civil identificou indícios de que o mesmo grupo criminoso se expandiu para atuar em outros nove municípios tocantinenses.

 

Conforme apurado pela 3ª DEIC, a organização criminosa seria estruturada em dois núcleos principais. O primeiro era formado por sócios de um escritório de contabilidade, enquanto o segundo seria composto por um casal proprietário de empresas especializadas em sistemas, digitalização e gestão de documentos.

 

O grupo utilizaria contratos de prestação de serviços contábeis realizados sem licitação como porta de entrada nas administrações municipais. Após estabelecer vínculos com as administrações públicas, os investigados passariam a direcionar novas contratações para outras empresas ligadas ao grupo, abrangendo serviços de engenharia, digitalização de documentos e locação de veículos.

 

Durante a análise de arquivos digitais obtidos mediante autorização judicial, os policiais civis localizaram processos licitatórios, pareceres jurídicos, minutas contratuais e propostas editáveis de empresas concorrentes, elementos que reforçaram as suspeitas de direcionamento das contratações.

 

Mais de R$ 4 milhões em possíveis propinas

 

A investigação também identificou indícios de pagamentos de vantagens indevidas a agentes políticos, secretários, vereadores, servidores públicos e procuradores municipais, como contrapartida pelo favorecimento das empresas investigadas.

 

Entre 2021 e 2025, as contas bancárias das empresas de contabilidade investigadas receberam mais de R$ 10,3 milhões, provenientes, em sua maioria, de prefeituras, câmaras municipais e fundos públicos. De acordo com a análise financeira realizada pela Polícia Civil, mais de R$ 4 milhões teriam sido repassados a agentes públicos e outras pessoas envolvidas no esquema a título de propina.

 

Os investigadores também identificaram indícios de lavagem de dinheiro, incluindo o fracionamento de saques e depósitos em espécie para dificultar a identificação das movimentações financeiras, além da utilização de empresas e terceiros para movimentar recursos.

 

Entre os elementos reunidos está uma planilha localizada em arquivos digitais de um dos investigados, datada de março de 2021, que apresentaria o controle de repasses de valores a agentes públicos, identificados pelo próprio grupo como "voltas".

 

Continuidade das investigações

 

Com o cumprimento das medidas judiciais, a Polícia Civil busca reunir novos elementos para esclarecer a participação de cada investigado, identificar outros possíveis beneficiários do esquema e dimensionar os prejuízos causados aos cofres públicos.

 

Em razão do envolvimento de investigados com prerrogativa de foro, o procedimento tramita, desde seu início, perante o Tribunal de Justiça do Tocantins.

 

 

 

Posted On Quarta, 14 Outubro 2026 07:38 Escrito por O Paralelo 13

Destruição dos entorpecentes integra a Operação Protetor das Divisas e Fronteiras, iniciativa coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública

 

 

Por Hiago Muniz

 

 

 

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (6ª DEIC), incinerou, na manhã desta terça-feira, 13, em Paraíso do Tocantins, pouco mais de 100 quilos de substâncias entorpecentes apreendidas durante investigações conduzidas pela unidade no combate ao tráfico de drogas e à atuação de organizações criminosas. A ação integra a Operação Protetor das Divisas e Fronteiras, iniciativa coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

 

Entre os materiais destruídos estavam maconha, cocaína, crack e insumos utilizados na fabricação de substâncias psicotrópicas.

 

O procedimento contou com a presença de um promotor de Justiça com atuação na 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Paraíso do Tocantins, além de representantes da Vigilância Sanitária e do Núcleo de Criminalística.

 

A incineração impede que os entorpecentes apreendidos voltem a circular ilegalmente, além de representar um prejuízo para o tráfico de drogas. A medida reforça o trabalho da Polícia Civil no combate à criminalidade e na proteção da sociedade, considerando os impactos que o tráfico e o consumo de drogas provocam na vida dos usuários, de seus familiares e da comunidade.

 

Operação Protetor das Divisas e Fronteiras

 

A Operação Protetor das Divisas e Fronteiras é uma iniciativa coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), voltada ao fortalecimento do enfrentamento às organizações criminosas e à repressão de crimes nas regiões de divisas e fronteiras. A operação prevê a atuação integrada entre forças de segurança estaduais e federais, com foco na repressão qualificada às atividades criminosas.

 

 

 

 

Posted On Terça, 13 Outubro 2026 13:17 Escrito por O Paralelo 13

Indivíduo foi localizado às margens da represa de captação de água, no município; informações podem ser repassadas diretamente ao Instituto por meio do telefone (63) 3901-7450

 

 

Por Rozeane Feitosa

 

 

O 6º Núcleo Regional de Medicina Legal de Porto Nacional informa que aguarda manifestação de familiares ou conhecidos para identificar e reclamar o corpo de um homem que permanece sob responsabilidade do núcleo do município.

 

De acordo com informações, trata-se de um indivíduo adulto do sexo masculino, de aproximadamente 30 a 40 anos, de 1,60 de altura, pele negra, cabelos encaracolados, bigote e cavanhaque.

 

Conforme o IML, o corpo deu entrada vestindo camiseta de time (São Paulo), bermuda jeans azul e boné azul. O homem foi encontrado na última quarta-feira, dia 09, às margens da represa de captação de água, em Porto Nacional.

 

O 6º Núcleo de Porto Nacional solicita a colaboração da população na tentativa de identificar e localizar familiares ou pessoas conhecidas do homem. Informações podem ser repassadas diretamente ao Instituto por meio do telefone (63) 3901-7450 ou presencialmente na sede, localizada na Avenida Antônio Aires Primo, S/N, Sala 03, Centro de Porto Nacional.

 

Para o reconhecimento e liberação do corpo, é necessário que um familiar entre em contato com o IML para checagem dos dados e compareça à unidade com documentos que comprovem o parentesco. Após a identificação, o corpo será entregue à família ou à funerária devidamente autorizada.

 

 

 

 

Posted On Sexta, 11 Setembro 2026 14:18 Escrito por O Paralelo 13

Ação foi realizada pela 5ª Delegacia de Polícia após informações repassadas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil

 

 

Por Adrielly Calixto

 

 

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 5ª Delegacia de Polícia de Taquaralto, cumpriu, na manhã desta segunda-feira, 10, um mandado de prisão definitiva contra um homem de 44 anos, identificado pelas iniciais E.C.F.F., localizado na região sul de Palmas.

 

A prisão ocorreu após a equipe da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (DIP) receber informações sobre a localização do foragido. A Inteligência havia realizado contato com as forças de segurança do Estado do Piauí, que repassaram informações que auxiliaram na localização do homem na Capital.

 

Com base nos dados recebidos, foram realizados levantamentos para identificar o endereço onde o condenado estava. Após a confirmação da localização, uma equipe da Delegacia de Taquaralto, com apoio de policiais da DIP, foi até o local e cumpriu o mandado de prisão.

 

Conforme o documento judicial, o homem foi condenado definitivamente pela Justiça do Piauí a 18 anos, sete meses e três dias de prisão, em regime inicialmente fechado. O mandado foi expedido pela Vara de Crimes contra a Dignidade Sexual e Vulneráveis do Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI).

 

Após o cumprimento da ordem judicial, o homem foi preso e encaminhado para os procedimentos legais cabíveis, ficando à disposição da Justiça.

 

 

 

Posted On Segunda, 10 Agosto 2026 13:32 Escrito por O Paralelo 13

Indivíduo era procurado por homicídio na cidade de Canto do Buriti

 

 

Por Rogério de Oliveira

 

 

A Polícia Civil do Tocantins, por meio de ação realizada pela 2ª Divisão de Repressão a Narcóticos (Denarc -Araguaína) prendeu na manhã desta terça-feira, 4, na zona rural de Santa Fé do Araguaia, um indivíduo de iniciais R.S.C., de 37 anos.

 

Ele é apontado como autor de um homicídio ocorrido no ano de 2012 em Canto do Buriti -PI e foi capturado, mediante cumprimento a mandado de prisão preventiva, expedido pela Vara Única da Comarca do município piauiense.

 

O crime

 

Os levantamentos realizados pela PCTO revelaram que no dia 26 de abril de 2012, um domingo, a vítima, identificada como Manoel Ferreira Alves, estava consumindo bebida alcoólica, em um bar no Bairro do Tanque, em Canto do Buriti, quando R.S.C., chegou e lhe desferiu um golpe de faca no peito, causando sua morte no local. Após o crime, o autor fugiu e somente foi localizado no Tocantins, 14 anos após o fato.

 

Após levantamentos efetuados pelas equipes de oficiais investigadores da Unidade Antidrogas da PCTO e compartilhamento de informações com a Polícia Civil do Piauí, foi possível localizar o paradeiro do indivíduo que atende pelo apelido de Gordinho, o qual estava em uma fazenda no Povoado Cocalinho, na Zona Rural de Santa Fé do Araguaia. Desse modo, os policiais civis foram até o local e efetuaram a prisão do homem.

 

Após a captura, o indivíduo foi conduzido até a 5ª Central de Atendimento da Polícia Civil de Araguaína, e após a realização dos procedimentos legais cabíveis, recolhido à Unidade Penal Regional da cidade, onde permanece à disposição do Poder Judiciário do Estado do Piauí.

 

 

 

Posted On Quarta, 05 Agosto 2026 04:31 Escrito por O Paralelo 13
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