Reunião foi realizada poucos dias antes de o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentar denúncia ao Supremo contra o presidente Com Ultimo Segundo e Agêmcias

 

A poucos dias de o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentar denúncia contra Michel Temer (PMDB) no STF (Supremo Tribunal Federal), o presidente reuniu neste domingo (25) os principais nomes de seu núcleo político para definir a estratégia de sobrevivência do governo. O encontro ocorreu no Palácio da Alvorada, em Brasília.

De acordo com informações publicadas pelo jornal “ O Estado de S.Paulo ”, participaram da reunião promovida por Michel Temer os ministros Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Eliseu Padilha (Casa Civil), Henrique Meirelles (Fazenda), Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência da República), general Sergio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional) e Torquato Jardim (Justiça).

Também participaram do encontro o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e os líderes do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE), e na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) – que foi ministro das Cidades durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Oficialmente, a reunião teve como pauta a agenda de votações do Congresso. Entretanto, segundo o jornal, o Palácio do Planalto confirmou a participação de Gustavo Guedes, advogado do presidente, na reunião. Também neste domingo, Temer recebeu no Palácio do Jaburu a advogada-geral da União, Grace Mendonça.

Prazo

Na quinta-feira (22), o ministro Edson Fachin, do STF , enviou à PGR (Procuradoria-Geral da República) o inquérito que investiga Temer a partir das delações premiadas dos executivos Joesley e Wesley Batista, proprietários da empresa J&F, holding que controla a JBS. Com o recebimento da intimação, Janot recebeu prazo legal de cinco dias para decidir sobre eventual denúncia contra o presidente  e outros citados nas investigações, entre eles, o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). Em relatório enviado ao Supremo na última segunda-feira (19), a Polícia Federal diz que as evidências encontradas durante a investigação apontam "com vigor" que Temer cometeu crime de corrupção passiva.

Também nesta semana, a PF concluiu a perícia sobre o áudio da conversa entre o presidente e Joesley Batista e chegou à conclusão de que o arquivo não foi editado. Na gravação, os dois conversam sobre o cenário político, os avanços na economia e também citam a situação do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso por envolvimento nas irregularidades apuradas pela força-tarefa da Operação Lava Jato.

Em outro trecho da conversa, Michel Temer orientou ao empresário que procurasse Rocha Loures para que resolvesse uma pendência da J&F. Rocha Loures, que foi assessor de Temer na Vice-Presidência da República, foi preso pela Polícia Federal no início de junho, após ter sido flagrado recebendo uma mala com R$ 500 mil, que, segundo o empresário, era fruto de propina.

Posted On Segunda, 26 Junho 2017 07:06 Escrito por

A Presidência, ocupada por Michel Temer, tem muita confiança de apenas 3% da população
POR THAIS BILENKY - Folha de SP

As Forças Armadas são a instituição em que a população deposita mais confiança no país hoje, enquanto o Congresso, a Presidência e os partidos políticos caíram em descrédito.

Pesquisa Datafolha aponta que 40% da população diz confiar muito nas Forças Armadas e 43% confiam um pouco. Outros 15% não confiam e 2% não souberam responder.

Essa opinião ecoa mais entre os homens (49%) do que entre as mulheres (31%), entre os mais ricos (47%) e entre os eleitores do deputado Jair Bolsonaro (58%).

O possível candidato a presidente homenageou torturador da ditadura militar e já afirmou à Folha que metade de seu ministério, se eleito, seria composto por pessoas da carreira.

O discurso favorável à intervenção militar foi ouvido nas ruas do país ao longo do ano passado e deste em manifestações pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e contra a corrupção.

O instituto ouviu 2.771 pessoas de 21 a 23 de junho para realizar o levantamento, cuja margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A Presidência da República viu a sua credibilidade despencar desde 2012. Em agosto daquele ano, 33% disseram confiar muito, 52% um pouco e 15% nem um pouco. Hoje, 3% disseram confiar muito na instituição, 31% um pouco e 65% não confiam.

O quadro espelha a impopularidade do ocupante da cadeira, Michel Temer (PMDB), cuja aprovação atingiu o menor nível em 28 anos, 7%, como mostrou pesquisa publicada neste sábado (24).

O Congresso, que já não usufruía de tanta credibilidade, viu sua imagem se deteriorar ainda mais em meio à crise econômica e política instalada no país.

Hoje os índices de confiança são os mesmos da Presidência (65% não confiam, 31% confiam um pouco e 3% confiam muito). Em agosto de 2012, 8% confiavam muito, 40% um pouco e 52% não confiavam.

Os partidos políticos têm hoje muita confiança de apenas 2% da população; 28% confiam um pouco e 69% não confiam neles enquanto instituição.

Na comparação com cinco anos atrás, antes de a Operação Lava Jato revelar a corrupção sistêmica em partidos de diferentes matizes ideológicos, a imagem era um pouco melhor: 7% confiavam muito, 41% um pouco e 52% não confiavam.

A imprensa é a instituição de segunda maior confiança dos brasileiros, segundo o Datafolha: 22% disseram confiar muito nela, 49% um pouco e 28%, não, absolutamente.

Entre os mais novos, contudo, a desconfiança é maior. Dos entrevistados de 16 a 24 anos, 10% confiam muito na imprensa, 48% um pouco e 41% não confiam.

Posted On Domingo, 25 Junho 2017 11:09 Escrito por

Constatação é apontada em dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados, que revelam a manutenção de 441 postos de trabalho no Estado Lara Cavalcante

O Estado do Tocantins, de acordo com os dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nessa quarta-feira, 21, no mês de maio, registrou-se a admissão de 5.680 trabalhadores e o desligamento de 5.239, o que resultou em um saldo positivo de 441 empregos, número bem superior ao de abril, quando o saldo foi de 110 postos de trabalho. O resultado positivo já acontece pelo 4º mês consecutivo em 2017.

A secretária de Estado do Trabalho e Assistência Social, Patrícia do Amaral, comemora os dados avaliando como sendo o fruto de trabalho do Governo do Estado para recuperar a economia, gerar mais empregos e capacitar os trabalhadores tocantinenses. “Somente no primeiro trimestre, o Sine [Sistema Nacional de Emprego] do Tocantins capacitou 1.746 pessoas em todo o Estado”, exemplificou a gestora.

Atualmente, o Tocantins está em 10° lugar entre os estados brasileiros que apresentaram saldo positivo de emprego. Os setores Construção Civil e Serviços foram os que apresentaram os melhores resultados. Em maio, a Construção Civil contratou 1.155 trabalhadores e demitiu 789, obtendo o saldo positivo de 366 postos de trabalho. Já o setor de Serviços abriu 1.614 vagas e fechou outras 1.382, ficando com saldo de emprego positivo de 232 postos. Os setores Extrativista Mineral, da Indústria da Transformação, e da Administração pública também apresentaram números positivos em um total de 110 postos. Os setores que apresentaram mais baixas na quantidade de vagas foram o Agropecuário, com saldo negativo de 139 postos; seguido pelo do Comércio, que fechou 121 vagas. Além do Serviços Industriais de Utilidade Pública, que apresentou saldo negativo de 7 vagas. Apesar das baixas, o saldo foi positivo pelo 4º mês consecutivo, fechando maio com um total de 441 novos postos de trabalho.

O Caged também apresentou o levantamento por municípios com mais de 30 mil habitantes. No Tocantins, dos sete municípios que se enquadram na categoria, somente dois apresentaram saldo negativo de postos de trabalho: Gurupi, com menos 73 vagas de emprego; e Colinas do Tocantins, com saldo negativo de 12 vagas. Nos outros cinco municípios, prevaleceram os números positivos: Palmas com 350 postos de emprego; Araguaína com 144; Araguatins com 1 vaga; Porto Nacional com 8; e Paraíso do Tocantins com 119 postos de trabalho de saldo positivo.

Sobre o Caged O Caged apresenta o levantamento do número de demissões e contratações que ocorrem no Brasil, e contabiliza aqueles que trabalham com carteira assinada, ou seja, regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Além do controle que o governo federal realiza no fluxo de demissões e contratações para medir o crescimento do emprego no país, o cadastro serve como base de estudos para que sejam revisados os programas de subsídio ao emprego em determinadas áreas.

Posted On Sexta, 23 Junho 2017 11:04 Escrito por

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o inquérito aberto para investigar o presidente Michel Temer, a partir das delações da JBS. A partir da intimação, a PGR terá prazo legal de cinco dias para decidir sobre eventual denúncia contra o presidente e outros citados nas investigações, entre eles, o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

André Richter

Na decisão, o ministro não se pronunciou sobre o pedido de Policia Federal (PF) para prorrogar por mais cinco dias o inquérito aberto para investigar o presidente e Loures. Com a decisão, a PF deverá anexar as diligências que ainda faltam, como o laudo das gravações feitas pelo empresário Joesley Batista com o presidente, nos próximos dias.

No início do mês, a investigação já foi prorrogada pela primeira vez a pedido da PF, que alegou necessidade de mais tempo para concluir as investigações, iniciadas a partir das citações do nome do presidente nas delações dos executivos da JBS.

Na sexta-feira (9), o advogado Antônio Mariz de Oliveira, representante de Temer, informou ao ministro que o presidente decidiu não responder às perguntas enviadas pela Polícia Federal no inquérito. Além disso, a defesa pediu o arquivamento das investigações e fez críticas ao teor do questionário enviado pelos delegados.

Para a defesa de Temer, o questionário é um “acinte à sua dignidade pessoal e ao cargo que ocupa” e atenta contra os “direitos individuais inseridos no texto constitucional”. “ O presidente e cidadão Michel Temer está sendo alvo de um rol de abusos e de agressões aos seus direitos individuais e à sua condição de mandatário da nação que colocam em risco a prevalência do ordenamento jurídico e do próprio Estado Democrático de Direito”, destaca o documento.

Posted On Sexta, 23 Junho 2017 11:02 Escrito por

Por meio de uma Carta Pública - Grupo Gestor, o governo comunica as medidas, como cortes de pessoal

Diante da necessidade de promover o equilíbrio fiscal do Executivo Estadual, em cumprimento à Lei de Responsabilidade Fiscal e em resposta às demandas apresentadas pelos sindicatos representativos dos servidores públicos estaduais, o Grupo Gestor de Controle e Eficiência do Gasto Público, após reuniões técnicas e análise de impactos orçamentários e financeiros, deliberou, na tarde desta quarta-feira, 21, pelas medidas que seguem em Carta Pública, anexa, a ser apresentada para a população e protocolada também na manhã desta quinta-feira, 23, junto às instituições demandantes.

Veja a Carta

Posted On Quinta, 22 Junho 2017 10:57 Escrito por
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