A Anvisa determinou o recolhimento de 374,4 mil garrafas da água Crystal após a confirmação da bactéria Pseudomonas aeruginosa em um lote distribuído em quatro estados Por Carolina Sott A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou, nesta quarta-feira (3), a suspensão imediata da venda e o recolhimento de um lote específico da água mineral Crystal (sem gás). Conforme a Resolução 2.247/2026, a medida foi tomada após testes laboratoriais identificarem a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostras, o que coloca o produto fora dos padrões de segurança para consumo humano. Conteúdos em alta Segundo informações encaminhadas pela empresa à Anvisa, o lote afeta mais de 374 mil garrafas de 500 ml, produzidas em janeiro de 2026. A fabricante responsável é a Mineração Bom Jesus Ltda., unidade de Luziânia (GO) que integra o Sistema Coca-Cola. Receba no WhatsApp as principais notícias do dia em primeira mão Água Crystal contaminada: qual o lote afetado? Para garantir a sua segurança, verifique o rótulo da embalagem. O lote supostamente contaminado é: Lote: LZ1 VAL200127 3 P 200126 Data de fabricação: 20/01/2026 Validade: 20/01/2027 Água Crystal contaminada Água Crystal contaminada: lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 teve a comercialização, distribuição e uso suspensos Onde o produto foi distribuído? A água Crystal contaminada foi enviada principalmente para quatro regiões: Distrito Federal: 230.443 unidades. Goiás: 66.768 unidades (cidades próximas ao DF). São Paulo: 75.750 unidades (municípios do interior). Tocantins: 1.439 unidades. Entenda o risco: a bactéria Pseudomonas aeruginosa A investigação teve início em uma coleta de rotina da Vigilância Sanitária do DF. O Lacen-DF (Laboratório Central) confirmou a presença da bactéria em amostras do produto. A Pseudomonas aeruginosa pode causar infecções em pessoas com o sistema imunológico mais frágil, e sua presença em água envasada é proibida pela legislação brasileira.