Produtos haviam sido furtados de casa de idosos e trocados por drogas em Porto Nacional

 

Por Rogério de Oliveira

 

Na manhã desta segunda-feira, 26, uma força-tarefa, realizada por policiais Civis da 6ª Delegacia de Polícia Civil de Porto Nacional, (6ª DRPC), comandados pelo delegado Fabrício Piassi Costa, resultou na recuperação de vários objetos que haviam sido furtados de residências de Porto Nacional nos últimos dias e na prisão de uma mulher, de 19 anos, pelo crime de receptação.

 

Conforme o Delegado, policiais civis da 71ª Delegacia de Polícia de Porto Nacional, com o auxílio de agentes de polícia da 70ª Delegacia e também da Divisão Especializada de Combate ao Crime Organizado (DEIC) de Porto Nacional, deram cumprimento a mandado de busca e apreensão domiciliar em uma residência localizada no setor Vila Nova daquele município, local em que recuperaram um aparelho televisor furtado, além de terem apreendido uma arma de pressão, uma balança de precisão e outros objetos suspeitos de serem produtos de crimes.

 

As investigações tiveram início quando um casal de idosos registrou a ocorrência do furto de dois televisores, ocorridos nos meses de julho e setembro de 2020, ambos no período noturno, na residência em que moram em Porto Nacional.

 

Após inúmeras diligências investigativas, descobriu-se que os televisores subtraídos teriam sido trocados por drogas em um ponto de venda de drogas da região, motivo pelo qual a autoridade policial representou junto ao Poder judiciário pela expedição de mandado de busca e apreensão domiciliar.

 

Em razão da localização dos citados objetos na residência, uma mulher de 19 anos, que reside no local foi conduzida pelos policiais a Central de Atendimento da Polícia Civil, em Porto Nacional, onde foi autuada em flagrante pelo crime de receptação, previsto no art. 180, caput, do CPB.

 

Na ocasião, a mulher recolheu aos cofres públicos, a quantia arbitrada como fiança pela autoridade policial e, desse modo, obteve o direito de responder ao processo em liberdade, conforme preconiza a legislação penal vigente.

 

Com o aprofundamento das investigações, os policiais civis descobriram que a pessoa suspeita de usar a residência como ponto de venda de drogas é conivente da mulher autuada, e tem passagens pela polícia por roubo e receptação, sendo que atualmente encontra-se em coma no Hospital Geral de Palmas, uma vez que foi vítima de disparos de armas de fogo, fato ocorrido em Porto Nacional no último sábado, dia 24.

 

Para o delegado Fabrício Piassi, a ação demonstra o comprometimento da Polícia Civil em combater a criminalidade e identificar as pessoas envolvidas em delitos, trazendo-as a Justiça para que respondam por seus crimes. “Trata-se de mais uma importante ação para combater a prática de crimes contra o patrimônio e o tráfico de drogas no município de Porto Nacional, de maneira a tornar o município mais seguro e trazer tranquilidade à população”, ressaltou o Delegado.

 

 

Posted On Segunda, 26 Outubro 2020 18:53 Escrito por

Crime ocorreu em um bar e teria sido motivado por uma discussão banal

 

Por Rogério de Oliveira

 

Duas horas e trinta minutos. Esse foi o tempo gasto por Policiais Civis da 1ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (1ª DHPP) de Palmas, comandados pela delegada Luciana Coelho Midlej, para desvendar um crime de homicídio ocorrido, neste domingo, às 16h30, na região sul de Palmas, e capturar um homem de 31 anos, apontando como sendo o principal suspeito pelo crime.

 

De acordo com a autoridade policial, tão logo foram informados sobre o crime, uma equipe da Unidade Especializada foi até o local, na quadra Arse 112, (Antiga 1106 Sul), onde deram início às investigações, passando a ouvir possíveis testemunhas e coletar evidências que pudessem levar ao esclarecimento do fato.

 

Com o aprofundamento das investigações, os policiais civis identificaram o suspeito e então, começaram as diligências no sentido de localizar seu paradeiro e efetuar sua prisão.

 

Cerca de duas horas e meia depois, a equipe da DHPP, por meio de levantamentos, obteve informações de que o indivíduo teria ido para o Distrito de Taquaruçu, onde estaria tentando se esconder. Imediatamente, os policiais foram até o Distrito, onde localizaram o homem e fizeram a prisão do mesmo, que imediatamente, foi trazido para a sede da DHPP, onde foi autuado em flagrante pela prática do crime de homicídio qualificado, por motivo fútil.

 

Após a realização das providências legais cabíveis, o indivíduo foi recolhido a Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

 

O crime

Segundo apontaram as investigações da 1ª DHPP, vítima e autor estavam em um bar na Quadra 112 Sul, quando iniciaram uma discussão, sendo que, pouco depois, o autor foi a casa dele, situada na mesma quadra, onde pegou uma faca e retornou ao bar, momento em que desferiu um único golpe que atingiu o peito, do lado esquerdo da vítima e, devido à gravidade do ferimento, a vítima não resistiu e veio à óbito no local, antes da chegada do socorro.

 

Motivação

Ainda de acordo com as investigações da DHPP, durante o depoimento, prestado à autoridade policial, o suposto autor confessou o crime e alegou que a discussão foi originada durante um jogo de sinuca que ele disputava com a vítima.

 

 

Posted On Segunda, 26 Outubro 2020 04:58 Escrito por

Ações da 2ª DHPP contribuíram significativamente para que a cidade atingisse mais de 40 dias sem homicídios

 

Por Rogério de Oliveira

 

No trabalho contra a criminalidade, a Polícia Civil do Tocantins acaba de alcançar em Araguaína, na região Norte do Estado, a marca de 40 dias sem registrar nenhum homicídio. A marca atingida no último sábado, dia 26, é motivo de muito orgulho e satisfação para a Polícia Civil, em especial para as equipes da 2ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (2ª DHPP) de Araguaína, que há três anos vem investigando os crimes contra a vida na cidade.

 

Criada inicialmente como Delegacia de Homicídios, a DHPP alçou em 2019 a condição de Divisão (Decreto 5.979/2019) e está vinculada à Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco). Antes da criação da DHPP, em Araguaína, as investigações de crimes contra a vida eram realizadas pelas delegacias circunscricionais de área. No entanto, devido ao crescimento constante da cidade, que é considerada, a capital econômica do Estado do Tocantins, se fazia patente a instalação de uma unidade especializada que pudesse lidar com as investigações de crimes contra a vida.

 

2ª DHPP em números

 

Desde a implantação da 2ª DHPP houve constante queda no número de homicídios ocorridos em Araguaína. Em 2017 foram registrados 107 casos de homicídios consumados. Em 2018, caiu para 71, uma queda de 33% nesse tipo de crime. Queda também em 2019, com 62 registros. Por meio das investigações, a DHPP também conseguiu mapear os locais de maior incidência de crimes praticados contra a vida e constatou que a esmagadora maioria das mortes são de homens na faixa etária de 18 a 28 anos de idade em virtude de envolvimento com álcool, tráfico de drogas e também com facções criminosas Dos 71 homicídios ocorridos na cidade em 2018, 68 eram homens e apenas três eram mulheres.

 

Casos solucionados

 

Considerando apenas os casos iniciados pela 2ª DHPP, desde a sua criação, entre julho de 2017 a dezembro de 2019, foram realizados 229 indiciamentos, sendo 46% deles pelo crime de homicídio consumado. Apesar de tratar-se de uma investigação complexa e que demanda tempo, os crimes de homicídios praticados em Araguaína e investigados pela 2ª DHPP possuem uma taxa de resolução de resolução de quase 32.5%, média muito superior a nacional que é de 8%. Já os casos de homicídios na forma tentada, o índice de resolução da 2ª DHPP sobe para 49.5%, infinitamente maior que a média nacional para esse tipo de crime.

 

Cabe destacar que dezenas de casos de homicídios ainda estão em aberto e cuja conclusão ocorrerá oportunamente, o que elevará os índices de resolução para patamares ainda maiores. Nesse meio tempo, é importante citar que, desde a sua criação em 2017, dezenas de autores de homicídios e tentativas já foram presos, julgados e se encontram atualmente cumprindo pena. Sem mencionar que inúmeros outros casos foram concluídos e os autores foram identificados e devidamente indiciados.

 

Marco

 

Para o delegado-chefe da 2ª DHPP, Guilherme Coutinho Torres, quarenta dias sem registra um único caso de homicídio na cidade de Araguaína é motivo de muita satisfação e orgulho para a Polícia Civil do Tocantins, em especial, para as equipes da 2ª DHPP. “É um marco histórico desde a criação da Unidade Especializada e que merece ser celebrado, porque significa que nenhum cidadão de Araguaína teve sua vida e seus planos interrompidos”, frisou o Delegado ao afirmar que isso significa que a Divisão está no caminho certo no que diz respeito às investigações que realiza diariamente. Demonstra também que o trabalho tem sido bem feito e que resulta em uma cidade mais segura e agradável para se viver. Segundo o Delegado, essa marca simbólica mostra que a Polícia Civil do Tocantins está empenhada em cumprir com sua missão institucional de investigar e solucionar os crimes e apresentar os resultados para a sociedade.

 

O delegado adjunto da 2ª DHPP, Adriano de Aguiar Carvalho também comemora e ressalta a importância das ações realizadas pela Unidade Especializada que contribuíram em muito para que o período de quarenta dias sem homicídios pudesse ser alcançado.

 

“Quarenta dias sem homicídio em Araguaína é um recorde que merece comemoração, principalmente sob o ponto de vista das vidas salvas em nossa cidade. Além disso, a diminuição da violência traz maior sensação de segurança ao cidadão. Isso é fruto de muito trabalho, sobretudo da 2ª DHPP, que nos últimos três anos têm combatido diariamente os homicídios em Araguaína, prendendo líderes e membros de facções criminosas e apresentando-os à Justiça. Nesse período mais de 250 pessoas indiciadas. Esperamos que, com o fim da impunidade, possamos manter, ou até superar, longos períodos de paz em nossa cidade”, finalizou o Delegado Adjunto.

Posted On Quarta, 30 Setembro 2020 05:54 Escrito por

Entregue nesta quarta-feira, 16, a nova unidade já está em funcionamento, facilitando, dessa forma, o atendimento integrado à população

 

Por Patricia de Paiva e Shirley Cruz

 

Numa parceria da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-TO) e do Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran-TO), o Governo do Tocantins oficializou nesta quarta-feira, 16, a entrega da nova sede da Delegacia Especializada de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA). Na oportunidade, Segurança Pública e o Detran-TO firmaram também um Termo de Cooperação Técnica para trabalharem de forma compartilhada e integrada. O objetivo é gerar atendimento mais ágil e combater, de forma mais efetiva, os crimes de furto e roubo de veículos.

 

Para o secretário da Segurança Pública, Cristiano Barbosa Sampaio, a nova unidade, que já está em funcionamento, representa os esforços conjuntos da Segurança Pública e do Detran-TO para que o Governo do Estado ofereça melhor atendimento à população e combata, com maior efetividade, os crimes relacionados a furtos, roubos e clonagens de veículos.

 

Para o presidente do Detran-TO, Cláudio Alex Vieira, ter a sede da delegacia de furtos e roubos na área do Departamento Estadual de Trânsito é uma conquista de todos. Do Governo do Estado, da Segurança Pública, do Detran-TO e, principalmente, da sociedade, que passa a ter atendimento mais ágil em suas demandas veiculares.

 

A delegada-geral da Polícia Civil, Raimunda Bezerra de Souza, por sua vez, destacou a que a implantação da DERFRVA na área do Detran-TO é um exemplo de integração e que isso beneficiará, sobremaneira, o atendimento à população e o combate à criminalidade.

Participaram da entrega representantes da SSP-TO, Polícia Civil, Detran-TO e Ministério Público Estadual

 

Representando o Ministério Público Estadual do Tocantins (MPE-TO) estava a coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizadora (Gaeco), promotora de justiça Maria Natal, e a assessora da Procuradoria Geral de Justiça do Tocantins, promotora Cynthia Assis de Paula. Em nome do MPE-TO, a promotora Cynthia Assis comentou a importância da nova sede da DERFRVA e ratificou a parceria do Gaeco no combate ao crime organizado.

 

O delegado-chefe da DERFRVA, Rossílio Sousa Correa, agradeceu o empenho da Segurança Pública e do Detran-TO para viabilizar a implantação da unidade e destacou o papel da delegacia no combate aos crimes de furtos, roubos e clonagens de veículo no Tocantins e em sua Capital.

 

Cooperação

 

O Termo de Cooperação Técnica assinado nesta quarta-feira, 16, prevê o trabalho compartilhado entre Polícia Civil do Tocantins e Detran-TO, permitindo maior agilidade na identificação de veículos com irregularidades. Ou seja, policiais civis terão acesso ao Sistema DetranNet e, os servidores do Detran-TO ao sistema Capivara da Polícia Civil. O trabalho conjunto incluirá, ainda, a realização de exame técnico pericial veicular por peritos oficiais em favor do Detran-TO, expedição de carteiras funcionais aos fiscais de trânsito, o compartilhamento de espaços físicos e disponibilização de servidores para prestação de serviços afetos às SSP-TO e ao Detran-TO.

 

O documento prevê ainda a instalação de elevadores automotivos, por parte da SSP-TO, para o uso no exame técnico pericial veicular. Em Palmas, o elevador foi instalado nas novas dependências da DERFRVA – Palmas. Da parte do Detran-TO, por sua vez, foi assegurado que o Departamento irá se manifestar favoravelmente a eventual projeto de lei que destine ao Fundo para Modernização da Polícia Civil do Tocantins 50% do produto de arrecadação da taxa que tenha como fato gerador o exame técnico pericial veicular, caso seja realizado por perito oficial do Tocantins.

 

Posted On Quinta, 17 Setembro 2020 04:26 Escrito por

Polícia encontra comprimidos de ecstasy em piso falso de loja que vende peças automotivas

 

Por Rogério de Oliveira

 

Em continuação às ações de combate ao tráfico de drogas que vêm sendo realizadas pela Polícia Civil do Tocantins, policiais civis da 1ª Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (1ª Denarc - Palmas) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Tocantins (Gaeco -TO), comandados pelo delegado Enio Walcácer de Oliveira Filho, deflagraram nesta sexta-feira, 4, a operação “Píxel”. A ação resultou nas prisões de três traficantes e na apreensão de grande quantidade de entorpecentes na região sul de Palmas.

 

De acordo com a autoridade policial, a referida operação foi dividida em duas etapas, sendo que, na parte da manhã, os policiais civis da Unidade Anti-Drogas prenderam um indivíduo, que vinha do Estado de Goiás, trazendo consigo 651 comprimidos de ecstasy, bem como um frasco de lança perfume. Segundo apontaram as investigações, as drogas seriam distribuídas em Palmas e também no Estado do Pará.

 

Desdobramento

Como desdobramento da operação, os policiais civis identificaram e efetuaram as prisões de mais dois homens que receberiam e distribuiriam parte da droga na cidade de Palmas, e que já eram investigados e estavam sendo monitorados pela equipe da 1ª Denarc.

 

Na segunda etapa da operação Pixel foi constatado que um dos dois homens escondia várias porções de cocaína, maconha e também comprimidos de ecstasy em um fundo falso no piso de seu estabelecimento comercial de venda de equipamentos para veículos na região sul de Palmas. O outro suspeito transportava a droga em sua motocicleta, quando foi abordado pela equipe que fazia campana em frente ao estabelecimento comercial da primeira apreensão.

 

Na segunda etapa da operação foram apreendidas 700 gramas de maconha, 200 gramas de cocaína e 23 comprimidos de ecstasy.

 

Gaeco

Conforme a autoridade policial, a operação foi deflagrada após a análise de informações levantadas por meio de investigações realizadas pelas equipes da 1º Denarc sobre o tráfico interestadual de drogas sintéticas e que utilizavam uma rota proveniente do Estado de Goiás e que teria como via de distribuição e passagem, o Tocantins.

 

Após trocas de informações com o Gaeco, foi identificada a remessa de uma carga de drogas sintéticas feita por uma organização criminosa especializada neste tipo de narcótico. A atuação entre as instituições foi exitosa na prisão inicial de um suspeito de tráfico interestadual de drogas.

 

Operação Píxel

Ainda segundo o delegado Enio, o nome da operação foi escolhido em virtude do formato das drogas sintéticas negociadas: ecstasy, que tem aparência de um pixel, que é um ponto luminoso que, somado a outros, forma uma imagem em uma tela. A referência diz respeito aos fragmentos de informações das investigações das equipes da 1ª Denarc e do Gaeco/MPTO/PC/PM que, juntas, permitiram que as investigações culminassem nas prisões e apreensões ocorridas na data de hoje.

 

Após a realização das providências legais cabíveis, os três homens presos foram recolhidos à Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), de Palmas, onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário.

 

O delegado Enio Walcácer reafirma a importância da parceria entre as instituições e ressalta que, por meio da ação Píxel, foi possível apreender uma vultuosa quantidade de drogas, principalmente sintéticas, que seriam distribuídas em Palmas, durante o feriado prolongado. “A ação deflagrada nesta sexta-feira, em conjunto com o Gaeco, representa mais um duro golpe contra a criminalidade, uma vez que inúmeras porções de entorpecentes, bem como, centenas de comprimidos de drogas sintéticas, não mais abastecerão pontos de venda de drogas e, consequentemente, não chegarão às mãos de pequenos traficantes e usuários, em nossa cidade”, frisou o delegado Ênio.

 

Posted On Sábado, 05 Setembro 2020 06:14 Escrito por
Página 1 de 39

Pesquisa

Última edição

o-paralelo-13-edicao-504.jpg

Boletim de notícias

Boletim de notícias

Colunistas

 

Últimas notícias